Foi anunciado nesta terça-feira (31) que a jornalista Isabela Scalabrini deixou a Globo após 44 anos de casa. A notícia foi dada pelo diretor de jornalismo da emissora Ali Kamel. Com informações de Splash Uol.
Segundo a publicação, a saída da jornalista estava sendo cogitada desde 2020, mas os planos foram adiados até 2023. “Ao me despedir de Isabela, destaco o meu respeito por ela. E, em nome da Globo, agradeço o jornalismo que praticou aqui: pioneirismo aliado à alta qualidade!”, disse o diretor.
A Globo entrou na Justiça contra a Opportunity Fundo de Investimento Imobiliário para reduzir o aluguel de uma de suas sedes, localizada na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. A emissora acusa a empresa de aumento abusivo do aluguel e tentou uma liminar para baixar o preço. O TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) negou o pedido.
O Notícias da TV teve acesso com exclusividade à ação, que corre na 19ª Câmara Cível. A Globo alega que foi surpreendida, no fim do ano passado, com um aumento no aluguel de um dos locais que ocupa na região e que serve de sede para produtos de internet, como Globoplay e outras operações.
A emissora alegou que pagava R$ 160 mil por mês, o que já representaria um valor acima da média da região. No fim do ano, a Globo foi comunicada que o aluguel passaria a custar R$ 230 mil. Inconformada, entrou com um pedido de liminar cautelar para reduzir em 20%.
Com isso, a Globo pagaria R$ 184 mil até que o caso fosse finalizado na Justiça. Para embasar sua tese, a empresa apresentou laudos informando que paga aproximadamente R$ 120 mil de aluguel de outros escritórios na mesma região, o que comprovaria o valor abusivo pedido pela Opportunity.
“A Globo trouxe aos autos laudo técnico, elaborado por engenheiro civil, concludente no sentido de que o valor máximo a ser pago pelo aluguel do espaço é de R$ 121 mil, restando demonstrada, portanto, a abusividade do valor vigente do aluguel, de R$ 230.640,87. Pede, então, liminarmente, seja fixado o aluguel provisório em R$ 184.512,70 (80% do valor atual), devendo, ao final, ser confirmada a decisão”, diz documento judicial.
Quanto custa o aluguel?
O Notícias da TV pesquisou anúncios no endereço em que a Globo briga para baixar o aluguel escritórios disponíveis por valores entre R$ 130 mil e R$ 140 mil, sem contar IPTU (Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana), que está em média R$ 45 mil.
Consultada pela reportagem, a corretora de imóveis Edna Silva afirmou que se a Globo comprovar que houve aumento de aluguel abusivo e não conseguir negociar com o locatário, tem direito de ir à Justiça. “A situação é bastante comum. O grande problema é a falta de diálogo entre locador e locatário. Como são duas empresas grandes, realmente é uma questão de Justiça”, afirma.
“Se a Globo realmente comprovar que edifícios próximos e semelhantes praticam aluguéis na faixa em que ela alega, com o laudo, a condenação é praticamente certa. A Justiça é bastante rígida com situações de aumentos abusivos. A taxa do aumento em 2022 foi de 5,45%. Se passar disso, já pode ser considerado inapropriado”, analisa.
O desembargador Mauro Pereira Martins, que julga o caso, não concedeu liminar cautelar por entender que os laudos e as informações do caso estavam desencontradas. Ele pediu esclarecimentos sobre alguns pontos.
“Necessidade de realização do contraditório e produção de outras provas. Reforma da decisão agravada que pode gerar desequilíbrio contratual. Manutenção do valor atual valor do aluguel até regular instrução do feito. Assim, indefiro, por ora, a liminar requerida”, afirmou o desembargador na sua decisão.
O Notícias da TV procurou a Globo desde a última segunda (23) por e-mail e telefone para tentar uma posição sobre o assunto, mas não houve resposta. A Globo não costuma comentar ações judiciais. A Opportunity não se pronunciou.
Wandinha ajudou a Netflix a alcançar a meta de novos assinantes no último trimestre de 2022 Imagem: Divulgação/Netflix
A Netflix não esconde sua ambição de roubar espectadores e anunciantes da TV. O plano, como o anúncio de resultados na quinta-feira passada mostrou, após ajustes no conteúdo e cortes no orçamento nos últimos meses, parece estar funcionando.
