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O governo do Reino Unido lançou um novo pacote para tentar conter o aumento de bebidas alcoólicas “batizadas”, incluindo kits de teste e formação para pessoas que trabalham em bares.

Como parte da iniciativa, divulgou alguns sinais de alerta que podem significar que alguém colocou alguma droga na sua bebida ou de algum amigo — ou até injetou algo em alguém com uma agulha.

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De acordo com o NHS, o sistema de saúde britânico, existem muitas variáveis sobre como os sintomas podem surgir em seu corpo após consumir uma bebida “batizada”. Por exemplo, pode depender da quantidade, do tipo de álcool que está consumindo ou das drogas utilizadas pelo agressor. Até mesmo o quanto você bebeu, ou outros medicamentos que pode estar tomando. Tamanho corporal e idade também influenciam.

Mas fique atento com:

A médica também compartilhou conselhos sobre como manter você e seus amigos seguros em uma saída à noite e o que fazer se você acreditar que alguém foi drogado.

Em primeiro lugar, fiquem juntos. “Isso proporcionará alguma responsabilidade e incentivará o controle do ritmo ao beber. É importante ficar de olho em quanto você e seus amigos estão bebendo”, disse.

“Muitos bares e casas noturnas oferecem tampas de garrafa como uma rolha, que podem evitar que as bebidas sejam contaminadas: peça uma. E nunca aceite bebidas de estranhos, especialmente depois de você mesmo ter tomado algumas doses.”

Mas se você acha que você ou um amigo foi drogado, o mais aconselhado é alertar a equipe do bar ou evento e a polícia, inclusive relatando qualquer comportamento suspeito. Procure ajuda médica, especialmente se houver perda de consciência, dificuldades respiratórias ou visão anormal ou prejudicada.

“Se você usou drogas recreativas ou bebeu muito álcool, é importante contar aos seus amigos o que você tom

Fonte: O Globo.


A substância tem causado ‘overdose’ em crianças, nos EUA

perigo melatonina
Para estimar a prevalência do uso de melatonina entre os mais jovens, os cientistas entrevistaram quase mil pais norte-americanos no 1º semestre | Foto: Reprodução/Freepik

Um estudo feito por médicos da cidade de Boston, nos Estados Unidos, identificou que, entre os anos de 2012 e 2021, os casos de overdose de melatonina cresceram 530% no país. 

A descoberta foi reforçada por outro estudo, realizado em junho, que identificou que o número de crianças levadas ao pronto-socorro por causa da substância cresceu 420% em uma década. 

“O aumento provavelmente deriva do crescente uso de melatonina”, afirmou o médico Michael Toce, pediatra do pronto-socorro do Hospital Infantil de Boston. “As vendas do suplemento cresceram nos últimos anos, assim como o uso pediátrico.”

Para estimar a prevalência do uso de melatonina entre os mais jovens, os cientistas entrevistaram quase mil pais norte-americanos no primeiro semestre. De acordo com o estudo, 18,5% das crianças entre 5 e 9 anos receberam melatonina em um intervalo de 30 dias. 

Para as idades de 10 a 13 anos, o número subiu para 19,4%. Por fim, cerca de 6% das crianças com idade entre 1 e 4 anos tomaram suplementos de melatonina nos últimos meses. 

Cientistas ainda não definiram os riscos da melatonina no corpo

Melatonina cerebro
Estudos feitos em ratos e camundongos indicaram que a melatonina tem um efeito tóxico em doses extremamente altas (mais de 400 mg por kg) | Foto: Reprodução/Freepik

A melatonina, no entanto, não passou por testes clínicos rigorosos. Por este motivo, não há uma compreensão exata do impacto do suplemento nos corpos.

Também houve problemas para definir as dosagens. De acordo com os médicos, as doses que as embalagens informam não estão corretas. 

“Foram feitos estudos que mediam a dosagem de melatonina”, afirmou David Ray, professor de endocrinologia e codiretor de sono e neurociência na Universidade de Oxford. “Em nenhum dos casos a dosagem real equivalia ao que era dito na embalagem.” 

Estudos feitos em ratos e camundongos revelaram que a melatonina tem um efeito tóxico em doses extremamente altas (mais de 400 mg por quilo). Mesmo assim, os médicos ainda desconhecem os efeitos da substância fora do cérebro, mesmo sabendo que há outros receptores da melatonina pelo corpo, como no sistema reprodutivo, cardiovascular e imunológico. 

“Todas as medicações têm efeitos colateriais”, afirma Sanford Auerbach, professor e diretor do Centro de Distúrbios do Sono do Centro Médico de Boston. “No entanto, acho que o que mais preocupa é o desconhecido. Se você dá a melatonina a uma criança em desenvolvimento, qual impacto isso vai ter daqui a dez anos? Não sabemos.” 

Informações Revista Oeste


Pesquisa de Harvard feita com ratos analisou ondas cerebrais para entender como o cérebro funciona quando está em momentos de relaxamento

Imagem colorida de mulher olhando para o horizonte - Metrópoles

O estado de divagação que costumamos chamar de “sonhar acordado” pode ser importante para fixar memórias e melhorar o aprendizado, segundo pesquisa realizada por cientistas da Universidade Harvard.

De acordo com o estudo, publicado na Nature na última quarta-feira (13/12), momentos de relaxamento após a exposição a conteúdos novos pode estabelecer conexões cerebrais capazes de reter informações. Para chegar à conclusão, os cientistas realizaram um experimento com ratos.

