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Infecção provoca febre alta e dores articulares intensas, que podem durar semanas ou até meses; em casos graves, leva à morte

A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um alerta nesta semana sobre a ameaça de uma nova grande epidemia de Chikungunya, doença viral transmitida por mosquitos que já se espalhou por 119 países e coloca 5,6 bilhões de pessoas em risco.

Segundo a entidade, os sinais atuais são semelhantes aos observados antes do último grande surto global, há cerca de 20 anos, e exigem ações urgentes por parte dos governos. “A Chikungunya não é uma doença amplamente conhecida, mas sua disseminação global é real e preocupante”, afirmou Diana Rojas Alvarez, especialista da OMS.

A infecção provoca febre alta e dores articulares intensas, que podem durar semanas ou até meses, e em casos mais graves, pode levar à morte. A OMS pede a intensificação de medidas de vigilância, controle de vetores e campanhas públicas de conscientização para evitar uma escalada nos casos.

Informações Bahia.ba


Em 2023, o país havia deixado esse ranking, após avanços na cobertura vacinal

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O Brasil voltou a figurar entre os países com maior número de crianças não vacinadas no mundo, segundo levantamento divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O relatório mostra que o número de crianças brasileiras que não receberam a primeira dose da vacina tríplice bacteriana (DTP), que protege contra difteria, tétano e coqueluche, saltou de 103 mil em 2023 para 229 mil em 2024.

Com o aumento, o Brasil passou a ocupar a 17ª posição entre os 20 países com maior número de crianças não imunizadas, atrás de nações como Mianmar, Camarões e Costa do Marfim. Em 2023, o país havia deixado esse ranking, após avanços na cobertura vacinal.

Segundo o relatório, mais da metade das crianças não vacinadas do mundo está concentrada em apenas nove países: Nigéria, Índia, Sudão, República Democrática do Congo, Etiópia, Indonésia, Iêmen, Afeganistão e Angola.

A análise também destaca dificuldades em outras campanhas de imunização. A vacina contra o HPV, por exemplo, alcançou apenas 31% da cobertura entre adolescentes em 2024, distante da meta global de 90% até 2030. Já em relação ao sarampo, a cobertura da primeira dose subiu de 83% para 84%, e da segunda, de 74% para 76%, ainda abaixo dos níveis registrados antes da pandemia.

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A luta contra o celular nas salas de aula: proibição da prática é uma arma contra uma realidade que vem gerando uma epidemia de ansiedade

Foto colorida de adolescente mexendo no celular em um querto escuro. Foto ilustrtiva - Metrópoles

*O artigo foi escrito pela doutoranda em educação Andriessa Santos e pela pedagoga e pesquisadora em comunicação Patrícia Leite, ambas do Instituto Singularidades, e publicado na plataforma The Conversation Brasil.

Nunca, na história da civilização, nossa atenção foi tão disputada. Redes sociais, aplicativos e empresas de tecnologia competem para nos manter conectados usando sistemas que capturam nosso tempo para gerar lucro. Essa sobrecarga afeta a memória, a aprendizagem e a saúde mental.

A crise de atenção, muitas vezes confundida com lapsos de memória, revela um modelo de vida exaustivo, com estímulos constantes e sem pausas. Enfrentá-la exige intenção e ambientes que favoreçam o foco, o silêncio e o pensamento crítico. Em tempos de dispersão, refletir sobre o papel da atenção no cotidiano e na aprendizagem é essencial para recuperar a concentração, o bem-estar e a capacidade de aprender de maneira significativa.

A hiperconexão acelerou nosso ritmo, causando ansiedade e adoecimento. O filósofo e urbanista francês Paul Virilio (1932-2018) chamou essa urgência de “Dromologia”, ou o impacto da velocidade nas nossas vidas. Virilio é autor de diversos livros sobre as tecnologias da comunicação.

Crianças e adolescentes estão cada vez mais cansados, dormem mal e se sentem sozinhos. Em seu best-seller A Geração Ansiosa (Ed. Companhia das Letras), o filósofo e psicólogo social Jonathan Haidt revela que a “infância baseada no celular” rouba tempo livre, imaginação e o brincar. Meninas enfrentam pressão por validação; meninos buscam refúgio em videogames e pornografia. O resultado é uma geração fragilizada, que precisa de cuidado, calma e foco.

