Foto: Divulgação

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou um cessar-fogo nos ataques na Ucrânia entre às 12h do dia 6 de janeiro e à meia-noite do dia 7 por conta do Natal ortodoxo. A decisão veio após um pedido da aliada Igreja Ortodoxa Russa. | A Rússia anunciou nesta quinta-feira (5) que irá cessar-fogo na Ucrânia durante o Natal ortodoxo, tipicamente comemorado nos dias 6 e 7 de janeiro.

Nesta quinta-feira (5), a Rússia anunciou ter ordenado um cessar-fogo nos ataques na Ucrânia durante o Natal entre às 12h do dia 6 de janeiro e à meia-noite do dia 7. O cristianismo ortodoxo é seguido por grande parte dos fiéis ucranianos e russos.

A Ucrânia ainda não se posicionou sobre a decisão de Putin. O país de Volodymyr Zelensky já havia demonstrado insegurança com o pedido de cessar-fogo por acreditar que essa possa ser apenas uma estratégia de guerra da Rússia.

Fonte: Metro1


 Foto: Alberto PIZZOLI / AFP

O caixão do papa emérito Bento XVI foi levado para dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano, nesta quinta-feira (5), após a cerimônia fúnebre presidida pelo papa Francisco. O funeral do pontífice emérito prevê ainda uma cerimônia privada e, por fim, o sepultamento sob a basílica, onde estão os túmulos de outros papas.

Bento XVI será enterrado de acordo com seus desejos no mesmo local, nas criptas sob a Basílica de São Pedro, onde o papa João Paulo II foi originalmente enterrado em 2005, antes de seu corpo ser realocado para uma capela na basílica em 2011. Durante a cerimônia realizada nesta quinta, o papa Francisco pediu que seu antecessor “seja bem recebido por Deus”.

– Bento, que sua alegria seja completa ao ouvir Sua voz, agora e para sempre – disse.

A praça de São Pedro, no Vaticano, esteve quase totalmente ocupada durante o cerimonial desta quinta. Um público de cerca de 130 mil, entre membros da Igreja Católica, fiéis, representantes de governos, jornalistas e turistas, acompanham o funeral de Bento XVI. Também estava presente um forte esquema de segurança, com milhares de policiais.

Informações Pleno News


Gasto de milhões com lubrificante sexual causa polêmica na Argentina

Uma iniciativa promovida pelo Ministério da Saúde de Buenos Aires tem causado polêmica na Argentina — e chamado atenção no mundo todo. É que o programa “Haceme tuyo” (faça-me seu, em tradução livre do espanhol) gastou 500 milhões de pesos argentinos (R$ 15 milhões) na compra de um gel lubrificante sexual.

De acordo com o jornal “El Clarin”, a província de Buenos Aires pagou US$ 500 por cada pote, numa compra total de um milhão de unidades, em convênio firmado com a empresa Farmacoop.

Ainda segundo o jornal, a compra inicial foi feita no mês de outubro e passou por cinco órgãos de controleinterno. Ainda no final de 2022, entretanto, o Ministério da Saúde solicitou uma realocação de orçamento para aumentar o número de potes do lubrificante sexual.

Para o governo, “o uso de gel lubrificante reduz as chances de rompimento da camisinha nas relações sexuais e, assim, evita doenças sexualmente transmissíveis” e “é uma ferramenta recomendada para a prática de sexo anal especificamente”.

Em publicação no Twitter, Nicolás Kreplak, ministro da saúde de Buenos Aires e responsável pela iniciativa, comemorou o aumento nas buscas na internet pelo termo “gel lubrificante” depois que o caso veio à tona.

“Hoje mais argentinos e argentinas sabem para que serve e como usar um gel lubrificante. Mais informação é mais acesso e prevenção”, disse ele.

A compra do produto foi criticada por políticos de oposição. Também no Twitter, o deputado DiegoSantilli disse: “Novo programa ‘faça-me seu’. Axel Kicillof [governador da província de Buenos Aires] gastou 500 milhões [de pesos argentinos] para comprar potes de gel íntimo. Acredite ou não, essas são as prioridades do kirchnerismo.”

