A Prefeitura de Feira de Santana deu mais um importante passo rumo à construção do novo hospital municipal. Nesta terça-feira (21), o prefeito José Ronaldo de Carvalho, e os secretários municipais de Saúde, Rodrigo Matos, e de Administração, Sandra Peggy, visitaram o Hospital Couto Maia, em Salvador — referência em gestão hospitalar no modelo de parceria público-privada (PPP).

A comitiva feirense, que contou ainda com técnicos da Prefeitura, foi recebida por diretores da unidade, que apresentaram o funcionamento do hospital e os resultados alcançados com o modelo de gestão adotado.

“Estamos conduzindo esse processo com muito profissionalismo e profundidade, para que o novo hospital seja uma conquista sólida e eficiente para Feira de Santana”, afirmou o chefe do Executivo Municipal, destacando que os estudos para implantação do futuro hospital estão sendo conduzidos por uma fundação paulista especializada em gestão hospitalar.

Segundo o prefeito, os trabalhos seguem avançando e envolvem uma equipe técnica preparada e comprometida em definir os detalhes do projeto.

“Rodrigo [Matos] tem grande conhecimento sobre o tema e tem sido fundamental nesse processo. Temos a convicção de que este será um dos maiores projetos já realizados em Feira de Santana”, ressaltou José Ronaldo.

A previsão da Prefeitura é que, entre o final deste mês e o início de novembro, seja realizada uma consulta popular e, em seguida, uma audiência pública para discutir o projeto. “Paralelamente, os relatórios e editais para a licitação estão sendo estudados por técnicos altamente capacitados”, acrescentou o prefeito.

José Ronaldo informou ainda que a expectativa é publicar o edital até o fim deste ano e concluir o processo licitatório até março de 2026, permitindo o início das obras do hospital municipal.

“Nosso objetivo é publicar o edital ainda este ano e, até março do próximo, ter a licitação concluída para dar início à construção. Queremos fazer tudo com extremo zelo e responsabilidade”, reforçou.

O prefeito também salientou a importância da articulação entre as três esferas de governo para o funcionamento da nova unidade hospitalar.

“Depois que tudo estiver bem encaminhado, vamos buscar o apoio do Ministério da Saúde e da Secretaria de Saúde do Estado. Nenhum hospital público funciona sem essa parceria entre município, Estado e União — isso é fundamental”, pontuou.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, a visita ao Hospital Couto Maia foi fundamental para conhecer de perto experiências bem-sucedidas de gestão hospitalar e fortalecer as estratégias de implantação do novo equipamento de saúde em Feira de Santana.

“O sonho de um hospital moderno, humano e com gestão eficiente está cada vez mais próximo de se tornar realidade”, afirmou o secretário.

*Secom


A nova Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Feira de Santana, que está sendo construída pela Prefeitura Municipal no distrito de Humildes, já começa a ganhar cor. As obras avançam em ritmo acelerado e entram na fase final, representando mais um importante investimento na rede pública de urgência e emergência do município.

Atualmente, os serviços estão concentrados na instalação do forro, no retoque da pintura e no rejunte do revestimento das paredes. As instalações elétricas e hidráulicas já foram concluídas, e a infraestrutura para os aparelhos de ar-condicionado alcançou 60% de execução. Os gases medicinais também já foram instalados.

Entre os acabamentos, as portas e barras de alumínio, assim como pias e vasos sanitários dos banheiros, já estão assentados. Na área externa, o piso de alta resistência foi totalmente aplicado.

Na manhã desta terça-feira (21), a coordenadora de UPAs e policlínicas, Vanessa Braga, e o coordenador de manutenção da rede municipal de saúde, Israel Leal, acompanharam de perto o andamento dos trabalhos.

“É gratificante ver o quanto a estrutura da nova UPA avançou”, destacou Vanessa. A expectativa é de que os serviços sejam concluídos até a primeira quinzena de dezembro.

“O município ampliará a capacidade de atendimento da rede de urgência e emergência com a UPA de Humildes, oferecendo mais conforto, agilidade e qualidade na assistência aos pacientes”, afirmou o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos.