Em seus estudos, Haidt aponta que, entre 2010 e 2015, com a popularização dos smartphones, a depressão entre meninas nos Estados Unidos dobrou e a automutilação quase triplicou. Adolescentes que passam mais de três horas diárias nas redes têm o dobro do risco de ansiedade e depressão, agravado pelo uso precoce, que expõe o cérebro vulnerável à dependência da validação social.

A minissérie Adolescência (Netflix) também mostra essa realidade: Jamie, 13 anos, sofre bullying e cyberbullying, tem o sono interrompido por notificações e vive disperso, isolado mesmo em família. Isso evidencia a urgência de resgatar espaços de calma, escuta e presença, para evitar perder tempo de qualidade, capacidade de sonhar e vínculos verdadeiros.

A lógica dos feeds infinitos e das microrecompensas bloqueia o foco profundo, a reflexão e o pensamento crítico. O cérebro fragmentado fica mais suscetível à manipulação e menos capaz de fazer análises complexas.

Em síntese, expostos à vulnerabilidade das comparações digitais e sujeitos à captura contínua da atenção pelos dispositivos eletrônicos, crianças e jovens estão ansiosos e acelerados, em uma sobrecarga que nenhum cérebro aguenta.

Porta de entrada da aprendizagem

A atenção vai além da simples concentração; é cuidado, respeito e presença, um gesto de afeto e zelo. A palavra vem do latim attendere, que significa “estar presente”, e está historicamente ligada ao foco em algo importante, como o conhecimento ou Deus.

Já no século 19, para o filósofo e psicólogo americano William James, “focalização, concentração da consciência são sua essência”. Implica o afastamento de algumas coisas para ocupar-se efetivamente de outras; uma seleção crucial para o aprendizado, porque sem atenção o cérebro não filtra estímulos nem cria memórias duradouras.

Em 1971, o economista Herbert Simon alertou que “uma riqueza de informação cria uma pobreza de atenção”. O excesso de dados disputa nossa limitada capacidade de foco, tornando vital saber para onde direcioná-la. De fato, ela pode ser guiada por professores, contextos ou perguntas instigantes, ativando os processos cerebrais que consolidam novas conexões.

Héctor Ruiz Martín, psicólogo cognitivo, reforça que a atenção ativa fortalece as conexões cerebrais e facilita a memória de longo prazo. Assim, a qualidade do nosso foco é preponderante para o quanto aprendemos e aplicamos.

Ambientes propícios

Cultivar a atenção, portanto, é a porta de entrada para qualquer processo de aprendizagem. E isso exige cuidado, intencionalidade e escolhas pedagógicas. A médica, educadora e cientista italiana, Maria Montessori, pioneira na pedagogia moderna, já compreendia esse princípio quando criou os “ambientes preparados”: espaços organizados com materiais sensoriais e mobiliário acessível, que convidam à exploração livre e favorecem o foco sustentado. Nesse cenário, a criança desenvolve os circuitos neurais responsáveis pelo controle atencional, aprendendo a dirigir sua própria curiosidade com a mediação sensível do educador.

Não por acaso, para o neurocientista francês Stanislas Dehaene, atenção é o primeiro dos quatro pilares da aprendizagem, a porta de entrada do conhecimento que determina o que será processado profundamente. Ela se soma ao engajamento ativo, o feedback de erros e a consolidação.

Esses pilares operam de forma interdependente. Sem atenção, nada é registrado. É ela que abre para o engajamento, que transforma o ato de aprender em uma construção ativa. O feedback de erros, por sua vez, fortalece as conexões quando há retorno da aprendizagem durante o próprio processo. E tudo isso só se consolida quando o cérebro descansa, no sono ou em pausas, fixando o que foi construído.

