Na Itália desde a última sexta-feira (29) para participar do encontro do G20, o presidente Jair Bolsonaro concedeu entrevista à emissora local Sky TG24, que foi ao ar neste domingo (31). Para o presidente, seu governo “foi um milagre que salvou o Brasil”.
A entrevista tratou de temas como a pandemia, a CPI da Covid-19 e a economia brasileira. Bolsonaro também foi questionado sobre os ataques do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Em sua resposta, o presidente afirmou que a CPI é composta “por partidos de esquerda na oposição ao meu governo”. Ele disse ainda que os senadores do G7 “não fizeram nada durante a pandemia”. Bolsonaro também lembrou que o Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu autonomia para que estados e municípios tomassem as próprias medidas na condução da pandemia.
– Nós gastamos cerca de 100 bilhões de dólares. Demos fundos, meios e também profissionais para combater a pandemia, além de medicamentos – afirmou.
Bolsonaro também lembrou que Lula “quase fez nossa maior empresa petrolífera falir”.
– Um milagre salvou o Brasil: a nossa chegada em 2018 – apontou.
Os líderes das 20 maiores economias do mundo aprovaram neste sábado (30) a criação de um imposto global único de 15% para as grandes empresas. A medida pretende reformular as regras internacionais de tributação, com o desestímulo à evasão de recursos para paraísos fiscais. O acordo foi formalizado hoje (31) no comunicado final da reunião do G20, que ocorre em Roma neste fim de semana.
A taxação de 15% havia sido aprovada pelos ministros de Finanças do G20 em julho, após 136 países, entre os quais o Brasil, assinarem um acordo mediado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). A formalização do documento pelas 20 maiores economias do planeta era esperada na reunião de cúpula na capital italiana.
Pelo acordo, a partir de 2023, todos os países tributarão os lucros internacionais das empresas em pelo menos 15%. Os países que continuarem a aplicar impostos mais baixos serão retaliados. Segundo a OCDE, cerca de US$ 150 bilhões devem ser arrecadados por ano em todo o planeta de empresas que promovem a evasão fiscal e deixam de investir e gerar empregos.
Atualmente, multinacionais que apuram grandes lucros em áreas como licenciamento de marcas e propriedade intelectual transferem os recursos para subsidiárias em paraísos fiscais, onde pagam pouco ou nenhum imposto. Cada país terá de ratificar individualmente o novo acordo.
Originalmente, o governo do presidente norte-americano, Joe Biden, defendia a fixação de uma alíquota global de 21%. Após a resistência de alguns países industrializados que cobram impostos em torno de 10%, os países concordaram em instituir o imposto global em 15%.
Apesar de não conseguir adotar a alíquota planejada, Biden comemorou a medida. “Aqui no G20, os líderes que representam 80% do PIB [Produto Interno Bruto] do planeta – aliados e concorrentes do mesmo lado – tornaram claro o apoio para um imposto mínimo global forte”, postou o presidente norte-americano na rede social Twitter.
O primeiro-ministro italiano Mario Draghi, que ocupa a presidência rotativa do G20, classificou a medida como um acordo histórico para um sistema tributário mais justo e equitativo.
Dez passageiros de trem ficaram feridos após serem atacados por um homem armado com faca próximo à estação de Kokuryo, em Tóquio, no Japão.
O ataque ocorreu neste domingo (31/10) e está sob investigação da polícia. Não há informação sobre mortos no episódio.
De acordo com a imprensa local, a vítima mais grave do atentado é um homem de 60 anos, que ficou inconsciente após ser atingido por uma facada.
Trata-se do segundo ataque com faca em uma estação de trem da capital japonesa nos últimos dois meses. O último incidente ocorreu em agosto deste ano, na véspera da cerimônia de encerramento das Olímpiadas de Tóquio. Na ocasião, o número de vítimas foi o mesmo – ninguém morreu.
O repórter da Record Bahia, Marcelo Castro, se envolveu em um acidente de trânsito na madrugada deste domingo (31), durante uma blitz no bairro de Ondina. De acordo com testemunhas, o veículo do jornalista colidiu com uma viatura da Transalvador na Avenida Oceânica.
Marcelo estaria dirigindo uma BMW branca e em vídeos compartilhados nas redes sociais, uma testemunha chega a falar que escapou do acidente. “Foi Deus que fez eu virar e olhar, se não ele me pegava”, diz.
De acordo com a Transalvador, “o condutor se recusou a realizar o teste de alcoolemia no etilômetro (bafômetro) e, diante da gravidade da ocorrência, foi encaminhado para a Central de Flagrantes da Polícia Civil.”
