Vinícius Santana Cangussu, de 21 anos, morreu em um acidente na noite de sábado (29), em frente a um posto de combustível, na Avenida Presidente Dutra em Feira de Santana.
Segundo populares, a vítima conduzia uma motocicleta Honda Biz quando colidiu o veículo em um poste por volta das 23h. Ele teve ferimentos na cabeça e fratura nos membros. Não há outras informações sobre as circunstâncias do acidente. Vinícius era cantor, compositor e cursava ciências contábeis. Ele morava no bairro Serraria Brasil.
A delegada Fernanda Gabriela efetuou o levantamento cadavérico com peritos do Departamento de e policiais civis.
Preso na tarde desta sexta-feira (28), em Feira de Santana, o suspeito pela morte do médico Andrade Lopes Santana teria confessado o crime. Segundo a polícia, ele era amigo da vítima.
O acusado, que também é médico, teve a prisão temporária decretada por 30 dias pela juíza titular da Vara do Júri de Feira de Santana após os investigadores suspeitarem do envolvimento dele.
Segundo informações, o suspeito teria vendido uma ‘Glock’ para a vítima mas não queria entregar a arma. Andrade então havia pedido o dinheiro, cerca de R$ 9 mil reais, de volta e a motivação do crime teria sido uma desavença entre os dois.
Andrade Lopes, de 32 anos, havia desaparecido na segunda-feira (24), depois de sair de Araci, na região sisaleira, com destino a Feira de Santana. Natural do Acre, Andrade teve o corpo amarrado a uma âncora, também localizada pelos policiais.
O corpo do médico Andrade Santana Lopes foi liberado do Departamento de Polícia Técnica de Feira de Santana (DPT), na manhã deste sábado (29) e seguiu para Araci onde está sendo sepultado neste momento.
Ivanilda Lopes, tia do médico, ficou em Feira de Santana para assinar a liberação do corpo enquanto os demais familiares foram aguardar em Araci.
O corpo de Andrade foi encontrado no Rio Jacuípe em São Gonçalo dos Campos, após a vítima ter ficado desaparecida por cinco dias. O médico foi morto com um tiro na nuca, e um colega dele, também médico, é apontado como o principal suspeito. Ele está preso.
Andrade Santana era natural do Acre e morava em Araci, onde trabalhava.
O homem preso por suspeita de matar o médico Andrade Lopes Santana, que estava desaparecido desde o dia 24 de maio e teve seu corpo encontrado nesta sexta (28), era um amigo da vítima. Mais do que isso, o suspeito foi o responsável por registrar o desaparecimento do médico na 2ª Delegacia de Feira de Santana. O corpo de Andrade foi encontrado momentos antes da prisão, no Rio Jacuípe, no município de São Gonçalo dos Campos, com uma marca de tiro na nuca.
A prisão, que ocorreu na casa do suspeito, no bairro da Santa Mônica, foi realizada por equipes da 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Feira) e pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Feira de Santana.
Delegado responsável por conduzir as investigações do caso, Roberto Leal afirmou em entrevista ao CORREIO que o homem se tornou o principal suspeito do crime por cair em uma série de contradições durante o depoimento.
Uma das contradições do suspeito foi de que Andrade tinha comentado que sairia para comprar uma moto aquática para os dois passearem no Rio Jacuípe. De acordo com o delegado, essa hipótese já foi descartada.
O suspeito também é médico e era tão próximo à vítima que recebeu os familiares dele. Andrade não tinha parentes na Bahia, toda a sua família mora no estado do Acre, no Norte do país.
Desde a última quinta-feira, a mãe de Andrade e outras seis pessoas estão em Feira de Santana. A família veio do Acre para acompanhar as investigações do caso. O CORREIO não conseguiu contato com a família até o fechamento da reportagem.
Andrade morava no município de Araci e trabalhava em cidades da região, como Tucano, Caldas do Jorro e São Domingos. As investigações apontaram que ele foi a Feira de Santana para resolver alguma pendência no Exército. Chegou à cidade na segunda-feira (24) e desapareceu.
Após denúncias, o corpo do médico foi encontrado por pescadores no Rio Jacuípe, em São Gonçalo dos Campos, perto de Feira de Santana.
O suspeito não teve a identidade divulgada e foi preso instantes após a localização e identificação do corpo por equipes da 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Feira de Santana. Ele estava no bairro da Santa Mônica, área nobre da cidade.