Como afirmou Haidt no best-seller já mencionado, o mundo digital vem comprometendo seriamente esse ciclo. Notificações constantes rompem o foco, substituem o engajamento profundo por respostas rápidas e superficiais, e ainda prejudicam o sono, etapa essencial para consolidar qualquer aprendizagem. O resultado é um cérebro hiperestimulado, mas desconectado dos processos que sustentam o aprendizado.

Transformar esse cenário é urgente. Pensadores importantes para a educação, como Paulo Freire e John Dewey, reforçam que o interesse do estudante é o motor para a construção de conhecimento, o que passa por redesenhar o cotidiano escolar e criar ambientes que promovam o diálogo, pilar estruturante da obra freireana.

Além disso, podemos considerar as pausas para respiração consciente, estações com materiais manipuláveis, interações com feedback imediato e, sobretudo, espaços sem telas, com descanso e integração e trocas do que foi vivido como práticas que contribuem para o processo atencional.

O cérebro é plástico. Ele se adapta ao ambiente que encontra. Nesse sentido, contextos que equilibram liberdade e estrutura, ação e pausa, concentração e descanso, oferecem o terreno fértil para que a curiosidade se transforme em reflexão e a reflexão, em aprendizagem relevante.

Como favorecer a atenção

Apesar dos avanços da neurociência, faltam pesquisas que relacionem diretamente atenção e aprendizagem em contextos diversos do Brasil. Ainda assim, professores criam, na prática, pequenos laboratórios em sala de aula, onde observam, testam e revisitam estratégias que alimentam seu saber e melhoram a atenção dos alunos.

A atenção é uma habilidade aprendida, construída nas relações e no sentido de pertencimento que a escola oferece. Fanny Sznelwar Minerbo, especialista em Desenvolvimento de Metodologias e Projetos, e Beatriz Peres Rios, professora de Projetos de Humanidades, ambas da Educação Básica, defendem que desenvolver o foco exige práticas intencionais: rotina clara, ambientes organizados, materiais acessíveis e estratégias que acolhem diferentes perfis, como o uso de mensagens (post-its) para reforçar etapas.

Propõem também preparar o cérebro com respiração guiada, música calma, pausas e utilização de blocos de atenção, a exemplo do método Pomodoro. E valorizam Rotinas do Pensamento (Project Zero – Harvard) como práticas que ajudam a organizar o raciocínio, aprofundar a atenção e favorecer a construção do pensamento crítico.

A atenção não surge do comando, mas de um ciclo que envolve organização, relações, regulação emocional e construção de sentido. Portanto, promover a atenção é criar experiências que combinem vínculo, participação e sentido, fundamentos indispensáveis para uma aprendizagem viva e significativa.

Informações Metrópoles


Estudo da Sociedade Brasileira de Cefaleia alerta: remédios usados sem prescrição podem piorar as crises e gerar cefaleia crônica diária

Um levantamento da Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBCe) acende o alerta sobre os riscos do uso frequente e sem orientação médica de analgésicos para dores de cabeça. De acordo com a entidade, até 70% dos pacientes com enxaqueca fazem automedicação e, entre eles, uma parte significativa evolui para um quadro de cefaleia crônica diária por abuso de medicamentos — condição caracterizada por dor em mais de 15 dias por mês, por três meses consecutivos ou mais.

A médica neurologista Patrícia Schettini, especialista em medicina interativa e longevidade, reforça a preocupação. “Falar com você, mulher, mãe, que acumula múltiplas tarefas e convive com dores de cabeça frequentes, é um chamado à conscientização. Tenho acompanhado casos em que, por adiar o diagnóstico, essas dores impactam diretamente a vida profissional, familiar e até matrimonial das pacientes”, relata.

Segundo a especialista, o uso diário e contínuo de analgésicos sem acompanhamento adequado pode agravar a situação. “Esse abuso pode, paradoxalmente, intensificar a frequência e a intensidade da dor, transformando-a em uma doença de difícil controle”, afirma. Ela cita como exemplo o caso de uma paciente que, após anos de automedicação, desenvolveu cefaleia crônica diária. “Mas nem tudo estava perdido. Com o diagnóstico correto e uso de terapias injetáveis, conseguimos reverter o quadro. Hoje, essa paciente tem crises esporádicas e voltou a ter uma vida plena.”