Conforme descrito pela equipe, “sonhar acordado” corresponde ao momento em que o cérebro visualiza algo que não está mais diante dos olhos. “Queríamos saber se esse processo de devaneio ocorria em um nível neurobiológico e se momentos de reflexão silenciosa poderiam ser importantes para o aprendizado e a memória”, explica o neurobiólogo Nghia Nguyen, participante do estudo, da Universidade de Harvard.

Tente ler um livro ou assistir a um filme e depois contar para alguém. Isso vai estimular a concentração e a memória

Manter o cérebro ativo com atividades estimulantes é uma das principais estratégias que colaboram com a memória. Veja dicas do que fazer! 

É importante que o cuidado com a memória seja diário. Por isso, antes de dormir, tente recordar das atividades que fez ao longo do dia.

Pratique exercícios específicos para a memória, como jogos com palavras, sudoku, 7 erros, caça-palavras, dominó, palavras cruzadas ou montar um quebra-cabeças.

Consuma alimentos ricos em ômega 3, como sardinha, atum, salmão, chia, linhaça, castanhas, nozes e azeite de oliva. Eles contêm nutrientes que facilitam a memorização e evitam o esquecimento.

Utilizar a mão não dominante para realizar atividades como escrever, escovar os dentes, folhear um livro ou abrir uma porta, por exemplo, também pode ajudar na memória.

Mude a rota: vá ao trabalho por caminhos diferentes dos habituais, pois quebrar a rotina estimula o cérebro a pensar.

Consuma bebidas com cafeína – com parcimônia, claro -, como chá verde ou café, para manter o cérebro em alerta, facilitando a captação de informações e a memorização.

Mude a localização de alguns objetos que usa muito no dia a dia, como a lixeira e as chaves de casa.

Faça uma lista de compras sempre que for ao supermercado, mas procure não usá-la, tentando lembrar o que escreveu.

Tome banho de olhos fechados e tente lembrar o local em que ficam os itens do ambiente.

Tente ler um livro ou assistir a um filme e depois contar para alguém. Isso vai estimular a concentração e a memória.

A pesquisa expôs 13 ratos a dois tipos de imagens com padrões preto e branco, em um ambiente não estimulante. Ao monitorar a atividade elétrica dos neurônios dos ratos, os cientistas identificaram os padrões induzidos pelas imagens no córtex visual e no hipocampo, área associada à consolidação de memórias.

Sonhar acordado é também aprender

Cada tipo de imagem provocou um padrão específico de atividade neural. Após as imagens terem sido retiradas, e passado algum tempo em que os animais estavam sem estímulos, a mesma área do cérebro reproduzia um dos padrões neurais anteriormente vistos, indicando que o cérebro dos roedores estava codificando informações visuais mesmo sem a presença das imagens.

De acordo com os pesquisadores, é provável que o cérebro use esse momento de relaxamento pós-atividade para fixar informações. “Estamos bastante confiantes de que, se você nunca se dedicar a nenhum período de inatividade, não terá esses eventos de devaneio, que podem ser importantes para a plasticidade cerebral”, afirmou o cientista Mark Andermann, que orientou o estudo.

Informações Metrópoles


Foto: Arquivo Pessoal

Guilherme Bueno, 30, enxergava as redes sociais como uma fonte de entretenimento. Acostumado com a tecnologia desde a adolescência, acreditava que a relação que tinha com a internet era normal. Mas, com o passar do tempo, ele começou a questionar se o relacionamento estava saudável.

Dependência impactou a vida amorosa e profissional

“Teve uma vez que eu estava em uma sala, sem poder usar o celular. Coloquei a mão na cabeça e comecei a arrancar cabelo. Aí vi um tufo no chão e guardei. Na hora que cheguei em casa, contei: tinham mais de 200 fios de cabelo.”

Faço terapia e muito o que converso com a minha psicóloga é que essa mania de arrancar cabelo está muito ligada a uma dependência de redes sociais que tenho. Eu só uso o celular para isso e quando não consigo acessá-lo, já começo a colocar a mão na cabeça.

Essa dependência também impactou nas minhas relações amorosas e com o trabalho. Tive um relacionamento com uma pessoa que uma das principais brigas era por causa disso. Uma vez, estava no meio de uma relação sexual, e ficava pegando o celular para atualizar o feed porque estava aguardando um anúncio.

No meu primeiro emprego, em que eu atuava como repositor de mercado, não podia usar o celular de jeito nenhum. Para driblar isso, andava com ele na cueca e ficava pegando o elevador que levava ao estoque.

Eu ia toda hora para conseguir olhar as redes sociais. Só que não contava que lá tinha uma câmera. Nem tinha passado ainda pelo período de experiência e fui demitido. Hoje, vejo que são situações muito extremas que talvez eu não percebesse na época.

Comecei a perceber que tinha algo de errado na minha relação com as redes sociais no enterro da minha avó. Eu era muito próximo dela, estava em luto, mas passava o todo tempo no Twitter. Estava vendo coisas totalmente aleatórias.”

Minha irmã percebeu que eu não saía do celular e me chamou atenção para que eu pudesse me despedir da minha avó direito. Nesse momento, veio um insight tão forte, que depois comecei a pesquisar a como procurar ajuda.

Tenho uma carga horária diária dedicada às redes sociais que é muito difícil de soltar. Acordo e a primeira coisa que faço é pegar o celular. Tirando o horário do banho ou quando estou dormindo, estou sempre com o celular na mão.”

Estou fazendo terapia cognitiva comportamental até hoje para isso. Estou diminuindo o uso paulatinamente.