Na quinta-feira, a Netflix divulgou que superou sua própria previsão de ganhos de assinantes no último trimestre de 2022, adicionando quase 7,7 milhões de novos clientes. O número foi 70% superior ao que a empresa havia previsto, 4,5 milhões. O sucesso da série “Wandinha”, e dos filmes “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” e “Troll”, ajudaram no resultado.
A receita da Netflix também superou ligeiramente sua projeção, sugerindo que o novo plano baseado em publicidade lançado no último trimestre não gerou uma grande redução entre os assinantes atuais de planos mais caros.
A Netflix também projetou que a receita do primeiro semestre de 2023 cresceria cerca de 4% em comparação ao mesmo período do ano passado. O número é o dobro do aumento de 2% registrado no quarto trimestre. A empresa prevê que o aumento de assinantes e do lucro devem seguir crescendo nos próximos meses.
A explicação para o aumento do lucro é que a Netflix vai apertar o cerco para quem compartilha senhas. Segundo a empresa, os testes na América Latina sugerem que combater o compartilhamento de senhas levou a uma “receita geral melhorada, que é nossa meta com todas as mudanças de planos e preços”.
Os bons resultados e perspectiva positiva fizeram as ações da Netflix dispararem na bolsa de valores, chegando a subir mais de 8,5% na sexta-feira. Adicionar 7,7 milhões de assinantes foi positivo, mas fazer isso sem perder dinheiro e podendo ganhar ainda mais animou os investidores.
As ações da Netflix já subiram mais de 48% nos últimos seis meses, período em que a empresa anunciou sua entrada na publicidade, cortou custos, realizou grandes cortes de funcionários e retomou o crescimento de assinantes. Em meio às boas notícias a empresa também adiantou que Reed Hastings, fundador da Netflix, deixará o posto de co-CEO.
Disney sofre ataque de investidores
Enquanto a Netflix realiza uma transição aparentemente tranquila, voltando a crescer e lucrar, suas principais concorrentes estão em crise. A Warner Bros. Discovery corta para pagar sua alta dívida e a Disney passa por uma de suas maiores crises. No final do ano passado a Disney demitiu o CEO, Bob Chapek, por pressão de acionistas, e agora trava uma nova batalha com fundos ativistas que querem ver mais lucro das plataformas de streaming da empresa.
Bob Iger, que voltou da aposentadoria para retomar o posto de CEO da Disney, posição que ocupava antes de Chapek, inclusive já vem sendo pressionado para deixar o cargo. Nelson Peltz e seu fundo de investimentos Trian, que comprou US$ 900 milhões em ações da Disney (0,5% da empresa), querem que sejam feitos grandes cortes de custos, além de exigirem um assento no conselho da Disney e um plano de sucessão para Iger.
A Trian, em uma apresentação intitulada Restore the Magic (Restaure a Mágica) publicada dias atrás em seu site, descreveu o que vê como erros cometidos pelo conselho da Disney e comparou os retornos dos acionistas da companhia com as principais empresas listadas na bolsa e os competidores do setor durante o mandato de cada diretor. A ideia era mostrar a baixa performance das ações em relação aos competidores.
“Ainda existem vários diretores atuais e membros da administração que supervisionaram e aprovaram algumas das piores falhas estratégicas e de governança corporativa da Disney”, escreve a Trian na apresentação. O fundo cita a compra da 21st Century Fox por US$ 71,3 bilhões, os altos salários dos executivos da Disney e o alto endividamento da empresa como exemplos de má gestão.
A Disney contra atacou Peltz e divulgou na terça-feira uma apresentação de 16 slides defendendo Iger e o conselho. “Nelson Peltz não entende os negócios da Disney”, diz o texto que também afirma que Peltz não deveria receber um assento no conselho.
O acordo com a Fox, disse a Disney, permitiu expandir suas ofertas diretas ao consumidor em todo o mundo e ampliou seu portfólio de propriedades para incluir filmes como “Avatar” e programas de TV como “Os Simpsons”. A empresa também observou que as vendas de ativos após a compra reduziram o custo para a Disney para cerca de US$ 57 bilhões.
