A apresentadora estaria visando a programa não diário, para ter mais tempo para si e para a família
Fátima Bernandes Foto: Reprodução / TV Globo
Apesar de estar de contrato renovado com a Globo até o ano de 2025, a apresentadora Fátima Bernardes avalia novos planos para o futuro na emissora.
Segundo informações da coluna Splash, do portal Uol, a comunicadora tem conversado com a chefia sobre a possibilidade de deixar o Encontro e assumir um programa que não seja diário.
Acontece que o salário de R$ 1,5 milhões mensais que Fátima recebe à frente da atração não enche seus olhos mais do que a possibilidade de ter tempo livre para dedicar-se a si mesma, à sua família, aos amigos, a viagens e a outras áreas de seu interesse.
A mudança é esperada para ocorrer ainda este ano. Uma possibilidade é a migração de Fátima para o programa É de Casa, transmitido somente aos sábados.
Caso a alteração se concretize, outras mudanças na grade horária serão necessárias. Internamente, estuda-se a ideia de esticar o Mais Você, de Ana Maria Braga, e inserir um novo programa matinal, comandado por Patrícia Poeta e Sandra Annenberg. Ambas as apresentadoras foram bem avaliadas para a faixa de horário e público feminino, em pesquisa interna de mercado publicitário.
Ainda de acordo com o Splash, os funcionários do programa Encontro já esperam as possíveis mudanças e até temem demissões.
Recentemente, Fátima decidiu abrir mão de outra função na emissora da família Marinho: os desfiles de Carnaval do Rio de Janeiro. A apresentadora crê que seu tempo à frente da transmissão da folia já está encerrado. Com a mudança, quem deve assumir o posto é a âncora do Fantástico Maju Coutinho.
Ricardo Waddington é diretor de entretenimento e um dos poderosos da emissora
Diretor Ricardo Waddington foi diagnosticado com Covid-19 Foto: Divulgação/TV Globo
O novo surto de Covid-19 atingiu em cheio os corredores da Rede Globo, e chegou ao alto escalão da emissora. O diretor de entretenimento Ricardo Waddington, de 61 anos, um dos mandachuvas da emissora, testou positivo para a Covid-19. A informação é da colunista Cleo Guimarães, da Veja.
Além do executivo, outros 144 funcionários da empresa da família Marinho já foram diagnosticados com a doença somente neste início de ano. A emissora já enviou um comunicado interno reforçando as orientações sobre a vacina e os protocolos sanitários.
A nova onda de Covid-19, impulsionada pela variante ômicron, também atingiu artistas depois do Réveillon. Nomes como Preta Gil, Otávio Mesquita e Gabriela Pugliesi receberam o diagnóstico pela segunda vez. Já cantores como Rodolffo, dupla de Israel, Simaria, dupla com Simone, e Xanddy, do Harmonia do Samba, precisaram cancelar parte da agenda em função da infecção.
A volta às aulas gera sempre custos para os pais ou responsáveis por estudantes com a aquisição dos itens do material escolar. Para aliviar o bolso, pechinchar é sempre uma boa opção. Na 15ª edição da Feira do Livro Usado é possível encontrar livros didáticos e paradidáticos com valores abaixo do preço em loja. As vendas acontecem no estacionamento da Prefeitura e seguem até o dia 25 de fevereiro.
Segundo Glauber Lira, coordenador da Feira, os pais ainda podem trocar os livros utilizados no ano letivo anterior.
“É uma boa oportunidade para aqueles que querem economizar com a aquisição de livros. São produtos conservados e em bom estado”, afirma.
Ainda segundo o coordenador, são aceitos pagamentos no dinheiro, modalidade pix e nos cartões de crédito e débito. No total, são 16 associados que comercializam os livros no espaço.
“O principal objetivo da Feira é oferecer a oportunidade de pagar mais barato, dando mais utilidade aos livros. A economia é de no mínimo 50%”, afirma Glauber Lira.
Luiz Almir disse ainda que a artista “já está em decadência”
Ivete Sangalo Foto: Dilson Silva / AgNews
Após a cantora Ivete Sangalo apoiar um coro contra o presidente Jair Bolsonaro, em um show no Rio Grande do Norte, o ex-vereador de Natal e apresentador da Band RN, Luiz Almir, criticou a artista. Luiz, que também apresenta o programa O Povo no Rádio, na 96 FM, chamou Ivete de “vagabunda”.
