O hospital mantido pela Santa Casa realizou mais três procedimentos na última semana

Nesta semana, deverão ter alta hospitalar os três pacientes submetidos a transplante renal, no último dia 13, no Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA) da Santa Casa de Misericórdia de Feira de Santana. De acordo com o protocolo médico para este tipo de cirurgia, eles continuam em observação na unidade hospitalar e passam bem.

“Os pacientes transplantados evoluem em bom estado geral com hemodinâmica preservada e a expectativa é que nesta semana recebam alta, retornando ao convívio social com mais saúde e qualidade”, explica o médico Rodrigo Serapião, coordenador da equipe de transplantes da Santa Casa.

Os três pacientes que receberam um novo rim são jovens, têm entre 23 e 34 anos, e são dos municípios de Saúde, Presidente Dutra e Feira de Santana, informa o médico Túlio Carvalho, nefrologista da Santa Casa.

Para serem beneficiados com um novo órgão, os pacientes precisam estar inscritos na Central Nacional de Transplantes; eles são elencados de acordo com a fila de espera e precisam estar aptos à cirurgia – entre os critérios, está o grau de compatibilidade doador x receptor.

Segundo hospital da Bahia em número de transplantes, o HDPA já realizou 355 procedimentos desde o início das cirurgias, no ano de 2015. Somente este ano foram 19 transplantes.

“O transplante renal é uma prioridade para a nossa gestão. Mesmo sabendo dos desafios para viabilizar um serviço com tamanha complexidade, firmamos o compromisso de elevar o número de cirurgias no HDPA nos próximos anos”, afirma Rodrigo Matos, provedor da entidade.

O gestor destaca a capacidade e o engajamento da equipe médica: “é uma equipe focada na prestação de um serviço acolhedor, eficiente e de qualidade”.


A procura pela quarta dose da vacina contra a Covid ainda é baixa em Feira de Santana. Apenas 16% do público-alvo destinado a tomar a dose compareceu às unidades de saúde até esta terça-feira, 23. O alerta é da Secretaria Municipal de Saúde.

No momento, a aplicação está destinada para pessoas com 40 anos ou mais, além de trabalhadores de saúde que receberam a terceira dose há pelo menos quatro meses.

“Observamos a redução dos casos da Covid, não apenas na nossa cidade, mas também ao redor do mundo e devemos isso ao aumento da população vacinada. É importante que todos tenhamos o cuidado de manter o ciclo vacinal completo para continuar controlando os índices, bem como os casos mais graves da doença”, destaca a secretária interina de Saúde, Fernanda Botto.

Ainda de acordo com a secretária interina, a ampliação do público-alvo depende do abastecimento de doses feito pelo Ministério da Saúde.

Para receber o imunizante é preciso, além de estar no período recomendado pelo Ministério da Saúde, apresentar RG, CPF, cartão do SUS, caderneta de vacinação (com registro das três doses) e comprovante de residência.

De segunda a sexta-feira a aplicação das doses é realizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e de Saúde da Família (USFs), localizadas nas zonas urbana e rural.

Em Feira de Santana, 571.946 pessoas tomaram a primeira dose contra a Covid. Do total, 521.021 receberam a segunda aplicação e 307.553 a terceira. Já a quarta dose, apenas 74.302.

Confira os locais e horários de vacinação:

A vacinação acontece nas Unidades de Saúde da Família da sede CSU, Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo Limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI – I e II, Panorama I e II, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, Expansão do Feira IX-I, Viveiros, Feira X-III e IV, das 8h às 16h e nas Unidades de Saúde da Família, vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.

Também haverá imunização em todas as Unidades de Saúde da Família dos distritos: Alecrim Miúdo, Alto do Rosário 1 e 2, Bonfim de Feira, Candeal, Fulô, Galhardo, Jenipapo, Humildes 1, Humildes 2, Ipuaçu, Jaguara 1 e 2, Jaíba, Limoeiro, Mantiba, Matinha, Pé de Serra, Rosário, São Cristóvão, São José 1 e 2, Tanquinho de Humildes, Terra Dura e Tiquaruçu, das 8h às 16h, e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Cassa, Caseb I, Dispensário Santana, Irmã Dulce, Mangabeira, Serraria Brasil e Subaé a imunização acontece das 8h às 17h.

*Secom


Foto: Jorge Magalhães

As fitas para medir a glicemia e garantir o monitoramento dos pacientes com diabetes estão em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e de Saúde da Família (USFs) nesta segunda, 22. O estoque foi abastecido pela Secretaria de Saúde de Feira de Santana.