Mas Iger e Peltz concordam em um ponto: o streaming da Disney tem problemas e precisa mudar de rota. A Disney perdia mais de US$ 1 bilhão por ano com suas plataformas de streaming desde a estreia do Disney+. Mas em 2022 o prejuízo disparou. Nos primeiros nove meses de 2022 a empresa perdeu mais de US$ 2,5 bilhões com a área. A hemorragia financeira foi uma das razões da demissão de Chapek.
Por que a Netflix não tem futebol ao vivo?
Enquanto a Disney patina, a Netflix projeta um fluxo de caixa livre (a quantidade de dinheiro disponível em uma empresa que sobra após todos os gastos serem quitados) de US$ 3 bilhões para o ano atual. Vale lembrar que além da Netflix, nenhum outro streaming dá lucro e nem deve fazer isso antes de 2025.
A Netflix disse nesta semana que já passou da fase de maior fluxo de caixa na construção de seus negócios e agora está focada em gerar forte fluxo de caixa livre. O plano de anúncios e o combate ao compartilhamento de senhas para aumentar a receita são duas prioridades para fazer fazer isso.
Outra estratégia é segurar os custos. Se gigantes como Apple, Google e até players tradicionais como Disney e Paramount têm investido bilhões para terem grandes atrações esportivas ao vivo em seus streamings, a Netflix segue distante do movimento.
Mas não é por falta de vontade. A Netflix chegou a conversar com a F-1 e donos de direitos de campeonatos de surf e tênis, mas o negócio não andou. Ted Sarandos, co-CEO da companhia, disse em dezembro em uma conferência com investidores que a empresa não se opõe a ter esportes, mas não fechou nenhuma compra de direitos porque a conta não faz sentido e não estão dispostos a perder dinheiro.
“Não vimos um caminho lucrativo para licenciar grandes esportes”, afirmou Sarandos, que acrescentou: “Não somos antiesportivos, somos apenas pró-lucro”. A Netflix “pode ficar duas vezes maior sem esportes”, acrescentou. A Netflix já conquistou uma grande audiência, disse ele, alegando que 165 milhões de lares assistiram à série coreana Round 6 sem que o programa de TV “tivesse que seguir o Super Bowl”.
“Não estamos fazendo essa migração [de um negócio de TV de legado]”, disse Sarandos. “Temos lucro no negócio de streaming.” Disse o executivo em referência a um comentário de Bob Iger, CEO da Disney, que afirmou em uma conferência em setembro que a TV tradicional “está marchando para um precipício distinto e será empurrada (pelo streaming)”.
Neste ano, a Netflix fará sua primeira transmissão de evento ao vivo, tendo o comediante Chris Rock como anfitrião. Em entrevista à Bloomberg, Sarandos também adiantou que ter canais FAST (Free Ad-Supported Streaming TV, canais online gratuitos com anúncios) estão nos planos.
Prejuízo para ganhar mercado
Empresas de tecnologia como Amazon e Apple têm sido agressivas na aquisição de direitos esportivos para suas plataformas de streaming, principalmente nos Estados Unidos, onde o mercado está saturado e crescer é cada vez mais difícil.
A Amazon está pagando bilhões pelos direitos exclusivos do “Thursday Night Football” da NFL no Prime Video, enquanto a Apple fechou acordos para a Major League Baseball e a Major League Soccer no Apple TV+. Mas Sarandos – embora tenha feito uma ressalva de “nunca diga nunca” sobre a aquisição de direitos esportivos pela Netflix – comentou que a economia dos esportes ao vivo é construída em torno da TV paga e não faz sentido para o streaming.
Mas vale notar que nem os gigantes de tecnologia estão alheios ao novo cenário econômico. Amazon, Google e Microsoft (vista por muitos como uma potencial compradora da Netflix) anunciaram milhares de demissões nas últimas semanas.
A estratégia de comprar grandes eventos, principalmente os esportivos por atraírem grandes audiências, é efetiva para atrair assinantes e ganhar mercado, mas costuma trazer prejuízos. O modelo de compra de esportes na TV se sustentava porque a TV paga ajudava a fechar a conta cobrando caro do assinante.
Netflix copiando a Globo?
