Em Feira de Santana, 41 pacientes estão em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e policlínicas municipais esperando a transferência para uma unidade hospitalar até esta segunda-feira, 8.
Na UPA da Queimadinha, 15 pacientes aguardam transferência. Dentre eles, a paciente C. G. de A., 71 anos, que aguarda há 21 dias transferência para tratamento adequado de sepse urinária. A doença, se não tratada, pode acometer outros órgãos e desencadear uma reação inflamatória sistêmica.
Na policlínica de São José, a paciente M. C. do R., 90 anos, aguarda há 11 dias transferência para tratar Erisipela, um processo infeccioso da pele que pode atingir a gordura do tecido celular, causado por uma bactéria que se propaga pelos vasos linfáticos.
A demora para a transferência sobrecarrega o sistema de saúde municipal fazendo com que as unidades fiquem lotadas. Ainda expõe os pacientes a uma espera exaustiva por tratamento adequado.
Além dos pacientes que estão internados na UPA da Queimadinha e na policlínica de São José, 8 estão na UPA Mangabeira, 6 na policlínica do Parque Ipê, 4 na policlínica do Feira X, 3 na policlínica do George Américo, 2 na policlínica do Tomba, 1 na policlínica da Rua Nova e 1 na policlínica de Humildes.
REGULAÇÃO ESTADUAL
O Sistema de Regulação Estadual é uma ferramenta do Governo do Estado que disponibiliza vagas em unidades públicas hospitalares conforme critério de gravidade e não proximidade, visando a democratização do acesso.
Para isso, o paciente atendido em uma unidade de urgência e emergência é avaliado e submetido a exames laboratoriais ou de imagem, de acordo com as condições clínicas.
Se comprovada a necessidade de assistência hospitalar, os profissionais da unidade solicitam a regulação no sistema, para que o paciente tenha a assistência adequada.
As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e policlínicas municipais são destinadas à assistência de casos mais complexos, moderados e graves. A orientação é da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana, diante da alta procura de pessoas com quadro leve na rede de urgência e emergência.
A procura provoca superlotação das unidades e demora no atendimento. É que as UPAs e Policlínicas atendem conforme classificação de risco e não por ordem de chegada. Nas unidades básicas são realizados serviços de curativo, nebulização, consultas, entre outros.
Nesta quinta-feira, 4, situação semelhante ocorreu na UPA Mangabeira. Uma paciente com dores nas pernas reclamou da demora no atendimento. No entanto, diante dos sintomas, o caso foi classificado como leve. Sendo assim, outros pacientes mais graves tiveram o atendimento priorizado.
“Casos de menor complexidade impactam diretamente no tempo de espera. Orientamos a população sobre a necessidade de priorizar pacientes mais graves”, explica a coordenadora das UPAs e Policlínicas, Vera Lúcia Galindo.
O Centro de Tratamento Pós-Covid de Feira de Santana completa o primeiro ano de funcionamento nesta quarta-feira, 3. Durante o período já realizou 11.732 atendimentos. A unidade é referência na assistência especializada para tratar sequelas causadas pela doença, tanto no estágio leve quanto grave.
Há três meses sendo acompanhado no Centro Pós-Covid, Marcos dos Anjos já nota grande evolução. O caminhoneiro foi infectado pelo vírus da Covid em São Paulo, no município de Taquaritinga, e passou 15 dias internado. Marcos teve 75% de comprometimento pulmonar.
“Agora consigo andar, voltei aos poucos com minha rotina de trabalho. Consigo fazer alguns exercícios e até andar de bicicleta. Pode parecer algo simples, mas para mim tem uma grande importância e agradeço toda essa equipe que exerce um serviço de grande valor”, relata.
Ainda segundo o caminhoneiro, a fase foi ainda mais difícil por estar longe dos familiares. “Vivi uma fase terrível. Fiquei entre a vida e a morte, mas graças a Deus consegui sair vivo e superei”.
O coordenador administrativo do Centro Pós-Covid, José Lázaro Melo, considera que o órgão tem grande importância na reabilitação dos pacientes atendidos.
“Na unidade os pacientes são acolhidos pela equipe multiprofissional e o resultado é eficiente. Tem um caso de uma paciente que iniciou o tratamento na cadeira de rodas e hoje anda normalmente”, destaca.
A unidade fica localizada no Centro Social Urbano (CSU), no bairro Cidade Nova, e oferece atendimentos nas áreas de: Neurologia, Fonoaudiologia, Homeopatia, Urologia, Cardiologia, Pneumologia e Psiquiatria, além de Nutrição, Psicologia e Fisioterapia. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
Para ser atendido é necessário agendamento prévio nas Unidades de Saúde da Família (USFs) e Unidades Básicas de Saúde (UBSs) dos bairros – via Central Municipal de Regulação. Pacientes que foram internados de forma grave serão agendados assim que receberem alta médica.
