
Angelo Almeida atualmente é deputado estadual, já foi vereador de Feira de Santana, candidato a prefeito e a vice, possuindo dessa forma uma história consolidada na política feirense.
Em sua participação no projeto Feira de Santana e sua História, Angelo contou um pouco da sua história com Feira de Santana e sua trajetória política.
Tenho muito orgulho de ser feirense, de toda a minha ancestralidade ser formada por feirenses, que vem de duas famílias que faziam parte da Feira Vila, tanto a família Pinto quanto a família Almeida, são famílias que chegaram aqui através de tropeiros. Contou.
Angelo é o terceiro filho de seis irmãos e com o investimento de seus pais saiu para estudar em Salvador com 14 anos, onde também se formou em Odontologia. Sempre muito atendo a política por influência de seu pai, em seu retorno à Feira de Santana iniciou o caminho na política no partido em que seu pai ficara responsável.
Quando eu voltei para Feira de Santana, recém-formado, consegui liderar alguns processos de alguns colegas e em 1992 teve um episódio que me marcou muito que foi quando João Durval decidiu se candidatar ao invés de Sergio e foi por um partido pequeno que ele confiou ao meu pai aqui em Feira de Santana e isso me marcou muito porque logo depois disso meu pai tem um problema de saúde e ficou alguns meses afastado, então eu acabei tendo que fazer tudo que seria responsabilidade do meu pai, que era organizar o partido, a partir desse momento entrei para a política e nunca mais sai. Relatou.
O atual deputado estadual foi candidato primeira vez em 2004, pelo PDT.
Perdi a eleição, mas fui o mais votado do partido. Em 2006, João Durval me chama e fala para eu ser candidato a deputado estadual, eu falei que não dava porque como já tinha perdido a eleição pra vereador, como iria me candidatar pra deputado, mas eu fiz a campanha, viajei muito com eles, conheci a geopolítica da Bahia, conheci muita gente do interior e sai com quase 10 mil votos nessa eleição. Pontuou.
Em 2008 ele consegue o primeiro mandato como vereador, pelo PT.
Cumpri esse mandato durante quatro anos, até 2012. No meio do caminho, eu falei Se eu fui candidato a deputado estadual quando não era nem vereador em Feira, como que não vou ser agora?, vou ver no que vai dar, coloquei o nome como pré-candidato e fui para convenção do PT, mas saí de lá sem a minha candidatura homologada porque eles entenderam que eu não tinha potencial de conseguir mais de 10 mil votos, mas com o apoio de Feira de Santana consegui confirmar minha candidatura e não me elegi por cerca de 1.500 votos. Ressalta.
Em 2014 Angelo bateu na trave novamente com 35.500 votos.
Depois disso me afastei da política por um tempo e em 2017 como suplente assumi uma vaga na Assembleia e foi nesse momento que percebi que não era mais meu momento de estar no PT, tive o abraço da presidente do PSB, a deputada federal Lidice da Mata, e me revigorei na política e nas eleições de 2018, faltaram 290 votos para ser eleito. Fiquei alegre porque ninguém esperava essa votação expressiva Afirmou.
O deputado é filho de Feira de Santana e possui uma grande influência na cidade tanto como político, quanto como cidadão.
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