O presidente da Argentina, Alberto Fernández, ordenou, na segunda-feira 5, a abertura de uma investigação criminal sobre uma suposta viagem secreta entre juízes, promotores e empresários da mídia. A viagem foi divulgada por um jornal argentino.
A ordem foi concedida um dia antes do julgamento da vice-presidente, Cristina Kirchner, cuja sentença, que pode condená-la à prisão por corrupção e fraude, deve ser divulgada nesta terça-feira, 6. Um dos juízes que supostamente estariam na viagem à residência que o empresário britânico Joe Lewis tem às margens do LagoEscondido, a poucos quilômetros de El Bolsón, estava envolvido em um dos processos de Cristina Kirchner, segundo o jornal La Nacion.
Em uma nota divulgada em suas redes sociais e no site oficial do governo, Fernández informou ter solicitado ao ministro da Justiça que requeira ao Ministério Público a apuração criminal dos fatos relativos à suposta viagem, “especialmente os relativos ao seu financiamento”; que seja solicitada ao Conselho da Magistratura a abertura de processo disciplinar para apurar a conduta dos magistrados federais; que o Congresso Nacionalque avance na reforma do Judiciário; e que a conduta de funcionários públicos de Buenos Airesque tiveram relação com a viagem seja investigada, para eventual afastamento deles.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trumpdefendeu a anulação das eleições de 2020 e a extinção da Constituição americana, exigindo sua recondução à Casa Branca.
Em publicação na Truth Social, rede social criada por Trump, o republicano cita as revelações do bilionário Elon Musk, que resolveu abrir a caixa preta do Twitter e expor um escândalo envolvendo as eleições nos EUA.
Em sua publicação, Trump afirmou que os “pais fundadores” da democracia americana “não quereriam, nem aprovariam, eleições falsas e fraudulentas”.
Na sexta, Elon Musk endossou um longo fio do jornalista Matthew Colin Taibbi com documentos internos do Twitter que mostram como a campanha democrata foi privilegiada na disputa pela Casa Branca.
O centro do caso envolve a “supressão da história do laptop de Hunter Biden”. Reportagem do New York Post, publicada em outubro de 2020, acusou o filho de Joe Biden de corrupção em negócios no exterior. A matéria havia sido baseada em milhares de e-mails encontrados em um suposto laptop de Hunter Biden.
Na época, a publicação foi censurada pelo Twitter sob a alegação de “propagação de fake news” e violação da política relativa a conteúdo de hackers.
O jornalista investigativo acredita que os atos sejam os maiores da história da humanidade
Os jornalistas Tucker Carlson e Matthew Tyrmand comentam atos contra a eleição de Lula Foto: Reprodução
O programa de Tucker Carlson, da Fox News, comentou os protestos que acontecem no Brasil desde a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), citando, inclusive, as desconfianças de anomalias nas urnas eletrônicas.
A reportagem foi feita pelo jornalista investigativo Matthew Tyrmand.
– É uma situação complicada. Nós estamos a 29 dias de protestos massivos no Brasil. Um país democrático com eleições livres e não estamos falando de dezenas de milhares, ou centenas de milhares, mas de milhões de pessoas e o que parece ser dezenas de milhões – diz o repórter.
Tyrmand diz que talvez os protestos dos eleitores apoiadores de Jair Bolsonaro seja o maior protesto democrático não só do país, mas de toda a história da humanidade.
– E a mídia global não diz coisa alguma – critica o profissional.
E continua:
– Eles não querem ser liderados por um criminoso condenado. E lembre-se: O Lula da Silva foi condenado por 12 crimes em três tribunais diferentes, por 19 juízes unânimes.
O jornalista também faz afirmações sobre as anulações das sentenças pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e sobre a lei da Ficha Limpa.
Quando o presidente da Rússia, Vladimir Putin, fechou as torneiras de gás para a Europa, a Alemanha temeu um inverno atormentado por apagões mais do que qualquer outro país.
Mas as autoridades alemãs foram rápidas em garantir suprimentos alternativos, cientes de que a forte dependência do gás russo havia deixado o motor econômico da Europa consideravelmente exposto.
Hoje, poucos meses depois, as luzes brilham nos mercados de Natal e nota-se um tímido otimismo em meio ao ar temperado com Glühwein (vinho quente).