Um vídeo que exibe as declarações do apresentador contra a cantora foi compartilhado nas redes sociais. Almir disse ainda que Sangalo “já está em decadência”.
– Ninguém tem o direito de ir cantar, juntar o povo que paga para ver o show de uma mulher que já está em decadência, velha, feia, frouxa, e a vagabunda fica mandando a maior autoridade do país tomar no c*, em pleno microfone em um hotel cinco estrelas. A vagabunda da Ivete “Sangala” vem fazer um show para ganhar dinheiro do povo besta do Rio Grande do Norte, em um hotel cinco estrelas, cujo o dono deve ser irresponsável também, pois, se fosse no meu hotel, eu tinha botado ela pra fora. E ela ficou cantando e gritando: “Manda Bolsonaro tomar no c*, não estou ouvindo não”. E o povo gritando, os esquerdistas doentes, gritando. Fica aí o meu protesto pra essa cantorazinha de quinta categoria. Fique na Bahia – declarou Luiz.
De acordo com assessoria de imprensa, cruzeiro do cantor Roberto Carlos está confirmado no navio MSC Prezioza, que teve surto de Covid-19 no último domingo (2), no Rio de Janeiro. O transatlântico passaria sete noites no Nordeste, mas precisou retornar ao ponto de partida para o desembarque dos infectados pelo vírus.
Na embarcação, o artista fará seu tradicional cruzeiro Emoções em Alto Mar, entre os dias 11 e 15 de março. A assessoria do cantor também informou que o evento seguirá o que for determinado pelas autoridades.
The Tragedy of Macbeth, novo drama histórico com elenco estrelado, está sendo aclamado pela crítica especializada e alcançou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Baseado na peça trágica de William Shakespeare, The Tragedy of Macbeth segue a história do lorde Macbeth ao voltar de uma guerra. No meio do caminho, três bruxas o abordam e fala sobre sua visão que ele será o próximo rei da Escócia.
Ao contar a notícia para sua esposa, eles planejam o assassinato do rei atual do país e assim garantir o reinado de Macbeth. Porém, como o prórpio nome diz, Macbeth é uma tragédia.
O longa dirigido por Joel Coen, traz Denzel Washington e Frances McDormand como protagonistas. Corey Hawkins, Alex Hassell, Ralph Ineson, Moses Ingram, Bertie Carvel, Kathryn Hunter, Brendan Gleeson e Harry Melling completam o elenco.
Leah Greenblatt, do Entertainment Weekly, comentou positivamente sobre o filme:
“Há um poder real, ressonante, em todo aquele som e fúria, uma tragédia desconstruída e recriada, mas como a verdade essencial por trás dela não se reduz.”
Confira:
The Tragedy of Macbeth estreia dia 25 de dezembro de 2021 nos cinemas.
Não Olhe para Cima, da Netflix, foi produzido com apoio governamental; no Brasil, faltam políticas Imagem: Reprodução
O próximo ano deverá registrar o maior investimento da história em produções para serviços de streaming no mundo. Lideradas pela Netflix, as empresas do setor devem investir juntas mais de R$ 1,3 trilhão em conteúdo, um aumento de 14% em relação a 2021, de acordo com a Ampere Analysis.
“Em 2022, esperamos que o investimento em conteúdo ultrapasse US$ 230 bilhões (R$ 1,3 trilhão), principalmente impulsionado por serviços de streaming por assinatura, à medida que a batalha na arena de conteúdo original se intensifica – tanto nos Estados Unidos, mas também nos mercados globais, que são cada vez mais importantes para o crescimento”, diz Hannah Walsh, gerente de pesquisa da Ampere Analysis, em um comunicado.
Com gastos de US$ 14 bilhões em conteúdo em 2021, a Netflix lidera os investimentos em streaming, representando 30% do total gasto em conteúdo de assinatura de vídeo on demand (SVOD), mas apenas 6% do investimento total em conteúdo global em 2021, de acordo com a Ampere
A Netflix é o terceiro maior investidor em conteúdo do mundo em gastos totais, atrás da Comcast e suas subsidiárias (US$ 22,7 bilhões) e da Disney (US$ 18,6 bilhões).
“A Comcast e a Disney investem pesadamente em direitos esportivos, que – junto com seus pesados investimentos em conteúdo original – contribuíram para suas posições de liderança na mesa. Os direitos esportivos representaram mais de um terço dos gastos da Comcast e da Disney em 2021 “, afirmou Hannah.