Os itens são entregues aos diabéticos que estão cadastrados no programa de Hipertensão e Diabetes (Hiperdia), vinculado ao SUS. Para adquirir, é preciso se dirigir a unidade mais próxima da residência e apresentar a receita médica. Caso o documento esteja vencido, é possível renovar no mesmo local após avaliação por médico ou enfermeiro.

“A prescrição deverá ser feita pelo profissional médico cadastrado na rede pública de saúde. O paciente receberá um quantitativo de fitas para o uso em 30 dias”, explica Ana Carla Barbosa, chefe da Divisão de Enfermagem da Secretaria Municipal de Saúde.

Ainda de acordo com a chefe da Divisão de Enfermagem, se o paciente necessitar do quantitativo superior a cem unidades de fitas, a demanda deverá ser avaliada pela Assistência Farmacêutica. Para isso, é preciso que o médico envie relatório.

“A receita médica e relatório têm validade de três dispensações”, destaca.

Além da entrega das fitas, o paciente diabético que faz acompanhamento na unidade de saúde realiza também o Mapa de Controle Glicêmico, documento que acompanha as medidas de cada dia.

“Por isso, o paciente diabético precisa entregar o mapa do mês anterior, para que seja dispensada novas fitas. Caso não apresente ou relate de maneira divergente do quantitativo de fitas dispensadas, o fornecimento será suspenso até nova avaliação médica”, pontuou Ana Carla Barbosa.

*Secom


BOMBA: OMS não recomenda 4ª dose de vacinas contra Covid para população geral

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou, nessa quinta-feira (18/8), as recomendações sobre o uso das vacinas contra a Covid-19. De acordo com os especialistas do Grupo Consultivo Estratégico de Peritos em Imunização (SAGE, na sigla em inglês), não há necessidade de aplicar a quarta dose – o segundo reforço – na população geral, livre de fatores de risco.

A indicação do reforço fica restrita aos grupos com alto risco de desenvolver a forma grave da doença e morrer após infecção do coronavírus, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, imunossuprimidos, gestantes e profissionais de saúde.

Os especialistas da OMS têm feito constantes revisões de estudos sobre as vacinas e a resposta imunológica de diferentes grupos populacionais aos imunizantes.

O presidente do SAGE, Alejandro Cravioto, afirmou durante coletiva de imprensa que garantir que todos recebam a imunização primária (com as duas primeiras doses) continua sendo a prioridade.

Metrópoles


Foto: Thiago Paixão

Ainda é baixa a procura pela vacinação contra poliomielite (paralisia infantil) em Feira de Santana. Desde o início da campanha (8 de agosto) até esta quarta-feira, 17, somente 967 crianças foram imunizadas, ou seja aproximadamente 2,4% do público estimado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS) que é de 39.996.

Neste sábado, 20, no dia D de mobilização contra a paralisia infantil todas as unidades de saúde da rede municipal estarão funcionando das 7h às 16h. Devem receber a vacina meninos e meninas na faixa etária de 1 a 5 anos.

Neste dia, a ida ao posto de saúde também será a oportunidade para colocar a caderneta de vacinação em dia. A campanha de multivacinação é para crianças menores de 15 anos.

Dessa forma serão disponibilizadas doses que protegem contra a tuberculose, hepatite, tétano, difteria, meningite, febre amarela, sarampo, rubéola, caxumba, catapora, gripe e a Covid-19.

Para ser imunizado é necessário apresentar os documentos de identidade e o cartão SUS, além da caderneta de vacinação para que as equipes de saúde possam identificar quais imunizantes precisam ser aplicados.

“Devido a pandemia, muitas pessoas deixaram de tomar vacinas importantes. Para resgatar esse público, estamos intensificando a campanha de vacinação com o objetivo de ampliar a cobertura vacinal”, afirma a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Carlita Correia.

*Secom


Foto: : Jorge Magalhães

A vacinação de crianças de 3 e 4 anos está comprometida em Feira de Santana. É que devido a falta de abastecimento da vacina CoronaVac, por parte do Ministério da Saúde, o estoque está reduzido. Por isso, a vacinação infantil segue apenas com aplicação da segunda dose.

Até o momento não há previsão de chegada de novas doses. A situação é semelhante em várias cidades do país. Em Feira apenas 1.283 crianças de 3 e 4 anos foram imunizadas. O índice é considerado baixo, uma vez que a estimativa é vacinar 16 mil crianças.

A Secretaria Municipal de Saúde destaca que a situação não afeta a aplicação da primeira dose em crianças de 5 a 11 anos, que continua normalmente.

Assim como a vacinação de adolescentes (de 12 a 17 anos), adultos e idosos, que segue de segunda a sexta-feira nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs), localizadas nas zonas urbana e rural.