PARCERIA COM A UEFS
O Centro Pós-Covid funciona em parceria com a Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde, e a UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana). Os atendimentos são realizados por uma equipe multidisciplinar de apoio, composta por profissionais de saúde e estudantes da universidade que têm a oportunidade de vivenciar na prática a profissão que estuda.
Em Feira de Santana, 43 pacientes estão em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e policlínicas municipais esperando a transferência para uma unidade hospitalar até esta segunda-feira, 1º – na última semana eram 30.
Na UPA da Mangabeira, a paciente A. M. C. B., 66 anos, aguarda há 13 dias para tratar complicações decorrentes da diabetes. Na mesma unidade, o paciente J. F. F. dos S, 50 anos, aguarda por regulação há 11 dias para tratar problemas neurológicos.
No total, 22 pacientes estão na UPA Queimadinha, 8 na UPA Mangabeira. Outros 13 pacientes estão distribuídos nas policlínicas municipais – (6) Parque Ipê, (3) Tomba, (1) Feira X, (1) Rua Nova, (1) George Américo e (1) São José.
A demora para a transferência sobrecarrega o sistema de saúde municipal fazendo com que as unidades fiquem lotadas. Ainda expõe os pacientes a uma espera exaustiva por tratamento adequado.
REGULAÇÃO ESTADUAL
O Sistema de Regulação Estadual é uma ferramenta do Governo do Estado que disponibiliza vagas em unidades públicas hospitalares conforme critério de gravidade e não proximidade, visando a democratização do acesso.
Para isso, o paciente atendido em uma unidade de urgência e emergência é avaliado e submetido a exames laboratoriais ou de imagem, de acordo com as condições clínicas.
Se comprovada a necessidade de assistência hospitalar, os profissionais da unidade solicitam a regulação no sistema, para que o paciente tenha a assistência adequada.
Em Feira de Santana, 43 pacientes estão em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e policlínicas municipais esperando a transferência para uma unidade hospitalar até esta segunda-feira, 1º – na última semana eram 30.
Na UPA da Mangabeira, a paciente A. M. C. B., 66 anos, aguarda há 13 dias para tratar complicações decorrentes da diabetes. Na mesma unidade, o paciente J. F. F. dos S, 50 anos, aguarda por regulação há 11 dias para tratar problemas neurológicos.
No total, 22 pacientes estão na UPA Queimadinha, 8 na UPA Mangabeira. Outros 13 pacientes estão distribuídos nas policlínicas municipais – (6) Parque Ipê, (3) Tomba, (1) Feira X, (1) Rua Nova, (1) George Américo e (1) São José.
A demora para a transferência sobrecarrega o sistema de saúde municipal fazendo com que as unidades fiquem lotadas. Ainda expõe os pacientes a uma espera exaustiva por tratamento adequado.
REGULAÇÃO ESTADUAL
O Sistema de Regulação Estadual é uma ferramenta do Governo do Estado que disponibiliza vagas em unidades públicas hospitalares conforme critério de gravidade e não proximidade, visando a democratização do acesso.
Para isso, o paciente atendido em uma unidade de urgência e emergência é avaliado e submetido a exames laboratoriais ou de imagem, de acordo com as condições clínicas.
Se comprovada a necessidade de assistência hospitalar, os profissionais da unidade solicitam a regulação no sistema, para que o paciente tenha a assistência adequada.
Decisão alcança psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
A nova resolução normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que determinou o fim da limitação do número de consultas e sessões com psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas começa valer a partir desta segunda-feira (1º) para todos os planos de saúde regulamentados, contratados após a Lei 9.656/1998 ou adaptados à lei, que tiverem cobertura ambulatorial, ou seja, de consultas e exames.
A decisão foi tomada no dia 11 de julho em reunião extraordinária da diretoria colegiada da agência.
“Com essa medida, as operadoras dos planos de saúde passam a ter que cobrir todas as consultas ou sessões com profissionais dessas quatro categorias que forem prescritas pelo médico assistente para pacientes com qualquer doença ou condição de saúde listada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), como, por exemplo, o transtorno do espectro autista, a paralisia cerebral, a síndrome de Down, a esquizofrenia”, disse o diretor-presidente da ANS, Paulo Rebello.
Segundo Rebello, este ano, houve 22 inclusões de procedimentos, entre exames, tratamentos e medicamentos, no rol de procedimentos obrigatórios da ANS.