Em seu plano para se tornar a nova TV a Netflix foge do prejuízo e busca fazer negócios racionais. Segue a mesma cartilha da Globo, que abriu mão de competições e renegociou contratos até mesmo abrindo mão da exclusividade da Copa do Mundo de futebol. Manuel Belmar, diretor-geral de Finanças da Globo, já afirmou que a Globo quer ter todas as grandes competições esportivas, mas não fará loucuras nem terá prejuízos.
Uma consequência, como o colunista Mauricio Stycer apontou em sua newsletter semana passada, é que “a série ideal da Netflix deve ser como um cheeseburger gourmet, ou seja, um programa que seja ao mesmo tempo comercial, de fácil compreensão, mas com algo diferenciado, premium”.
Bridgerton, apontada como exemplo deste cheeseburguer gourmet, tranquilamente poderia ocupar a faixa das 18h da Globo, nota Stycer.
Um efeito colateral dessa transformação para TV é a radical mudança de conteúdo. Sai o conteúdo mais artístico e segmentado e entram os arrasa quarteirão. A chegada do plano com publicidade na Netflix deve acelerar essa tendência.
Por que há tantas séries canceladas?
Cada vez mais a Netflix precisa que uma série retenha o público por muito tempo para garantir que mais publicidade seja exibida. A expectativa da empresa é que até 10% de seu faturamento venha de publicidade, algo como mais de US$ 3 bilhões por ano. Uma das razões do cancelamento da série “1899” foi a baixa taxa de pessoas assistindo o conteúdo até o final, além de seu alto custo de produção. Apesar de ter chegado ao segundo lugar no topo dos mais vistos em diversos países, a série não terá segunda temporada.
Pela mesma razão mais séries devem ser canceladas. Mesmo uma série de sucesso talvez não faça sentido ter uma nova temporada se já existir algo semelhante no catálogo da Netflix para o mesmo público custando menos. Como na TV, o objetivo é atrair um público mais abrangente pelo menor custo.
“Nunca cancelamos um programa de sucesso”, disse Sarandos semana passada à Bloomberg. “Muitos desses shows foram bem-intencionados, mas falam para um público muito pequeno com um orçamento muito grande. A chave para isso é que você deve ser capaz de falar com um público pequeno com um orçamento pequeno e um grande público com um orçamento grande. Se você fizer isso bem, você pode fazer isso para sempre.
“House of Cards” e “Orange Is the New Black” foram pioneiras e marcaram território, mas hoje dificilmente funcionariam na nova Netflix.
Desde 2019, à medida que a competição aumentava no streaming, cresceu a reclamação de que os algoritmos passaram a beneficiar os blockbusters e grandes franquias como Stranger Things em detrimentos das produções mais artísticas.
Ironicamente, à medida que a Netflix fica cada vez mais parecida com a TV tradicional, a TV tradicional tenta criar produtos diferenciados para resistir ao apelo das gigantes de streaming. A guerra do streaming virou a guerra da mídia e está longe de acabar.
Conhecida por não ter a língua presa, Maria Zilda Bethlem relembrou mais uma história de quando fez parte do quadro de funcionários da TV Globo. Segundo a atriz, ela e os colegas de elenco na novela “Hipertensão” (1986) participaram de uma festa promovida por Wolf Maya, diretor do folhetim, em que todos ficaram “chapados”.
“A gente alugou um barco, fomos todos para Angra dos Reis e ficamos numa casa maravilhosa. Tinha um horário de saída, mas todo mundo tomou um porre maravilhoso na véspera. No dia que tinha que sair, tava todo mundo desacordado lá”, relembrou a atriz no podcast “Papagaio Falante”.
“De repente chega o caseiro e pergunta: ‘quem é o senhor Wolf?’. Aí a gente apontou e ele disse que o dono tava chegando, que precisava todo mundo sair. Todo mundo chapado…”, ainda disse Maria Zilda. “Todo mundo caído, mas saímos batidos.”
“Não é teste do sofá, é do c*”
Essa não é a primeira vez que Maria Zilda Bethlem dá alguma declaração polêmica sobre a Globo. Em 2020, a atriz realizou uma live com o também ator Oscar Magrini e eles revelaram que, para entrar na emissora, era preciso passar pelo “teste do c*”, insinuando que era preciso fazer sexo anal em troca de uma oportunidade:
“Entrei na Globo em 1975. Você não vai dizer para mim que eu não sei como aquilo funciona. Até porque eu fui casada com diretor. Então, eu sei muito bem como aquilo funcionava. Não é o teste do sofá. É o teste do c*”, afirmou Maria Zilda na ocasião.
