Polícia Federal genérica
Foto: Arquivo Agência Brasil

A Polícia Federal informou que prendeu na manhã de hoje (2), em Maringá (PR), um homem suspeito de planejar ataques terroristas. O suspeito foi detido após a PF deflagrar a Operação Trastejo, que investiga possíveis atos preparatórios de terrorismo. Também foram apreendidos uma espingarda calibre 32 e muitos simulacros de arma.

De acordo com a PF, as investigações apontam para o recrutamento e radicalização por meio virtual de um jovem, que passou a assumir uma visão religiosa extremista e violenta, com potencial para provocar atos definidos em lei como terrorismo.

A PF disse ainda que o indivíduo vinha mantendo contato direto com radicais islâmicos no exterior, manifestando intenção de viajar para outros países, como o Iraque, e incorporar-se a organizações terroristas.

“A investigação constatou que o preso possui treinamento para o manuseio e emprego de armas, além de motivação (radicalismo religioso) e meios (armas e munições), podendo a qualquer momento ou oportunidade fechar o ciclo para a consumação de ato terrorista”, informou a polícia.

Segundo a PF, o preso possui extenso histórico de registros criminais, incluindo posse de entorpecente, ação penal pela prática do crime de homicídio qualificado e condenação por posse irregular de arma de fogo e outra por tentativa de roubo.

A polícia disse ainda o investigado chegou a circular vídeos em grupos na internet, em que exibia, encapuzado, armas, munição, rádio comunicador, cédulas de dólares americanos, dentre outros itens, proferindo conteúdo extremista e manifestando desejo de executar mortes de inocentes em uma ação suicida.

A PF disse que o suspeito foi detido com base na previsão da Lei de Enfrentamento ao Terrorismo sobre a prática de atos preparatórios ao terrorismo com o propósito inequívoco de consumar tal delito. As penas previstas na lei chegam a 30 anos de reclusão.

A Operação Trastejo é uma referência a um defeito no braço do instrumento de corda que provoca problemas na emissão do som. O nome foi dado devido ao investigado se apresentar nas redes sociais como professor de música.

Informações: Agência Brasil


Polícia Militar da Bahia forma 191 sargentos e recebe 26 novas bases móveis
Foto: Camila Souza/GOVBA

Uma cerimônia para formar 191 novos sargentos da Polícia Militar da Bahia, sendo 140 lotados na capital e região metropolitana, foi realizada na manhã desta terça-feira (24), em Salvador.

O governador Rui Costa participou do evento. Também na oportunidade, Rui entregou 26 novas bases móveis de segurança à corporação. Os novos veículos serão encaminhados para unidades de Salvador.

“Até dezembro do ano passado, tínhamos incorporado na Polícia Militar e na Polícia Civil 7.431 novos policiais. Somando os que entraram este ano e entrarão ano que vem, serão em torno de dez mil novos policiais na Bahia, respondendo a luta para manter o contingente de policiais, uma vez que tivemos, no funcionalismo como um todo, um grande volume de aposentadorias”, afirmou Rui.

AUTORIZAÇÃO
Na ocasião, Rui Costa assinou a ordem de serviço para ampliação e reforma civil da infraestrutura para unificar o Colégio da Polícia Militar Dendezeiros, o Colégio Estadual Luiz Tarquínio e a Escola Luiz Tarquínio. O investimento realizado é da ordem de R$ 15 milhões e a estrutura passará a contar com um Complexo Esportivo Educacional.

De acordo com o secretário estadual da Educação, Jerônimo Rodrigues, o complexo escolar da Vila Militar contará com novas salas de aula, piscina, campo com gramado sintético e auditório. “Além disso, iremos melhorar a pista de atletismo e cobriremos a quadra já existente. Toda essa estrutura de esporte e lazer poderá também ser utilizada pela rede municipal de ensino, mediante agendamento”, afirmou.

As obras serão iniciadas imediatamente e a previsão é de que sejam concluídas no prazo de até 10 meses. A nova estrutura atenderá a demanda de pouco mais de três mil estudantes.

Informações: Bahia Notícias


MP deflagra operação que investiga ameaça de morte contra juiz em Vitória da Conquista
Foto: Divulgação/MP

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) deflagrou na manhã desta terça-feira (24) uma operação para apurar ameaças de morte contra juiz que atua na comarca de Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. Denominada “Thémis”, a ação cumpre um mandado de busca e apreensão na residência de uma mulher apontada como o principal alvo da investigação.

As diligências foram autorizadas pela 2ª Vara Criminal daquele município.

São apurados, além do crime de ameaça, supostos delitos de denunciação caluniosa e fraude processual.