Feira de Santana aderiu o compromisso de erradicar a hepatite B e C até 2030
Apenas uma picadinha quase indolor, submetendo a amostra de sangue a um reagente, é capaz de detectar, ou não, a presença do vírus da hepatite. Na última quinta-feira, 28, a Secretaria Municipal de Saúde promoveu ações de prevenção e diagnóstico da doença no auditório do órgão. Foram realizados mais de 31 testes rápidos, todos com resultado negativo.
A empresária Elinadja Silva e Silva, 42 anos, compareceu ao órgão para resolver questões pessoais e aproveitou para realizar o exame. “Essas ações são importantes e necessárias para todos nós”, afirma. Além dos testes rápidos, a vacinação também foi realizada. A iniciativa faz parte da campanha Julho Amarelo.
Feira de Santana aderiu o compromisso da Organização Mundial de Saúde (OMS) de erradicar a hepatite B e C até 2030. Segundo a coordenadora do centro de referência em Infecções Sexualmente Transmissíveis/HIV/AIDS, Vanessa Marinho, ações estão sendo intensificadas para atingir o objetivo.
“Estamos treinando os profissionais, destacando a importância da notificação para que ocorra o tratamento e o acompanhamento adequado dos pacientes”, afirma.
No entanto, segundo avalia a médica Sara Quezia Lopes, o preconceito ainda é um grande agravante para as pessoas não buscarem o tratamento adequado.
“Temos que entender a dimensão do problema para buscar a erradicação dessas doenças. Não é apenas na relação sexual sem camisinha que acontece a transmissão. Até mesmo frequentando a manicure, levando o próprio alicate, pode acontecer a transmissão com o pincel do esmalte, se estiver contaminado. É preciso desconstruir esse estigma de que o portador da doença é promíscuo, pois isso dificulta o diagnóstico”, destaca.
Em Feira de Santana, a vacina contra as hepatites A (somente para crianças) e B são ofertadas de forma gratuita nas unidades de saúde. No entanto, ainda não há vacina contra a hepatite C.
Testes rápidos para diagnóstico das hepatites B e C são ofertados no Centro de Saúde Especializada Dr. Leone Coelho Lêda (CSE) – o exame é descentralizado, sendo possível ser realizado nas unidades de saúde.
HEPATITE
A hepatite é uma infecção que ataca principalmente o fígado e pode provocar consequências graves, como cirrose, câncer e morte. Aproximadamente 2 mil pacientes são acompanhados pelo Programa Municipal de Hepatites Virais – localizado no CSE. O pacientes são cadastrados e têm acesso a acompanhamento e medicamentos.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta segunda-feira (1º) pelo Twitter, que o Brasil receberá, por intermédio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o antiviral Tecovirimat para “reforçar o enfrentamento ao surto” de varíola dos macacos.
“Serão contemplados casos mais graves em um primeiro momento”, adiantou. O Tecovirimat tem sido oferecido como opção de “uso compassivo” nos Estados Unidos. Entretanto, ainda não há dados que demonstrem a eficácia do antiviral para o tratamento da varíola dos macacos.
Números
Segundo dados do Ministério da Saúde, até ontem (31), 1.342 casos de varíola dos macacos foram registrados no país. Na última sexta (29) a pasta confirmou a primeira morte pela doença no Brasil.
A vítima era um homem, de 41 anos. Ele estava internado em Belo Horizonte (MG) e tinha comorbidades que podem ter prejudicado o quadro clínico. O Ministério da Saúde investiga as circunstâncias da morte.
Sintomas
A varíola dos macacos é uma doença causada pela infecção com o vírus Monkeypox, que causa sintomas semelhantes aos da varíola. Ela começa com febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão e inchaço dos linfonodos.
Uma erupção geralmente se desenvolve de um a três dias após o início da febre, aparecendo pela primeira vez no rosto e se espalhando para outras partes do corpo, incluindo mãos e pés.
Em alguns casos, pode ser fatal, embora seja tipicamente mais suave do que a varíola. A doença é transmitida para pessoas por vários animais selvagens, como roedores e primatas, mas também pode ser transmitida entre pessoas após contato direto ou indireto.
A automutilação grave entre os jovens saltou durante os rígidos lockdowns do COVID-19, mostra uma nova pesquisa. O estudo foi publicado pelo canal britânico Sky News.
O estudo descobriu que os meninos que precisam de apoio urgente dos serviços de emergência dobraram e depois triplicaram para as crianças sob cuidados.
Enquanto isso, as meninas continuaram a ser super-representadas em figuras de automutilação, disseram os pesquisadores.
Isso ocorre depois que outro estudo sugeriu que as pessoas que vivem na pobreza são mais propensas a sofrer com COVID por muito tempo.