*Secom
Foto: Renata Leite


Um jovem de 23 anos morreu na segunda-feira (20), após sofrer uma parada cardíaca em uma unidade de saúde de Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia. O homem chegou ao local passando mal e relatou ter ingerido um medicamento para disfunção erétil antes de participar de uma partida de futebol. O caso é investigado pela Polícia Civil.
De acordo com informações apuradas pela TV Subaé, afiliada da Rede Bahia na região, o jovem deu entrada na políclínica do distrito de Maria Quitéria, zona rural da cidade, no final da tarde de domingo (19), acompanhado pelos pais, relatando fortes dores de cabeça e dor atrás dos olhos.
No prontuário consta a informação de que o jovem permaneceu em observação durante a noite, mas apresentou piora na madrugada. A equipe da unidade de saúde realizou tentativas de reanimação, mas não teve sucesso. Ele sofreu uma parada cardíaca e morreu por volta das 8h40 de segunda‑feira (20).

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar perícia e necropsia, que devem confirmar as causas da morte.
A 2ª Delegacia Territorial (DT) de Feira de Santana investiga o caso como morte a esclarecer. Não há informações sobre velório e sepultamento da vítima.

*g1
Foto: Getty Images via BBC


O programa Feira em Ação chega ao distrito de Humildes no próximo final de semana, dias 25 e 26, reunindo diversos serviços da Prefeitura de Feira de Santana. A ação será realizada na Escola Municipal Antônio Brandão, das 7h às 13h.

Entre os atendimentos oferecidos, a Secretaria Municipal de Saúde vai disponibilizar consultas pediátricas, vacinação, aferição de pressão arterial e glicemia, marcação de exames e consultas, testes virais rápidos, triagem odontológica e vacinação de cães e gatos.

O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, destacou a importância do Feira em Ação para a promoção da saúde dos moradores da zona rural do município.

“Levar os serviços de saúde diretamente para a população é uma forma de garantir que todos tenham acesso aos cuidados necessários, especialmente nos distritos mais distantes. No Feira em Ação, conseguimos unir prevenção, atendimento e orientação em um só lugar, de forma prática e eficiente”, afirmou.

Também serão ofertados serviços de cidadania, inclusão social e bem-estar. O Feira em Ação já percorreu os distritos de Maria Quitéria e Bonfim de Feira.

*Secom


Feira de Santana aplicou 2.300 doses de vacinas durante o Dia “D” da Campanha de Multivacinação, realizado no último sábado (17). A mobilização teve como objetivo atualizar a caderneta de vacinação e reforçar a importância da imunização em todas as faixas etárias.

A Secretaria Municipal de Saúde disponibilizou 28 pontos de atendimentos, como as unidades de saúde distribuídas na sede e distritos; no Shopping Avenida, na avenida Noide Cerqueira, e o vacimóvel, que esteve estacionado no pátio da Prefeitura de Feira de Santana, na avenida Getúlio Vargas.

Conforme os dados contabilizados pela Rede de Frio, nas unidades mobilizadas para a ação foram aplicadas 1.604 doses, enquanto que no vacimóvel 179 e no shopping 517 doses.

“Descentralizamos os locais de vacinação, colocando pontos estratégicos, para facilitar o acesso da população e ampliar a cobertura vacinal. A vacinação é um ato de cuidado individual e coletivo”, destacou o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos.

Ao todo, foram ofertadas 18 vacinas que integram o Calendário Nacional de Imunização, com doses de proteção contra doenças como sarampo, febre amarela, gripe, HPV, meningite, hepatite, coqueluche, difteria, dengue e Covid-19, entre outras.

Quem não conseguiu comparecer ao Dia “D” ainda pode atualizar a caderneta de imunização ao longo do ano em uma das 103 salas de vacinação da rede municipal, que seguem abastecidas com todos os imunizantes disponíveis.