Era um daqueles chatos que deveria postar toda hora. Agora, em vez de filmar o show inteiro, por exemplo, e não aproveitar, filmo só o refrão e guardo o celular. São algumas práticas terapêuticas que me ajudam de uma forma mais leve até que eu consiga ter um uso moderado das redes.

Meu marido é o oposto de mim e é muito ligado a esportes. Às vezes saímos para caminhadas e percebo que é algo que me faz bem, que me desconecta. Acho que antes não tínhamos consciência como hoje, mas isso tem sido construído.”

Epidemia

O uso excessivo de tecnologia é um problema nacional
O uso excessivo de tecnologia é um problema nacional Imagem: Getty Images

O Brasil é o segundo país em que a população mais gasta tempo em frente a telas. Ficando atrás apenas da África da Sul por questões de minutos, o brasileiro gasta em média 9h30 por dia — equivalente a 142 dias no ano.

No fundo, vivemos uma epidemia silenciosa, é um cenário muito grave. 
Cristiano Nabuco, psicólogo especialista em dependências tecnológicas

Mas o tempo de uso das tecnologias não é o único problema. Segundo Nabuco, o marcador de tempo que um indivíduo utiliza um celular, por exemplo, não necessariamente define uma dependência.

O grande ponto é quando as atividades que seriam factíveis de serem feitas na vida real começam a ser transferidas de uma forma inocente para virtual. Se uma pessoa quer usar a plataforma de comunicação instantânea para conversar com alguém, por exemplo, está tudo bem. O problema é quando existe um uso compulsivo e automático sem qualquer propósito. A hora que a gente observa indivíduos fazendo isso de forma impulsiva e quase automática é onde mora o perigo
Cristiano Nabuco

Consequências dos usos da tecnologia ainda não são completamente compreendidas. O manejo dos dispositivos eletrônicos pode influenciar no funcionamento do nosso cérebro, alterando várias capacidades emocionais e cognitivas.

A tecnologia precisa ser mais bem compreendida. Existe uma corrida louca para que se tecnologize tudo e não pensamos nas consequências disso a médio e longo prazo.”

No entanto, já se sabe que o vício em tecnologia pode influenciar predisposições biológicas. Não necessariamente o vício em celular gera outros distúrbios psiquiátricos, como depressão ou ansiedade, mas eles podem, sim, se relacionar.

Não é que a dependência aciona outros quadros, mas torna um indivíduo mais vulnerável para que a herança genética possa despertar outras coisas.
Cristiano Nabuco

E como ser saudável?

Regular o uso das tecnologias é essencial, segundo o psicólogo Cristiano Nabuco.

Evitar o ato repetitivo de abrir o feed e regular a utilização do celular. “No momento de estudos ou concentração maior, é melhor deixar a tecnologia distante. Mesmo se o celular estiver desligado ao lado.”

Evitar as multitarefas que a tecnologia permite. Fazer uma coisa de cada vez, ainda que use a tecnologia. “Isso é uma sobrecarga gigante”. 

Evitar levar o telefone à mesa em refeições — especialmente com amigos e família. “Uma refeição em família por semana já funciona como um fator protetivo da sua saúde.”

Viver as experiências antes de registrá-las. “Quando registrar a experiência é mais interesse que vivê-la, tem alguma coisa errada.”

Informações UOL


Um grandão além da conta pode causar dor quando introduzido numa vagina pequena
Um grandão além da conta pode causar dor quando introduzido numa vagina pequena Imagem: Getty Images

Segundo o British Journal of Urology, para que um pênis seja considerado “pequeno” deve medir menos de 9,16 centímetros em repouso. E, de acordo com o médico David Veale, do Departamento de Psiquiatria da Universidade de Londres, no Reino Unido, e autor de um estudo publicado sobre o tema, o tamanho médio (mundial) de um pênis ereto é de 13,12 centímetros.

Assim, um pênis considerado grande teria mais de 17 cm ereto. Embora não haja consenso, já que alguns especialistas afirmam não haver uma “medida padrão”, há vários mitos relacionados às dimensões (ou falta delas) e seu papel no sexo. Desvende alguns:

Em algumas posições, os avantajados podem machucar

Verdade. Principalmente se a intensidade do movimento for maior e o avantajado quiser ir além do que a pessoa se sente confortável. Isso pode acontecer, principalmente, quando o par está de quatro e a penetração é feita sem que haja a lubrificação necessária. Algumas mulheres revelam dores e incômodos no colo do útero quando o pênis é muito grande. Vale lembrar que também existem vaginas menores. Assim, um grandão além da conta pode causar dor quando introduzido numa vagina pequena, independentemente da posição.

A circunferência não importa tanto assim

Mentira. Faz diferença, sim. Algumas pesquisas já apontaram que quanto maior a circunferência, melhor para mulher, principalmente se levarmos em consideração que a porção inicial da vagina (3 ou 4 cm na entrada) é a parte mais rica em terminações nervosas e receptiva aos estímulos.

Os pequenos não podem proporcionar tanto prazer quanto os grandes

Mentira. Como já foi explicado, a porção inicial da vagina é a mais suscetível aos estímulos, portanto um pênis com comprimento entre 10 e 12 cm ereto é mais do que suficiente para gerar prazer.

O tamanho do pênis não interfere no orgasmo feminino

Verdade. A maior parte dos orgasmos femininos depende da estimulação no clitóris, o que pode acontecer com brinquedos eróticos, sexo oral ou manipulação. Além disso, a qualidade das preliminares e o que o homem fala no ouvido da mulher na hora H podem desencadear muito mais prazer do que ter um pênis avantajado e não saber usá-lo.