Segundo o MP, as supostas ameaças foram enviadas por meio de diversas mensagens, algumas delas via redes social Instagram. Até o momento, a Promotoria diz ter apurado que uma suposta vítima de estupro teria sido a autora do envio das mensagens que teriam sido cuidadosamente “fabricadas” por ela, com o propósito de fortalecer as provas da suposta prática do crime que a teria vitimado.

De acordo com o MP, a mulher foi identificada após um esforço investigativo, por meio de diligências de campo e medidas judiciais e administrativas na seara cibernética.

A operação é realizada por promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), com o apoio do Núcleo de Combate aos Crimes Cibernéticos (Nucciber).

Nome da ação, Thémis faz alusão à deusa da Justiça. Segundo a mitologia grega, trata-se de uma das titãs do sexo feminino, considerada a personificação da ordem e do direito, sendo ratificados pelo costume e pela lei.

Informações: Metro1


Sede da Polícia Federal em Brasília
Foto: Marcelo Camargo

A Polícia Federal (PF) foi às ruas na manhã de hoje (24) para cumprir um mandado de prisão preventiva e dois de prisão temporária na Operação Script Kiddie. Os alvos são suspeitos de participação em um ataque hacker contra o Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

São cumpridos também cinco mandados de busca e apreensão. As diligências foram deflagradas nas cidades de São Paulo e Araçatuba (SP). Todas as medidas foram autorizadas pela 10ª Vara Federal de Brasília, a pedido da PF.

Os envolvidos podem responder pelos crimes de invasão de dispositivo eletrônico e associação criminosa. Segundo a PF, foram apreendidos na casa de um dos investigados presos R$ 22 mil em espécie, além de uma arma de fogo ilegal e uma mídia eletrônica de interesse da investigação.

A operação é fruto de um inquérito instaurado a pedido do presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, após o portal do tribunal ter sido invadido, e a página inicial ter sido alterada, em 1º de junho. “Não foram identificados quaisquer elementos que possam ter prejudicado a segurança do sistema eleitoral”, afirmou a PF em nota.

Com o termo Script Kiddie, a PF faz referência a hackers menos experientes e habilidosos, que se utilizam de ferramentas e esquemas já utilizados por outros hackers para realizar ataques cibernéticos.

Agência Brasil


Polícia faz buscas em sede de torcida organizada do Bahia e prende homem em flagrante
Foto: Divulgação / Polícia Civil

Policiais da 3ª Delegacia de Homicídios (DH/BTS) prenderam um homem em flagrante, apreenderam cinco munições e oito frascos de um líquido aparentando ser lança perfume, durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na sede da Torcida Organizada Bamor localizado na Joana Angélica. A Bamor é a maior organizada do Bahia. A prisão ocorreu nesta segunda-feira (16) durante a Operação Paz no Futebol.

As ações têm o objetivo de encontrar elementos que contribuam para a elucidação do assassinato de Luís Fernando Ribeiro Lacerda. Equipes da Coordenação de Operações Especiais (COE) também participaram da operação.

O crime ocorreu em junho, no bairro de Nazaré. Luís, que era integrante da Torcida Uniformizada os Imbatíveis (TUI), do Vitória, foi atingido por disparos de arma de fogo.

Um membro da TUI contou, em anonimato, que antes do assassinato de Luis Fernando, membros da organizada rubro-negra se juntaram para atacar a sede da Bamor e tentar atirar em alguns integrantes da torcida rival. No entanto, não soube confirmar se o atentado que estava sendo planejado foi efetivado.

De acordo com o coordenador da 3ª DH / BTS, delegado Oscar Vieira, a rivalidade entre torcedores é a principal motivação do crime. “Estamos apurando informações e resultados de perícias realizadas pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT). Com o resultado desta operação, teremos mais consistência nos desdobramento das investigações”, afirmou.

Informações: Metro1


Foto: Reprodução

O Ministério Público de Goiás (MPGO) propôs que as duas ex-mulheres e a ex-sogra de Lázaro Barbosa paguem R$ 550 e o processo judicial contra elas chegue ao fim. Elas devem dizer se aceitam ou não em audiência.

A informação foi divulgada pelo Metrópoles. A Polícia Civil indiciou, em julho, a ex-sogra de Lázaro, Isabel Evangelista de Sousa, e as ex-companheiras dele, Luana Cristina Evangelista Barreto e Ellen Vieira da Silva, por favorecimento pessoal.

De acordo com as investigações, elas teriam tido contato com o criminoso enquanto ele era procurado pela polícia e omitiram essa informação.

A promotora de Justiça Lorena Mendes pediu ao Juizado Especial Criminal de Águas Lindas de Goiás, na quarta-feira (11), para marcar uma audiência preliminar com objetivo de chegar a um acordo de transação penal, por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo.