A Campanha Nacional de Multivacinação segue até o dia 31 de outubro, com atendimento em todas as unidades de saúde do município, reforçando o compromisso de Feira de Santana em proteger a população e manter em dia o calendário vacinal.

*Secom


A construção da primeira Oficina Ortopédica da Rede Própria de Saúde de Feira de Santana está em fase inicial, com a execução do alicerce, instalação das colunas e edificação do muro. A ordem para a execução da obra foi dada em 27 de setembro.

O novo equipamento de saúde da Prefeitura de Feira de Santana representa um marco na ampliação dos serviços de reabilitação no município. A unidade está sendo implantada no Parque Chauá, bairro Papagaio, ao lado da futura Unidade Básica de Saúde (UBS) Porte III.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, a Oficina Ortopédica reflete o compromisso da gestão em garantir mais inclusão e acessibilidade, possibilitando a reabilitação física e a promoção da autonomia de pessoas com deficiência.

“Saúde está diretamente associada à qualidade de vida, à esperança e à felicidade. Essa oficina será responsável pela confecção de próteses e órteses, devolvendo dignidade, acessibilidade e qualidade de vida à população”, afirmou o secretário.

A Oficina Ortopédica é resultado de uma parceria entre a Prefeitura de Feira de Santana e o Governo Federal, por meio do Novo PAC.

*Secom


Sete casos de intoxicação por Nicotiana glauca, planta venenosa chamada popularmente de “falsa couve”, foram confirmados em Santa Vitória, no Triângulo Mineiro. O prefeito Sérgio Moreira confirmou a situação na quinta-feira (16).

O município, com cerca de 20 mil moradores, fica a aproximadamente 360 km de Patrocínio, onde quatro pessoas também foram intoxicadas pela mesma planta em 8 de outubro. Claviana Nunes da Silva, de 37 anos, faleceu. Um homem recebeu alta e outras duas pessoas ainda estão hospitalizadas.

A “falsa couve” pode ser confundida com a couve tradicional, mas apresenta folhas mais finas, toque aveludado e coloração verde-acinzentada.

*Metro1
Foto: Divulgação/Polícia Militar


A informação foi divulgada nesta quinta-feira (16) pela ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.

Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A primeira vacina contra a covid-19 totalmente nacional, chamada SpiN-TEC, deve estar disponível para a população via Sistema Único de Saúde (SUS) no primeiro semestre do ano que vem. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (16) pela ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos.

Desenvolvida pelo Centro de Tecnologia de Vacinas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a dose conta com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. O ministério investiu R$ 140 milhões, por meio da RedeVírus, apoiando desde ensaios pré-clínicos até as fases clínicas 1, 2 e 3.

Em entrevista a emissoras de rádio durante o programa Bom Dia, Ministra, produzido pelo Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Luciana lembrou que o imunizante está em fase final de estudos – no início do mês, o Brasil publicou o primeiro artigo científico sobre testes de segurança que mostram que a vacina é segura.

“Já vamos dar entrada na Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] para poder fazer a validação dessa vacina. Quem está fazendo a compra tecnológica é uma empresa também brasileira, a Libbs. Estive ontem (15) com eles, em São Paulo. Vão fazer o IFA [insumo farmacêutico ativo]. E quem vai envasar é outra empresa brasileira de Minas Gerais. É um orgulho nacional.”


A substância atua como antídoto em casos de intoxicação

Ampola de etanol farmacêutico | Foto: Reprodução/Ministério da Saúde
Ampola de etanol farmacêutico | Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

A autorização dada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para a produção do primeiro lote de etanol farmacêutico no Brasil representa um avanço no combate às intoxicações causadas pelo consumo de metanol

A medida, publicada na sexta-feira 3, estabelece normas emergenciais para fabricação do antídoto, exigindo empresas sediadas no país, cumprimento de padrões sanitários e validade máxima de 120 dias.

O laboratório Cristália foi o primeiro a solicitar à agência, na quinta-feira 2, permissão para fabricar o etanol farmacêutico. O diretor-presidente Leandro Safatle afirmou que a colaboração entre Anvisa, Ministério da Saúde e setor produtivo é fundamental diante do aumento de casos de intoxicação por metanol. 