Há problemas para o sexo anal se o pênis for muito grande

Verdade. Há o risco de a introdução frequente de um pênis muito grande gerar lesões e deixar sequelas que podem produzir problemas futuros, como fissuras, fibrose de fibras do esfíncter anal e, consequentemente, problemas para evacuação. O ideal no sexo anal é adotar uma posição confortável – fazer de ladinho, em muitos casos, é mais cômodo do que a tradicional de quatro – e nunca deixar de usar lubrificante. Nas mulheres, a manipulação do clitóris ajuda a excitar.

Não é só o tesão que interfere no tamanho do pênis

Verdade. O pênis pode variar de tamanho em um mesmo sujeito, dependendo da temperatura ambiente, pois seu invólucro é termossensível. O frio, exercícios físicos (principalmente aquáticos) e a ansiedade levam à contração. A liberação de adrenalina, um hormônio produzido em situações de estresse, que é vasoconstritor, também influi no estado flácido.

Pênis pequenos têm ereções mais potentes

Verdade. Em comparação aos maiores, o estado de excitação dos pequenos é mais intenso no quesito “centímetros extras”. Eles também costumam ficar eretos com maior facilidade.

Na hora do sexo oral, o grandão sempre sai na frente

Mentira. Visualmente, até faz diferença, sim. Entretanto, nem sempre será possível colocá-lo por completo na boca. A grandeza pode provocar enjôo e até engasgos.

Fontes: Carla Cecarello, psicóloga, sexóloga; Ricardo Desidério da Silva, pedadogo, docente do mestrado em Educação Sexual da Unesp – Campus Araraquara (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho) e sexólogo; e Silvio Pires, urologista.


9 chás que ajudam a desinchar o corpo em poucas semanas

Depois de um final de semana agitado e recheado derefeiçõesdeliciosas, é natural ganhar alguns quilos. Este aumento de peso corresponde, em sua maioria, ao inchaço e àretenção de líquidono corpo. Essa sensação se dá pelo baixo consumo deáguanos últimos dias e pelas preparações ricas em sódio egordurassaturadas, que levam à inflamação. 

Para combater esses sintomas, oscháspodem ser um reforço de peso. Sozinhos, eles não fazem milagre, mas, quando aliados a umaalimentação saudável, podem ajudar a combater a retenção. “Lembrando que eles não devem substituir o consumo de água”, ressalta a nutricionistaRenata Guirau, do Oba Hortifurti. Abaixo, confira nove chás que podem ajudar a desinchar! 

1. Alecrim

O alecrim pode ser cultivado em hortas e precisa ficar exposto ao sol por pelo menos três horas diariamente para continuar saudável — Foto: Unsplash / Ian Yates / CreativeCommons
O alecrim pode ser cultivado em hortas e precisa ficar exposto ao sol por pelo menos três horas diariamente para continuar saudável — Foto: Unsplash / Ian Yates / CreativeCommons

Oalecrim(Rosmarinus officinalis) é umaervaaromática muito usada na gastronomia, mas também rende um chá delicioso – especialmente quando combinado aolimão. Os benefícios são potencializados na forma de infusão ou óleo essencial, contribuindo para a melhora dadigestão, transpiração e eliminação do inchaço. 

2. Casca de abacaxi

Aproveitando as sobras dafruta, essa bebida possui muitavitamina C. Além disso, a enzima bromelina pode ajudá-lo nos processos digestivos. Para fazer, basta infundir a casca deabacaxisob água fervente por alguns minutos. Você pode, inclusive, adicionar algumas folhas de hortelã para complementar o sabor. 

3. Cavalinha

O chá de cavalinha (Equisetum) é um dos mais potentes diuréticos disponíveis na natureza. Pelo seu poder anti-inflamatório, a erva estimula o trabalho dos rins na eliminação de líquidos retidos. Além disso, os flavonoides presentes na planta ajudam a combater as substâncias tóxicas no organismo. 

4. Chá verde

O chá verde tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que podem ajudar na prevenção de doenças — Foto: Pexels / Anna Pyshniuk / CreativeCommons
O chá verde tem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que podem ajudar na prevenção de doenças — Foto: Pexels / Anna Pyshniuk / CreativeCommons

Certamente um dos mais consumidos ao redor do mundo, o chá verde (Camellia sinensis) tem uma longa lista de benefícios: a vitamina C lhe confere açãoantioxidante; enquanto as B1 e B2 atuam nos processos metabólicos. Para potencializar todos esses benefícios,Vanessa Ribeiro, instrutora da Escola de Chá Embahú, indica acrescentar algumas gotas de limão na hora de consumir. “De fato, há estudos mostrando que o limão aumenta a biodisponibilidade das catequinas do chá verde, ou seja, auxilia na liberação destas substâncias da bebida e na absorção pelo organismo”, diz. 

5. Dente-de-leão

Nem todo mundo sabe, mas o dente-de-leão (Taraxacum officinale) é uma espéciecomestível. A planta auxilia nas funções hepáticas, estimulando o metabolismo do fígado e diminuindo o nível de colesterol do sangue. Além disso, é um excelente digestivo. 

