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Mais de 260 quilos de maconha foram apreendidas em caminhonete — Foto: Divulgação/PRF
 Foto: Divulgação/PRF

Uma perseguição policial inicia na BR-324 terminou com mais de 267 quilos de maconha apreendidos em um carro, na manhã desta segunda-feira (12), na Estrada do Coco, em Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta das 4h30 da madrugada, policiais realizavam fiscalização Km-599 da BR-324, altura de Simões Filho, quando sinalizaram para que o condutor de uma caminhonete com placas de Dias D’Ávila parasse. O motorista desobedeceu a ordem e fugiu em velocidade pela rodovia, quando começou a perseguição.

Ainda de acordo com a PRF, o suspeito acessou as rodovias estaduais BA-526 (Cia-Aeroporto) e BA-099 (Estrada do Coco), e chegou a quebrar a cancela de uma praça de pedágio. Na altura da localidade de Abrantes, o homem abandonou o veículo e correu para um matagal.

Em seguida, os policiais fizeram uma vistoria na caminhonete, momento em que foram encontrados dezenas de sacos de maconha in-natura e prontas para venda.

A PRF ainda destacou que a ocorrência foi apresentada na delegacia de Polícia Civil, para registro do crime e demais procedimentos cabíveis. Forças policiais foram acionadas e buscas foram iniciadas para encontrar o suspeito.

Informações: G1 Bahia


O pai do menino Henry Borel, de 4 anos, o engenheiro Leniel Borel, diz que tem uma opinião bem clara a respeito do que motivou sua ex-esposa e mãe da criança, Monique Medeiros, a não tomar atitudes diante das agressões feitas pelo namorado dela, o vereador Dr. Jairinho, contra Henry. De acordo com Leniel, a omissão seria fruto da ganância.

– A ganância é muito clara para mim. Ela trocou a vida que tinha numa casa em Bangu para ir para um condomínio de luxo na Barra da Tijuca. Passou a ter um bom emprego (no Tribunal de Contas do Município). Imagino que o que a gente tinha não era muito bom para ela. A Monique queria muito mais – disse Leniel.

Informações: Pleno News

Foto: Reprodução/CNN Brasil


A professora Monique Medeiros, mãe do menino Henry, tem chamado a atenção por sua frieza desde a morte do filho, de 4 anos. Além de descobrir que ela foi a um salão de beleza no dia seguinte ao enterro da criança, a polícia encontrou em seu celular uma selfie que ela tirou na delegacia no dia de seu depoimento.

Na imagem, Monique posa com os pés sobre a cadeira, esboçando um leve sorriso, em ar descontraído, ao lado de um homem. O episódio ocorreu nove dias após a morte de Henry. As autoridades encontraram a foto na galeria do aparelho telefônico da mãe de Henry, após extraírem informações que pudessem ser utilizadas nas investigações.

Já no salão de beleza onde ela foi um dia após o sepultamento, Monique fez as unhas das mãos e dos pés e escovou os cabelos, totalizando um gasto de R$ 240. O salão fica no shopping Metropolitano da Barra da Tijuca.

Além disso, segundo apuração da revista Época, desde o momento em que Monique foi presa, na manhã desta quinta-feira (9), até o trajeto para a delegacia, ela não chorou ou demonstrou traços de emoção.

Durante o curso das investigações, o frio comportamento de Monique chamou a atenção dos agentes. A própria juíza Elizabeth, do 2º Tribunal do Júri, responsável por determinar a prisão temporária de Monique e Dr. Jairinho, citou a frieza da mãe de Henry no pedido de detenção.

– Segue tomando atitudes atípicas de quem omite ou falta com a verdade, colaborando e aderindo à conduta de seu parceiro de influenciar testemunhas, inobstante devesse ser a principal interessada em chegar à verdade dos fatos.

Monique e seu namorado, o vereador Dr. Jairinho, são os principais suspeitos da morte de Henry, de 4 anos, que faleceu na noite do dia 8 de março. Ela e o político se conheceram no fim de agosto de 2020, em almoço na Barra da Tijuca, e iniciaram um romance no mês seguinte. Os dois decidiram morar juntos em novembro, no condomínio Majestic, onde a polícia acredita que Henry sofreu sessões de agressões e tortura por parte do vereador, as quais Monique tinha conhecimento ao menos desde fevereiro deste ano.

Informações: Pleno News

Foto: reprodução


O produtor de TV José Bonfim Pitangueiras foi morto a tiros, na manhã desta sexta-feira (9), no bairro do Engenho Velho da Federação, em Salvador.

