Desde que passou a atingir a população, a COVID-19 tem se mostrado um verdadeiro mistério para a área da medicina, principalmente quando se trata de sua relação com outras doenças. Justamente com isso em mente, a Universidade Duke, na Carolina do Norte, dos EUA, trouxe à tona um estudo apontando que lugares em que grande parte da população contraiu dengue no ano passado e no começo deste ano demoraram mais tempo para ter transmissão de COVID-19 e registraram números menores de casos e de mortes.
Desde que passou a atingir a população, a COVID-19 tem se mostrado um verdadeiro mistério para a área da medicina, principalmente quando se trata de sua relação com outras doenças. Justamente com isso em mente, a Universidade Duke, na Carolina do Norte, dos EUA, trouxe à tona um estudo apontando que lugares em que grande parte da população contraiu dengue no ano passado e no começo deste ano demoraram mais tempo para ter transmissão de COVID-19 e registraram números menores de casos e de mortes.
A análise da disseminação geográfica da COVID-19 no Brasil percebeu que determinadas regiões do país inexplicavelmente não tiveram casos. Com essa questão em mãos, o cientista brasileiro verificou que os casos de dengue no Brasil em 2019 e 2020 ocupavam exatamente essas regiões sem casos da COVID-19.
Além disso, lugares que tiveram alta incidência de dengue nesse período (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais) levaram muito mais tempo para atingir um patamar de elevada transmissão comunitária de COVID-19 do que Estados como Amapá, Maranhão e Pará, por exemplo, que tiveram poucos registros de dengue no mesmo período, de acordo com o estudo. Em contrapartida, a pesquisa também aponta que em regiões com alta densidade demográfica há uma prevalência da COVID-19 mesmo quando há uma alta incidência de dengue.
Pesquisa coordenada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), apontou que, quando a cidade de Manaus (AM) vivenciou o pico da epidemia de covid-19, no mês de maio, 45,9% da população local já havia contraído o novo coronavírus em algum momento. Após um mês, o percentual de pessoas que teriam contraído o vírus atingiu 64,8% e teria se estabilizado em 66,1% nos dois meses seguintes.
Nos primeiros meses da pandemia, em março e abril, o percentual de infectados era de 0,7% e 5%, respectivamente. Para os autores do estudo, embora intervenções não farmacêuticas e uma mudança no comportamento da população possam ter ajudado a limitar a transmissão da doença, a alta taxa de infecção nos últimos meses sugere que a imunidade de rebanho é um fator que contribuiu para a queda do número de novos casos e de mortes em Manaus.
“A mortalidade elevada e a queda rápida e sustentada de casos sugerem que a imunidade populacional teve um papel significativo na determinação do tamanho da epidemia em Manaus”, diz trecho do artigo, ainda sem revisão por pares.
Os pesquisadores alertam, no entanto, que os resultados foram obtidos a partir da análise de amostras de um banco de doadores de sangue, o que requer cuidados para tornar tal amostragem representativa. Isso porque, em geral, os doadores são adultos saudáveis e podem não representar a população geral da cidade. Além disso, não há consenso sobre a proporção de uma população que deve ser infectada com o novo coronavírus antes que a imunidade de rebanho seja alcançada, apontou o estudo.
Todos os 417 municípios do estado da Bahia registram, agora, pacientes com a Covid-19, conforme o boletim divulgado pela Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), nesta terça-feira (22). O avanço total da doença no estado ocorreu seis meses e 16 dias após o primeiro caso do novo coronavírus ser registrado em Feira de Santana.
Até a segunda-feira (21), o boletim da Sesab tinha o registro da Covid-19 em 416 municípios. Só a cidade de Novo Horizonte, que fica na região da Chapada Diamantina, não tinha casos da doença.
Nesta terça, no entanto, foi divulgado que o município tem dois casos da Covid-19 confirmados. Os pacientes são uma mulher de 36 anos e um garoto de 11, mãe e filho, que estão assintomáticos. Além dos dois, a família é composta por mais duas pessoas: o marido e um outro filho da mulher, que testou positivo.
Conforme Aílton Alexandre, secretário da Saúde da cidade, a família é natural de Novo Horizonte, mas morava em São Paulo. Eles resolveram voltar para Bahia após perderem os empregos no sudeste. Dias antes do retorno, no entanto, o homem teve a confirmação para a Covid-19 ainda em São Paulo.