A crise do metanol

metanol em bebidas destiladas
Substância metanol, que pode ser letal se ingerida por seres humanos, passou a ser encontrada em bebidas destiladas no Brasil | Foto: Reprodução/Freepik

Dados do Ministério da Saúde, atualizados na sexta-feira 3, apontam 246 notificações de intoxicação depois de ingestão de bebida alcoólica, sendo 29 já confirmadas e 217 em análise em vários Estados. 

Entre os casos, 249 suspeitas foram descartadas. O balanço inclui cinco mortes confirmadas em São Paulo, enquanto outras 12 ainda são investigadas: seis em São Paulo, uma no Ceará, uma em Minas Gerais, uma no Mato Grosso do Sul e uma em Pernambuco.

O metanol, utilizado como solvente e combustível nas indústrias, pode contaminar bebidas alcoólicas por falhas de fabricação ou adulteração intencional, já que é mais barato que o etanol. 

Quando ingerido, o corpo converte o metanol em formaldeído e ácido fórmico, substâncias altamente tóxicas. A ingestão de apenas 10 ml já pode causar cegueira, enquanto 30 ml podem ser fatais para um adulto.

Antídotos e desafios no tratamento

O tratamento das intoxicações tem como foco impedir a transformação do metanol em ácido fórmico. O etanol farmacêutico é um dos antídotos e atua competindo com a mesma enzima responsável pela metabolização do metanol, explicou Diego Rissi, perito legista e toxicologista, durante uma entrevista ao jornal O Globo.

“O etanol pode ser administrado intravenoso como antídoto pois compete com a mesma enzima que metaboliza o metanol, porém com uma afinidade cerca de 50 vezes maior”, afirmou Rissi. Ele ressalta a importância de buscar atendimento médico imediato ao suspeitar de intoxicação.

Outro antídoto, o fomepizol, é bastante utilizado fora do Brasil, conforme explica Raphael Garcia, professor da Universidade Federal de São Paulo.

“Ele atua bloqueando diretamente a ação da enzima que quebra o metanol, evitando a formação de formaldeído e ácido fórmico, os verdadeiros responsáveis pelos danos à visão e ao sistema nervoso. Mas, no Brasil, o acesso ao fomepizol ainda é limitado”, explicou.

O fomepizol não possui registro no Brasil, o que limita seu uso no país. Em caráter emergencial, a Anvisa liberou a importação de 2,6 mil frascos do medicamento, atendendo a uma solicitação do Ministério da Saúde via fundo da Organização Pan-Americana da Saúde.

Informações Revista Oeste


Em um mês emblemático como o Outubro das Crianças, a pediatra e hebiatra Dra. Cintia Filomena reforça que promover saúde infantil vai além de consultas de rotina — passa por escolhas estruturadas e preventivas. Para ela, quatro pilares — nutrição, sono, atividade física e segurança física e emocional — são alicerces indispensáveis para um desenvolvimento pleno.

Dados nacionais recentes revelam que 14,2 % das crianças até cinco anos já apresentam excesso de peso ou obesidade, praticamente três vezes o percentual estimado global (5,6 %) . Entre adolescentes, esse cenário se agrava: cerca de 33 % estão acima do peso, frente a uma média mundial de 18,2 %. Essas estatísticas indicam que é urgente fortalecer ações preventivas desde cedo.

Nutrição: o combustível que molda corpo e mente

“Um prato colorido vale mais que medicação”, afirma Dra. Cintia Filomena. Para ela, estimular o consumo de frutas, verduras e proteínas variadas desde a infância não serve apenas para saciar: é nutrir ossos, músculos, inteligência e bem-estar emocional.

“Comer bem e saber fazer escolhas saudáveis é uma forma fácil e econômica de promover saúde”, diz. A médica defende ainda que “saber reconhecer alimentos e seus nutrientes deveria ser matéria obrigatória na educação doméstica e escolar”. A formação de hábitos alimentares saudáveis na infância tende a perdurar ao longo da vida, com retorno potencial em melhor qualidade de vida.