De acordo com a Polícia Militar, por volta das 8h, uma equipe da 41ª CIPM foram informada de um homicídio ocorrido na Rua Manoel Marques. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram o homem caído, sem sinais vitais.

Ainda segundo a PM, testemunhas contaram que os disparos foram efetuados por ocupantes de um carro branco. Eles fugiram após o crime.

A PM isolou a área e acionou a Polícia Técnica. A Polícia Civil vai investigar o caso.

Informações: G1

Foto: Redes sociais


Cuidadora de Henry contou que a criança e Jairinho ficaram trancados por alguns minutos em um cômodo do apartamento, com o som da TV alto

Troca de mensagens entre Monique e a babá Thayná Foto: Reprodução

Uma troca de mensagens entre Monique Medeiros da Costa Silva de Almeida, mãe do menino Henry Borel, de 4 anos, e Thayna de Oliveira Ferreira, babá da criança, descreve uma suposta sessão de tortura a que o menino foi submetido em 12 de fevereiro no apartamento do casal, de acordo com a polícia.

Na conversa, a mulher relata que Henry e o padrasto, o vereador Dr. Jairinho (Solidariedade-RJ), ficaram trancados por alguns minutos em um cômodo do apartamento, com o som da TV alto. A criança depois mostrou hematomas e contou que levou uma “banda” e “chutes” e reclamou de dores no joelho e na cabeça.

A troca de mensagens aconteceu entre 16h20 e 18h03 daquela data, 26 dias antes da morte de Henry. Nas conversas, durante dois minutos, Monique e Thayna falam que Jairinho ficou trancado no quarto com Henry. Os prints dos diálogos de WhatsApp foram encontrados na galeria do telefone de Monique. Os investigadores consideram as informações “absolutamente contundentes”.

Segundo a conversa, depois que o menino deixou o quarto ele correu até Thayna e disse que não quer ficar sozinho na sala. “Me contou que deu uma banda e chutou ele que toda vez faz isso”, disse a babá. Acompanhe abaixo os diálogos entre Thayná e Monique:

Henry trancado no quarto com Jairinho
16:30 – THAYNA: Aí logo depois Jairinho chamou ele para ver que comprou algo

16:30 – MONIQUE: Chama

16:30 – MONIQUE: Aí meu Deus

16:30 – THAYNA: Aí ele foi para o quarto

16:30 – MONIQUE: Estou apavorada

16:30 – THAYNA: De início gritou tia

16:30 – THAYNA: Depois tá quieto

16:30 – THAYNA: Aí eu respondi oi

16:30 – THAYNA: Aí ele nada

16:30 – MONIQUE: Vai lá mesmo assim

16:30 – THAYNA: Tá

16:31 – MONIQUE: Fala assim: sua mãe me ligou falando para vc ir na brinquedoteca brincar com criança

16:31 – MONIQUE: E fica lá um tempo

16:31 – MONIQUE: Jairinho não falou que ia para casa

16:31 – MONIQUE: casa

16:31 – THAYNA: Então eu chamo e nenhum dos dois falam nada

TV alta com voz de desenho
16:31 – MONIQUE: Bate na porta

16:32 – THAYNA: Não respondem

16:32 – MONIQUE: Thaina

16:32 – THAYNA: Eu só escuto voz de desenho

16:32 – THAYNA: Acho melhor você vir

16:32 – MONIQUE: Entra no quarto mesmo assim

16:32 – THAYNA: E daí se tiver acontecendo algo você vê

16:32 – THAYNA: Fico com medo do Jairinho não gostar da invasão

16:32 – THAYNA: Pera vou tentar abrir a porta

16:32 – MONIQUE: Ele não tem que gostar de nada

16:32 – THAYNA: Abriu a porta do quarto

16:32 – MONIQUE: E aí?

16:32 – MONIQUE: Aí meu pai amado

(foto parcial, enviada por THAYNA, aparentemente com HENRY NO COLO)

Henry não quer ficar sozinho na sala
16:35 – MONIQUE: Deu ruim?

16:35 – MONIQUE: Sabia

16:35 – MONIQUE: Pergunta tudo

16:35 – MONIQUE: Pergunta o que o tio falou

16:35 – THAYNA: Então agora não quer ficar na sala sozinho

16:35 – THAYNA: Só quer ficar na cozinha

16:36 – THAYNA: Jairinho falou thayna deixa a mãe dele fazer as coisas

Babá com Henry na sala
16:36 – MONIQUE: Pergunta se ele quer vir pro shopping?