Kreplak, que também é médico sanitarista, rebateu as críticas e disse que a compra do produto é uma iniciativa de cuidado com a população.

“Estamos gerindo, cumprindo a lei e cuidando da nossa população. A aquisição de itens de prevenção e cuidados com a saúde sexual não é novidade. Sempre foi feito e todos os insumos têm que ser fornecidos pelo Estado.”

“Este produto no mercado é vendido por quase US$ 2.000 e nosso preço de referência é de US$ 500. O gel de 2 gramas [em sachê] sempre foi entregue junto com a camisinha, mas nem toda a população usa os dois elementos. Os potes de 100 gramas serão entregues a quem precisar, evitando o descarte”, completou ele numa série de tuites publicados nesta terça-feira (3).

Por g1.


A decisão pode aumentar consideravelmente o acesso ao aborto por medicamento

Aborto, assassinato de crianças Foto: Pixabay

Nesta terça-feira (3), a Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos autorizou que farmácias e drogarias distribuam pílulas abortivas. A mudança permite, pela primeira vez, a venda e aumenta em larga escala o acesso ao aborto por medicamentos.

Mifepristona, uma das pílula usadas para fazer aborto por meio de medicação, só poderia ser entregue por farmácias via correio, médicos ou clínicas certificadas. No entanto, pacientes que desejam ter acesso ao comprimido continuarão sendo obrigados a apresentarem receita médica.

Até o presente momento, a FDA, uma espécie de Anvisa dos EUA, não emitiu um comunicado oficial, mas prometeu atualizar seu site. Fabricantes das pílulas, Danco Laboratories e GenBioPro, informaram que a agência os inteirou sobre as mudanças. Grandes redes de farmácias estão avaliando as mudanças e requisitos da FDA.

Informações Pleno News


Governo Biden diz reconhecer autoridade da Assembleia Nacional venezuelana de maioria opositora eleita em 2015, cujo mandato já acabou

EUA dizem que ainda consideram Maduro ‘ilegítimo’, após fim do ‘governo interino’ de Guaidó

Os Estados Unidos ainda consideram Nicolás Maduro um presidente ilegítimo, afirmou nesta terça-feira o Departamento de Estado, que informou ainda reconhecer a autoridade do Parlamento venezuelano eleito em 2015, de maioria opositora e que recentemente dissolveu o “governo interino” do opositor Juan Guaidó.

— Nossa abordagem em relação Nicolás Maduro não mudou. Ele não é o líder legítimo da Venezuela. Reconhecemos a Assembleia Nacional de 2015 —disse o porta-voz do Departamento de Estado, Ned Price.

Ele acrescentou que o governo de Joe Biden continuará aplicando sanções contra o governo venezuelano, mas que isso será constantemente avaliado “em função do que o regime de Maduro faça para promover a possibilidade de que o povo venezuelano alcance suas aspirações democráticas”.

No domingo, Maduro disse estar pronto para normalizar relações com os Estados Unidos, que em 2019, no governo de Donald Trump, impuseram sanções ao petróleo venezuelano e promoveram um movimento internacional de reconhecimento da “Presidência interina” proclamada pelo então deputado Guaidó. No ano anterior, Maduro havia sido reeleito para o terceiro mandato em eleições contestadas.

A declaração foi feita dois dias depois que três dos quatro partidos da oposição venezuelana que sustentavam Guaidó decidiram acabar com o governo paralelo liderado pelo ex-deputado. A decisão dos partidos Primeiro Justiça, Um Novo Tempo e Ação Democrática foi tomada numa reunião da chamada “Assembleia Nacional de 2015”, à qual o porta-voz do governo de Joe Biden se referiu.

Esta Assembleia é formada pelos deputados eleitos naquele ano, quando a oposição venezuelana conquistou a maioria legislativa. Na prática, o mandato desses representantes acabou no início do ano passado, quando tomou posse a nova legislatura, eleita no final de 2020, em um pleito do qual os partidos que sustentavam Guaidó decidiram não participar.