Pescadores encontraram na manhã desta sexta-feira (28) o corpo do médico psiquiatra Andrade Lopes Santana, de 32 anos. Ele estava desaparecido desde a última segunda-feira (24), quando saiu de Araci com destino a Feira de Santana. A informação foi confirmada à nossa reportagem por um familiar da vítima. De acordo com os peritos do Departamento de Polícia Técnica (DPT), foi constatado um disparo de arma de fogo na nuca e uma corda no braço amarrada a âncora para o corpo não subir.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) localizou o veículo do médico, trancado e sem os pertences, no mesmo dia, em Conceição do Jacuípe. No dia seguinte, foi registrada uma queixa na 2ª Delegacia Territorial de Feira de Santana, feita por um médico amigo da vítima.
O líder de uma organização criminosa e autor de pelo menos 100 homicídios na região sudoeste da Bahia foi preso na noite desta quinta-feira (27). O criminoso estava foragido e foi encontrado em São Paulo. É o 4 de Copas do Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública (SSP)
Segundo a secretaria, o traficante de drogas e homicida possuía três mandados de prisão e tinha a fama de assassinar rivais com extrema crueldade, em alguns casos, queimando as vítimas.
A captura foi realizada pela Delegacia de Homicídios (DH) da 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) de Vitória da Conquista, com apoios da Superintendência de Inteligência (SI) da SSP e do Grupo de Operações Especiais do DEIC de SP, na cidade paulista de São Bernardo do Campo.
A SSP informou que, além do integrante do Baralho do Crime, um dos seus aliados do crime, também autor de homicídios, foi preso na Bahia.
combate aos garimpos clandestinos nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no município de Jacareacanga, no Pará, é o objetivo da Operação Mundurukânia, da Polícia Federal. Os crimes investigados são de associação criminosa (Artigo 288 do Código Penal), exploração ilegal de matéria-prima pertencente à União e delito contra o meio ambiente.
“Essa prática, além de provocar graves danos ao meio ambiente devido ao uso de produtos químicos altamente nocivos, causando a poluição de rios e lençóis freáticos, também gera uma série de outros problemas sociais na região, como conflitos entre garimpeiros e indígenas”, explicou a PF em nota sobre a ação, que começou ontem (25).
Efetivo Coordenada pela Polícia Federal, a Operação Mundurukânia está sendo realizada em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Ibama e a Força Nacional. Ao todo, foram empregados 134 servidores entre policiais e agentes de fiscalização, além da utilização de aeronaves e veículos 4×4.
Operações Segundo a PF, outras ações nesse mesmo sentido vêm sendo deflagradas na região ao longo dos últimos anos, como a Operação Pajé Brabo, em 2018; a Operação Bezerro de Ouro, em 2020, que teve duas fases, a Operação Divita 709, em 2021 e a Operação Bezerro de Ouro 709, também em 2021.
As operações fazem parte de uma série de medidas determinadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, em julho do ano passado, para realizar o enfrentamento e monitoramento da covid-19, para evitar o contágio e a mortalidade entre a população indígena. Dentre as medidas solicitadas, estão a expulsão de invasores das terras indígenas, assim como a implantação de barreiras sanitárias periódicas, ampliação da assistência médica e social e entrega de cestas de alimentos.
Nome De tradição guerreira, os Mundurukus dominavam culturalmente a região do Vale do Tapajós, que nos primeiros tempos de contato durante o século XIX era conhecida como Mundurukânia, e daí se extraiu o nome da operação.
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), dirigentes e ex-dirigentes da entidade e o ex-prefeito da cidade de Saquarema Antonio Peres Alves são alvos de uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) nesta quinta-feira (20).
Os mandados são cumpridos em diversos bairros do Rio de Janeiro e na cidade de Saquarema. Entre os alvos estão as sedes da CBV e a residência de Ary Graça Filho, ex-presidente da CBV e atual presidente da Federação Internacional de Voleibol (FIVB), Fabio André Dias Azevedo, ex-superintendente da CBV e atual Diretor-Geral da FIVB, e Antônio Peres Alves, ex-prefeito de Saquarema.
De acordo com o MP, o lastro financeiro obtido pelo quadrilha com o esquema montado passa de R$ 52 milhões.
De acordo com o delegado Thales Nogueira, após fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego a investigação identificou que em dois pequenos escritórios no Município de Saquarema funcionavam de forma fictícia e beneficiaram mais de mil empresas com concessões fiscais dadas durante a ex-gestão municipal.