16:36 – THAYNA: Não liga não

16:36 – THAYNA: Falei não to falando com ela não

16:36 – THAYNA: To falando com minha mãe

16:36 – THAYNA: Ai ele ah tá

16:36 – THAYNA: imagem* (fotografia de THAYNA, com HENRY ao lado, aparentemente em um sofá)

16:36 – THAYNA: To sentada com ele na sala

16:36 – THAYNA: Vendo desenho

16:36 – MONIQUE: Fala que vai na brinquedoteca

16:36 – MONIQUE: Eu mando um uber

16:37 – THAYNA: A rose ta fazendo as coisas

16:37 – MONIQUE: Aí meu Deus

16:37 – MONIQUE: Que m****

Jairinho arrumando a mala
16:37 – THAYNA: A rose ta fazendo as coisas

16:37 – MONIQUE: Ai meu Deus

16:37 – MONIQUE: Que m****

16:37 – MONIQUE: Ver se ele quer sair de casa

16:37 – THAYNA: Tô falando com ele

16:37 – MONIQUE: Ou ficar aí

16:37 – THAYNA: Ele quer que eu fique sentada ao lado dele só

16:37 – MONIQUE: Coitado do meu filho

16:37 – THAYNA: Jairinho tá arrumando a mala

16:37 – MONIQUE: Se eu soubesse nem tinha saído

16:38 – MONIQUE: Pergunta o que o tio falou

16:38 – MONIQUE: Fala assim: tio Jairinho é tão legal, o que ele falou com vc?

16:38 – THAYNA: Jairinho tá aqui perto

16:38 – THAYNA: Depois pergunto

16:38 – MONIQUE: Ok

Jairinho andando pela casa
16:38 – THAYNA: Jairinho tá andando pela casa

16:38 – THAYNA: Acho que prestando atenção no que eu tô fazendo

16:38 – THAYNA: (emoji)

16:38 – MONIQUE: Ok

16:38 – MONIQUE: Daqui a pouco vc me fala

16:39 – THAYNA: Aí disfarço

16:39 – THAYNA: Abro outra conversa

16:39 – MONIQUE: Ok

16:39 – THAYNA: Tá bem

16:39 – THAYNA: Tá comigo na sala

16:39 – THAYNA: Qualquer coisa te falo

16:39 – MONIQUE: Ok

16:46 – MONIQUE: Da um banho nele

16:46 – MONIQUE: Pra ver se ele relaxa

16:46 – THAYNA: Ele não quer entrar ali no corredor

Henry reclama de dor de joelho
16:47 – MONIQUE: Pqp

16:47 – MONIQUE: Que m**** do c*****

16:47 – THAYNA: imagem* (fotografia de THAYNA, com HENRY no colo, aparentemente em um sofá)

16:47 – MONIQUE: Coitado

16:47 – THAYNA: Quer ficar assim no meu colo

16:47 – MONIQUE: (emoji)

16:47 – THAYNA: Tá reclamando que o joelho está doendo

16:47 – THAYNA: (emoji)

16:47 – MONIQUE: O que será que aconteceu?

16:47 – THAYNA: Rose até perguntou se ele tinha machucado o pé

Monique pensa em colocar microcâmera
16:50 – MONIQUE: O que

16:50 – THAYNA: Você um dia falar que vai demorar na rua

16:50 – THAYNA: E ficar aqui em algum lugar escondida

16:50 – THAYNA: Ou lá em baixo

16:50 – THAYNA: E chegar do nada

16:50 – MONIQUE: Ele foi pro nosso quarto ou o do Henry?

16:50 – THAYNA: Para o seu quarto

16:51 – MONIQUE: Eu vou colocar microcâmera

16:51 – THAYNA: E sempre no seu quarto

16:51 – MONIQUE: Me ajuda a achar um lugar

16:51 – MONIQUE: Depois eu tiro

16:51 – THAYNA: Meu padrinho instala câmeras

16:51 – THAYNA: Tem até empresa de câmera

16:51 – MONIQUE: Mas tem que ser imperceptível

Babá preocupada com Henry
16:51 – THAYNA: Porque não tá normal

16:51 – MONIQUE: Vdd

16:52 – MONIQUE: Vai me avisando se ele falar alguma coisa

16:52 – THAYNA: E eu tenho medo pq cuido dele com muito amor e tenho medo até dele cair comigo. Aí não sei o que Jairinho faz quando chega, depois ele tá machucado sei lá