Apesar de encerrar o “o governo interino” a decisão transferiu parte de suas funções para a “Assembleia Nacional de 2015”, incluindo a gestão de ativos e fundos do Estado venezuelano no exterior que foram bloqueados em 2019 pelos EUA e o Reino Unido e postos sob controle de opositores de Maduro.

Parte desses fundos — que incluem depósitos em ouro no Banco da Inglaterra e a Citgo, subsidiária da estatal petrólifera PDVSA nos EUA — foi usada para sustentar o “governo interino” e seus embaixadores fora da Venezuela, e há controvérsias relacionadas à prestação de contas. Uma das empresas que ficaram nas mãos da oposição, a produtora de fertilizantes Monómeros, filial na Colômbia da estatal Petroquímica de Venezuela (Pequiven), faliu, e em setembro deste ano foi devolvida a Maduro.

O porta-voz do Departamento de Estado disse nesta terça que continuará em conversas com os opositores sobre a gestão desses ativos, que Caracas calcula totalizarem US$ 24 bilhões.

Para as principais siglas da oposição, Guaidó era um obstáculo para avançar na elaboração de um plano que permita lançar um candidato único para as eleições presidenciais de 2024 e tentar derrotar o chavismo nas urnas. A oposição planeja realizar primárias neste ano; Guaidó sonha em ser candidato, mas é desafiado pelo ex-candidato presidencialEnrique Capriles, entre outros.

Embora formalmente mantenha uma política contrária a Maduro, o governo Biden enviou delegados a Caracas em 2022 para se reunir com ele e negociar, entre outras coisas, a troca de prisioneiros. Em novembro, a Casa Branca concedeu uma licença à gigante da energia Chevron para operar por seis meses no país sul-americano, depois que delegados do regime de Maduro e da oposição venezuelana retomaram as negociações no México.

O Globo


Os danos causaram quedas de energia e aquecimento na cidade.

Como resultado de ataques noturnos à Kiev, capital da Ucrânia, as instalações de infraestrutura de energia foram danificadas, causando quedas de energia e aquecimento na cidade, disse o prefeito Vitali Klitschko nesta segunda-feira (02). 

Segundo autoridades, desde o primeiro dia de 2023, ondas de drones russos vêm atingindo uma parte importante da infraestrutura da capital ucraniana e áreas vizinhas. 

O presidente Volodymyr Zelenskiy informou que as forças ucranianas abateram 45 drones de fabricação iraniana disparados pela Rússia na primeira noite do ano, no domingo. 

“Drones, mísseis, tudo mais não vai ajudá-los”, disse ele sobre os russos. “Porque estamos unidos. Eles estão unidos apenas pelo medo.”

No entanto, em um severo discurso de Ano Novo, o presidente russo, Vladimir Putin, sinalizou que não haverá trégua em seu ataque à Ucrânia.

Informações G1


DOMENICO STINELLIS/ASSOCIATED PRESS/AE

O papa emérito Bento XVI morreu aos 95 anos neste sábado (31), anunciou o Vaticano.Ratzinger nasceu em 16 de abril de 1927 na cidade de Marktl, mas passou boa parte da infância e adolescência em Traunstein, perto da fronteira com a Áustria.

De família humilde e o mais novo de três irmãos, entrou para o seminário aos 12 anos e era fluente em diversas línguas, entre elas grego e latim. Mais tarde, fez doutorado em teologia na Universidade de Munique.

Ele foi escolhido papa no dia 19 de abril de 2005, após a morte de João Paulo II, no mesmo ano.

Ortodoxo, Ratzinger era conhecido por transitar entre os conservadores com mais facilidade e um dos favoritos para a sucessão papal, mesmo não sendo oficialmente a sua vontade.