A médica ressalta que o tratamento adequado exige orientação especializada e, em muitos casos, vai além dos medicamentos tradicionais. “Terapias como bloqueios, toxina botulínica e ajustes no estilo de vida fazem parte do plano terapêutico. Dor de cabeça frequente não é normal. E o uso excessivo de remédios, além de ineficaz, pode ser perigoso”, reforça.

A recomendação é clara: diante de dores recorrentes, o mais seguro é procurar ajuda médica. Somente o acompanhamento com especialista pode garantir um diagnóstico preciso e o controle efetivo da enxaqueca — antes que ela se torne uma condição crônica e incapacitante.

Fonte: Assessoria de comunicação


Educador físico ensina movimentos simples que ativam o abdômen, melhoram a postura e ajudam a driblar os efeitos do metabolismo lento

foto colorida de duas pessoas 65+ praticando exercício físico ao ar livre

A partir dos 50 anos, o corpo passa por mudanças naturais: o metabolismo desacelera, os níveis hormonais se alteram e a gordura abdominal tende a se acumular com mais facilidade. Esse tipo de gordura, chamada visceral, representa mais do que um incômodo estético — está ligada a doenças como hipertensão, diabetes tipo 2 e problemas cardíacos.

Mas há formas seguras e acessíveis de combater esses efeitos. Segundo o educador físico Jancei Dias, a prática regular de exercícios simples pode ajudar a ativar a musculatura da cintura, melhorar a postura e favorecer o gasto calórico. “A consistência é mais importante do que a intensidade. Movimentar-se todos os dias faz diferença real”, afirma.

Veja quatro exercícios, indicados pelo profissional, que podem ser feitos em casa e sem equipamentos:

1. Caminhada estacionária com rotação de tronco

Como fazer:

Duração: um minuto seguido, com 30 segundos de descanso. Repetir três vezes.
Por que funciona: ativa o abdômen, movimenta a cintura e acelera o metabolismo.

2. Elevação de quadril (ponte)

Como fazer:

Repetições: três séries de 12 a 15 repetições.
Por que funciona: fortalece o core, os glúteos e a lombar, ajudando no gasto calórico e na postura.

3. Prancha adaptada (no sofá ou na parede)

Como fazer:

Tempo: comece com 20 segundos. Faça três repetições, aumentando o tempo gradualmente.
Por que funciona: fortalece o abdômen e melhora o equilíbrio, além de reduzir o inchaço abdominal.

4. Inclinação lateral de tronco

Como fazer:

Repetições: três séries de 15 repetições para cada lado.
Dica: mantenha o abdômen contraído durante o movimento.
Por que funciona: trabalha os músculos laterais do abdômen e ajuda a definir a cintura.

Dica “bônus” do educador físico:

“Fazer esses exercícios de três a cinco vezes por semana, mantendo uma boa postura e, se possível, combinando com caminhadas leves e uma alimentação equilibrada, é a chave para ver resultado”, declara Jancei Dias.

Informações Metrópoles


Dados de 51 auditorias mostraram que as principais irregularidades estão no Maranhão

Fachada do Ministério da Saúde
As investigações apontam que diversas cidades receberam valores superiores ao permitido para emendas, por conta de registros artificiais de procedimentos do SUS | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil 

Após identificar possíveis desvios em emendas parlamentares destinadas à saúde, o governo federal exige que municípios devolvam mais de R$ 140 milhões.

Dados de 51 auditorias do DenaSUS, órgão do Ministério da Saúde, mostraram que as principais irregularidades estão no Maranhão, onde cerca de R$ 120 milhões estão sob cobrança.

As investigações revelam que diversas cidades receberam valores superiores ao permitido para emendas, por conta de registros artificiais de procedimentos do SUS.

O cálculo do limite de recursos para cada município leva em conta esses dados, o que favoreceu o recebimento indevido.

Foco em Vitorino Freire e a Operação Hygeia

O município de Vitorino Freire (MA), administrado por aliados do deputado federal Juscelino Filho (União Brasil-MA), concentra a maior cobrança: R$ 13,4 milhões. 

