O chefe do cartório da 156 zona eleitoral de Feira de Santana, Danilo Pereira, reforçou, na última quarta-feira (20), a importância de os eleitores utilizarem a ferramenta Pardal Web, a fim de denunciarem qualquer tipo de propaganda eleitoral irregular, que porventura venha a acontecer no município durante o período da campanha até as eleições gerais.

O pleito para escolha dos candidatos à presidência da República, governadores, senadores e deputados federais está marcado para o dia 4 de outubro, primeiro domingo do mês.

“O Pardal é um aplicativo desenvolvido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que as pessoas podem baixar no seu celular ou usar pela web também, para fazer a denúncia, a comunicação de algum fato que no entendimento das pessoas pareça ser uma propaganda irregular, um crime eleitoral e para a gente ter conhecimento dessa irregularidade para que a gente possa atuar”, destacou.

Segundo ele, em Feira de Santana a zona eleitoral responsável pelo acolhimento das denúncias locais é a 155ª, que irá apurar ocorrências de propaganda irregular em mídias como outdoor, panfletos, carro de som, entre outros. Muitas denúncias são encaminhadas diretamente para o TRE, em Salvador, a exemplo da propaganda irregular feita na internet.

“O juiz responsável pela propaganda e pelos crimes eleitorais atuarão para coibir essa prática se for de fato irregular, porque às vezes a pessoa vê uma propaganda na rua e pensa que é irregular, mas não é. Aí vem para avaliação do juiz eleitoral e depois é feita a remoção, se for o caso, ou determinação de retirada”, explicou.

O chefe da 156ª enfatizou o Pardal Web já está ativo desde quando começou o período da propaganda eleitoral. Após baixar o aplicativo, o eleitor deverá cadastrar seus dados pessoais, antes de realizar a denúncia.

“Não é aceita a denúncia anônima e é preciso que ela venha com elementos mínimos, de local, a descrição do que estava acontecendo, a foto da propaganda irregular ou o vídeo dessa propaganda irregular também, para que a análise aqui seja feita com base nessas evidências. A pessoa precisa se identificar, mas a denúncia é mantida sob sigilo, esse dado é guardado pela Justiça Eleitoral, não é divulgado para o candidato ou para quem quer que seja.”

*com informações do site Acorda Cidade
Foto: TSE


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (1º) que está acompanhando “muito de perto” as eleições brasileiras. Em declaração a jornalistas na Casa Branca, ele também classificou o pleito como “muito importante”.

“O Brasil é um país muito importante. É um ótimo país. As pessoas do Brasil são fantásticas. É uma eleição muito importante”, declarou Trump.

O presidente norte-americano não informou se apoia algum dos candidatos que disputam a Presidência do Brasil. A declaração ocorre poucos dias antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).

A manifestação de Trump acontece em meio às discussões sobre uma possível interferência estrangeira nas eleições brasileiras. Nos últimos dias, parlamentares dos Estados Unidos enviaram cartas ao secretário de Estado, Marco Rubio, cobrando garantias de que o governo norte-americano respeitará o resultado das urnas.

Em uma das cartas, parlamentares democratas afirmaram estar preocupados com ações do governo Trump que, segundo eles, poderiam ameaçar a relação entre os dois países e interferir no processo eleitoral brasileiro. Entre os pontos citados estão a nomeação de Darren Beattie para uma função relacionada ao Brasil no Departamento de Estado e medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros.

O Departamento de Estado dos EUA já declarou que respeitará “qualquer governo” eleito no Brasil em outubro e negou ter um plano para impedir uma eventual reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A possibilidade de interferência estrangeira também foi mencionada em informações atribuídas à Agência Brasileira de Inteligência (Abin). Segundo reportagem da Reuters, autoridades brasileiras teriam informado representantes europeus sobre supostas tentativas de interferência dos Estados Unidos e da Rússia no processo eleitoral brasileiro. A agência afirmou ter tido acesso a documentos relacionados aos encontros.

O tema ganhou espaço durante a reta final da campanha, em um cenário de tensão diplomática entre Brasília e Washington. A relação entre os dois governos foi marcada nos últimos meses por disputas comerciais e divergências políticas. A Reuters também registrou que Lula tem alertado sobre interferência estrangeira no processo eleitoral.

