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Polícia prende homem apontado como maior fornecedor de drogas do sudoeste baiano
Foto: Haeckel Dias / Polícia Civil

homem considerado o maior fornecedor de drogas da região sudoeste do estado, foragido desde 2018 do sistema prisional, foi preso no sábado (10), em ação integrada entre a Delegacia de Homicídios de Vitória da Conquista e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A Polícia Civil informou que ele teria ido a Conquista para se reunir com membros do grupo criminoso, a fim de traçar novas estratégias de distribuição e venda de drogas.

Segundo a corporação, ele faz parte do núcleo familiar de Jasiane Silva Teixeira, a “Dona Maria”, líder da organização criminosa e apontada como maior traficante da Bahia. Ela foi presa em 2020 e solta no mesmo ano pela Justiça.

A distribuição dos entorpecentes ficou prejudicada na região, após a prisão de um dos integrantes do grupo criminoso em São Paulo, feita também pela DH com apoio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), de São Bernardo do Campo. A chegada do traficante, então, passou a ser aguardada. “Ele precisou vir na cidade para organizar as coisas, porém a gente já o vinha investigando e sabíamos a data e o veículo em que ele estava”, disse o titular da unidade, delegado Cléber Rocha Andrade.

A investigação contou com a colaboração da Polícia Civil dos estados de Pernambuco e Rio Grande do Norte. “Ele fugiu do Sistema Prisional de Pernambuco em janeiro de 2018 e, desde então, estaria usando documentos falsos. Neste sábado, tivemos informações que ele estaria trafegando entre Conquista e Poções em um carro Toyota Corolla, placa QYP 0I81”, explicou o delegado.

A Polícia Rodoviária Federal fechou o cerco na pista e abordou o carro. “Durante a abordagem, ele apresentou o documento falso e recebeu voz de prisão em flagrante. Na delegacia, também cumprimos o mandado de prisão em seu desfavor após a fuga”, relatou.

O acusado tinha várias passagens pela polícia. Ele foi preso em 2008 pela 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) de Vitória da Conquista, com 15 quilos de pasta-base de cocaína. Em 2009, ele fugiu do Presídio Nilton Gonçalves. Já em 2010, ele foi capturado em Petrolina (PE), com três quilos de cocaína. Dentro do sistema prisional, ele comandava a distribuição de droga na região sudoeste da Bahia e foi alvo em 2011 da Operação Cerco Fechado, realizado pela Polícia Federal.

Metro1


Barreiras: Professor do Ifba acusado de assédio contra alunas é alvo da PF
Foto: Reprodução 

O professor do Ifba acusado de cometer abuso sexual e moral teve um mandado de busca cumprido contra ele na manhã desta quinta-feira (8). O docente é suspeito de cometer o crime contra alunas do campus de Barreiras, na Bacia do Rio Grande, Extremo Oeste baiano.

Na ação, intitulada de Operação Corretivo, a Polícia Federal também apreendeu um celular do professor que teria provas de materialidade dos crimes. O docente também é acusado pelo crime de coação ao curso do processo administrativo disciplinar.

Informações: Bahia Notícias


A Prefeitura de Feira já definiu a empresa que será responsável pela construção da 64ª Companhia Independente da Polícia Militar. O prédio será localizado no Centro de Abastecimento, na rua Dr. Olímpio Vital.

A CLAP Construtora Ltda é a vencedora da licitação pública, conforme publicação no Diário Oficial Eletrônico, na sexta-feira, 2. O prazo para execução do serviço está estipulado em sete meses, contados a partir da emissão da Ordem de Serviço.

O valor da obra é de R$ 762.711,25 e o prédio terá 650 m².


Carta encontrada com Lázaro pode ter citado detalhes de chacina no DF, diz polícia
Foto: Divulgação

Uma carta, encontrada com Lázaro Barbosa no dia que foi pego em Águas Lindos (GO), descreve momentos de um crime em que uma pessoa reagiu. Investigadores acreditam que o relato pode se referir à chacina na fazenda da família Vidal, em Ceilândia.

O Fantástico teve acesso ao papel. “O cara tava armado e antes de eu conseguir enquadrar a vítima, ainda conseguiu avisar uma pessoa, que quando eu vi já foi só os tiros”, escreveu.

A delegada da Polícia Civil de Goiás, Rafaela Azzi, afirmou que Elmi Caetano, fazendeiro preso por possível apoio na fuga de Lázaro ao abrigá-lo em sua casa, pode ter sido o mandante da chacina no Distrito Federal.

“Considerando que havia um laço anterior, que Lázaro já era conhecido pelo proprietário e na entrevista o proprietário fala que aquela família devia um dinheiro a ele, nós não descartamos a hipótese de que ele tenha, realmente, usado Lázaro para cobrar a dívida e, não recebendo, matar aquelas pessoas”, diz a delegada.