“A família teve sintomas lá em São Paulo. O homem foi para um posto por causa dos sintomas. Primeiro, ele fez o teste rápido. Mas, então, pediram para fazer o PCR. Ele realizou. Como ele estava seguro que o teste, o primeiro, deu negativo, ele mandou todas as coisas que estavam com ele para a casa dele, no povoado de Novo Horizonte. Apesar disso, já quando eles estavam para vir, o resultado do homem deu positivo. A orientação que ele recebeu, na época, foi que, caso viajasse, avisasse sobre o resultado para a secretaria local. Como ele não tinha mais nada lá, já tinha mandado tudo, ele veio”, contou o secretário.
Ainda de acordo com Aílton Alexandre, o homem comunicou sobre o teste positivo assim que chegou, no dia 31 de agosto.
“Ele acionou o serviço de saúde e passou todos os detalhes. Ele estava assintomático. Ele cumpriu 17 dias de isolamento. No 17ª dia fizemos o teste rápido de toda a família. E todos deram negativo. Além do rápido, fizemos o PCR, e eles continuaram em isolamento. Todos assintomáticos e sem febre. Hoje, eles já têm 23 dias de isolamento”, disse o secretário.
No entanto, ainda segundo o secretário, o resultado dos testes do tipo RT-PCR (que coleta material genético das mucosas do nariz e boca), que foram feitos em toda a família, saiu na segunda. O homem, que veio de SP com a doença, teve o resultado negativo para a Covid-19, mas a esposa dele e o filho mais novo testaram positivo.
Conforme Márcia São Pedro, diretora estadual da Vigilância Epidemiológica, o avanço da doença no estado já era esperado, por causa do fluxo e deslocamentos feitos pelas pessoas.
“Era esperado, sim, que acontecesse nos 417 municípios. Estamos em uma pandemia, temos uma circulação grande de pessoas. Precisamos lembrar que no momento em que houve o fechamento do comércio muitas pessoas ficaram desempregadas, e precisam retornar para o interior. Outras pessoas que foram diagnosticas precisaram fazer o isolamento. Mas o isolamento não foi feito na capital. Muitas pessoas se deslocaram para o interior para ficar com as famílias. Com isso, a gente aumenta a transmissão e fluxo”, disse Márcia.
Mais uma vacina contra a Covid-19 será testada na Bahia. Trata-se do imunizante que está sendo produzido pela farmacêutica Jansen-Cilag, em parceria firmada entre Estados Unidos (EUA) e Bélgica. A informação foi revelada pelo jornal Correio*. O produto encontra-se na terceira fase de testes, que é feita em larga escala.
De acordo com a publicação, cerca de mil voluntários participarão dos estudos na Bahia. Também receberão os testes os estados de Mnas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. Mais de 60 mil pessoas serão submetidas à pesquisa ao redor do mundo.
O recrutamento inica-se nesta segunda-feira (21). Por aqui, os testes serão conduzidos pelo Complexo Hospitalar Universitário Professor Edgard Santos (Hupes), da Universidade federal da Bahia. Iniciamente, segundo o coordenador do estudo e médico Carlos Brites, os candidatos devem ter mais de 18 anos e não apresentarem nenhuma comorbidade.
As pré-inscrições serão feitas com o envio de nome, contato, idade e informação sobre possíveis doenças crônicas para o email pesquisafbai@gmail.com.
Essa é a terceira vacina a ser testada no Hupes. Estão sendo estudadas na Bahia a das empresas BioNTech e Pfizer e a produzida pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório AstraZeneca.
Paralela à crise sanitária do novo coronavírus, a Bahia vive uma epidemia de Zika e Chikungunya que tem afetado pacientes de forma um pouco mais silenciosa. O estado concentra 49,6% dos casos prováveis notificados ao Ministério da Saúde até o mês de agosto de cada uma das duas doenças.
Até o fim de maio as ocorrências de chikungunya no estado representavam 39,1% dos registrados em todo o país. O boletim mais recente do Ministério mostra crescimento nos registros, e que agora a Bahia tem metade dos casos prováveis nesse ano.
Tanto chikungunya quanto zika são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Os sintomas são parecidos e incluem febre, dores intensas nas articulações, pele e olhos avermelhados, dores pelo corpo, dor de cabeça, náuseas e vômitos, coceira pelo corpo e até conjuntivite sem secreção.