Caso as mulheres aceitem a proposta e paguem a multa, o processo é extinto. Se não fecharem acordo ou se aceitarem e não pagarem, o processo volta para análise na Justiça quanto ao oferecimento de denúncia.

A transação penal ocorre quando o réu aceita cumprir pena de maneira antecipada. No caso das rés, o MP propõe o pagamento de multa de R$ 550.

O CASO
As buscas por Lázaro Barbosa duraram 20 dias, desde que ele cometeu uma chacina contra uma família no Distrito Federal. Durante a fuga, ele invadiu chácaras da região rural entre Cocalzinho e Águas Lindas.

Informações: Bahia Notícias


PF cumpre mandados em Ilhéus e Itabuna em combate à fraude durante pandemia
Foto: Divulgação / PF

Nove mandados de busca e apreensão são cumpridos pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira (11) em Ilhéus e Itabuna, no Sul baiano. Intitulada de Nefanda, a operação tem como objetivo o combate a fraudes em licitação e desvios de recursos públicos federais empregados para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus.

Junto com a Controladoria Geral da União (CGU), a PF apurou que o município de Ilhéus, mediante dispensa de licitação, contratou empresa sem capacidade técnica e operacional demonstradas, cujo objeto social é “recreação e lazer”. A companhia – contratada para gerir abrigo destinado ao acolhimento de pacientes com Covid-19 – teria recebido cerca de R$ 1,2 milhão para administrar o local.

Ainda segundo a operação, as investigações começaram em novembro do ano passado e revelaram, segundo a PF, “fortes indícios de fraudes no procedimento de dispensa de licitação que culminou na contratação da empresa, dentre os quais: ausência de detalhamento do objeto licitado, cotação fraudulenta de preços, direcionamento e início da execução do serviço que seria contratado antes mesmo do encerramento do procedimento de dispensa de licitação”.

Informações: Bahia Notícias


Polícia encerra festa em Itabuna, no interior da Bahia
Foto: Reprodução/TV Bahia

No último domingo (08) a Policia Militar encerrou uma festa clandestina na cidade de Itabuna, no sul da Bahia. A festa reunia cerca de 500 pessoas No local, a polícia também apreendeu quantidades de drogas. Ninguém foi preso.

Segundo informações da PM, policiais e uma equipe da Guarda Civil chegaram ao local após uma denúncia. Ainda de acordo com a polícia, ao chegar na festa, algumas pessoas que estavam presentes no local começaram a arremessar objetos contra as viaturas antes da aglomeração ser dispersada..

Informações: Metro1


Foto: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil
Foto: Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil

A Polícia Federal cumpriu, nesta quinta-feira (5), três mandados de busca e apreensão contra alvos relacionados à prática de pedofilia pela internet. Suspeitos foram abordados em Salvador, Alagoinhas e Maragogipe.

De acordo com informações da Polícia Federal, as investigações iniciaram com informações sobre disponibilização de arquivos de vídeo ou imagem em plataformas ou aplicativos.

Conforme a legislação brasileira, é crime armazenar, produzir e compartilhar conteúdo sexual envolvendo crianças e adolescentes. A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos pelo compartilhamento, e de 4 a 8 anos pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

Informações: Bahia.ba


Foto: Agência Senado/Edilson Rodrigues

A Polícia Federal (PF) instaurou inquérito nesta quarta-feira (4) a fim de apurar um suposto vazamento de depoimentos sigilosos enviados pelo órgão à CPI da Covid-19. O material está ligado a duas investigações da PF acerca do caso Covaxin e da acusação de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Não foi estipulado, contudo, quem são os alvos da apuração e onde o inquérito vai tramitar.

A PF disse por meio de nota que encaminhou à Comissão a íntegra dos autos dos inquéritos no dia 2 de agosto e o depoimento de oito pessoas intimadas sem edições. Desde então, vídeos e termos das oitivas foram divulgados pela imprensa.

– Em obediência às disposições processuais penais e com o objetivo de resguardar o andamento das investigações, a Polícia Federal solicitou à comissão parlamentar o necessário sigilo das oitivas – diz o órgão.

Em resposta, o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede), afirmou que não aceitará “intimidações” e recorrerá ao Supremo Tribunal Federal (STF) para trancar o “inquérito ilegal e ilegítimo”.

– Atenção! Iremos ao STF com pedido de investigação contra o ministro da Justiça, Anderson Torres, e o diretor-geral da PF, Paulo Maiurino, para que o inquérito aberto com o claro objetivo de atacar a CPI da Covid, seja trancado! Não vamos aceitar intimidações! – declarou em sua conta oficial no Twitter.

Informações: Pleno News