A estratégia que a Alemanha montou às pressas para sobreviver sem o gás russo parece estar funcionando, pelo menos por enquanto.
“A segurança energética para este inverno está garantida”, disse o chanceler social-democrata Olaf Scholz no Parlamento alemão na quarta-feira (23/11).
Buscando outros fornecedores
As jazidas de gás do país são preenchidas, em parte, por uma frenética — e cara — operação de compra nos mercados mundiais de hidrocarbonetos.
Da mesma forma, na costa varrida pelo vento do Mar do Norte da Alemanha, engenheiros acabam de construir, em tempo recorde, seu primeiro terminal de importação de gás natural liquefeito (GNL).
O GNL é o gás natural resfriado na forma líquida para reduzir seu volume e facilitar seu transporte. E volta a se tornar gás ao chegar a seu destino.
Na Alemanha, esse tipo de projeto costuma levar anos, devido à excessiva burocracia. No entanto, as autoridades eliminaram entraves para que a obra fosse concluída em menos de 200 dias.
A parte mais importante do terminal, uma “unidade flutuante de armazenamento e regaseificação” (FSRU), ainda não foi garantida. O FSRU, que é essencialmente um navio especializado no qual o GNL é convertido de volta ao estado gasoso, será alugado por US$ 207.259 (R$ 1,1 milhão) por dia.
Dentro de algumas semanas, petroleiros de países como Estados Unidos, Noruega ou Emirados Árabes Unidos poderão começar a entregar suas cargas no porto de Wilhelmshaven.
A operadora do terminal, a Uniper, que agora é controlada quase inteiramente pelo governo alemão, se recusou a divulgar seus fornecedores, mas reforçou que os contratos já estão em vigor.
Berlim planeja construir outros 5 terminais de GNL. A maioria deve ser concluída no ano que vem.
Empresário Ernst Buchow admitiu que sua empresa depende do gás, embora espere mudar para um combustível mais verde no futuroImagem: BBC
Uma corrida contra o tempo
A poderosa indústria alemã prendeu a respiração enquanto o governo executava sua arriscada estratégia.
“Se não temos gás, temos que fechar o forno”, diz Ernst Buchow, dono de uma olaria a meia hora de Wilhelmshaven, à BBC.
Os tijolos que produz devem ser queimados em um forno gigante a temperaturas de até 1.200 graus Celsius. Num futuro próximo, o empresário espera poder mudar para o hidrogênio verde, mas neste momento ainda está totalmente dependente do gás.
“Não é apenas culpa dos políticos. A indústria queria os contratos de gás russos “, acrescenta.
Há apenas um ano, os acordos com Moscou forneciam à Alemanha 60% do gás consumido, grande parte por meio do gasoduto Nordstream.
Apesar da significativa oposição política e cidadã, o governo esperava colocar em operação o controverso Nordstream 2, que teria dobrado a quantidade de gás russo que chegava à Europa via Alemanha. No entanto, a invasão da Ucrânia enterrou esses desejos.
A agência federal de rede de energia diz que hoje a Alemanha administra sem combustível russo.
Em apenas 200 dias, a Alemanha construiu o primeiro de seus seis terminais para processar GNL do Oriente MédioImagem: Getty Images
Mas, para evitar desabastecimento durante o inverno, seus especialistas dizem que os terminais de GNL devem entrar em operação no início do próximo ano e que o consumo de gás deve ser reduzido em 20%.
Chegar até aqui pode ser considerado uma grande conquista nacional, mas não veio de graça.
Outro lado
A Alemanha, um peso pesado da economia mundial, muitas vezes consegue o que quer. Mas seu novo apetite por GNL está intensificando a demanda global.
E isso pode colocar países mais pobres como Bangladesh e Paquistão em uma posição vulnerável.
“Existem muitos países, especialmente economias emergentes, que estão fora do mercado e não podem mais se abastecer com o GNL de que precisam, porque têm menos poder aquisitivo do que a Alemanha”, diz o professor Andreas Goldthau, da Escola Willy Brandt de Relações Públicas na Universidade de Erfurt, na Alemanha.
Goldthau alerta que isso coloca essas nações em maior risco de sofrer apagões ou ter que recorrer a energias “mais sujas”, como o carvão, justamente para evitar esse cenário.