Magrini concordou com a colega, mas explicou: “Isso acontecia muito. Hoje em dia, sabe o que é? Mesmo se o cara for dar o rabo e colocar o garotão lá, e o garotão for uma merda. Ferrou (…). Sabe como funciona a rádio-peão: ‘Esse cara aqui quem colocou?’, ‘Fulano. É amiguinho de fulano’. Pronto! Já queimou a vida do cara”.
Prova da Americanas no Big Brother Brasil 2022 Imagem: Reprodução/Globo
As Americanas não vão mais patrocinar o BBB 23. A informação foi confirmada hoje pela empresa a Splash, após um rombo de R$ 20 bilhões sofrido durante a semana.
O valor que seria repassado para a emissora seria de R$ 102 milhões durante o período do reality, uma das maiores verbas do programa. Leia a seguir a nota divulgada pela empresa:
A Americanas S.A. informa que cancelou sua participação no BBB 23. Neste momento, a companhia está focada na gestão do negócio e no propósito de oferecer a melhor experiência a seus clientes, parceiros e fornecedores. A Rede Globo segue como relevante parceira na estratégia de marketing e comunicação da Americanas S.A.none
A vaga das Americanas já foi preenchida: o Mercado Livre fechou com a Globo para patrocinar o BBB 23. O contrato inclui a participação em provas e atividades rotineiras do programa, como festas e ativações pontuais.
“A Globo fica feliz de contar com Mercado Livre no BBB23 e compreende perfeitamente a decisão de Americanas de focar na gestão do negócio nesse momento. Parceiras de longo prazo da Globo, as duas marcas contam com o nosso apoio”, disse a emissora, em nota.
O Big Brother Brasil 23 começa oficialmente na segunda-feira (16), e a expectativa é que a Globo supere a marca de R$ 1 bilhão em faturamento publicitário com a atração – no ano passado, a emissora chegou próximo a este valor, quando também teve mais de 30 marcas realizando ações no programa.
Como são divididas as contas no BBB?
Mercado Livre, Seara e Stone serão os patrocinadores principais do programa da Globo – cada cota “Big”, como são chamadas pela emissora, custou cerca de R$ 105 milhões
Amstel, TikTok, Pantene e Downy são os patrocinadores “Camarote”, a segunda linha de marcas anunciantes do programa. Cada cota rendeu R$ 80 milhões à emissora.
Ademicon, Hypera Pharma, McDonald’s, PagueMenos e QuintoAndar estão na terceira linha de anunciantes, da chamada cota “Brother”. Cada empresa pagou cerca de R$ 15,6 milhões para estar no programa.
O que está acontecendo com as ações das Americanas?
As ações estão instáveis depois que a empresa divulgou ter encontrado inconsistências em seus balanços da ordem de R$ 20 bilhões.
Como as ações caíram muito ontem, como consequência desse comunicado e da renúncia do presidente, Sérgio Rial, alguns investidores acreditam que o preço baixo pode ser uma oportunidade de compra.
“Percebo mais um desejo de caça às barganhas e um sentimento de que não pode ser tão ruim assim”, diz Márcio Loréga, gerente de research e economia do PagBank PagSeguro.
Cássia Kis foi demitida da Globo após participar de protestos contra Lula. No ar em Travessia, este deve ser o último folhetim da veterana como contratada da Globo.
O colunista Valmir Moratelli, da Veja, afirma que a emissora decidiu não renovar o contrato de Cássia após o fim de Travessia. Ele também garante que ela não será chamada para novos papéis no canal tão cedo.
Ainda não há confirmações da Globo sobre o assunto.
“Vai na Fé” é a primeira trama da emissora com uma personagem principal representada como evangélica
José Loreto será o personagem Lui Lorenzo Foto: Reprodução
Nesta terça-feira (10), a Globo realizou a festa da próxima novela das 19 horas, Vai na Fé, a primeira trama com uma personagem principal evangélica. A estreia está marcada para o dia 16 de janeiro.
O evento aconteceu no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, com todo o elenco que fará parte do folhetim, como Sheron Menezzes, a personagem principal, e também Carolina Dieckmann, Bella Campos, Elisa Lucinda, entre outros.