Segundo auditoria, a prefeitura não comprovou mais de 800 mil consultas informadas em 2021, embora tenha população de cerca de 30 mil habitantes.

Esse montante equivale a quase metade dos R$ 27 milhões repassados à cidade em 2024, incluindo emendas parlamentares. 

A Polícia Federal investiga se houve crime na gestão desses recursos e se houve desvio de parte do dinheiro, referente a emendas de Juscelino Filho, para uma empresa sem comprovação de serviços, por meio da Operação Hygeia.

As auditorias constataram ainda que senhas de acesso ao sistema de registro do SUS foram repassadas a terceiros, inclusive pessoas sem vínculo com as prefeituras. 

Em Bom Lugar (MA), o ex-secretário de Saúde relatou ter solicitado ajuda de Roberto Rodrigues Lima por não dominar o sistema, já que ele era “conhecido da administração anterior”.

Roberto Lima foi alvo de operação da PF em 2022, suspeito de inserir informações falsas no sistema do SUS para justificar repasses a municípios. 

No mesmo período, ele aparece como autor de pedidos de distribuição de R$ 36,2 milhões em emendas para cidades do Maranhão, segundo registros do Congresso.

Outros municípios e novas suspeitas

A segunda maior cobrança, de R$ 10,3 milhões, recai sobre Paulo Ramos (MA). As suspeitas incluem repasse sem justificativa à empresa Center Med.

A Polícia Federal investiga a Center Med após interceptações que indicam negociação de emendas com suposto sócio oculto e o deputado federal Cleber Verde (MDB-MA).

“Apresentei ao STF as informações que acredito serem esclarecedoras sobre as emendas mencionadas”, afirmou o deputado ao jornal Folha de S.Paulo

O deputado ainda declarou que as emendas ajudaram” no atendimento e na ampliação das ações de saúde nos municípios mencionados”.

A Center Med negou qualquer irregularidade, declarou não participar do registro de dados do SUS e afirmou ter sido contratada regularmente para fornecimento de materiais. 

O Ministério da Saúde informou que concentrou as auditorias no Maranhão, após solicitação do Ministério Público Federal (MPF), que passou a investigar o tema depois de reportagens publicadas em 2022.

Informações Revista Oeste


Com equilíbrio e boas escolhas, é possível incluir a pizza no cardápio — até mesmo em planos de emagrecimento

Imagem colorida de pizza

Quando se fala em reeducação alimentar ou perda de peso, a pizza costuma ser um dos primeiros alimentos a entrar na “lista proibida”. A verdade é que ela não precisa ser banida do cardápio — e o Dia da Pizza, comemorado nesta quinta-feira (10/7), é a chance perfeita para lembrar que o segredo está no equilíbrio, não na restrição.

O problema não é a pizza em si, mas a frequência, os ingredientes e o tamanho da porção. Uma ou duas fatias de pizza, em um contexto de alimentação equilibrada, não compromete o processo de emagrecimento. O que pesa é transformar isso em rotina ou exagerar nas quantidades.

Para quem quer manter o foco na saúde sem abrir mão da celebração, há estratégias simples:

Outra dica é preparar a própria pizza em casa, o que permite controlar os ingredientes e adaptar às necessidades individuais.

Além disso, incluir a pizza como parte de uma refeição planejada — e não como um “deslize” — ajuda a manter uma relação saudável com a comida, reduzindo a culpa e o efeito sanfona.

Ou seja: dá, sim, para comemorar o Dia da Pizzasem sair da linha. Afinal, saúde também tem a ver com prazer e equilíbrio — não com proibições radicais.

Informações Metrópoles


Ministério da Saúde afirma que casos são investigados e que a vacina é a principal forma de prevenir casos graves e mortes

Foto: Shutterstock/reprodução

Oito casos da nova variante da covid-19, a XFG, forma identificados em pacientes. Foram seis no Ceará e dois em São Paulo. A mutação do vírus pode provocar casos mais graves.

A XFG é a mais recente de sete variantes classificadas como sob monitoramento pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em nota, o Ministério da Saúde informou que monitora de “de forma contínua” a vigilância do SARS-CoV-2, vírus que causa a doença.