6. Funcho

O funcho é comumente chamado erva-doce, o que pode causar alguma confusão: as sementes de erva-doce, que costumam pontilhar o bolo de fubá, vêm de outra planta, a Pimpinella anisum — Foto: Elisa Correa / Editora Globo
O funcho é comumente chamado erva-doce, o que pode causar alguma confusão: as sementes de erva-doce, que costumam pontilhar o bolo de fubá, vêm de outra planta, a Pimpinella anisum — Foto: Elisa Correa / Editora Globo

A lista de benefícios atribuídos ao funcho (Foeniculum vulgare) parece até bula de remédio: estimula as funções digestivas, tem ação anti-inflamatória e combate a formação de gases. Felizmente, o sabor dessahortaliçade origem mediterrânea não tem nada de farmacêutico. Aromático, levemente adocicado e com um característico toque de anis, ele é ótimo para o preparo de chás. 

7. Gengibre

Ogengibre(Zingiber officinale) é popularmente conhecido como um alimento termogênico, mas seu poder diurético é muito mais palpável do que a queima de gordura real. “O gengibre tem poder anti-inflamatório, além de possuir vitamina C e B6”, completaJoyce Rodrigues, farmacêutica bioquímica especialista em cosmetologia e presidente da Mezzo Dermocosméticos. 

8. Hibisco

O chá de hibisco é diurético e pode contribuir para o emagrecimento, desde que aliado a outros hábitos saudáveis — Foto: Thinkstock
O chá de hibisco é diurético e pode contribuir para o emagrecimento, desde que aliado a outros hábitos saudáveis — Foto: Thinkstock

Polêmico há alguns anos, o chá dehibisco(Hibiscus) foi muito indicado para o emagrecimento. Com ação diurética, ele colabora para a diminuição da retenção de líquido, minimizando o inchaço, mas seu consumo requer parcimônia. Um estudo da Sociedade Internacional de Etnofarmacologia, publicado no Journal of Ethnopharmacology, aponta que a planta possui uma substância antioxidante, graças ao flavonoide quercitina. 

9. Hortelã-pimenta

Ohortelã-pimenta (Mentha x piperita) é uma das opções indicadas pelos especialistas para o desinchaço.Gustavo Patury, médico especialista em aparelho digestivo e referência em cirurgia bariátrica, revela que a planta tem propriedadesmedicinaise aromáticas, auxiliando no tratamento de problemas no estômago, enjoos durante a gravidez, síndrome do intestino irritável e inchaço. “No entanto, deve ser consumido com moderação, pois o uso da erva em excesso pode causar reações alérgicas e irritação estomacal”, alerta o médico. 

Créditos: Revista Casa e Jardim.


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Alguns mais outros menos, mas todo mundo faz cocô (você sabe…). Por isso, é normal a gente ter dúvidas sobre o número 2. Porém, esse não é o tipo de assunto que todas as pessoas se sentem confortáveis para sair falando por aí, né?

Se você alguma vez já teve essas e outras dúvidas, mas nunca teve coragem de perguntar para alguém, agora é hora de saber a resposta:

1. Consigo mudar o horário que faço cocô?

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O intestino de alguns funciona como um reloginho e a vontade de ir ao banheiro vem sempre no mesmo horário —que nem sempre é o melhor momento na rotina da pessoa, pois ela está fora de casa, no trânsito, no meio de uma aula etc.

Embora essa seja uma tarefa difícil, a resposta é sim, dá para “treinar o intestino” e mudar o horário habitual de fazer cocô.

Grande parte das pessoas costuma evacuar logo ao acordar ou após as refeições, pois o intestino recebe um reflexo do estômago e estímulos do cérebro, que aumentam o seu funcionamento.

Se você não deseja evacuar próximo a estes horários, tente ir ao banheiro todos os dias no horário que gostaria de evacuar, mesmo que não deseje, e fique por alguns minutos no vaso sanitário, mas sem forçar.
Aline Celeghini, médica coloproctologista

A especialista recomenda ainda realizar massagens abdominais com o intuito de estimular a movimentação intestinal. Se for recorrente, esse treinamento pode fazer seu intestino trocar o horário da evacuação.

Outros fatores também podem aumentar a vontade de evacuar, como prática de exercícios, principalmente aeróbicos, e a ingestão de alimentos estimulantes (café), gordurosos (leite e iogurtes, castanhas) e ricos em fibras (frutas e verduras).

Não é recomendado o uso de laxantes para criar essa rotina.

2. Por que faço cocô mole com frequência?

Muitos fatores presentes no nosso dia a dia podem contribuir para que isso aconteça:

Quadros virais ou o uso de medicamentos podem mudar temporariamente as características das fezes e torná-las mais moles.

Se o problema for recorrente, procure um médico para fazer uma avaliação.

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Geralmente, quando as fezes estão mal-formadas, de consistência amolecida ou líquida, pode ser um indicativo de alguma doença ou distúrbios da funcionalidade do sistema digestivo ”Muhamed Ali Hijazi, médico coloproctologista

Segundo ele, é preciso investigar se a pessoa não tem problemas como hipertireoidismo, intolerância alimentar (especialmente as associadas à lactose ou ao glúten), síndrome do intestino irritável e doenças do sistema digestivo ou gastrointestinais.

3. Segurar a vontade de fazer cocô por muito tempo faz mal? Piora o cheiro?

Sim, faz mal! Se você está com vontade, não reprima. “A vontade acontece quando o reto (parte final do intestino grosso) atinge um certo volume de armazenamento de fezes e envia um sinal para o nosso cérebro de que está na hora de ir ao banheiro”, explica Nathália Lins Pontes Vieira, médica proctologista e coloproctologista.

Somos capazes de conter esse desejo até mesmo por horas. Mas você já reparou que depois de um tempo a vontade de evacuar desaparece? Isso ocorre pois o reto se acostuma com aquela quantidade de fezes armazenada e espera um novo aumento para dar o próximo sinal.