Um dos pontos mais comentados da festa foi a apresentação de José Loreto. O ator dará vida ao personagem Lui Lorenzo, um cantor pop e sedutor que vai precisar dos talentos de Sol (Sheron), uma evangélica pobre e mãe de família que terá que escolher entre viver na fé ou na fama.
Loreto mostrou toda a sensualidade de seu personagem, tirando a blusa e rebolando, arrancando gritos da plateia que vibrava com a apresentação.
Outro ponto da festa que tem ligação com a novela foi a alimentação. Os artistas e jornalistas foram servidos com “marmitas”, fazendo uma referência com a profissão de Sol. A personagem principal será uma vendedora de marmitas e será assim que seu talento musical será descoberto e ela será chamada para cantar com o personagem de Loreto.
ELENCO DA NOVELA
Elenco da novela “Vai na Fé” Foto: AGNews
Além de Sheron e Loreto, o elenco da novela conta com outros nomes como Carolina Dieckmann, Mel Maia, Samuel Assista, Emílio Dantas, Bella Campos, Jean Paulo, Elisa Lucinda, Carla Cristina, Renata Sorrah, Jonathan Haagensen, Che Morais, Cláudia Ohana, entre outros.
Arthur Aguiar foi o vencedor do BBB 22 Imagem: Reprodução TV Globo
O BBB 23, que estreia no dia 16 de janeiro, traz novas dinâmicas, o maior prêmio da história do programa e diferentes estratégias dos integrantes dos grupos camarote e pipoca.
Splash ouviu, com exclusividade, duas especialistas em mentoria artística, estratégia de carreira e preparação para participação em realities: Fefa Moreira e Gis de Oliveira. A segunda disse ter trabalhado diretamente com Arthur Aguiar, vencedor do BBB 22.
Como foi preparação de Arthur Aguiar? “Trouxe uma pessoa da ONU para explicar qual é o pensamento das mulheres quando elas têm visões diante de relacionamentos tóxicos e imaturidade. Eu trago uma conscientização. Não tenho poder nenhum e nem manipulo nenhum artista participante. Isso é construir uma mentira, e para mim só funciona a verdade”, detalhou Gis.
Qual a melhor estratégia, por Fefa Moreira
Para nada na vida existe uma estratégia ideal.“As pessoas têm que partir do princípio da comunicação. Uma pessoa extremamente tímida, que não fala, não vai ter sucesso na competição”.
Eu sei lhe dizer o que não fazer, como ofender gratuitamente as pessoas. “Ser uma pessoa má não é uma boa estratégia. Algumas pessoas saem canceladas e, até hoje, acham que jogaram bem”.
O segredo é se relacionar e se comunicar bem. “As relações são muito importantes. É o lance de, por exemplo, ter muitos aliados. É muito mais difícil ganhar mantendo um jogo sozinho. É raro, como aconteceu com a Juliette”.
“Essas são as principais características não só de um finalista, mas também de uma pessoa vencedora. É um reality show da realidade. Atitudes ruins são raramente premiadas. O Brasil sente as pessoas, nós temos sensibilidade para olhar para o outro”.
Qual a melhor estratégia, por Gis de Oliveira
O reality show pede pessoas ‘heroínas de sua própria história’. “As pessoas entram sem essa consciência. 98% das pessoas não se conhecem o suficiente. Elas se arriscam em um reality emocional, com uma forte pressão, e acabam se perdendo”.
“Com a sua verdade ligada a uma estratégia, eu duvido que você chegue até a final de um reality. Vale para ter sucesso no reality e na vida. Claro que você precisa se preparar para isso, desenvolver conhecimentos e cuidar da própria imagem”.
Precisa ser uma construção próxima da identidade real, não dá para ser radical. “As pessoas estão cansadas de coisas falsas. Participantes desprovidos do ego, concentrados na carreira e nas oportunidades, fazem sucesso”.
Arthur Aguiar só queria trazer a imagem de um cara do bem. “O primeiro movimento era de reposicionamento de imagem em decorrência do histórico de erros. A gente humanizou a fala, trouxe o estado de aprendiz constantemente”.
Quais foram estratégias de vencedores do BBB?