Sono: o “superpoder” que molda corpo e mente

Dra. Cintia alerta: “Enquanto a criança dorme, o corpo trabalha: libera hormônio do crescimento, fortalece a imunidade e organiza o que ela aprendeu no dia.”

Para dar sustentação a essa afirmação com base científica, há um estudo da USP que investigou os efeitos da restrição de sono sobre marcadores inflamatórios em crianças de 5 a 7 anos. O trabalho, com coleta de dados entre setembro de 2019 e março de 2020, avaliou 199 crianças de escolas públicas e privadas em São Paulo e Fortaleza, medindo o tempo de sono por dispositivo de actigrafia contínua e correlacionando com níveis de proteína C‑reativa (PCR) e outras variáveis inflamatórias . Os resultados indicaram que crianças com sono insuficiente tendiam a apresentar elevação de marcadores inflamatórios, o que pode sinalizar riscos futuros para condições cardiometabólicas.

No entanto, ao avaliar qualidade de sono e duração, é preciso observar não apenas horas completas dormidas, mas também fragmentações e despertares no período. Para promover um sono adequado, Dra. Cintia recomenda rotina organizada, proibição de telas ao menos 1 hora antes de dormir, ambientes tranquilos, horários estáveis e um ritual calmo antes do repouso.

A médica lembra que as faixas de sono ideais variam por idade: por exemplo, entre 6 a 12 anos são recomendadas de 9 a 12 horas por noite; em adolescentes, de 8 a 10 horas. Ela reforça: “O melhor termômetro é observar como a criança age durante o dia: se está ativa, bem-humorada e com apetite, é sinal de sono adequado.”

Atividade física: brincar é nutrir movimento

“A criança saudável é criança ativa”, afirma Dra. Cintia. Para ela, deixar espaço para correr, pular, andar de bicicleta ou simplesmente brincar é um investimento no sistema cardiovascular, nos ossos, nos músculos, na coordenação motora e no bem-estar emocional.

Estudos mostram que o excesso de tempo em telas — televisão, tablets, videogames, celulares — está associado a menor tempo de atividade física, pior qualidade de sono e risco aumentado de sobrepeso infantil. Trocar uma hora de tela por uma hora de brincadeira ativa, em ambientes seguros e supervisionados, pode trazer ganhos importantes. “Movimento é vida, movimento é saúde — e isso começa na infância”, diz.

Segurança física e emocional: as asas invisíveis do crescimento

Para Dra. Cintia, garantir segurança é tão fundamental quanto garantir alimentação e descanso. “Criança segura e acolhida cresce mais confiante”, afirma. Essa proteção inclui vigilância em brincadeiras, manutenção de ambientes seguros, uso de cinto e protocolos de segurança, mas também atenção ao universo emocional da criança.

O acolhimento emocional — ouvir, dialogar, validar sentimentos — é parte essencial do cuidado. “Amor forma caráter e cuidados salvam vidas”, reforça. Ao permitir que a criança se expresse sem julgamento e sentir respaldo, contribuímos para seu desenvolvimento de autonomia e autoestima.

Da prevenção ao protagonismo em saúde

A proposta de olhar a infância por meio desses quatro pilares — nutrição, sono, movimento e acolhimento — não é apenas uma orientação técnica, mas um chamado à responsabilidade compartilhada. “Saúde não é tratar doenças, mas escolher não as ter”, afirma Dra. Cintia Filomena.

“Cada refeição bem pensada, cada hora de sono valorizada, cada brincadeira incentivada e cada diálogo acolhedor fazem parte do caminho de construir uma vida com mais autonomia e resiliência. Neste outubro das crianças, cabe a pais, cuidadores e sociedade fortalecerem ambientes onde as crianças possam escolher ser saudáveis, com consciência e liberdade”, concluiu a médica.

Fonte: Viver Mais Comunicação
Cristiane Melo