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Quanto mais vezes você segura a vontade, mais você induz o seu corpo a quantidades maiores de fezes para criar o desejo de evacuar. Isso é uma das causas de constipação, com fezes volumosas e evacuações dolorosas. Além disso, o maior tempo das fezes no intestino aumenta a fermentação de gases por bactérias, com piora do cheiro e da sensação de estufamento ”Nathália Vieira, médica proctologista e coloproctologista

4. Por que às vezes o cocô ‘some’ na privada?

Já aconteceu de você fazer um baita esforço, ouvir o barulho das fezes caindo na água e, ao olhar para o vaso, não ter nada ali? Isso acontece devido a densidade (composição/conteúdo) do cocô, que faz com que ele afunde e já inicie sozinho o caminho para ir embora pelo encanamento, sumindo da área da privada que enxergamos.

“As fezes são formadas por 75% de água, os outros 25% são restos alimentares, fibras, bactérias e muco. Fezes com densidade mais alta que a da água tendem a afundar”, explica Bruno Cezar Passos Santana, médico coloproctologista especialista em intestino, reto e ânus.Continua após a publicidade

5. É normal ficar muitos dias sem fazer cocô?

Depende de quantos dias. Pela Organização Mundial de Gastroenterologia, uma frequência evacuatória menor do que três vezes na semana já é considerada constipação. Porém, alguns fatores devem ser considerados.

Diferente do que muitos imaginam, não é obrigatório ir ao banheiro todos os dias. As fezes demoram até 72 horas para percorrer todo o intestino grosso. ”Aline Celeghini, médica coloproctologista

Existem alguns critérios para definir se uma pessoa é constipada. Para isto, ela deve, nos últimos três meses, apresentar algum dos seguintes sintomas:

“Se não houver nenhuma destas características, está tudo bem ficar alguns dias sem ir ao banheiro. Caso contrário, procure um especialista para investigar o que está ocorrendo”, completa Celeghini.

6. Por que às vezes meu cocô sai vermelho?

A causa mais comum de fezes avermelhadas é o consumo de alimentos industrializados com excesso de corantes vermelhos ou até de vegetais, como beterraba e tomate. O consumo de vinho tinto também pode deixar as fezes avermelhadas.

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Quando não relacionado à alimentação, normalmente é sinal de presença de sangue, muito comum em quem tem doença hemorroidária, fissuras anais, doença de Crohn, colite ulcerativa e câncer colorretal.

Fezes com sangue são sempre um sinal de alerta e exigem consulta médica, a fim de realizar o diagnóstico e o tratamento adequados. ”Muhamed Ali Hijazi, médico coloproctologista

7. Por que às vezes fazemos cocôs gigantes?

Algumas pessoas têm tanto orgulho do tamanho da obra que fazem questão de mostrar para os outros…

Os cocôs podem sair maiores dependendo da alimentação e da frequência das evacuações.

“A formação das fezes depende da alimentação rica em fibras. Então, quanto mais fibras você comeu, maior o volume das fezes. E se você demora muito entre uma evacuação e outra, há maior acúmulo de fezes no seu intestino, logo, maior será o tamanho do seu cocô”, diz Nathália Vieira.

8. Eu emagreço quando faço cocô?

Não, fazer cocô não emagrece. Por mais que ocorra uma sensação de redução da barriga, do inchaço abdominal e até mesmo de leveza, o hábito de evacuar não causa redução da gordura corporal.

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“Mesmo em quadros de diarreia grave, quando a pessoa chega a perder até 2 kg, o que está acontecendo é desidratação. Mas uma coisa é verdade: quem tem o intestino mais preso tende a ter aquela barriguinha mais estufada que, com a regularização da defecação, some. Então fica a sensação de que emagreceu”, explica Fernanda Gondim, médica coloproctologista.Continua após a publicidade

9. Por que o milho sai inteiro no cocô?

Encontrar restos de alimentos nas fezes não é algo anormal, desde que em pequena quantidade. Principalmente se este alimento for rico em fibras, como é o caso do milho.

Isso ocorre porque a sua casca é rica em celulose, assim como outros grãos, e o trato gastrointestinal humano não tem a capacidade de digestão deste carboidrato” Aline Celeghini

10. É normal fazer cocô muitas vezes no dia?

É considerado normal ir ao banheiro fazer o número 2 até três vezes ao dia. Porém, se é uma questão recorrente, vale atenção.

O ritmo intestinal acelerado, ou seja, a ida frequentemente ao banheiro e fezes mal-formadas ou amolecidas, pode estar relacionado à ansiedade, à dieta laxativa ou à síndrome do intestino irritado, sendo necessária a avaliação pelo especialista
Bruno Cezar Passos Santana, médico coloproctologista

Muitos fatores influenciam no hábito intestinal, como níveis hormonais, alimentação, questões emocionais, uso de medicamentos, síndrome do intestino irritável e inflamações ou infecções intestinais.

“Mas se você defeca várias vezes ao dia, as suas fezes são bem formadas (não do tipo diarreia) e você não tem nenhuma outra alteração, pode ficar tranquilo. Esse é o seu normal”, diz Fernanda Gondim.

11. Por que meu cocô está saindo claro?

Apresentar fezes claras não é normal e merece uma investigação. Fezes claras ou amareladas normalmente são gordurosas e podem representar excesso de gordura na alimentação ou distúrbios na vesícula biliar, no fígado ou no pâncreas.