Na carta, Lázaro também diz que precisa recarregar uma arma de fogo. “Já tive dois confrontos […] tô zerado de munição. Pra pegar pra mim, eu vou te adiantar 500 reais”.

CHACINA
Lázaro matou o empresário Cláudio Vidal, de 48 anos, a mulher dele, Cleonice Marques, de 43 anos, e os dois filhos. O criminoso morreu em confronto com a polícia no dia 28 de junho, no 20º dia de buscas.


PM encerra nove festas em Feira de Santana durante o final de semana

Visando combater o avanço do novo Coronavírus, a Polícia Militar da Bahia, através do Comando de Policiamento da Região Leste (CPRL), junto a órgãos municipais iniciaram no domingo (04) a Operação Toque de Recolher, se estendendo até às 05h de segunda (05), com base nos decretos estadual e municipal.

Em Feira de Santana foram registrados 09 encerramentos de festa ou paredões, 18 orientações ao público e 17 deslocamento por denúncia de descumprimento de decreto.

Em toda a região leste a Polícia Militar contabilizou 13 encerramento de festa ou paredões, 8 fechamentos de estabelecimentos, 187 orientações ao público e 25 deslocamentos por denúncia de descumprimento da determinação.

“Estamos travando uma batalha contra um inimigo invisível e a nossa meta é vencê-lo! Por isso mais do que nunca precisamos da compreensão e colaboração da sociedade nessa luta em prol da saúde e da segurança de todos”, relatou o Coronel PM Nilton Paixão.

Informações: De Olho na Cidade


Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

A Polícia Federal (PF) decidiu indiciar o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI da Pandemia, pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. As investigações da corporação indicam que o senador teria pedido e recebido R$ 1 milhão em propina da Odebrecht em 2012.

Segundo os investigadores, o valor teria sido pago em troca de o senador atuar pela aprovação de uma resolução que restringia incentivos fiscais a produtos importados que vinham sendo concedidos pelos estados com o objetivo de beneficiar a companhia Braskem.

Os agentes da PF ainda apontaram que Calheiros, que foi identificado pelo codinome “Justiça” no sistema da Odebrecht, teria recebido o dinheiro por intermédio de um funcionário de seu operador financeiro no dia 31 de maio de 2012, no bairro da Mooca, em São Paulo (SP).

O inquérito foi aberto pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), em abril de 2017 a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) e com base na delação premiada de ex-executivos do grupo Odebrecht.

O advogado Luís Henrique Machado, que atua na defesa do senador, disse estar confiante de que a investigação será arquivada por acreditar que as apurações estão baseadas apenas em depoimento de delatores e afirmou que “jamais foi encontrado qualquer indício de ilicitude sobre os seus atos”.

O relatório de 110 páginas, assinado pelo delegado Vinicius Venturini, foi enviado ao STF nesta quinta-feira (1º). Fachin, responsável pelo inquérito na Corte, deve agora enviar o caso para a PGR analisar o relatório concluído pela PF e decidir se denuncia o senador ou se arquiva a investigação.

Informações: Pleno News


Justiça prorroga prisão de médico que matou o amigo em passeio de moto aquática
Foto: Montagem Reprodução Instagram

A justiça prorrogou por mais 30 dias a prisão temporária do médico Geraldo Freitas de Carvalho Júnior, 32 anos, assassino confesso do também médico Andrade Lopes Santana, 32. O inquérito que apura o caso também foi prorrogado por mais 30 dias. As informações são do delegado Roberto Leal, coordenador da 1ª Coorpin (Feira de Santana), responsável pelas investigações.

Apesar de Geraldo já ter confessado o crime, a polícia ainda apura a motivação e por isso pediu prorrogação do prazo para concluir o inquérito e solicitou prorrogação da prisão. Geraldo foi preso no dia 28 de maio, três dias depois de ele próprio registrar um boletim de ocorrência pelo desaparecimento do amigo, que morava e trabalhava em Araci (a 211 Km de Salvador).

Andrade tinha ido a Feira de Santana resolver problemas pessoais e depois aceitou um convite para passear de moto aquática com Geraldo Júnior. No dia da prisão, Geraldo ficou em silêncio, mas seis dias depois pediu para prestar um novo depoimento, quando confessou o crime.

Na época, o delegado informou que o assassino confesso apontou como motivo do crime um sonho profético que um parente dele teve informando que ele seria morto naquele dia. Conforme relato de Geral Júnior, a desconfiança de que o amigo Andrade poderia matá-lo surgiu quando Júnior viu uma troca de mensagens, no celular de Andrade, com um desafeto dele.

“Ele (Geraldo) mandou Andrade dirigir a moto aquática e exigiu que o amigo entregasse o celular. Como Andrade não entregou, ele colocou a arma na cabeça da vítima ameaçando e depois fez o disparo”, relatou o delegado à época.