Mas esses números devem aumentar. A Disney revelou no início deste ano que pretende expandir seu orçamento de conteúdo em US$ 8 bilhões em 2022. A Netflix afirmou que pode até triplicar o investimento nos próximos anos e em 2022 deve gastar US$ 17 bilhões.
A WarnerMedia, dona da HBO Max, anunciou que iria se fundir com a Discovery para conseguir aumentar os investimentos em conteúdo. O plano é investir até US$ 20 bilhões em novas produções.
Brasil na contramão do streaming
As produções realizadas fora dos Estados Unidos nunca estiveram tão em alta. A série Round 6 se tornou o maior fenômeno de entretenimento do ano.
A produção coreana foi vista por 142 milhões de assinantes em 90 países (e finalizada por 87 milhões deles) nos primeiros 23 dias; mais de 1,5 bilhão de horas foram visualizadas nos primeiros 28 dias. A Netflix comprou a produção por US$ 22 milhões e gerou US$ 900 milhões em valor, de acordo com documentos internos que foram revelados em outubro pela Bloomberg.
Round 6 intensificou a corrida por “surpresas” internacionais. Segundo o colunista Matthew Beloni, “enormes investimentos em programação em idioma local levam a sucessos populares que podem ser promovidos por algoritmos para um público global treinado para aceitar legendas e atores estrangeiros; isso, por sua vez, criará um crescimento quase instantâneo e exponencial no consumo desse conteúdo. Em outras palavras: hits massivos. E os acessos se traduzem em assinantes, perpetuando o círculo virtuoso”.
Dos 214 milhões de assinantes da Netflix, menos de um terço está nos Estados Unidos.
O Brasil já seria o segundo maior mercado do mundo em streaming. As plataformas internacionais de streaming nos últimos meses inclusive anunciaram o aumento de produções no Brasil, mas o volume é pequeno em comparação a outros mercados até menos relevantes em comparação ao Brasil.
Ou seja, o Brasil parece estar ficando de fora dessa “enxurrada” de recursos para a produção de conteúdo.
Barreiras para o crescimento das produções
A Globo investiu pesadamente no aumento de produções para o Globoplay. Em seu balanço divulgado em março, a emissora disse planejar investir R$ 4,5 bilhões em conteúdo e mais R$ 1 bilhão em tecnologia. Mas no volume geral, considerando os concorrentes internacionais, os números brasileiros para produção de conteúdo são tímidos.
A Netflix, líder do setor no Brasil e no mundo, anunciou semanas atrás uma série de novidades produzidas no país. Mas uma comparação com mercados semelhantes como a Índia evidencia como estamos em desvantagem.
No Brasil a Netflix tem cerca de 19 milhões de assinantes, conforme dados vazados do site do Cade. Na Índia, a Netflix tem pouco mais de 5 milhões de assinantes, segundo a consultoria Media Partners Ásia. Na Índia, a Netflix lançou mais de 70 filmes, documentários, programas e especiais de comédia, e já avisou que aumentará este número em 2022. A Netflix planeja desenvolver 40 ideias no Brasil em 2022.
Vale notar ainda que a Netflix na Índia é bem mais barata que no Brasil. Este mês a empresa cortou o preço dos seus planos no país em até 60%. O plano mais barato da Netflix na Índia custa cerca de R$ 11. No Brasil, o plano básico custa R$ 25,90.
A Netflix deve gastar US$ 1 bilhão apenas em programas coreanos, incluindo US$ 500 milhões este ano em filmes e séries lá. Isso além de US$ 1 bilhão no Reino Unido e US$ 400 milhões na Índia em 2019 e 2020, aponta Beloni. A América Latina é semelhante, mas o Brasil é um de vários países na região.
Falta de políticas para o setor
“Essa questão está ligada com a falta da regulamentação”, diz Marina Rodrigues, cineasta e produtora. “Como não existe nenhuma legislação que determine investimentos mínimos, a Netflix acaba gastando bem abaixo do que poderia”.
Marina com frequência destaca em seu perfil no Twitter produções de sucesso que recebem benefícios governamentais. O recente sucesso Não Olhe para Cima é um exemplo.