Também informou que não foram registrados óbitos entre os pacientes diagnosticados com a nova variante. “A vacinação segue sendo a principal forma de prevenir casos graves e mortes”, diz a pasta.

Segundo a OMS, a variante a XFG surgiu de uma recombinação entre duas versões anteriores do vírus, a LF.7 e a LP.8.1.2. Ela foi identificada pela primeira vez no mundo em 27 de janeiro.

Informações Bahia.ba


Previsão da pasta é que dispositivo seja liberado no 2º semestre

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O Sistema Único de Saúde (SUS) vai disponibilizar o implante contraceptivo popularmente conhecido como Implanon a partir do segundo semestre deste ano. De acordo com o Ministério da Saúde, serão distribuídos 1,8 milhão de dispositivos, sendo 500 mil ainda este ano. O investimento será de cerca de R$ 245 milhões – atualmente, a unidade do produto custa entre R$ 2 mil e R$ 4 mil.

“Além de prevenir a gravidez não planejada, o acesso a contraceptivo também contribui para a redução da mortalidade materna, em alinhamento com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU [Organização das Nações Unidas]”, diz o comunicado.

Em nota, a pasta informou que a decisão de incorporar o contraceptivo ao SUS foi apresentada na tarde desta quarta-feira (2) durante a reunião da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

A portaria que oficializa a incorporação do contraceptivo deve ser publicada nos próximos dias. A partir da publicação, áreas técnicas da pasta terão 180 dias para efetivar a oferta, o que envolve etapas como atualização de diretrizes clínicas, aquisição e distribuição do insumo, capacitação e habilitação de profissionais, entre outras ações.


Foto: Divulgação

Em entrevista ao programa Rotativo News, nesta segunda-feira (30), a psicóloga Lismara Moreira trouxe reflexões contundentes sobre a saúde mental masculina e os desafios que ainda cercam o tema. Segundo Lis, o principal obstáculo é o estigma social, que ainda impõe aos homens a necessidade de parecerem “fortes” e inabaláveis — o que os leva a reprimir emoções e a evitar a busca por ajuda profissional.

“Desde pequenos, os homens são ensinados a não chorar, a não demonstrar sentimentos. Isso gera um acúmulo emocional perigoso, que pode se manifestar em doenças ou até em comportamentos violentos”, alertou a psicóloga.

Lis explicou que, ao contrário das mulheres, que costumam extravasar suas emoções de formas menos autodestrutivas, como conversar com amigas ou cuidar da própria aparência, muitos homens acabam recorrendo ao álcool ou à pornografia para tentar aliviar suas angústias. A especialista destacou ainda que a sociedade precisa incentivar os homens a falar sobre seus sentimentos: “Não existe força sem organização emocional. Para ser um bom marido, um bom pai ou um bom profissional, o homem precisa conhecer suas emoções e lidar com elas. ”

Outro ponto importante abordado na entrevista foi o papel das mulheres, esposas, namoradas, mães ou amigas, em perceber sinais de sofrimento e estimular os homens a buscar ajuda especializada. Lis ressaltou que muitas vezes, é essa figura próxima que se torna a chave para que o homem aceite iniciar um tratamento: “Naquele momento, ele não é apenas o marido ou companheiro, é um ser humano que precisa de suporte. ”

A psicóloga também chamou atenção para a influência das redes sociais na saúde mental masculina, principalmente quando o homem já está emocionalmente desorganizado. Ela explicou que imagens sexualizadas podem gerar frustrações, comparações e afastamento dentro dos relacionamentos, além de agravar quadros de baixa autoestima ou compulsões.

“É essencial promover o diálogo no relacionamento, criar intimidade e entender o que falta, para que o homem não busque fora de casa aquilo que poderia encontrar em um relacionamento saudável”, enfatizou Lis.

A entrevista reforçou a importância de quebrar o tabu que ainda envolve a saúde mental dos homens e de promover ambientes de acolhimento para que eles possam se expressar sem medo de julgamentos. “O silêncio do homem pode parecer força, mas, na verdade, é um pedido de ajuda disfarçado”, concluiu a psicóloga.

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