16:52 – THAYNA: Tá bem

16:52 – MONIQUE: Tô aqui de olho no telefone

16:52 – THAYNA: Tá bem

(Horário cortado) – THAYNA: imagem* (fotografia de THAYNA, com HENRY no colo, aparentemente em um sofá)

Monique diz que já está chegando
17:02 – MONIQUE: Alguma coisa estranha mesmo

17:02 – MONIQUE: Jairinho me ligou

17:02 – MONIQUE: Dizendo que chegou agora em casa

17:02 – THAYNA: Po

17:02 – THAYNA: Já chegou um tempão

17:03 – MONIQUE: Estranho demais

17:03 – THAYNA: Tá comigo comendo bolo

17:03 – MONIQUE: Ele vai no BarraShopping

17:03 – THAYNA: Muito

17:03 – MONIQUE: Fala pro Henry que o tio vai sair pra trabalhar de novo

17:03 – MONIQUE: Que eu já já chego

17:03 – THAYNA: Tá

17:16 – THAYNA: Saiu agora

17:16 – THAYNA: Tá eu e Henry em casa só

17:19 – MONIQUE: Veja se ele fala alguma coisa

Henry conta à babá as agressões
17:22 – THAYNA: Estou tirando dele

17:22 – MONIQUE: Ok

17:22 – THAYNA: Pera aí

17:25 – THAYNA: Então me contou que deu uma banda e chutou ele que toda vez faz isso

17:25 – THAYNA: Que fala que não pode contar

17:25 – THAYNA: Que ele perturba a mãe dele

17:26 – THAYNA: Que tem que obedecer ele

17:26 – THAYNA: Se não vai pegar ele

17:28 – THAYNA: Combinei com ele agora

17:29 – THAYNA: Toda vez que Jairinho chegar e você não tiver eu vou chamar ele pra brinquedoteca e ele vai aceitar ir

17:29 – THAYNA: Porque estou aqui pra proteger ele

17:29 – THAYNA: Aí eu disse se você confia na tia me da um abração aí ele me deu

Henry fica quieto com a babá
17:30 – THAYNA: imagem* (fotografia de mãos dadas entrelaçadas, aparentemente de THAYNA e HENRY)

17:30 – THAYNA: Tá assim comigo

17:33 – MONIQUE: Como assim? (se referindo ao trecho “Se não vai pegar ele”)

17:33 – THAYNA: Ele não falou mais

Henry está mancando
17:49 – THAYNA: imagem* (vídeo focando nas pernas de HENRY, que está vestindo cueca e calçando chinelo)

17:49 – THAYNA: Tá mancando

17:50 – THAYNA: Mas tô cuidando dele

17:50 – THAYNA: Termina tudo em paz

17:50 – THAYNA: Quando você chegar a gente se fala

17:50 – THAYNA: Vou dar banho nele

17:50 – THAYNA: Beijos

17:51 – MONIQUE: A porta do quarto estava aberta ou fechada qdo Henry entrou no quarto?

Jairinho fechou a porta do quarto
17:57 – THAYNA: Quando Henry entrou estava aberta

17:57 – THAYNA: Depois ele fechou

17:57 – THAYNA: E daí ficou até aquela hora com a porta fechada

17:58 – THAYNA: Henry tá reclamando da cabeça

17:58 – THAYNA: Pediu tia não lava não

17:58 – THAYNA: Tá doendo

17:58 – MONIQUE: Meu Deus

17:58 – MONIQUE: Como assim?

17:58 – MONIQUE: Pergunta tudo Thayná

17:58 – MONIQUE: Será que ele bateu a cabeça?

Henry com a cabeça machucada
18:03 – THAYNA: imagem* (fotografia do joelho esquerdo de HENRY, aparentemente com uma equimose)

18:03 – THAYNA: Ele disse que foi quando caiu que a cabeça ficou doendo


Foto: Reprodução

Agência Brasil | O vereador Dr. Jairinho (SD) foi preso na manhã de hoje (8) pela Polícia Civil. Ele é investigado por envolvimento na morte de seu enteado, o menino Henry Borel Medeiros, de 4 anos, no dia 8 de março. A Polícia Civil também prendeu a mãe do menino e namorada do parlamentar, Monique Medeiros.

A criança morreu no apartamento onde Jairinho e Monique moravam, na Barra da Tijuca, depois de passar um fim de semana com o pai. Inicialmente, o caso foi tratado como um acidente, como se o menino tivesse caído da cama, mas perícias médicas constataram que a vítima havia sido vítima de agressões.