Crianças e adolescentes só podem ser vacinadas na presença dos pais ou de um adulto responsável legal. Para isso, é obrigatório apresentar o cartão SUS, CPF, RG ou certidão de nascimento e caderneta de vacinação.

Já a aplicação da quarta dose continua para pessoas com 40 anos ou mais, além de trabalhadores da saúde. A vacinação está sendo realizada em quem recebeu a terceira dose há pelo menos quatro meses.

*Secom


Saiba qual o novo medicamento para insônia que está em análise pela Anvisa

O stress não ajuda em nada a qualidade de sono da Daiane. Ela é manicure e dorme em média quatro horas por noite. “Eu trabalho cuido do meu filho me preparo para dormir, não consigo, quando eu vou conseguir eu durmo aproximadamente de 2 a 4 horas por noite”, reclama Daiane. Isso quando ela dorme. Ela já chegou a passar um dia inteiro sem dormir. “Quando chegou esse momento, que eu fiquei essas 24 horas acordada, ai eu fiquei assustada”, contou.

Após meses maltratando as horas que deveriam ser de descanso, Daiane decidiu procurar ajuda. Os tratamentos para insônia podem variar. Em situações crônicas, inclusive, os sintomas levam à necessidade de usar medicamentos. Nos Estados Unidos, um novo remédio aprovado pela agência reguladora americana, conhecido como Lemborexant, foi avaliado como o melhor para problemas de sono. Aqui no Brasil, a liberação é feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo este órgão, o medicamento ainda está em análise. A informação é do SBT News.

Efeito

A maneira de agir no organismo é o principal diferencial do Lemborexant. Ele atua no cérebro em uma área conhecida como “hipocretina”, um conjunto de neurotransmissores que se ligam aos receptores que mantém  o corpo “acordado”. O novo medicamento pode ser benéfico para quem busca melhorar a qualidade de vida.

Dados da Associação Brasileira do Sono mostram que mais de 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. Mas – vale reforçar – que o tratamento deve ser feito com acompanhamento médico. “Toda medicação que é nova, ela vem de forma nova, ela requer um certo cuidado. A gente avalia com bastante cuidado, porque os efeitos colaterais existem e a medicação deve ser indicada para um indivíduo de forma muito específica”, avalia Danilo Sguillar, médico especializado no assunto. E ele não descarta que o tratamento possa ter combinações de diferentes terapias: “Procurar o médico nesse processo é fundamental, para que ele defina essas diversas formas de tratamento, tanto medicamentosa, tanto essa terapia que a gente pode instituir para esse paciente”.

Informações Terra Brasil Notícias


Pesquisadores lamentam que o remédio tenha sido desacreditado pela comunidade científica

Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação 

O periódico científico Revista Europeia de Epidemiologia publicou no dia 9 uma revisão de estudos sobre a possível eficácia da hidroxicloroquina na prevenção da covid-19. O estudo selecionou 88 pesquisas, que passaram por um filtro, restando 11 trabalhos:

  • Sete que administraram a substância antes de a pessoa ter tido contato com o novo coronavírus;
  • Quatro em que as pessoas tomaram hidroxicloroquina depois da infecção.

A seleção desses 11 trabalhos incluiu apenas estudos conhecidos como “padrão ouro” das pesquisas com medicamentos:  randomizados, controlados por placebo, duplo-cego. Nesse tipo de estudo, a administração do medicamento é aleatória: parte do grupo recebe placebo (como uma pílula de farinha, sem efeito), e a outra recebe o remédio em teste, mas nem o paciente nem o pesquisador sabem o que está sendo administrado.

O levantamento com sete pesquisas mostrou que os pacientes que tomaram o remédio antes da infecção apresentaram redução de 28% no risco de agravamento da covid-19. Já a análise dos quatro estudos informou que os resultados são praticamente nulos.

Entre os cinco autores, dois são da Universidade de Harvard, uma das mais conceituadas do mundo. Um deles é o cientista Xabier Garcia-De-Albeniz, líder do estudo e pesquisador Associado do Departamento de Epidemiologia da Universidade. Outro é Miguel Hernan, Membro do Corpo Docente em epidemiologia e bioestatística da Harvard-MIT Division of Health Sciences & Technology, além de ser diretor do CAUSALab, uma entidade de Harvard que visa a orientar políticas públicas.

Os pesquisadores lamentaram a falta de mais trabalhos científicos sobre o caso. “No início da pandemia, houve uma conclusão prematura de que a hidroxicloroquina não tinha efeito profilático, quando a conclusão correta seria que o efeito estimado era muito impreciso”, informa o estudo.

O texto cita pesquisas sobre a hidroxicloroquina do começo da pandemia de covid-19, com amostragem pequena, que eram contestadas em relação ao desenho experimental. À época, a droga foi desacreditada pela comunidade científica e por veículos de mídia, que chamaram os defensores do remédio de “negacionistas”. Para os autores do estudo, isso não deveria ter ocorrido.