Apesar das declarações de Trump sobre a importância do pleito, ele não anunciou apoio público a nenhum candidato brasileiro nesta quinta-feira.

*Metro1
Foto: The White House/Gallery


Pesquisa Vox Brasil divulgada nesta sexta-feira (2) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 48,2% das intenções de voto em uma eventual disputa de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registra 45,2%.

A diferença entre os dois é de três pontos percentuais. Portanto, Flávio e Lula aparecem tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Os entrevistados que afirmaram votar em branco, anular ou não escolher nenhum dos dois representam 2,5%. Outros 4,1% não souberam ou não opinaram.

O levantamento também simulou confrontos de Lula contra Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).

Em uma disputa com Caiado, Lula aparece numericamente à frente, com 46,3%, contra 42,1% do candidato do PSD (Partido Social Democrático). Brancos, nulos e eleitores que não escolheriam nenhum deles somam 9,6%, enquanto 2% não souberam responder.

Contra Cury, Lula tem 46,8% das intenções de voto. O candidato do Avante registra 33,1%. Outros 12,3% votariam em branco, anulariam ou não escolheriam nenhum dos dois, e 7,8% não souberam opinar.

No cenário de primeiro turno, Flávio tem 41,2%, e Lula, 40,4%. Os dois também estão tecnicamente empatados.

Ronaldo Caiado aparece na terceira posição, com 3,3%. Renan Santos (Missão) tem 2,2%, seguido por Romeu Zema (Novo), com 1,3%, e Augusto Cury, com 1,2%. Edmilson Costa (PCB), assinala 0,2%.

Outros candidatos não pontuaram, sendo eles Samara Martins (UP), Hertz Dias (PSTU), Leonardo Avalanche (PRTB), que deixou a disputa na quarta-feira (30), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata) e Clariana Barão (DC).

Brancos e nulos somaram 3,2%, enquanto indecisos foram 7%.

A Vox Brasil entrevistou presencialmente 2.100 eleitores em todo o país entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de 2,15 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos próprios e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-00148/2026.

*CNN
Fotos: Agência Senado e Palácio do Planalto


A TV Globo anunciou nesta quinta-feira (1º) o cancelamento do debate presidencial que seria realizado com os candidatos à Presidência da República. O anúncio foi feito pela própria emissora e pela GloboNews, canal de notícias ligado à TV.
O cancelamento coincide com a decisão do candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), de anunciar que não participaria do encontro. Na prática, o debate seria o último confronto entre os presidenciáveis antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).
Mais cedo, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes também determinou que a emissora incluísse Renan Santos (Missão) no debate presidencial, o que acabou configurando como intervenção da Justiça nas regras estabelecidas previamente.

Inicialmente, a Globo havia convidado somente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD), Augusto Cury (Avante) e Romeu Zema (Novo).
Lula anunciou que não participaria do debate e que concederia uma entrevista ao podcast Flow no mesmo horário. Os demais candidatos haviam confirmado presença.

*SBT News


O senador e candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, decidiu não participar do debate presidencial promovido pela TV Globo nesta quinta-feira (1º), o último confronto entre os candidatos antes do primeiro turno, marcado para domingo (4). O anúncio foi feito nas redes sociais do candidato.

“Acabo de tomar a decisão de não ir ao debate da Globo em função da censura imposta ao evento pelo TSE”, escreveu. A imprensa tem que ser livre e as eleições limpas.”

A campanha de Flávio reavaliava se o senador participaria do debate, após uma decisão da ministra Stella Aranha que proibiu a presença de uma cadeira vazia no estúdio para representar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Lula já havia informado que não participaria do debate.
A equipe de Flávio classificou a medida como “censura”. Durante a preparação para o debate, o candidato pretendia usar a cadeira vazia para criticar Lula, seu principal adversário, segundo apurou o SBT News.

A possibilidade de Flávio não comparecer não era consenso entre integrantes da campanha. Parte da equipe avaliava que a ausência, após a confirmação de presença, poderia ser malvista por eleitores e prejudicar o candidato nos últimos dias antes do primeiro turno, marcado para domingo (4).

*SBT News
Foto: Divulgação/Charles Vieira.