Os valores obtidos com as centenas de contratos de sublocação eram repartidos entre os integrantes da organização criminosa.
Dentre as empresas investigadas, funcionavam também no local empresas que recebiam valores da CBV para a prestação de serviços que nunca foram realizados. Com o auxílio de relatórios de inteligência financeira produzidos pelo COAF e através de quebra de sigilo fiscal apurou-se a ocorrência de crimes de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio através de diversas transações de compra e venda de imóveis por valores abaixo do valor de mercado.
De acordo com a Polícia Civil e o MP, os valores obtidos pela organização criminosa entre contratos não cumpridos, sublocações fictícias dos imóveis comerciais e patrimônio sem lastro financeiro somam mais de R$ 52 milhões – a Justiça determinou o bloqueio deste valor.
Os envolvidos foram denunciados por furto qualificado pela fraude, organização criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.
“Durante o mandato do ex-prefeito Antonio Peres Alves (2000/2008), foram editadas as Leis Complementares nº 16/2004, 17/2005 e 20/2007, que concediam benefícios fiscais abaixo do piso constitucionalmente previsto, o que fomentou a criação de várias empresas “fantasmas” em Saquarema. A manobra promoveu um aumento exponencial e irregular da arrecadação no Município e uma grande evasão fiscal em outras cidades, pois as empresas que participaram do esquema de declarar falsamente o local de suas sedes, deixaram de recolher tributos nos municípios onde efetivamente eles eram devidos”, diz trecho da denúncia do MPRJ.
A operação tem por finalidade apreender aparelhos de telefone celular, computadores, joias, valores em espécie e outros documentos relacionados aos crimes e acontece em diversos bairros no Rio de Janeiro e Saquarema, na região dos Lagos.
Por meio de nota, a CBV confirma que recebeu a Polícia Civil em suas sedes na Barra da Tijuca e na cidade de Saquarema. “Funcionários da confederação prestaram todo o auxílio às autoridades policiais que buscavam documentos relativos a um suposto esquema de fraude tributária que teria contado com o auxílio do ex-presidente da CBV, Ary Graça Filho.”
“A atual gestão da confederação cooperará integralmente com a investigação e, se forem comprovados prejuízos financeiros à CBV, tomará todas as medidas necessárias para que estes valores sejam integralmente ressarcidos à comunidade do voleibol”, diz a nota.
A Polícia Civil do Rio investiga se o funkeiro Kevin Nascimento Bueno, de 23 anos, conhecido como MC Kevin, morreu ao tentar pular de uma sacada para outra do hotel onde estava hospedado, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. Os quartos ficam no quinto andar do edifício. Segundo essa versão ainda não confirmada, Kevin teria ido para o quarto ao lado do qual estava hospedado para participar de uma festa com amigos e teria ficado com medo da reação da mulher, Deolane Bezerra.
O relato consta em um vídeo que havia sido publicado por Anny Alves, passista do Acadêmicos do Tucuruvi, escola de samba paulistana, amiga de Kevin.
– Depois do show, os meninos foram fazer (inaudível) no quarto. Chamaram um monte de mulher e tal. O Kevin estava no quarto do lado. Os moleques chamaram ele para ir para o quarto, trancaram ele lá e fizeram uma brincadeira de mau gosto – contou Anny.
– Depois bateram na porta. O Kevin achou que era a mulher dele e se desesperou. Foi tentar pular de uma varanda para outra dos quartos. O vidro acabou quebrando, não resistiu. Despencou os dois para baixo – complementou a passista.
O vídeo já foi apagado.
Outra versão, que também está sendo investigada, aponta que Kevin teria tentado pular da varanda para a piscina, que fica no pátio.
Deolane Bezerra deixou o hotel por volta das 10h40 da manhã desta segunda-feira (17) ao lado da irmã, Daniele Bezerra. Nenhuma das duas quis se manifestar sobre a morte do cantor. Familiares e amigos do funkeiro prestaram depoimento na 16ª DP. A polícia periciou o quarto em que o funkeiro estava e o quarto em que estava acontecendo a festa. Imagens das câmeras de segurança do hotel também auxiliarão no inquérito.
De acordo com a assessoria do Corpo de Bombeiros, a corporação foi acionada por volta das 18h15.
Nas redes sociais, uma jovem chegou a compartilhar vídeos de Kevin na varanda de um prédio e de uma pessoa sendo socorrida pelos bombeiros.