Os psiquiatras pediram mais financiamento e desenvolvimento de serviços comunitários de saúde mental devido às descobertas, que foram publicadas no BJPsych Open do Royal College of Psychiatrists.
Pesquisadores do King’s College London analisaram dados de 2.073 visitas hospitalares de automutilação de emergência para crianças e jovens em 10 países, incluindo a Inglaterra, comparando março a abril de 2020 com o mesmo período de 2019.
Ben Hoi-ching Wong, pesquisador clínico do East London NHS Foundation Trust e da Youth Resilience Unit da Queen Mary University of London, disse: “A pandemia trouxe muitas mudanças substanciais na vida de crianças e jovens.
“Esta é a primeira vez que conseguimos analisar especificamente os efeitos das medidas de bloqueio em uma amostra internacional.
“Os bloqueios impactaram a automutilação e a busca de ajuda em alguns jovens mais do que em outros, e essas diferenças também são evidentes em outros países.
“Esta pesquisa destaca como precisamos diversificar nossas abordagens para apoiar jovens em risco com base em suas necessidades individuais e, particularmente, estar atentos às suas preocupações ou preocupações em procurar ajuda médica e psicológica”.
Os pesquisadores descobriram que, embora a pressão escolar e as brigas com os amigos tenham se tornado um gatilho menos comum, as restrições do COVID-19 podem ter levado a maiores desejos de automutilação, relacionados ao aumento do pensamento excessivo e estratégias negativas de enfrentamento em casa.
Eles também disseram que as crianças de áreas mais carentes se tornaram menos propensas a visitar os departamentos de emergência e tinham menos probabilidade de ter acesso às redes de apoio da comunidade.
Elaine Lockhart, presidente da Faculdade de Crianças e Adolescentes do Royal College of Psychiatrists, disse: “Quanto mais cedo oferecemos apoio, menor a probabilidade de as pessoas desenvolverem problemas de saúde mental a longo prazo.
“É importante considerar o impacto das medidas adotadas durante a pandemia na automutilação para que possamos planejar os serviços de saúde mental para o futuro.
“Essa é a única maneira de garantir que todas as crianças e jovens recebam o apoio de saúde mental de que precisam, quando precisam.”
Varíola dos macacos está presente em 78 países; maioria dos casos se concentra na Europa Imagem: GETTY IMAGES
O Brasil chegou a 978 casos de varíola dos macacos, também chamada de monkeypox, de acordo com balanço de hoje do Ministério da Saúde. A maioria das infecções foi registrada em São Paulo e no Rio de Janeiro.
A pasta também informou, em nota ao UOL, que monitora os casos e acompanha os contatos dos pacientes por meio de articulação direta com os estados.
Confira os números por estado:
São Paulo: 744
Rio de Janeiro: 117
Minas Gerais: 44
Paraná: 19
Distrito Federal: 15
Goiás: 13
Bahia: 5
Ceará: 4
Santa Catarina: 4
Rio Grande do Sul: 3
Pernambuco: 3
Rio Grande do Norte: 2
Espírito Santo: 2
Tocantins: 1
Mato Grosso: 1
Acre: 1
OMS diz que no mundo são mais de 18 mil casos
A OMS (Organização Mundial de Saúde) informou que já foram reportados mais de 18 mil casos da doença em 78 países. Em entrevista coletiva hoje, o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, explicou que mais de 70% dos casos foram registrados na Europa e 25% nas Américas.
Do total de pacientes, 10% tiveram que ser internados para tratar a doença. Além disso, até o momento, houve cinco mortes informadas. A entidade afirma que o surto pode ser interrompido com informação e medidas para barrar a transmissão.
No sábado (23), a OMS decretou emergência sanitária global para a varíola dos macacos, termo usado quando há “um evento extraordinário que constitui um risco à saúde pública de outros Estados através da disseminação internacional da doença.”
A entidade recomenda a vacinação das pessoas que tiveram contato com infectados. Uma vacina já foi aprovada no Canadá, Estados Unidos e União Europeia, e outras duas são consideradas, informou a OMS.
Doença
A varíola dos macacos é causada por um vírus e transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode se dar por meio de abraço, beijo, relações sexuais ou secreções respiratórias. A transmissão também ocorre por contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies que foram utilizadas pelo infectado.
Não há tratamento específico, mas, de forma geral, os quadros clínicos são leves e requerem cuidado e observação das lesões. O maior risco de agravamento acontece, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/AIDS, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos de idade.
Sintomas
O paciente pode ter febre, dor no corpo e apresentar manchas, pápulas [pequenas lesões sólidas que aparecem na pele] que evoluem para vesículas [bolha contendo líquido no interior] até formar pústulas [bolinhas com pus] e crostas [formação a partir de líquido seroso, pus ou sangue seco].