No dia 09 de junho, o advogado Guga Leal tentou explicar melhor qual seria o teor do depoimento do seu cliente. O defensor afirmou que o tiro foi acidental depois de um desentendimento entre eles por causa das mensagens no celular da vítima com um desafeto de Geraldo.

Conforme Guga Leal, na conversa, havia perguntas do desafeto de Geraldo sobre onde ele andava, sobre os momentos que ficava desarmado.

“Eles foram andar de Jet Ski e Geraldo ameaçou a vítima com a arma em punho para entregar o celular. Quando Andrade tirou a mão do acelerador, o Jet Ski deu uma espécie de tombo e a arma disparou acidentalmente”, relatou o advogado na ocasião.

Informações do Metro 1


Foto: Divulgação

A deputada federal Vivi Reis (PSOL-PA) gerou revolta nas redes sociais após acusar a polícia de Goiás de matar o maníaco Lázaro Barbosa sem “ouvir” o que ele tinha para dizer. Lázaro foi morto com mais de 20 tiros na manhã desta segunda-feira (28), após intensa troca de tiros com a polícia.
– Lázaro foi preso e morto. A perseguição do criminoso deixou um lastro de ódio, intolerância religiosa e abusos. A celebração de sua morte é retrato da espetacularização dessa caçada de 20 dias e R$ 19 milhões. Quando o capturam, ao invés de ouvi-lo, o executam. Vexame – escreveu.

Com a repercussão negativa do post e acusações de que estaria defendendo Lázaro – que havia matado cinco pessoas, sendo quatro da mesma família, entre outros crimes -, Vivi apagou o tuíte e fez uma nova publicação para, segundo ela, “explicar melhor” sua opinião.

– Já que o último tuíte abriu margem para interpretações equivocadas, vou explicar melhor. Lázaro causou dor em muitas famílias. Minha solidariedade a todas elas! Porém, somente o interrogando saberíamos se ele estava a mando de outras pessoas, evitando que mais gente siga impune – argumentou.

Ainda segundo ela, o objetivo de capturar Lázaro vivo era “descobrir” se o criminoso agia sozinho.

– Ele tinha que responder pelos crimes que cometeu, mas se não estivesse sozinho seria necessário descobrir. Talvez agora fique mais difícil. A nós não interessa a impunidade – declarou.

Informações: Pleno News


Tiro que matou Lázaro foi disparado por PM dentro de helicóptero
Foto: Divulgação SSP Goiás

O tiro que matou Lázaro Barbosa foi disparado dentro de um helicóptero da Polícia Militar que fazia a caçada ao criminoso. A informação foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de Goiás. Durante a ação, Lázaro foi atingido e morreu. A caçada ao criminoso durou 20 dias. Lázaro é suspeito de matar uma família (pai, mãe e dois filhos) em Goiás. Desde então, a polícia empreendeu uma enorme caçada, usando helicópteros, drones e cães farejadores.

Lázaro é natural da cidade de Barra do Mendes, no centro-norte da Bahia. Lá, ele também cometeu crimes e foi preso pela polícia após longa fuga de 15 dias. A esposa de Lázaro Barbosa foi levada até o Instituto Médico Legal de Goiás para reconhecer o corpo do criminoso.

Informações: Metro1


O maníaco foi cercado por agentes de segurança e, durante troca de tiros, acabou baleado e abatido

Foto: Divulgação

Suspeito de matar uma família no Distrito Federal e balear outras cinco pessoas numa série de assaltos em chácaras na capital do país e em Goiás, Lázaro Barbosa de Sousa, 32 anos, foi morto durante confronto com forças policiais na manhã desta segunda-feira (28/6), numa mata nas imediações da casa da ex-sogra, em Águas Lindas (GO).

Mais cedo, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, fez o anúncio em suas redes sociais de que o serial killer teia sido preso. Instantes depois, agentes que trabalham na captura confirmaram que ele estaria morto. O corpo foi levado para o Hospital Bom Jesus, em Águas Lindas.

O maníaco estava foragido havia 20 dias. Nesse período, invadiu várias propriedades rurais fez reféns, roubou alimentos e impôs terror com violência e ameaças.

Durante a madrugada desta segunda, câmeras de segurança flagraram Lázaro andando por uma rua perto da casa da ex-sogra, em Águas Lindas. Nas primeiras horas da manhã, agentes cercaram o local. Após a mobilização de cães farejadores e helicópteros, o psicopata foi localizado, mas não se rendeu e abriu fogo contra a guarnição, que revidou.

Pessoas ligadas a Lázaro chegaram a fazer contato com um advogado criminalista para negociar sua rendição. O foragido planejava se entregar à polícia de uma forma que garantisse a sua integridade física.

