Idosos acima de 60 anos que vão receber a segunda dose da CoronaVac devem fazer o agendamento nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) ou 21 Unidades de Saúde da Família (USFs) – confira a lista ao final da matéria.
A orientação é da Secretaria Municipal de Saúde, motivada para manter um controle administrativo das doses. Para o agendamento não é necessário a presença do idoso.
Familiares, vizinhos ou cuidadores podem se dirigir à unidade de saúde mais próxima, com o documento de identidade e o comprovante de residência do idoso.
O agendamento é de acordo com a data de nascimento. Quem nasceu entre 1º de janeiro a 30 de junho deve fazer o agendamento nas unidades de saúde, pela manhã. Os nascidos de 1º de julho a 31 de dezembro, no turno da tarde.
Pessoas que convivem com o HIV/Aids, entre 18 e 59 anos, que estavam sendo vacinadas contra a Covid-19, exclusivamente, no Centro de Referência Dr. Leone Coelho Lêda (CSE), a partir desta quarta-feira, 12, também podem receber o imunizante nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
É necessário levar relatório médico ou receita com medicação contínua, RG, CPF e comprovante de residência.
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) também está vacinando trabalhadores da Educação acima de 45 anos. As doses estão sendo aplicadas, exclusivamente, na UniFTC, na avenida Artêmia Pires.
Para receber a dose, é necessário apresentar o último contracheque ou Carteira de Trabalho ou o contrato de trabalho para Pessoa Jurídica (PJ), que comprove vínculo com a instituição de ensino, além de RG, CPF e comprovante de residência.
Idosos – Idosos, a partir de 60 anos continuam com a vacinação em primeira e segunda dose, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). É necessário apresentar documentos pessoais e comprovante de residência.
Trabalhadores da Saúde – A aplicação da primeira e segunda dose da vacina contra a Covid-19 para trabalhadores da Saúde continua sendo realizada, exclusivamente, na Unidade Básica de Saúde do CSU (Centro Social Urbano), no bairro Cidade Nova. Para ser vacinado é necessário comprovar o vínculo de trabalho em uma instituição de saúde, apresentando algum documento. Os autônomos devem levar uma autodeclaração que comprovem sua atuação na área.
A segunda etapa é destinada a idosos com mais de 60 anos e professores. Cerca de 33 milhões de pessoas deverão ser imunizadas nessa fase.
Foto: Divulgação
A segunda etapa da Campanha Nacional de Vacinação contra o vírus Influenza começa nesta segunda-feira (11) e vai até o dia 8 de junho. Promovida pelo Ministério da Saúde em todo o território nacional, a campanha teve início no mês passado e a estimativa é vacinar 79,7 milhões de pessoas.
A segunda etapa é destinada a idosos com mais de 60 anos e professores. Cerca de 33 milhões de pessoas deverão ser imunizadas nessa fase. A terceira fase, entre 9 de junho e 9 de julho, abrangerá cerca de 22 milhões de pessoas.
Compõem esse público-alvo integrantes das Forças Armadas, de segurança e de salvamento; pessoas com comorbidades, condições clínicas especiais ou com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo rodoviário; trabalhadores portuários; funcionários do sistema de privação de liberdade; população privada de liberdade; e adolescentes em medidas socioeducativas.
A campanha teve início no dia 12 de abril com a vacinação de crianças entre seis meses e seis anos, povos indígenas, trabalhadores da área da saúde, gestantes e mulheres puérperas (que estão no período de até 45 dias após o parto). Pessoas que tomaram a primeira ou a segunda dose da vacina contra a covid-19 devem esperar pelo menos 14 dias para tomar o imunizante contra a gripe.
De acordo com o vacinômetro da campanha, já foram aplicadas 6,9 milhões das 27, 3 milhões de doses distribuídas a todos os estados.
Neste domingo (9), o número do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) 192 estará inativo das 08h às 10h30 devido a instalação de um gerador de energia. A unidade está disponibilizando o número 3625-7201 para manter o fluxo de atendimento durante este período.
Enquanto o Senado colhe os primeiros depoimentos para investigar ações e omissões do governo federal na CPI da Pandemia, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, publicou uma portaria relacionada à fiscalização e à cobrança de valores transferidos pela pasta a estados e municípios. A portaria 885/2021 aponta que, em caso de identificação de irregularidades, os recursos repassados deverão ser devolvidos à União.
Uma avaliação da coluna Painel, da Folha de S. Paulo, destaca que essa portaria foi publicada exatamente no momento em que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seus apoiadores tentam reforçar a narrativa de que governadores têm utilizado mal os recursos destinados para o combate à pandemia. A CPI, no entanto, foca na responsabilidade do governo federal.
A portaria em questão divide a aplicação irregular de recursos federais em quatro categorias: desvio de objeto, desvio de finalidade, dano ou prejuízo ao erário e recebimento irregular. De acordo com a publicação, ela determina que as secretarias finalísticas adotem medidas de apuração para cobrança e devolução de valores sempre que tomarem conhecimento de alguma situação irregular.