Fonte: CNN Brasil


Foto: Reprodução

Várias cidades da Ucrânia foram atingidas por mísseis russos na manhã desta quinta-feira (29), incluindo a capital, Kiev, informou a Força Aérea do país. De acordo com o conselheiro presidencial Mikhailo Podolyak, mais de 120 mísseis foram disparados.

“29 de Dezembro. Ataque em larga escala de mísseis […]. O inimigo ataca a Ucrânia de várias direções com mísseis de cruzeiro a partir de aviões e navios”, afirmou a Força Aérea ucraniana nas redes sociais.

Após uma série de reveses militares e perda de territórios no último semestre, Moscou intensificou a campanha aérea com drones e mísseis para atacar a infraestrutura de energia ucraniana.

Na manhã desta quinta-feira foram relatadas explosões em várias cidades, incluindo a capital, Kiev, onde o prefeito Vitali Klitschko alertou para possíveis apagões e pediu aos moradores que economizem água.

Fonte: Metro1


Montante fazer parte de um acordo de refinanciamento de dívida de US$ 44 bilhões

Alberto Fernández, presidente da Argentina | Foto: Reprodução/Flickr

Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou de maneira definitiva na quinta-feira 22, a liberação de US$ 6 bilhões (R$ 31,1 bilhões) para a Argentina, como parte de um acordo que já liberou US$ 23,5 bilhões (R$ 121,8 bilhões).  O acordo de refinanciamento de dívida entre a Argentina e o FMI prevê o repasse total de US$ 44 bilhões (R$ 228,2 bilhões), em 30 meses.

Em nota, o FMI considerou que “todos os critérios de rendimento quantitativos até setembro de 2022 foram satisfatórios”. A primeira subdiretora geral do órgão, Gita Gopinath, disse que “as decisivas ações das autoridades começam a dar seus frutos” na Argentina, na medida em que é registrada queda na inflação e “melhoras na balança comercial”.

No mês passado, o ministro argentino da Economia, Sergio Massa, disse que o país cumprirá com as metas acordadas para este ano com o FMI, no acordo assinado em março, pelo governo do presidente Alberto Fernández. O documento prevê uma série de medidas destinadas a controlar a inflação crônica na Argentina, que passou de 85% em 2022, apesar da desaceleração observada em novembro.

O acordo com o FMI prevê, também, que a Argentina deverá reduzir neste ano o déficit fiscal primário para 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) e chegar a US$ 5 bilhões (R$ 25,9 bilhões) em reservas do Banco Central, entre outras medidas.

Esse é o 13º acordo entre o FMI e a Argentina desde o retorno da democracia àquele país, em 1983.

Informações Revista Oeste


LGBTQIA+ Foto: Unsplash

Deputados espanhóis aprovaram, nesta quinta-feira (22), um projeto de lei que admite que menores de 16 anos mudem de sexo sem a necessidade de qualquer autorização de parentes com mais idade. O texto agora vai para o Senado nas próximas semanas e, se for aprovado, fará da Espanha um dos poucos países que permitem a autodeterminação de gênero mediante, apenas, solicitação pessoal. Ou seja, sem que seja preciso a autorização de um responsável.

A reivindicação é uma proposta capitaneada pelo partido de esquerda radical Podemos, aliado dos socialistas no governo de coalizão cujo líder é Pedro Sánchez.

A ministra da Igualdade, Irene Montero, entende que esse é um direito que qualquer um deve ter acesso, até mesmo os menores de idade.

– As pessoas trans e a comunidade LGBTI não podem esperar mais para o reconhecimento de todos seus direitos – defendeu Montero, que afirmou sacrificar a própria pele para que o texto seja aprovado.

As pessoas maiores de 16 anos também poderão alterar o nome, a definição de gênero na documentação, sem que haja a necessidade de qualquer declaração médica comprovando “disforia de gênero” ou comprovação de tratamento hormonal, como é de praxe atualmente.

No combo de mudanças inseridas na lei também está a permissão para que jovens a partir de 12 anos possam requerer a alteração em seus documentos, mas sob condições que ainda estão sendo discutidas.

Informações Pleno News