Tensões causadas pela invasão da Ucrânia obrigaram Berlim a cortar dependência energética que havia adquirido nas últimas décadas com a RússiaImagem: BBC
E os planos da Alemanha para completar sua transição para um modelo verde? Afinal, o GNL é um combustível fóssil.
Todos os envolvidos no projeto Wilhelmshaven insistem que o GNL é um combustível de “transição”.
A Uniper prometeu construir uma infraestrutura para lidar com hidrogênio verde junto com o terminal de GNL.
Isso alimentou os planos ambiciosos do conselho municipal de Wilhelmshaven. O prefeito, Carsten Feist, garantiu que o terminal de GNL não trará muitos empregos para a cidade. Mas isso vai acontecer com seus planos de criar um centro de energia verde.
Muitos na Alemanha estavam se preparando para um inverno difícil depois que a Rússia cortou o fornecimento de gásImagem: EPA
“Grande parte da transformação energética de que precisamos para que nosso planeta tenha um clima habitável em 50 a 100 anos, muito do que é necessário na Alemanha, ocorrerá em e através de Wilhelmshaven”, diz ele.
Custo volumoso
Mas o custo mais impressionante da estratégia de Berlim para cortar sua dependência do gás russo é monetário.
Os seis terminais de GNL obrigaram o governo alemão a gastar cerca de US$ 6,3 bilhões. Isso é mais que o dobro do que os ministros haviam inicialmente orçado e pode aumentar ainda mais no próximo ano.
A Alemanha aprendeu tarde demais o valor de um abastecimento seguro de energia e agora está pagando caro por isso.
Centro de Xeque Saud bin Muhammed Al Thani ajudou a salvar ararinha-azul Imagem: Bpfilardo/Wikimedia Commons
À primeira vista o Al Wabra Wildlife Preservation (AWWP) pode se assemelhar a um zoológico de animais em um oásis com densa área verde e palmeiras, mas bem diferente da lógica do entretenimento movido ao cativeiro de animais silvestres, o local é destinado à preservação de diversas espécimes raras, algumas que já estiveram em total extinção na natureza, como a ararinha-azul (Cyanopsitta spixii).
Localizado na cidade de Al Shahaniyah, centro do Qatar, um país desértico e sede da Copa 2022, a instituição foi fundada pelo xeque Saud bin Muhammed Al Thani, morto em 2014. Saud era um ávido colecionador de arte e tinha a preservação da natureza como uma de suas causas.
gazela da areia árabe e o órix-da-Arábia, um antílope de grandes chifres.
A gazela árabe do deserto tem cerca de 3000 animais vivendo na natureza.Imagem: Karim Sahib/AFP
De colecionador a protetor de animais
Vamos com calma, nem tudo são flores nesse oásis. É honesto lembrar que a história por trás da criação do centro começa com uma fazenda, que era o hobby do pai do xeque, e tinha mais o ‘ar de coleção viva’ do que de santuário. No entanto, foi transformada em um centro de pesquisa com animais de diversos locais do mundo e veterinários e biólogos especializados, além de uma estrutura moderna.
Ararinha-azul foi salva graças ao trabalho do criadouro do xeque.Imagem: Association for the Conservation of Threatened Parrots
O cenário se tornou ainda mais crítico quando, em certo momento, 90% das ararinhas-azuis viviam em um zoológico privado da Alemanha, bem longe de seu lar natural, na caatinga do Brasil, mais especificamente entre os municípios de Petrolina (PE) e Curaçá (BA).
No entanto, apesar de estar envolvida em polêmicas passadas, como a venda de aves, a ONG ACTP se mostrou disposta a colaborar na preservação da ararinha-azul, e fechou parceria com o ICMBio. Agora, os esforços em conjunto têm como objetivo a reintrodução de alguns exemplares da espécie no bioma brasileiro.
Já apresentando os primeiros resultados em março de 2020, quando 50 ararinhas-azuis chegaram em viagem internacional da Alemanha para Petrolina (PE). Ainda assim, soltos na natureza, os animais enfrentam uma outra etapa da batalha pela sobrevivência, mas contam com brigadistas que fazem parte do projeto de conservação que monitoram as aves de perto.
Indiretamente, tudo isso só foi possível, pelo cuidado dispensado aos animais no AWWP, criado e mantido por Al Thani, que ao longo do tempo foi um dos criadouros mais bem-sucedidos das ararinhas-azuis no mundo.