A Coreia, berço de Round 6 e um crescente número de produções de sucesso, é um dos países mais hostis do mundo às empresas internacionais de streaming. O governo criou políticas para proteger o mercado local e usa a influência para estimular segmentos de entretenimento como o K-Pop, cinema e TV.
A reação à chegada da Netflix ao país em 2016 é um exemplo. “Primeiro, os conglomerados de mídia local se uniram para formar a Wavve, uma plataforma de streaming nacional, que tem o objetivo de enfrentar o ‘perigo estrangeiro’ que a Netflix representa para o mercado”, como afirma artigo de Daniela Mazur, Melina Meimarides e Daniel Rios.
“Segundo, a indústria sul-coreana está transformando o alcance das plataformas estrangeiras em um instrumento para expandir a Hallyu (onda coreana) globalmente. Portanto, é uma estratégia de mão dupla, na qual a indústria nacional se utiliza da Netflix para atingir públicos estrangeiros, mas localmente é hostil à empresa”, acrescenta a publicação.
Um executivo ouvido pela coluna também aponta a dificuldade de encontrar profissionais qualificados e até estúdios no país capazes de atender aos altos níveis de qualidade de plataformas como a Netflix. “A série 3% da Netflix era uma boa ideia e tinha grande potencial, mas a produção foi inconsistente e sofreu problemas de execução”, afirma.
Resposta da Netflix
“Entretemos o Brasil há uma década e muita coisa mudou de 2011, com títulos licenciados e stand-ups, até 2021, com uma produção variada de conteúdos globais e locais. Esse ano marca os 5 anos da Netflix produzindo conteúdo local original e levando histórias brasileiras para o mundo todo, como 7 Prisioneiros e Cidade Invisível.
Em 2022, a Netflix investirá no desenvolvimento de 40 novas ideias, fomentando a produção de mais histórias brasileiras no audiovisual para audiências ao redor do Brasil, reforçando o compromisso em colocar Mais Brasil Na Tela. Continuaremos a trazer, todos os meses, conteúdo brasileiro inédito e exclusivo da Netflix, com a maior variedade de gêneros e formatos que ofertamos até hoje.
“Estamos dobrando nossos esforços no Brasil com um time local com os melhores executivos de criação, produção e pós-produção do mercado para apoiar o extraordinário ecossistema audiovisual brasileiro com o propósito de trazer mais histórias brasileiras para suas telas. Queremos oferecer uma plataforma para histórias contadas por diversos talentos, tanto atrás como na frente das câmeras”, disse Francisco Ramos, Vice-Presidente de Conteúdo da Netflix para a América Latina.
Em novembro, no evento Mais Brasil na Tela, anunciamos:
A renovação de Sintonia, Casamento às Cegas Brasil e Brincando com Fogo Brasil
As animações O Menino Maluquinho e Acorda, Carlo!, que inauguram a oferta de conteúdo original brasileiro para toda a família
Biônicos, filme de ação e ficção científica de Afonso Poyart e um novo filme de Natal brasileiro, estrelando GKAY, Sérgio Malheiros e Vera Fischer. Também Carga Máxima, novo filme de ação.
Nova minissérie dramática Todo dia a mesma noite, inspirada no livro homônimo que conta a história real do incêndio na Boate Kiss, e novos projetos de comédia de Leandro Hassum, Whindersson Nunes e Rodrigo Sant’Anna.
Estamos confiantes que nossos lançamentos nos próximos anos vão seguir mostrando o nosso comprometimento em colocar Mais Brasil na Tela.
Propriedade fica em um condomínio de luxo em Beverly Hills
Adele Foto: EFE/EPA/PAUL BUCK
A cantora britânica Adele comprou uma nova mansão nos Estados Unidos. Ela está pagando 58 milhões de dólares (cerca de R$ 323 milhões, na cotação atual) pela propriedade, que fica em um condomínio de luxo em Beverly Hills, na Califórnia.
O valor do imóvel representa apenas 6% de todo o dinheiro de Adele. As informações são do portal UOL.
A fortuna da artista gira em torno de 130 milhões de libras, algo equivalente a R$ 980 milhões, segundo a Sunday Times Rich List 2021. A cantora ocupa 27ª posição dos músicos mais ricos do Reino Unido.
A propriedade comprada por Adele era do ator Sylvester Stallone. A mansão tem seis quartos, nove banheiros, academia, sauna, piscina, bar personalizado, estúdio de arte e uma sala de projeção, além de uma casa de hóspedes de dois andares.