Sobre a chikungunya, o Ministério da Saúde informa que até a terceira semana de agosto foram notificados 66.788 casos prováveis (taxa de incidência de 31,8 casos por 100 mil habitantes) no país. As regiões Nordeste e Sudeste apresentam as maiores taxas de incidência. Além da Bahia, chama a atenção o Espírito Santo, que concentra 19,8% do total.
Em comparação com o ano passado, a Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab) identificou crescimento de 318,7% nos casos prováveis de chikungunya. No total, 296 municípios realizaram notificação para a doença, e pelo menos 110 apresentaram incidência maior que 100 casos/100 mil habitantes.
A zika teve um número menor de notificações. O Ministério da Saúde informa que foram 5.959 até o início de agosto, e metade aconteceu na Bahia.
De acordo com a Sesab, até 15 de setembro foram notificados 4.006 casos prováveis de Zika no estado. No mesmo período de 2019, foram 2.762, o que representa um aumento de 45%.
Os casos de zika estão espalhados por 168 cidades baianas. Pedrão, no centro-norte baiano, tem a maior incidência: 612,5 casos para cada 100 mil habitantes.
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.191 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,8%) e 1.861 curados (+0,7%). Dos 294.210 casos confirmados desde o início da pandemia, 280.351 já são considerados curados e 7.638 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
Os casos confirmados ocorreram em 416 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (28,65%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.321,84), Almadina (6.131,04), Madre de Deus (5.703,31), Itabuna (5.688,41) e Dário Meira (5.051,35).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 578.932 casos descartados e 71.498 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste sábado (19).
Na Bahia, 24.671 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 2.364 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,8%) e 1.988 curados (+0,7%). Dos 292.019 casos confirmados desde o início da pandemia, 278.490 já são considerados curados e 7.348 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível em https://bi.saude.ba.gov.br/transparencia/.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
Os casos confirmados ocorreram em 416 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (28,75%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Ibirataia (6.289,18), Almadina (6.131,04), Itabuna (5.652,77), Madre de Deus (5.461,53), Dário Meira (5.051,35).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 574.286 casos descartados e 71.596 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas desta sexta-feira (18).
Na Bahia, 24.568 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.
Neste sábado, 19, a vacinação antirrábica estará concentrada nos bairros Tanque da Nação, Jardim Cruzeiro, Morada Tropical, Feira IX, Expansão do Feira IX, Nova Esperança, George Américo, Gabriela, Asa Branca e Homero Figueiredo.
A equipe do CCZ vai realizar a vacinação das 8h às 13h, em praças e postos de saúde, conforme relação abaixo. A programação é de rotina e segue durante o mês.
Esse ano, por causa da pandemia do novo coronavírus, a imunização dos animais também pode ser feita no esquema drive-thru, na sede do CCZ, localizada na Av. Eduardo Fróes da Mota, s/n, de segunda a sexta -feira, das 8h às 15h. Durante esse período, o atendimento aos sábados é das 08h às 13h.
Vale destacar que algumas orientações já estão sendo passadas aos donos de cães e gatos. Serão imunizados os animais a partir dos três meses; é importante levar o cartão de vacinação; os gatos devem ser transportados em caixas apropriadas enquanto os cães em coleiras ou correntes.
O CCZ informa ainda que os animais doentes ou debilitados, que tomam corticoide ou antibiótico, não poderão tomar a vacina. Os responsáveis devem manter o distanciamento social, usar máscaras e evitar levar crianças.
Locais de vacinação:
TANQUE DA NAÇÃO — POSTO DE SAÚDE E ASSOCIAÇÃO DE MORADORES
JARDIM CRUZEIRO — UBS JARDIM CRUZEIRO, FINAL DE LINHA (RUA BARROLÂNDIA) E PRAÇA DA IGREJA SENHOR DO BONFIM
MORADA TROPICAL — POSTO DE SAÚDE
FEIRA IX — POSTO DE SAÚDE I E II
EXPANSÃO DO FEIRA IX — POSTO DE SAÚDE I E II
NOVA ESPERANÇA — POSTO DE SAÚDE
GEORGE AMÉRICO — PRAÇA PRINCIPAL DO CONJUNTO GEORGE AMÉRICO, PRAÇA PRÓXIMA À POLICLÍNICA E POSTO DE SAÚDE I E II
GABRIELA — POSTO DE SAÚDE I, II E III
ASA BRANCA — POSTO DE SAÚDE I, II, III E IV
HOMERO FIGUEIREDO — POSTO DE SAÚDE
CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES — ATENDIMENTO DRIVE-THRU
Agência Brasil | Os casos de covid-19 caíram 30% na semana epidemiológica 37 em relação à semana anterior. Já as mortes registraram diminuição de 13% no mesmo intervalo. Foi a primeira vez em que as duas curvas apresentaram uma redução acima de 10% juntas desde o início da pandemia.