O prefeito de Santo Estevão, Tiago Dias (União Brasil), afirmou nesta quarta-feira (30) que o governador Jerônimo Rodrigues (PT) “virou as costas” para o município e defendeu a eleição de ACM Neto (União Brasil) ao Governo da Bahia. A declaração foi feita durante comício que encerrou a agenda de Neto nesta quarta, reunindo uma multidão no município.

Ao lado de ACM Neto, do candidato a vice-governador Zé Cocá (PP) e dos candidatos ao Senado João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos), Tiago fez um discurso crítico à relação do atual governo estadual com Santo Estevão. “O senhor Jerônimo virou as costas para o município. Há quatro anos, Santo Estevão foi muito generoso com ele, confiou e depositou os votos. Esse cidadão virou as costas e não depositou nesses votos nem um centavo para ajudar o nosso povo”, afirmou.

O prefeito disse ainda que sua administração manteve os serviços municipais apesar do que classificou como falta de apoio estadual. “Eles deixaram o nosso município de lado, por birra. Começaram a tirar Santo Estevão dos seus planos. Nós nos mantivemos de pé, sofremos o que era para sofrer, fizemos o que era para fazer, mas não deixamos o nosso povo órfão de serviço”, declarou.

“Não é um tiro no escuro”

Na sequência do discurso, Tiago Dias destacou a experiência administrativa de ACM Neto e lembrou o período em que o candidato governou Salvador. Para o prefeito, a trajetória de Neto na capital oferece aos eleitores elementos para avaliar sua capacidade de gestão. “Eu trago para Santo Estevão, de forma confidencial, as nossas conversas, o aconselhamento que recebi antes de assumir a prefeitura, sentado no seu sofá, o aconselhamento e direcionamento de como era para conduzir Santo Estevão”, relatou.

O prefeito comparou ainda sua própria eleição com a candidatura de Neto, ressaltando que o ex-prefeito de Salvador já possui uma trajetória administrativa conhecida. “Talvez, há dois anos, a confiança que foi dada a Tiago por esse povo tenha sido um tiro no escuro. Vocês não sabiam como era Tiago frente à administração. Era a primeira experiência. Mas você não é um tiro no escuro. Você já provou que tem competência de administrador. Você é uma referência no nosso Brasil”, disse, dirigindo-se a Neto.

Com informações da assessoria de comunicação.


Durante comício que reuniu uma multidão em Santo Estevão, nesta quarta-feira (30), o candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) reagiu aos ataques que vem sofrendo do grupo do governador Jerônimo Rodrigues (PT) nesta reta final da campanha. Neto disse nunca ter enfrentado um nível tão elevado de “agressões e mentiras” e atribuiu a ofensiva ao temor dos adversários diante do desejo de mudança dos baianos.

Ao lado dos candidatos ao Senado João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos), além do prefeito de Santo Estevão, Tiago Dias (União Brasil), Neto começou sua fala agradecendo a Deus e disse que a fé tem sido fundamental para enfrentar os últimos dias da disputa eleitoral. Também participaram do ato os prefeitos de Feira de Santana, Zé Ronaldo de Carvalho; de São Gonçalo dos Campos, Tarcísio Pedreira; de Rafael Jambeiro, Nalvinho Serra; dentre outras lideranças.

“Quero agradecer a Deus, porque Ele tem me dado uma capacidade de resistir a muitas coisas. Confesso a vocês que, em 47 anos de vida e em toda a minha trajetória política, já vivi todo tipo de situação, mas nunca imaginei que nós fôssemos chegar a um nível de ataques, agressões e mentiras tão grande como chegamos no final dessa campanha política”, afirmou.

“Eles acham hoje que são donos do Governo do Estado. Eles acham que podem ameaçar o nosso povo e tentar obrigar os baianos a continuar em um caminho que não tem dado certo. Eles acreditam que, com as mentiras, com os ataques a mim, à minha família, à minha honra e à minha história, vão conseguir continuar no poder”, acrescentou.

Neto afirmou, no entanto, acreditar que as críticas não serão suficientes para alterar o sentimento que encontra durante os atos de campanha pelo estado. “Eles não vão conseguir, porque hoje a vontade e o desejo de mudança do povo baiano são muito maiores do que qualquer ameaça ou ataque que venha dos nossos adversários”, disse.