Informações Revista Oeste


Foto: Thiago Paixão

As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e de Saúde da Família (USFs) estão mobilizadas em ofertar as vacinas de rotina e das campanhas nacionais neste mês. Para atender a demanda, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) disponibiliza 104 salas de vacina, localizadas na zona urbana e rural, que funcionam de segunda a sexta-feira.

A sala de vacina nas USFs funciona das 7h30 às 15h30, enquanto que nas UBSs abre das 7h30 às 17h30 – ou seja, encerra a aplicação dos imunizantes 30 minutos antes do fechamento da unidade. Isso se deve à necessidade dos equipamentos de refrigeração atingirem a temperatura ideal de armazenamento das vacinas.

Vale destacar que as USFs Campo Limpo I, V e VI, Liberdade I, II e III, Queimadinha I, II e III, Parque Ipê I, II e III, Videiras I, II e III e Rua Nova II, III e Barroquinha são vinculadas ao Programa Saúde na Hora, que tem como objetivo ampliar o acesso da população aos serviços da Atenção primária com a implantação do horário estendido de funcionamento das 8h às 21h.

VACINAÇÃO CONTRA A POLIOMIELITE E A MULTIVACINAÇÃO

Podem ser vacinadas contra a poliomielite crianças até cinco anos. Já a multivacinação prevê a atualização das cadernetas de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Dessa forma são disponibilizadas doses que protegem contra a tuberculose, hepatite, tétano, difteria, meningite, febre amarela, sarampo, rubéola, caxumba, catapora, gripe e a Covid-19.

O dia D de mobilização será em 20 de agosto, sendo que a campanha se estende até 9 de setembro. A meta é vacinar 95% do público alvo.

Para ser imunizado é necessário levar a criança munida dos documentos de identidade e cartão SUS, além da caderneta de vacinação para que as equipes de saúde possam identificar quais imunizantes precisam ser aplicados.

GRIPE (INFLUENZA)

A vacinação contra a gripe (Influenza) continua aberta para pessoas a partir dos seis meses de idade. Já são quase 200 mil vacinas aplicadas no município desde o início da campanha, em 4 de abril. Para receber a dose é necessário apresentar o documento de identidade, a caderneta de vacinação e o cartão SUS.

COVID

A vacina contra a Covid-19 está disponível para crianças (de 3 a 11 anos), adolescentes (de 12 a 17 anos), adultos e idosos. Vale ressaltar que, no momento, apenas as pessoas com 40 anos ou mais, além de trabalhadores da saúde podem tomar a quarta dose (reforço) da vacina contra o coronavírus. A aplicação está sendo realizada em quem recebeu a terceira dose há pelo menos quatro meses.

*Secom


O decreto será válido a partir desta sexta-feira (12).

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Foi realizada na manhã desta quinta-feira (11), uma coletiva de imprensa promovida pela Prefeitura Municipal de Feira de Santana, junto com integrantes da Secretaria de Saúde, para transmitir as devidas orientações com relação à varíola dos macacos, já que ontem (10), o primeiro caso foi confirmado na cidade.

Em entrevista ao Programa Acorda Cidade, o prefeito Colbert Martins, informou que uma portaria será baixada ainda nesta sexta-feira (12), obrigando que a população volte a fazer o uso da máscara, desta vez, para evitar a transmissão da varíola dos macacos.

“Aqui em Feira de Santana, nós iremos colocar a imposição do uso da máscara em todos os ambientes públicos, em todos os ambientes fechados, em transporte coletivo, supermercados, porque o objetivo é impedir a transmissão e claro, ajudar na proteção individual porque ainda não temos vacinas. Ainda na manhã de hoje, terei uma nova reunião com a equipe de epidemiologia da Secretaria de Saúde, e devemos ter este decreto ainda editado e publicado a partir de amanhã”, explicou.

De acordo com o prefeito, o município de Feira de Santana, ainda possui três casos suspeitos aguardando o resultado final.

“Do que nós já temos de informação, é que um caso foi dado como positivo, três casos suspeitos e dois foram descartados. É absolutamente fundamental que haja o isolamento, porque existe um prazo para esta transmissão, cerca de 6 até 16 dias, mas o isolamento é importante para evitar a transmissão da doença”, concluiu.

O caso de varíola dos macacos que já foi confirmado na cidade é de um jovem de 29 anos. De acordo com o prefeito ele foi até uma unidade de saúde para fazer um outro exame e houve a suspeita. Desta forma, ele foi encaminhado para realização do teste.

Informações Acorda Cidade