Depois que a polícia começou a investigar se Henry foi vítima de violência doméstica, o casal criou um site, onde se diz inocente. Afirma, ainda, que “a Justiça prevalecerá”.


Foto: Agência Estadão/Agliberto Lima

Cristian alega ter o “direito ao esquecimento” e, por conta disso, recorreu à Justiça para proibir a veiculação do episódio que narra o crime ocorrido em 31 de outubro de 2002, bem como exigir uma indenização de R$ 500 mil pelo uso de 12 fotografias com a sua imagem. Além da Medialand, são alvos da ação a Netflix, a Amazon e a Looke.

Derrotados na primeira e segunda instâncias, os advogados de Crainhos prepararam recursos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os defensores já entraram com o chamado recurso de admissibilidade, solicitando que o Tribunal de Justiça de São Paulo envie os autos para o STJ e o STF.

No pedido feito ao STF, Cravinhos afirma que a série contraria o artigo 5° da Constituição, segundo o qual são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas. Esse é o mesmo artigo que assegura a liberdade de expressão no país.

– Por ter cometido um crime que, de acordo com as empresas recorridas é de interesse da sociedade, [Cravinhos] não pode ser lembrado pelo resto da sua vida por este delito – afirmou na ação o advogado Valdir Rodrigues de Sá, que o representa.

Em sua defesa, a Medialand declarou à Justiça que a Constituição “assegura a livre manifestação e o direito de informar, repudiando veementemente qualquer tipo de censura”. A produtora disse que a série tem viés informativo e documental e que o caso Richthofen é o mais célebre da história criminal brasileira.

O advogado Leo Wojdyslawski, que defende a produtora, diz ainda que os prejuízos à honra e à imagem de Cravinhos não decorrem da série, mas da “conduta totalmente reprovável” de Cristian ao cometer o crime que completa duas décadas no próximo ano.

Informações: Pleno News


Felipe Santa Cruz participou de jantar com o governador de SP, mas disse que pretende se dedicar à entidade até 2022

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz foi convidado pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), para se candidatar ao governo do Rio de Janeiro em 2022.

O convite foi feito durante um jantar realizado na noite de terça-feira (5). Apesar do convite do tucano, Santa Cruz dispensou ingressar no PSDB, pelo menos por hora, pois pretende se dedicar à OAB.

O advogado disse que está integralmente dedicado à entidade até o começo do próximo ano. Até lá, não pretende se envolver com política partidária. As informações são de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.

Informações Bahia.ba


Malhada de Pedras: MP-BA apura suspeita de contratação irregular de médicos
Foto: Reprodução / Ddez

Um caso suspeito de superfaturamento em contratos de médicos em Malhada de Pedras, no Sertão Produtivo, Sudoeste baiano, será objeto de um inquérito. Segundo a 1ª Promotoria de Brumado, na mesma região, os fatos ocorreram entre 2013 e 2016 quando a prefeitura contratou os profissionais com dispensa de licitação. Pelo contrato, cada médico ganharia R$ 19,2 mil mensais, soma maior do que o teto municipal, recebido pela prefeita à época, Terezinha, de R$ 10 mil.

Em publicação desta terça-feira (6), o promotor Millen Castro justificou a abertura do inquérito pelo fato de algumas questões ainda não estarem claras. “Como a documentação é extensa, os valores dos pagamentos variam e não restou claro se tais atos teriam causado, além de violação aos princípios administrativos, prejuízo ao erário, ou se houve prestação de serviço que os justificasse, faz-se necessário uma análise técnica dos referidos documentos”, escreve o representante do Ministério Público do Estado (MP-BA) na região.

Informações: Bahia Notícias


Foto: Polícia Federal
Foto: Polícia Federal

A Polícia Federal apreendeu, na noite de segunda-feira (5), em Santo Estêvão, 934 kg de cocaína que estavam sendo transportadas para Salvador em fundos falsos de três caminhões-tanque.

Os três motoristas foram presos em flagrante por tráfico de drogas, e permanecerão à disposição da Justiça.

A investigação iniciou após troca de informações entre as inteligências da Polícia Federal e da Polícia Militar, que indicavam a possibilidade da chegada de grande quantidade de droga à capital baiana. A partir disso foram realizadas diligências para identificação e localização dos veículos.

Foto: Polícia Federal

No final da tarde foram abordados os três caminhões suspeitos e, com o apoio da Receita Federal, os veículos foram submetidos ao scanner, sendo então localizada a droga, que estava escondida em fundos falsos dentro dos tanques para transporte de combustível.  

Informações Acorda Cidade

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