Depois de sete meses de pagamento, a Caixa Econômica Federal conclui hoje (30) o pagamento da rodada de 2021 do auxílio emergencial. Neste ano, o benefício foi pago a 39,2 milhões de famílias, dos quais 23,9 milhões de trabalhadores informais, 10 milhões inscritos no Bolsa Família e 5,3 milhões inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).
O depósito da sétima e última parcela do auxílio emergencial termina neste domingo, com o pagamento aos trabalhadores informais e inscritos no CadÚnico nascidos em dezembro. Na rodada de 2021, o benefício teve parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.
O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a três semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta-corrente.
Após a sétima parcela, os trabalhadores informais e inscritos no CadÚnico deixam de receber o auxílio emergencial. Os inscritos no Bolsa Família serão migrados para o Auxílio Brasil, novo programa social do governo federal, em novembro.
As datas da prorrogação do benefício haviam sido anunciadas em agosto. O benefício começou a ser pago em abril.
Neste sábado (30), durante a reunião da cúpula do G20, na Itália, o presidente Jair Bolsonaro conversou com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan. Ao turco, Bolsonaro disse que está bem politicamente devido ao fato de ter um “apoio popular muito grande”.
Bolsonaro iniciou a conversa falando sobre a Petrobras e disse que, no passado, ela foi uma empresa de um partido político, mas que seu governo “tirou isso”. Na sequência, Erdogan questionou quando seriam as eleições no Brasil, levando Bolsonaro a responder que ocorreriam em 11 meses.
Antes de seu nome agitar as redes sociais e a imprensa com polêmica de acusações de homofobia, o jogador de vôlei Maurício Souza tinha um pouco mais de 200 mil seguidores no Instagram. Na manhã deste sábado (30), o atleta alcançou a impressionante marca de 2 milhões de seguidores na rede social.
Em apenas 72 horas, Maurício viu o número ficar dez vezes maior. No stories do Instagram, o atleta agradeceu e disse ser uma responsabilidade falar para tanta gente.
A empresa Rosa emitiu hoje (29) uma nota de esclarecimento explicando sua postura diante da crise no transporte público de Feira de Santana.
“NOTA DE ESCLARECIMENTO
A EMPRESA DE ÔNIBUS ROSA, CONCESSIONÁRIA DO LOTE A – NORTE DO TRANSPORTE PÚBLICO DE FEIRA DE SANTANA, VEM EM PÚBLICO ESCLARECER O QUE SEGUE:
EM NENHUM MOMENTO NOSSA EMPRESA ABANDONOU A PRESTAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO QUE LHE COMPETE LEGALMENTE.
A NOSSA EMPRESA NÃO TEM OBRIGAÇÃO DE OPERAR AS LINHAS DISTRITAIS E RURAIS, UMA VEZ QUE AS MESMAS FORAM PASSADAS PARA O SISTEMA ALTERNATIVO STPAC, ATRAVÉS DE UMA CONCORRÊNCIA PÚBLICA E A LEI DE MOBILIDADE DA CIDADE (BASTA LER O EDITAL DO STAPC E A LEI)
DEIXAMOS DE OPERAR AS LINHAS DISTRITAIS E RURAIS FAZ MAIS DE UM ANO, COMO PREVISTO NA LEI
A LEI MUNICIPAL DE MOBILIDADE É CLARA AO DISPOR QUE OS DISTRITOS DEVEM SER ATENDIDOS PELO STPAC
TODOS NOSSOS RECURSOS HUMANOS E MATERIAIS ESTÃO DISPONÍVEIS NA GARAGEM.
INFELIZMENTE, A CULPA DA FALTA DE TRANSPORTE PÚBLICO NA ZONA RURAL E DISTRITOS FOI JOGADA NAS COSTAS DE NOSSA EMPRESA.
OS MANIFESTANTES QUE ESTÃO NA PORTA DE NOSSA EMPRESA IMPEDINDO QUE NOSSOS ÔNIBUS RODEM, DE FORMA INTRANSIGENTE, NÃO RESPEITAM A ORDEM JUDICIAL E DA PREFEITURA EM PERMITIR O NOSSO TRABALHO E INDUZIDOS A ERRO ACHAM QUE A CULPA DA FALTA DE TRANSPORTE É NOSSA, QUANDO NÃO É.