A evolução das curvas de diagnósticos e óbitos relacionados à pandemia do novo coronavírus está no novo boletim epidemiológico sobre a doença do Ministério da Saúde, apresentado em entrevista coletiva hoje (17).
A semana epidemiológica (SE) 37 compreende o intervalo de 6 a 12 de setembro. A SE é uma medida empregada por autoridades de saúde para analisar o desenvolvimento de uma determinada epidemia.
Na SE 37 foram contabilizados 192.687 novos registros de casos de covid-19. Na semana anterior (SE 36), o número havia sido de 276.847. A média diária nesta última semana epidemiológica foi de 27.527. A trajetória cresceu e começou uma tendência de queda na SE 29, com uma leve recuperação entre as SE 34 e 36 e agora uma baixa expressiva.
“O Brasil vinha com platô e desde a 29ª semana epidemiológica começou a ter uma tendência de queda. Tivemos um pico no Sul na 35ª semana, mas foi por registro dos novos casos. Quando houve atualização dos casos, já se confirmou uma tendência de redução. Da 36ª para a 37 tivemos redução bastante significativa de 30%”, destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros.
Já as mortes nesta semana totalizaram 5.007. Na SE 36, o número havia sido de 5.741. A média diária ficou em 715. “Quando analisamos os óbitos, estávamos com um platô por volta da 23ª, por volta da 29ª já vinha mostrando uma queda gradativa e a 36ª e a 37ª uma redução de 13%. Quando no platô tínhamos por volta de 7 mil, tivemos agora 5 mil nesta última semana”, pontuou Arnaldo de Medeiros.
Neste sábado, 19, a vacinação antirrábica estará concentrada nos bairros Tanque da Nação, Jardim Cruzeiro, Morada Tropical, Feira IX, Expansão do Feira IX, Nova Esperança, George Américo, Gabriela, Asa Branca e Homero Figueiredo.
A equipe do CCZ vai realizar a vacinação das 8h às 13h, em praças e postos de saúde, conforme relação abaixo. A programação é de rotina e segue durante o mês.
Esse ano, por causa da pandemia do novo coronavírus, a imunização dos animais também pode ser feita no esquema drive-thru, na sede do CCZ, localizada na Av. Eduardo Fróes da Mota, s/n, de segunda a sexta -feira, das 8h às 15h. Durante esse período, o atendimento aos sábados é das 08h às 13h.
Vale destacar que algumas orientações já estão sendo passadas aos donos de cães e gatos. Serão imunizados os animais a partir dos três meses; é importante levar o cartão de vacinação; os gatos devem ser transportados em caixas apropriadas enquanto os cães em coleiras ou correntes.
O CCZ informa ainda que os animais doentes ou debilitados, que tomam corticoide ou antibiótico, não poderão tomar a vacina. Os responsáveis devem manter o distanciamento social, usar máscaras e evitar levar crianças.
Locais de vacinação:
TANQUE DA NAÇÃO — POSTO DE SAÚDE E ASSOCIAÇÃO DE MORADORES
JARDIM CRUZEIRO — UBS JARDIM CRUZEIRO, FINAL DE LINHA (RUA BARROLÂNDIA) E PRAÇA DA IGREJA SENHOR DO BONFIM
MORADA TROPICAL — POSTO DE SAÚDE
FEIRA IX — POSTO DE SAÚDE I E II
EXPANSÃO DO FEIRA IX — POSTO DE SAÚDE I E II
NOVA ESPERANÇA — POSTO DE SAÚDE
GEORGE AMÉRICO — PRAÇA PRINCIPAL DO CONJUNTO GEORGE AMÉRICO, PRAÇA PRÓXIMA À POLICLÍNICA E POSTO DE SAÚDE I E II
GABRIELA — POSTO DE SAÚDE I, II E III
ASA BRANCA — POSTO DE SAÚDE I, II, III E IV
HOMERO FIGUEIREDO — POSTO DE SAÚDE
CENTRO DE CONTROLE DE ZOONOSES — ATENDIMENTO DRIVE-THRU