“A coloração das fezes é formada por conta da biliverdina, que é uma substância produzida após a depuração das hemácias (sangue) envelhecidas. Ela é transformada no fígado em bile e é armazenada na vesícula biliar. Durante a digestão, ela é eliminada na luz do intestino, gerando a coloração escurecida. Qualquer interferência neste processo pode culminar em fezes claras”, explica Celeghini.

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12. Por que meu cocô sai muito escuro?

É importante observar a alimentação para detectar algum alimento que possa causar essa alteração na cor. “Mas, mais importante ainda, fezes escuras podem ser sinal de sangramento em algum lugar do trato digestivo. Não deixe de procurar o especialista”, alerta Fernanda Gondim.

As fezes escurecidas ou pretas ainda podem estar relacionadas à alta ingestão de ferro na dieta e de alimentos com casca escura, como feijão preto e jabuticaba. Em casos de sangramento no trato gastrointestinal que passou pelo processo de digestão e se transformou em bolo fecal, normalmente há forte odor, coágulos e consistência pegajosa.

13. Por que não consigo fazer cocô fora de casa?

Não há nada fisiológico que justifique alguém não conseguir evacuar fora de casa.

A causa disso é psicológica, pois algumas pessoas têm vergonha ou desconforto em usar o banheiro fora de casa e, por isso, inibem o desejo de evacuar. Só conseguem relaxar quando usam o próprio banheiro
Nathália Vieira, médica proctologista e coloproctologista

Para quem tem muita vergonha do cheiro, por exemplo, existem produtos que auxiliam na melhora do odor no ambiente.

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No caso das viagens, a dificuldade pode acontecer por mudanças na rotina e na alimentação, como alteração no horário habitual de acordar ou menor consumo de fibras, água ou realização de atividade física.Continua após a publicidade

14. Por que quando eu bebo álcool eu faço cocô mole?

O álcool e até mesmo os carboidratos de algumas bebidas alcoólicas, como da cerveja, provocam um tipo de fermentação no intestino, afetando a microbiota intestinal. Por isso, muitas pessoas que bebem sentem dor de barriga, têm diarreia e excesso de gases.

A substância pode causar mudanças graves nas funções normais do sistema digestivo em cada passo do caminho.

Segundo Muhamed Ali Hijazi, essas mudanças incluem inflamação do trato gastrointestinal e aceleramento da digestão. A absorção de água também é prejudicada.

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A água geralmente é absorvida dos alimentos e líquidos que atingem os intestinos. O intestino grosso puxa líquidos para fora das fezes. Quando o álcool está presente, o órgão não funciona direito. Isso pode resultar em fezes líquidas e desidratação.
Muhamed Ali Hijazi, médico coloproctologista

15. Por que às vezes o cocô sai em “pedacinhos”?

O cocô em “pedacinhos” é tecnicamente chamado de “fezes em cíbalos” e traduz um funcionamento intestinal lento ou baixa ingestão de água.

Como explicamos no item anterior, o intestino grosso (cólon) é responsável pela absorção de água das fezes, além de sais minerais. Quando o cocô progride lentamente, o órgão irá absorver mais água e, consequentemente, as fezes ficarão mais ressecadas e em “bolinhas”.

Seu cocô está assim? Observe como está sua ingestão de água, principalmente nos dias quentes. “Para um adulto saudável, o cálculo para definir a quantidade mínima de água a ser ingerida ao longo do dia é de 35 ml X peso. Ou seja, para uma pessoa de 60 kg o mínimo seria de 2.100 ml”, explica Aline Celeghini.

Outra causa possível, segundo Nathália Vieira, inclui doenças da fisiologia anorretal que impedem o esvaziamento adequado do intestino, como se fosse uma evacuação incompleta ou fragmentada. Em ambos os casos, você deve procurar ajuda médica para melhor avaliação.

16. O cocô boiar é sinal de problema?

Geralmente não. De acordo com Vieira, isso normalmente ocorre pela quantidade de gordura nas fezes. Quanto maios gordurosa for a alimentação, maior a dificuldade de digerir e de absorver o nutriente. “Com isso, mais gordura é eliminada nas fezes, fazendo com que as fezes flutuem na água. Em uma proporção menor, isso também pode ocorrer quando há muitos gases, seja por alimentos mais fermentativos, seja por alterações na flora intestinal”, completa.

17. Posso fazer algo para que o cheiro do cocô não seja tão ruim?

Não existe problema algum em as fazes terem um cheiro desagradável. Isso é totalmente normal.

O odor das fezes não é dos melhores porque as bactérias do intestino geram compostos após digerirem os alimentos. Entretanto, a intensidade do odor pode variar muito conforme aquilo que comemos. Muhamed Ali Hijazi, médico coloproctologista

Apesar de ter relação com o que você come, fezes de odor fétido também podem indicar um problema de saúde grave. Diarreia, inchaço ou flatulência podem acompanhar fezes de odor fétido. De qualquer forma, o ponto mais importante é cuidar da alimentação.

“Fezes com excesso de proteínas ou proteínas mal digeridas tendem a ter um odor mais pútrido. Além disso, distúrbios da microbiota intestinal, como a disbiose, podem causar alterações no odor das fezes”, explica Fernanda Gondim.

Fontes: Aline Celeghini, médica coloproctologista e cirurgiã geral formada pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo; Bruno Cezar Passos Santana, médico coloproctologista e cirurgião geral especialista em intestino, reto e ânus; Fernanda Gondim, médica coloproctologista e cirurgiã geral especialista em laser e técnicas pouco invasivas na proctologia; Muhamed Ali Hijazi, médico coloproctologista e cirurgião geral; Nathália Lins Pontes Vieira, médica proctologista e coloproctologista com título de especialista pela Sociedade Brasileira de Coloproctologia

Informações UOL


Fotos: Jorge Magalhães

Diante do aumento dos casos da Covid-19 em Feira de Santana, a Secretaria Municipal de Saúde intensifica a testagem gratuita contra a doença no estacionamento da Prefeitura, localizada na Avenida Getúlio Vargas.