O Órix-da-arábia é um dos animais preservados na instituição.Imagem: Matthew Starling/Getty Images/iStockphoto
“Estar ligado a um projeto de conservação é status também. É o caso do xeque Saud bin Muhammed Al Thani, que era um apaixonado por animais. Ele realmente contribuiu, fez as melhores instalações, tinha os melhores profissionais”, explicou Camile Lugarini, coordenadora do Plano de Ação Nacional para a Conservação da Ararinha-Azul, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) em depoimento recente a Ecoa.
Chuva artificial, ar-condicionado e áreas inacessíveis para visitantes
Fechada ao público geral, as muitas áreas da AWWP são construídas em uma região de clima árido. Por isso contam com um aparato tecnológico capaz de criar chuvas artificiais e com ar-condicionado que oferecem conforto térmico, nos criadouros, às espécies não adaptadas ao clima local.
Ao todo, mais de 2.500 animais de mais de uma centena de espécies diferentes vivem na instituição, que está envolvida em projetos internacionais de reprodução em cativeiro, e que agora pretende criar uma área de educação sobre a vida selvagem voltada para jovens, a fim de aumentar a consciência ambiental, de acordo com o site oficial da AWWP.
Um menino australiano foi resgatado pela família após ter sido atacado por uma cobra píton de 3 metros, que se preparava para engoli-lo inteiro.
Beau Blake, de 5 anos, foi mordido e arrastado para uma piscina pelo animal, que tinha cerca do triplo do tamanho da criança.
Beau estava nadando em sua casa, na cidade de Byron Bay, em Nova Gales do Sul, na quinta-feira (24), quando a serpente, que esperava para atacar, mordeu-o, apertou sua perna e o arrastou para a água.
Segundo o Daily Star, a criança foi libertada após uma dramática tentativa de resgate do avô, Allan, de 76 anos. O idoso puxou o menino da piscina antes que o pai, Ben Blake, arrancasse a cobra da perna do filho.
“Beau estava apenas andando pela beira da piscina… E acredito que a píton estava meio que sentada, esperando que uma vítima aparecesse… E Beau era isso”, disse Ben à rádio 3AW, de Melbourne. “Eu vi uma grande sombra negra sair do mato, e, antes de atingir o fundo, ela estava completamente enrolada em sua perna”, completou.
O pai de Beau segurou a píton por cerca de dez minutos enquanto tentava desesperadamente acalmar o filho e o próprio pai, antes de soltar a “coisa travessa” de volta à vegetação.
Ele acrescentou que seu filho era um “soldado absoluto” e de bom humor, mas que a saga dramática ainda era “uma provação”.
De acordo com Ben, essa espécie de cobra é comum na área. “Olha… é a Austrália”, afirmou.
As cobras pítons são conhecidas por espremerem as presas até a morte em apenas alguns minutos, antes de engoli-las inteiras.
Autoridades disseram a tribunal que, “por serem pequenos, os ratos não têm medo da polícia, nem os policiais podem” atuar “na solução do problema”. Imagem: Gogosvm/iStockphoto
A polícia indiana informou a um tribunal que mais de meia tonelada de maconha apreendida havia desaparecido após uma “infestação de ratos” em uma delegacia. A alegação foi dada pela autoridade policial de Mathura, no estado de Uttar Pradesh, depois que um juiz cobrou explicações sobre o sumiço da droga.
De acordo com o jornal local The Times of India, a maconha havia sido apreendida em dois casos distintos e armazenada em duas embalagens, uma com 386 kg e outra com 195 kg, e o valor estimado dos entorpecentes chega a quase R$ 400 mil. No total, teriam sumido 581 kg de maconha.
Em um relatório enviado ao juiz, o promotor de polícia informou que “não há lugar na delegacia onde os bens armazenados possam ser salvos dos ratos”. Segundo ele, a maconha restante, não consumida pelos roedores, foi destruída pelos oficiais, informou o jornal.
O promotor foi além: “Por serem pequenos, os ratos não têm medo da polícia, nem os policiais podem ser considerados especialistas na solução do problema”, disse ao tribunal.