Fuga go debate

Durante o discurso, ACM Neto também voltou a criticar Jerônimo Rodrigues pela ausência no debate que seria promovido pela TV Bahia na terça-feira (29). Neto afirmou que esteve no estúdio e relacionou a ausência do adversário a temas sobre os quais tem feito cobranças ao atual governador durante a campanha.

“Eu estava lá sozinho. Havia do meu lado um púlpito com o nome Jerônimo Rodrigues e ele fugiu do debate como foge das suas responsabilidades de governador do Estado”, afirmou Neto.

Com informações da assessoria de Comunicação.


Presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ)  (Evaristo Sá/AFP)

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A três dias do primeiro turno das eleições presidenciais, a disputa entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece marcada pelo equilíbrio. Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quinta-feira (1º) aponta empate técnico entre os dois candidatos tanto no primeiro quanto em um eventual segundo turno.

De acordo com o levantamento, Lula registra 43% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro aparece com 39%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

Na sequência aparecem Renan Santos (Missão), com 4%, e o escritor Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 3%. Zema (Novo) soma 1%, enquanto outros candidatos, brancos e nulos e eleitores que não souberam ou não responderam completam o cenário.

Flávio passa à frente no segundo turno

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o cenário se inverte. O candidato do PL aparece numericamente à frente, com 46% das intenções de voto, contra 45% de Lula.

Apesar da diferença de um ponto percentual, o resultado também configura empate técnico dentro da margem de erro da pesquisa.

O levantamento mostra ainda que Lula venceria Flávio por 45% a 43% em um eventual segundo turno contra Ronaldo Caiado. Contra Zema, o petista teria 45%, ante 40% do candidato do Novo. Já diante de Renan Santos, Lula aparece com 45%, contra 38%.

Rejeição também é praticamente igual

A pesquisa revela outro cenário de forte equilíbrio entre Lula e Flávio Bolsonaro. Os dois aparecem com o mesmo índice de rejeição: 49% dos entrevistados afirmaram que não votariam em nenhum dos dois candidatos.

Renan Santos aparece com 43% de rejeição, seguido por Ronaldo Caiado, com 39%, e Zema, com 34%.

Avaliação do governo

O levantamento também mediu a percepção dos brasileiros sobre o governo Lula. Segundo os dados, 52% dos entrevistados afirmam desaprovar a administração, enquanto 46% dizem aprová-la. Outros 2% não souberam ou não responderam.

Na avaliação qualitativa, 45% consideram o governo ruim ou péssimo, 33% classificam a administração como ótima ou boa e 21% avaliam como regular.

A pesquisa Real Time Big Data ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre os dias 26 e 30 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09503/2026.

Fonte: VEJA, com informações da pesquisa Real Time Big Data.


O Brasil tem 1,6 milhão de eleitores de 16 e 17 anos cadastrados para as eleições de 2026, cerca de 500 mil a menos do que em 2022, quando o número chegou a 2,1 milhões. A redução é de 22,8%, enquanto o eleitorado brasileiro, no total, continuou crescendo.

A queda entre os adolescentes supera a redução da população nessa faixa etária. Segundo projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de brasileiros de 16 e 17 anos diminuiu 5,6% desde 2022.

Considerando apenas os eleitores registrados no Brasil, a proporção também caiu. Em 2022, havia aproximadamente 34 jovens com título para cada 100 habitantes de 16 e 17 anos. Em 2026, são cerca de 28.

Em 2018, o eleitorado de 16 e 17 anos era de aproximadamente 1,4 milhão. Quatro anos depois, o número ultrapassou 2,1 milhões, crescimento de 51,1%.

A eleição de 2022 foi acompanhada por campanhas de incentivo ao alistamento eleitoral, ações nas redes sociais e pela Semana do Jovem Eleitor. Na época, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atribuiu parte do aumento às iniciativas de mobilização.

Para 2026, o TSE voltou a promover ações voltadas ao público jovem, inclusive em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). O número de eleitores de 16 e 17 anos, no entanto, voltou a cair.