Faixa etária, grupo prioritário ou locais de vacinação contra a gripe e coronavírus em Feira de Santana são algumas das dúvidas recorrentes recebidas pela Ouvidoria da Secretaria Municipal de Saúde. São em média 150 ligações atendidas por dia – três vezes mais se comparado ao período antes das campanhas.
Reclamações, elogios e outras demandas relacionadas aos serviços municipais de saúde também podem ser enviados ao setor, que atende através do número 3612-6636, 136 ou por e-mail: ouvidoria.sms@pmfs.ba.gov.br. A Ouvidoria funciona das 8h às 12h e 14h às 18h, de segunda a sexta-feira.
A população pode também contribuir fiscalizando, enviando denúncias e informando sobre a situação da vacina em sua região.
“É importante que as pessoas utilizem esse espaço para formalizar suas dúvidas, enviar questionamentos e reclamações. Dessa forma, a resolutividade é mais rápida”, enfatiza o secretário de Saúde, Marcelo Britto.
Pela quarta vez no mês, falta vacina contra Covid para aplicação da primeira dose em idosos. Para retornar a vacinação, Feira de Santana depende de uma nova remessa ainda que será enviada pelo Governo Federal, sem previsão de chegada.
O município recebeu, na última sexta-feira (23), 4 mil doses do imunizante para vacinar o público desta faixa etária. Somente no sábado, 24, 3.620 idosos – com 60 anos ou mais – foram vacinados nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), e as doses que sobraram já estão sendo aplicadas hoje.
Entretanto, a quantidade de vacinas para aplicação da segunda dose em idosos está garantida. Para melhorar o fluxo do atendimento e, assim, evitar aglomeração, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que a aplicação segue a data de nascimento.
Vacinação
Das 8h às 12h serão vacinados aqueles que nasceram entre os meses de janeiro e junho; 14h às 17h, os que nasceram nos últimos seis meses do ano.
A vacina pode reduzir as chances de agravamento da doença e, por isso, é tão importante receber as duas doses como forma de assegurar a eficácia da imunização.
As doses contra a Covid-19 estão sendo distribuídas em todas as UBSs, uma vez que as Unidades de Saúde da Família (USFs) seguem vacinando, especificamente, contra a gripe Influenza.
A atriz Eva Wilma, 87, apresentou uma melhora na função do coração e está em uma evolução estável, apesar de manter a necessidade de assistência renal, segundo boletim médico divulgado nesse sábado (24). Internada desde o dia 15 de abril na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, a veterana está consciente e respira espontaneamente.
Esta é a segunda vez que Eva Wilma é internada neste ano. No dia sete de janeiro, ela foi hospitalizada no Hospital Vila Nova Star, da Rede D’Or, também em São Paulo, devido a uma pneumonia. Ela chegou a passar nove dias na UTI.
Na ocasião, ela fez exames que descartaram que ela tivesse sido contaminada pelo coronavírus. “Não há relação com a Covid-19. Ela está consciente, mantendo estabilidade hemodinâmica e boa evolução clínica”, dizia o boletim médico divulgado na época.
Na noite da última segunda-feira (19), sua equipe compartilhou no Instagram uma foto da atriz ensaiando um texto para gravar um off do filme “As Aparecidas”, que teve as gravações interrompidas. “Foi gravado ali mesmo e depois finalizaremos em estúdio”, diz a publicação na rede social.
As unidades hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) receberam os medicamentos do chamado ‘kit intubação’ com rótulos, embalagens e bulas em mandarim, considerado o idioma oficial da região de Beijing e, teoricamente, falado em toda a China.
A partir de agora, diversas entidades de saúde se articulam para traduzir e orientar o uso desses remédios no Brasil.
Na terça-feira (20), cinco organizações encaminharam ao Ministério da Saúde um ofício solicitando que os rótulos sejam traduzidos para o português.
O documento também foi encaminhado ao Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e ao Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).
De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede), Hélio Penna Guimarães, se os itens continuarem sem tradução, corre o risco de serem usados de maneira errada.
“Sem a titulação adequada não podemos ter a segurança do uso efetivo de tais medicações. Porque cada um deles tem um papel no procedimento, indo desde a retirada da consciência, passando pelo controle da dor até o bloqueio de movimentos para melhor adequação à ventilação mecânica artificial”, afirmou.
O secretário de saúde do Amazonas, Marcellus Campelo, destruiu mais uma podre narrativa da esquerda e da mídia do ódio, que tentava culpabilizar o governo federal pela crise do oxigênio no estado.
O então ministro foi totalmente isentado de qualquer responsabilidade.
No documento de 10 páginas que integra o inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar o episódio, Campelo jogou toda a culpa na empresa White Martins, principal fornecedora de oxigênio no estado.
O ex-ministro por mais de uma vez é apontado como alguém que se prontificou de imediato a auxiliar quando informado da crise.
As investigações precisam agora mirar a empresa White Martins e as suas ligações políticas.
Mais um espetáculo pode ter sido armado com o objetivo de prejudicar o Governo Bolsonaro.
Fica cada vez mais evidente que o ‘genocida’ não está no Governo Federal.
Vale lembrar que esse episódio no Amazonas foi preponderante para a criação da famigerada CPI da Covid.