Telefones de familiares, amigos e um aparelho que Lázaro carregava pela mata durante a fuga cinematográfica foram grampeados e monitorados pelas equipes de investigação. As informações facilitaram a prisão do maníaco.

Veja o vídeo do anúncio do governador de Goiás:

Na terça-feira (22/6), em entrevista exclusiva ao Metrópoles, um criminalista chegou a dar indicativos de que o serial killer pretendia colocar um ponto final na fuga. O defensor assegurou ter sido abordado por um grupo religioso que estaria auxiliando Lázaro. “Me especularam se eu tinha condições de garantir a integridade física dele”, afirmou ele, que pediu para não ser identificado.

Chacina

O cerco ao autor da chacina que aterrorizou moradores da região do Incra 9, em Ceilândia, e de Cocalzinho (GO) durou 20 dias e terminou depois que Lázaro trocou tiros duas vezes com a polícia e também com um caseiro de uma chácara em Areia Branca.

Metrópoles apurou que Lázaro teria pedido comida, e o caseiro não quis dar. Ele, então, efetuou disparos contra a janela da chácara, e o funcionário revidou. O caseiro não ficou ferido.

Tiros
Janela de chácara onde Lázaro efetuou disparos nesta segunda

Lázaro é suspeito de matar Cláudio Vidal de Oliveira, 48 anos, Gustavo Marques Vidal, 21, e Carlos Eduardo Marques Vidal, 15. Ele ainda sequestrou Cleonice Marques de Andrade, 43 anos, esposa de Cláudio e mãe das outras vítimas. O crime ocorreu na madrugada de 9 de junho, no Incra 9, em Ceilândia.

O corpo de Cleonice foi encontrado três dias depois, em um matagal. O cadáver estava sem roupa e com um corte nas nádegas, em uma zona de mata perto da BR-070.

Veja fotos das operações em Goiás:

Yanka Romão/ Arte Metrópoles

As buscas por Lázaro Barbosa de Souza continuam na manhã desta segunda-feira (14/06) na BR-070.

Arthur Menescal/Especial Metrópoles

As buscas por Lázaro Barbosa de Souza continuam na manhã desta segunda-feira (14/06) na BR-070.

Arthur Menescal/Especial Metrópoles

As buscas por Lázaro Barbosa de Souza continuam na manhã desta segunda-feira (14/06) na BR-070.

Arthur Menescal/Especial Metrópoles

As buscas por Lázaro Barbosa de Souza continuam na manhã desta segunda-feira (14/06) na BR-070.

Arthur Menescal/Especial Metrópoles

As buscas por Lázaro Barbosa de Souza continuam na manhã desta segunda-feira (14/06) na BR-070.

Arthur Menescal/Especial Metrópoles

Caçada ao autor de chacina no DF

Arthur Menescal/ especial para o Metrópoles

Caçada ao autor de chacina no DF

Arthur Menescal/ especial para o Metrópoles

Caçada ao autor de chacina no DF

Arthur Menescal/ especial para o Metrópoles

Caçada ao autor de chacina no DF

Arthur Menescal/ especial para o Metrópoles

Caçada ao autor de chacina no DF

Arthur Menescal/ especial para o Metrópoles

Coronel Jorge Eduardo Naime da PMDF

Coronel da PMDF Eduardo Naime, chefe do Departamento de OperaçõesArthur Menescal/ especial para o Metrópoles

Coronel da PMDF, Eduardo Naime, chefe do Departamento de Operações

Rodney Miranda, secretário de Segurança Pública de GoiásArthur Menescal/ especial para o Metrópoles

Yanka Romão/ Arte Metrópoles1

Veja a cronologia do crime:

Desde que matou a família Vidal, Lázaro escapou do cerco policial e invadiu propriedades, fazendo novas vítimas. Ainda no Incra 9, em Ceilândia, ele entrou em outras duas propriedades. Obrigou os chacareiros a cozinhar para ele e, até, fumar maconha. Sempre agressivo, chegou a roubar e incendiar um carro, próximo a Cocalzinho.

No dia 12/6, ele invadiu a fazenda da família de um soldado do 8⁰ BPM, próximo à Lagoa Samuel. Ele fez o caseiro refém, quebrou tudo, bebeu e fumou maconha. Também obrigou o funcionário a consumir a droga.

Segundo a corporação, o soldado chegou à propriedade, no início da noite, foi até a cancela e, provavelmente, ao abri-la, o homem fugiu, levando o caseiro como refém.

O criminoso seguiu para a fazenda ao lado, a cerca de 700m, e baleou três homens. Havia no local uma mulher e uma criança. Testemunhas informaram que o suspeito da chacina colocaria fogo na casa e não o fez por causa das vítimas.

Informações Metrópoles

1 77 78 79 80 81 106