VOTO É FACULTATIVO

O voto é facultativo para adolescentes de 16 e 17 anos. Por isso, o alistamento eleitoral depende da decisão do próprio jovem e de fatores como mobilização, ambiente familiar e escolar e percepção sobre a importância da participação eleitoral.

Uma pesquisa Datafolha realizada em agosto apontou que 48% dos eleitores de 16 a 24 anos afirmaram que votariam caso o voto não fosse obrigatório. Entre os eleitores com 60 anos ou mais, o índice foi de 61%. No conjunto do eleitorado, 56% disseram que iriam às urnas mesmo sem obrigatoriedade.

Apesar da redução no número de adolescentes com título, a participação desse grupo nas eleições de 2022 foi superior à dos eleitores com 70 anos ou mais. No primeiro turno daquele ano, 82,9% dos eleitores de 16 e 17 anos compareceram às urnas, contra 41,1% dos eleitores com 70 anos ou mais.

ELEITORADO MAIS VELHO CRESCE

Desde 2022, o número de eleitores com 70 anos ou mais aumentou em aproximadamente 2,4 milhões, chegando a 17,3 milhões em 2026.

A participação desse grupo no eleitorado também cresceu. Em 2010, os eleitores com 70 anos ou mais representavam 6,9% do cadastro eleitoral. Atualmente, correspondem a 10,9%.

Apesar da maior taxa de comparecimento entre os adolescentes em 2022, o tamanho do eleitorado mais velho fez com que o número absoluto de votantes fosse maior. Naquele primeiro turno, 6,13 milhões de eleitores com 70 anos ou mais compareceram às urnas, ante 1,75 milhão de jovens de 16 e 17 anos.

Fonte: Bahia Notícias


O candidato a governador da Bahia ACM Neto (União Brasil) reuniu uma multidão nesta quarta-feira (30) em uma grande carreata pelas ruas de Vitória da Conquista, no sudoeste baiano, que selou o sentimento de mudança nos rumos do Estado a quatro dias da eleição do próximo domingo (4). Ao lado do candidato a vice-governador Zé Cocá (PP), dos candidatos ao Senado João Roma (PL) e Angelo Coronel (Republicanos) e da prefeita Sheila Lemos (União Brasil), Neto foi acompanhado por apoiadores que, em caminhada, se juntaram aos veículos.

A carreata cruzou a Avenida Frei Benjamin, uma das principais de Conquista, ao som do Dalê 44, jingle que marca a trilha sonora da campanha e embala multidões por onde o Time da Mudança passa.

Além da mobilização popular, Neto recebeu o apoio de uma ampla maioria dos vereadores de Vitória da Conquista, que também apresentaram demandas do município, com as quais o candidato se comprometeu a trabalhar, caso seja eleito.

Apoios em Macaúbas

Ainda em Conquista, ACM Neto recebeu um grupo de vereadores de Macaúbas, liderado por Robinho Nunes, e reiterou o compromisso de apresentar soluções para as dificuldades enfrentadas pelos municípios da Bacia do Paramirim, especialmente na área da saúde, diante da ausência de um hospital regional e de uma policlínica que atendam à população da região.

“Quando as pessoas precisam de atendimento, precisam se deslocar centenas de quilômetros e esperar na fila da regulação. É isso que eu quero acabar. E o meu compromisso é fazer um hospital regional a partir de Macaúbas, eu já tinha dito isso na cidade e quero reafirmar esse compromisso, vamos ter um hospital regional em Macaúbas com UTI, com atendimento de urgência e emergência, com serviços especializados, com oncologia, com hemodiálise, um hospital de alta complexidade para atender a toda a região”, declarou.

Neto também reiterou a intenção de trabalhar pela implantação de uma extensão da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) na região.

“Quero também garantir aqui a vocês que nós vamos lutar para que a região tenha uma extensão da Universidade do Estado da Bahia para os jovens, que não tem até hoje. Eles tiveram 20 anos e não fizeram. Gente, eles tiveram muita chance, tiveram muitas oportunidades, Jerônimo nos últimos quatro anos pode fazer tudo isso e não fez. Eu peço a vocês a oportunidade de governar a Bahia, porque o meu compromisso é de trabalhar muito por todo o estado, mas ter uma atenção especial pela região e mais ainda por Macaúbas”, completou ACM Neto.

Com informações da assessoria de Comunicação.