Apresentador comentou sobre atrações de seu novo programa
Faustão estreou na Band nos primeiros minutos de 2022 Foto: Reprodução/Band
Poucos minutos após a chegada de 2022, o apresentador Fausto Silva finalmente estreou na Band. Na gravação, o ex-global anunciou as atrações de seu novo programa, o Faustão na Band, previsto para estrear no dia 17 de janeiro.
O veterano revelou que o programa, que será diário, terá uma atração diferente a cada dia da semana. Ele irá dividir os palcos com a jornalista Anne Lottermann, que saiu da Globo para trabalhar com Fausto. O filho mais velho do apresentador, João Guilherme, também irá trabalhar com o pais.
Nas segundas-feiras, Fausto irá comandar o quadro Pizzaria do Faustão. Nas terças, o ex-global apresentará o quadro Grana ou Fama. Nele, os participantes “se apresentarão no palco e decidirão se confiam no talento e investem o dinheiro em seu talento, ou decidem se ficam com o dinheiro ou a fama”, contou Anne Lottermann.
Todas as quartas-feiras o público poderá assistir ao quadro Dança das Feras, em que profissionais “mostrarão a qualidade da dança brasileira com ritmos nacionais e internacionais”, segundo João Guilherme.
Às quintas está previsto para ir ao ar o Na Pista do Sucesso, com “um pouco de cada ritmo no palco”. Já às sextas, será o dia do Churrascão do Faustão.
O novo programa também trará reportagens com histórias de superação, que, segundo Fausto, “que dão lições de vida”. Este quadro será comandado pela ex-bailarina do Domingão, Jaqueline Ciocci. As tradicionais videocassetadas também estão garantidas.
– Cada dia da semana nós vamos trazer uma programação diferente. É mais que um programa, nós vamos com uma programação, é o time do Faustão aqui na Band – disse o apresentador.
O programa Faustão Na Band irá ao ar a paritr de 17 de janeiro, às 20h30, segunda a sexta-feira.
O surgimento da variante Ômicron do novo coronavírus restringiu as festas de réveillon em todo o país. Pelo menos 20 capitais cancelaram a realização de shows e eventos artísticos para evitar a aglomeração de pessoas. No entanto, em algumas capitais, a queima de fogos foi mantida.
Em Recife, está programada somente a queima de fogos na praia de Boa Viagem, com 17 minutos de duração, e em outros bairros da cidade. Quatro balsas estão espalhadas pela orla da cidade para garantir o espetáculo, que será realizado com fogos sem ruídos. Um decreto municipal proibiu a utilização de artefatos que provoquem poluição sonora em eventos promovidos pelo governo local.
Além de não realizar a festa de réveillon neste ano, a prefeitura de Fortaleza publicou um decreto para fixar o limite de público em festas privadas. Pelas regras, eventos de grande porte em locais fechados deverão cumprir a capacidade de até 2,5 mil pessoas. Em locais abertos, serão permitidas até 5 mil pessoas.
A festa também foi cancelada em Porto Alegre. A comemoração seria realizada na Orla do Guaíba em homenagem aos 250 anos da capital. Diante da disseminação da variante Ômicron, a prefeitura decidiu não promover shows para evitar aglomeração de pessoas na região da Usina do Gasômetro, onde a festa seria realizada.
Em Boa Vista, a festa não foi cancelada. A prefeitura divulgou na semana passada a programação musical para o dia 31. Os shows ocorrerão no Parque do Rio Branco, a partir das 17h.
No Rio de Janeiro, estão previstos dez pontos de queima de fogos pela cidade. Em Copacabana, a queima terá 16 minutos e será acompanhada de um espetáculo piromusical, no qual a história da cidade será contada por meio de música ambiente. Foram instaladas torres de som na orla. Para evitar aglomerações, no entanto, a prefeitura impôs várias restrições à circulação de pessoas, como o fechamento das estações de metrô, próximo à praia de Copacabana
Em Balneário Camboriú (SC), um dos destinos preferidos no Sul do país, a festa da virada do ano terá um show pirotécnico de 15 minutos. A contagem regressiva será realizada na roda gigante, um dos cartões postais da cidade. O governo local espera que a rede hoteleira tenha ocupação de 100% dos quartos disponíveis.
De acordo com o último levantamento do Ministério da Saúde, divulgado ontem (28), o Brasil registrou 77 casos da variante Ômicron.