REALMENTE, VISANDO PRESERVAR NOSSOS DIREITOS E NOSSA SOBREVIVÊNCIA, AJUIZAMOS AÇÃO NA JUSTIÇA PEDINDO UMA AUTORIZAÇÃO JUDICIAL PARA RESCISÃO DO CONTRATO DE CONCESSÃO, UMA VEZ QUE NÃO NOS É FORNECIDO PELA CIDADE UMA OPERAÇÃO LIVRE DE CONCORRÊNCIA DESLEAL DAS MAIS VARIADAS ESPÉCIES E A RETICÊNCIA DA PREFEITURA QUEM VEM DE MUITOS ANOS EM EQUILIBRAR ECONOMICAMENTE NOSSO CONTRATO.
ASSIM QUE FOR LIBERADA A ENTRADA DE NOSSA GARAGEM VOLTAREMOS A EXECUTAR O SERVIÇO NA CIDADE.
Após a polêmica envolvendo o jogador Maurício Souza, o atleta recebeu grande apoio nas redes sociais. E em entrevista ao jornalista Thiago Asmar, publicada no YouTube, Maurício falou sobre a situação e afirmou que a sociedade “está saturada desse cancelamento”.
O episódio teve início após Maurício Souza postar a imagem do novo Super-Homem, que se assumiu bissexual, beijando outro homem. Na ocasião, o atleta fez comentários críticos sobre a situação. Diante da repercussão, patrocinadores pressionaram o Minas Tênis Clube, que acabou dispensando o jogador.
A situação “bombou” nas redes sociais, o que levou Maurício a ser criticado e também a receber o apoio de diversas pessoas. O atleta, inclusive, chegou a ganhar milhares de seguidores no Instagram em poucos dias.
Durante a entrevista, Maurício falou sobre o apoio que recebeu.
– Acho que realmente a sociedade está saturada desse cancelamento, de você não poder dar sua opinião. E eu fui apenas o objeto de toda essa movimentação. Elas viram que eu me posicionei, uma pessoa pública. Fui demitido do time e da seleção. E elas se mobilizaram com isso. Se sentiram também ofendidas por pensar como eu penso e estarem desgastadas de tanta imposição (…) Eu não esperava chegar ao que chegou (…) Eu sei da responsabilidade que minhas palavras tem na rede social – destacou.
O atleta também afirmou que existem milhares de pessoas como ele que foram “canceladas” no Brasil.
– Não pode mais ter exemplos como eu no Brasil. E como eu existem milhares de pessoas. Pessoas cristãs. Pessoas que defendem a família, a pátria. Então a gente não pode mais passar por isso. A gente está cansado – apontou.
1 – A concessionária Rosa continua operando no transporte público urbano, exceto as 4 linhas rurais que abandonou desde o último dia 23;
2 – A empresa Rosa tem obrigação de operar as quatro linhas rurais, uma vez que estão previstas no contrato de concessão assinado com o Município. São linhas similares às outras 6, que a própria concessionária continua atendendo, inclusive neste sábado, 30;
3 – A concessionária São João aceitou, temporariamente, operar as 4 linhas para mitigar os efeitos iniciais da crise sanitária, em maio de 2020, que chegou a ter redução de 83% no número de passageiros;
4 – O contrato de concessão assinado pela ROSA previa as citadas linhas e a empresa, no processo licitatório, não questionou. Por obrigação contratual operou regularmente até maio do ano passado, quando a concessionária São João resolveu temporariamente assumir;
5 – Os decretos de emergência publicados na quinta-feira, 28, e ontem (29), sendo este de intervenção na Via Feira, asseguram preventivamente a manutenção desses recursos;
6 – Atualmente a zona rural é atendida por 13 linhas do Sistema de Transporte Coletivo Urbano e 27 linhas do Sistema de Transporte Público Alternativo e Complementar (STPAC). O problema ocorrido nos últimos dias se deu em 4 linhas do Sistema de Transporte Coletivo Urbano que, conforme obrigação contratual, é de atendimento da ROSA;
7 – A Prefeitura de Feira entendendo que a manifestação, mesmo que legítima nas suas reivindicações, não poderia privar os demais usuários (78 linhas) do seu direito constitucional de ir e vir utilizando o SERVIÇO ESSENCIAL de transporte público, ingressou com medida judicial para assegurar o interesse público da coletividade, solicitação que foi deferida pelo Poder Judiciário;
8 – A Prefeitura de Feira visando assegurar o direito da população ao SERVIÇO ESSENCIAL de transporte público decretou tanto situação de emergência quanto de intervenção na Via Feira. Em tempo, aguarda manifestação da Justiça quanto ao pedido de rescisão da ROSA;
9 – O serviço no transporte público urbano foi restabelecido neste sábado, 30, exceto as 04 linhas rurais que estão sendo atendidas, emergencialmente, pelo Sistema de Transporte Público Alternativo e Complementar (STPAC).