Com a justificativa fornecida, o magistrado solicitou à polícia que, primeiramente, “livre-se da infestação” e, posteriormente, fornecesse evidências de que os ratos haviam de fato comido a meia tonelada de maconha. Ainda, os oficiais foram intimados a apresentar um relatório até 26 de novembro.
Uma doença que inflama o cérebro das ovelhas pode ser a causa do fenômeno
Ovelhas da região da Mongólia andam em círculo Foto: Reprodução
Um vídeo curioso circula pelas redes sociais mostrando ovelhas de uma fazenda na cidade de Baotou, na Mongólia, China, andando em círculos.
Segundo informações, os animais passaram 12 dias caminhando em círculos gerando um grande mistério que ganhou versões diversas entre os internautas.
A dona do rebanho, identificada como Miao, disse que tudo começou com uma única ovelha que, sem motivo aparente, começou a repetir esse movimento. Logo, parte das demais ovelhas passaram a fazer o mesmo.
SEM EXPLICAÇÕES Entre tantas suposições do que teria gerado esse fenômeno misterioso há quem aponte que a causa seria uma doença chamada listeriose.
De origem alimentar, o problema inflama um lado do cérebro e faz com que as ovelhas se comportem de maneira estranha. Desorientadas, elas passam a andar em círculos.
O canal Rural citou um caso semelhante registrado em East Sussex, no sudeste da Inglaterra, em 2021; mas nesse caso, a forma como o cuidador distribuía a ração, foi o que levou as ovelhas a andarem em círculos.
内蒙古,养殖场羊群连续多日原地转圈,主人诧异:到底是咋回事呢?In Inner Mongolia, the sheep in the farm have been circling in place for many days. The owner is surprised: What's going on? pic.twitter.com/GDV3LyGgga
O presidente da França, Emmanuel Macron, foi esbofeteado na última sexta-feira 18, depois de um evento público. Ao se aproximar de um grupo de mulheres, com meia dúzia de seguranças ao seu lado, Macron leva um tapa no rosto, de uma das mulheres.
Imediatamente os seguranças partem para cima da agressora, contendo-a, no chão, de acordo com um vídeo publicado neste fim de semana nas redes sociais.
Em junho de 2021, Macron tinha sido esbofeteado por um homem em uma fila de recepção depois de uma visita a um colégio em Valence, no sudeste da França.
Nessa ocasião, Macron foi imediatamente afastado por um segurança. O agressor foi condenado a quatro meses de prisão.
Eleito em 2017, o presidente francês, que se reelegeu com pouca margem de vantagem em abril deste ano, já foi hostilizado outras vezes, além dos dois tapas.
Antes de se tornar presidente, em junho de 2016, quando era ministro da Economia, foi atingido com ovos em Montreuil. Enfrentou o mesmo tipo de ataque, em Paris, em março de 2017, quando era candidato ao governo francês, e em setembro de 2021, foi novamente atingido com ovos, em Lyon.
Em abril de 2022, num subúrbio de Paris, o presidente da França foi alvo de tomates, que não o atingiram.
Na enquete realizada pelo bilionário, a maioria dos usuários votou pelo retorno do ex-presidente à plataforma
O empresário Elon Musk, dono do Twitter, reativou neste sábado, 19, a conta do ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, banido da rede social em janeiro de 2021.
“O povo falou. Trump será reintegrado”, escreveu Elon Musk, depois de saber o resultado final de uma pesquisa que fez com seus seguidores, na qual perguntava se Trump deveria voltar à rede social.
51,8% de mais de 15 milhões de votos foram a favor do retorno do ex-presidente à plataforma. “Voz do povo, voz de Deus, tuitou Musk, em latim.
Cancelamento de Trump
Trump foi banido permanentemente do Twitter em 8 de janeiro de 2021, dois dias depois que apoiadores do Partido Republicano invadiram o Congresso dos Estados Unidos. A plataforma justificou o banimento afirmando que houve análise criteriosa dos tuítes de Trump e que constatou “risco de mais incitações à violência”. Trump, que apontou a existência de fraude nas eleições norte-americanas em favor de Joe Biden, também teve as contas suspensas em outras redes sociais.
Na sexta-feira 18, Musk anunciou o retorno de algumas contas anteriormente banidas, como as do psicólogo clínico Jordan Peterson, da comediante Kathy Griffin e do portal de notícias e sátira conservadora The Babylon Bee.