Arthur Aguiar, do BBB 22: “Era muito mais do que um programa de entretenimento em que, no final, a gente ganha R$ 1,5 milhão. Eu sabia que aquilo era um jogo e que eu estava ali para jogar. Eu não vou ficar com o público para saber se eu vou voltar ou não (do Paredão). As chances que você tem para sair é quando você está no Paredão. Você não está no Paredão? Não tem como você sair”, comentou em entrevista ao Gshow.
Juliette, do BBB 21: “Eu não sou, nunca fui muito estrategista. Então eu sabia que eu me perderia se eu fosse por esse caminho. O meu rolê foi: eu só tenho quem eu sou. Se isso for suficiente para ganhar, fechou. Se não, eu não tinha mais. Eu era péssima em prova, em articular as coisas”, afirmou ao PodDelas em 2022.
Thelma Assis, do BBB 20: “Eu ressignifiquei esse negócio de planta na minha edição. A minha estratégia era essa, observar. Eu sempre fiquei de olho, mas nunca deixando de se posicionar. Isso faz você sair como ‘sabonete’. Disso o Brasil não gosta. Deixei o povo se matar no primeiro mês para depois analisar vários paredões”, analisou em seu canal no YouTube em 2021.
Max Porto, do BBB 9: Eu venci quando determinei minha cabeça que não podia chegar lá falando as mesmas coisas, agindo da mesma forma. Tenho que ser uma pessoa única. Pensei: ‘O que ainda não foi contado? Qual história não foi apresentada?’. Eu era o estrategista que não se torna vilão”, disse ao Flow Podcast em 2022.
Eles participavam dos principais programas da emissora, como 3 em 1, Morning Show e Os Pingos nos Is
A Jovem Pan afastou, nesta terça-feira, 10, os comentaristas políticos Rodrigo Constantino, Paulo Figueiredo, Zoe Martínez e Marco Antônio Costa, o “Superman”. Eles participavam dos principais programas da emissora, como 3 em 1, Morning Showe Os Pingos nos Is. Oeste teve acesso ao comunicado interno enviado aos alvos do afastamento.
A medida ocorre na esteira das mudanças verificadas na emissora nos últimos meses. Os jornalistas Augusto Nunes, Guilherme Fiuza e Ana Paula Henkel, por exemplo, deixaram a Jovem Pan depois do fim das eleições de outubro.
Constantino disse que, a partir de agora, deve se dedicar à produção de cursos e palestras sobre “temas mais atemporais e filosóficos, aproveitando minha bagagem nesses anos todos de leitura”. Figueiredo, Zoe e Costa não responderam às mensagens até a publicação desta reportagem.
Bloqueio de contas
Em dezembro, o Twitter censurou os perfis de Constantino, Figueiredo e Fernando Conrado — todos da Jovem Pan. Só aqueles que estiverem fora do país terão acesso às publicações do trio.
Em nota enviada aos comentaristas, a rede social declarou que cumpriu a legislação relacionada aos “princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da internet no Brasil”. O Twitter informou que a ordem judicial que culminou no bloqueio dos perfis está em segredo de Justiça.
Décima primeira temporada teve o menor índice de audiência desde 2020
Fátima Bernardes encerrou a 11ª temporada do The Voice Brasil com o menor índice de audiência Foto: Reprodução
A 11ª temporada do The Voice Brasil registrou a menor audiência de toda história. A final teve o menor número desde o início do formato em dia de semana, na Grande São Paulo foram 15,3 pontos. No comando da apresentadora Fátima Bernardes, a temporada 2022 chegou ao fim na última quinta (29). As informações são do site Notícias da TV.
Após dez anos na apresentação do Encontro, Fátima Bernardes deixou o programa em junho do ano passado. A apresentadora foi realocada para o The Voice, onde fez sua estreia em novembro, mas sem sucesso de audiência. Na estreia, o programa marcou 15,1 pontos de média na Grande São Paulo. Em 2021, a estreia do The Voice registrou 18,5 pontos.
Apesar dos baixos números, a apresentadora se mostra feliz com a mudança.
– Foi atrás disso que eu fui, porque se eu quisesse certezas, permanecia onde estava. Eu queria muitas incertezas, eu queria muito chão instável, queria muita caminhada com dificuldade – afirmou ao GShow.