A testagem com o exame RT-PCR iniciou nesta terça (12) e segue na quarta (13) e sexta-feira (15), das 09h às 11h30.

O exame RT-PCR é feito com amostras de secreções respiratórias retiradas do nariz e da garganta por swab – espécie de bastonete gigante que comprova a infecção nos dias iniciais.


Dar uma pausa na rotina de trabalho e viver novas experiências ajuda a equilibrar o cérebro, além de descansar o corpo

Homem careca idoso negro usando óculos escuros enquanto bebe suco em anel inflável durante férias - Metrópoles

Não vê a hora de o ano acabar para pode dar um mergulho no mar ou fazer uma viagem rápida? Viajar nas férias deve ser encarado não só como um desejo, mas como uma necessidade.

Os benefícios trazidos pelas pausas são importantes para equilibrar o corpo, permitindo que a pessoa descanse do estresse diário e acrescente ao repertório experiências como a vivência em novos lugares e à interação com outras culturas, que funcionam como estimulantes para o cérebro.

“Os momentos de quietude permitem que o organismo passe por uma espécie de “restart”, retornar o equilíbrio dos hormônios do estresse”, explica a neurocientista Ana Carolina Souza, sócia da consultoria Nêmesis, do Rio de Janeiro.

A especialista aponta que o “restart” do cérebro só é alcançado quando o recesso se dá por um período longo, preferencialmente de um mínimo de duas semanas. “Ao fazer pausas em fins de semana prolongado, há uma melhora, mas não temos o mesmo efeito. Estudos já mostraram que só quem tira férias periódicas e longas consegue aumentar a própria expectativa de vida”, conta.

Foto colorida mostra mulher jovem parda sorrindo e tomando sol
Além de proporcionar descanso, as férias estimulam o cérebro quando associadas a uma viagem

O benefício das viagens

Além da oportunidade de descansar da rotina, viajar nas férias traz benefícios ao cérebro. Junto com a interrupção dos ciclos de estresse, há a possibilidade de estimular o aprendizado, conhecendo novas coisas e vivendo atividades relaxantes ao mesmo tempo que prazerosas.

“O cérebro aprende a partir da experiência, ao entrar em contato com novos lugares, pessoas e coisas. Entretanto, não é preciso gastar uma fortuna para viajar para outro país e conseguir exercitar isso. É possível vivenciar isso na vizinhança, indo a um restaurante, lendo um livro”, detalha Ana Carolina Souza.

O mais importante das férias, para a neurologista, portanto, não é o destino escolhido ou a quantidade de dias que será aproveitada, mas sim a capacidade de se desligar da rotina laboral e se permitir ao ócio.

“O corpo humano funciona melhor ao viver ciclos de emoções, ao se expor ao estresse e à calmaria, ao ter pequenas variações dos batimentos cardíacos. Muitas vezes, porém, vivemos em ciclos contínuos de estresse e preocupações, por isso relaxar deveria ser uma meta e um aprendizado para todos”, conclui.

Informações Metrópoles


Médicos revelam como o álcool age no cérebro e porque aumenta o risco de depressão e ansiedade

Depois de uma noite bebendo álcool é natural acordar no dia seguinte com alguns sintomas da famosa ressaca. Dores de cabeça, fadiga, enjoo, vômitos e até um pouco desanimado, como se não tivesse ânimo para sair da cama. O que levanta o questionamento: valeu a pena beber tanto na noite anterior? 

Segundo a médica Hana Patel, em entrevista ao Daily Mail, há uma forte ligação entre o consumo excessivo de álcool (mais de 14 unidades por semana) e a depressão. O que poderia explicar esse sentimento de desânimo no dia seguinte. 

“As ressacas muitas vezes fazem você se sentir ansioso e deprimido por horas e até dias. Se você já se sente ansioso ou triste, beber pode piorar isso, então diminuir o consumo pode deixá-lo com um humor melhor em geral. A razão pela qual o álcool pode nos deixar assim é porque ele é um depressor. Isso significa que causa alterações químicas no cérebro que podem fazer você se sentir mais calmo e relaxado no início”, explica. 

Especialistas dizem que, embora isso não signifique que a pessoa seja alcoólatra, mas se sentir ansioso com uma boa frequência, pode ser sinal para reduzir ou parar o consumo de álcool. 

Como o álcool funciona no cérebro?

O álcool afeta a via do ácido gama-aminobutírico (GABA) no cérebro. Quando você ingere álcool, ele estimula esse receptor e ativa o “sistema inibitório”, fazendo você se sentir desinibido e relaxado. No entanto, na manhã seguinte, quando metaboliza o álcool, o cérebro continua a produzir GABA, bem como o neutrotransmissor glutamato — fazendo com que se sinta ainda mais ansioso. 

Para diminuir o risco de sentir-se ansioso no dia seguinte ao consumo de álcool, os especialistas recomendam não beber com o estômago vazio, comer durante os copos alcoólicos e sempre se manter bem hidratado. Na manhã seguinte, é bom se alimentar bem com bastante proteína e fibras, além de fazer alguns exercícios leves, como caminhada ou ioga. 

Fonte: O Globo.

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