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Vaincação contra covid - Vacina Astrazeneca - Centro de Saúde n°13, 23/07/2021 Fotos: Myke Sena/MS
Foto: Myke Sena

A vacina brasileira contra a covid-19 deu um importante passo hoje (13), data em que inicia o primeiro estudo clínico que aplicará o imunizante em 90 voluntários com idades entre 18 e 55 anos de idade. A fase 1 do estudo escolherá, de forma randomizada, a dose mais segura e o regime de dose que estimula resposta durável de anticorpos que neutralizam o organismo contra o novo coronavírus.

“Vamos agora medir a resposta imunológica específica e avaliar a imunidade celular dos participantes”, explicou o médico infectologista Roberto Badaró, responsável pela pesquisa e pelo desenvolvimento da vacina, em cerimônia ocorrida na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em Salvador.

A expectativa do pesquisador é de que a primeira fase do estudo seja concluída em três meses, e que, se tudo der certo, em um ano ou pouco mais a vacina já esteja disponível.

Na fase 2, que terá a participação de 400 voluntários, será testada a eficiência da vacina; e a fase 3 é a da administração em larga escala.

Primeira aplicação
O primeiro a receber a dose da vacina brasileira foi o técnico de segurança patrimonial Wenderson Nascimento Souza, de 34 anos de idade. A aplicação do imunizante foi feita pelo secretário de Pesquisa e Formação Científica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (Sepef/MCTI), Marcelo Morales.

Presente na cerimônia, o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, disse que o 13 de janeiro de 2022 é um “dia histórico” tanto para a ciência no Brasil como para os brasileiros. “Neste ano do bicentenário da independência do Brasil, damos partida na independência do Brasil na produção de vacinas. Estamos em um ponto de inflexão na história do Brasil”, disse, ao destacar o papel de resgate que a ciência teve em vários momentos difíceis da humanidade.

Pontes lembrou que existem três tipos de vacinas, as importadas, as licenciadas e as nacionais, aquelas feitas por cientistas brasileiros. “É importante para o país ter soberania, autossuficiência e independência na produção de itens tão importantes para a vida dos brasileiros”, disse.

“Daqui para a frente, a gente pode dizer, de forma reduzida, que se o planeta não pode vender vacinas para o Brasil, o Brasil pode vender vacinas para o planeta”, acrescentou.

Vacina
A vacina RNA MCTI CIMATEC HDT é composta de duas partes, que são misturadas antes da aplicação: uma molécula de replicon de RNA (repRNA) e uma emulsão composta por água e um tipo especial de óleo e moléculas magnéticas, chamada de Lion, que ajuda a proteger a molécula do repRNA e faz o transporte até as células alvo.

Uma vez dentro das células, o repRNA é reconhecido como RNA mensageiros pelos ribossomos, que são estruturas que produzem as proteínas, com as instruções trazidas pelo RNA. Os ribossomos fabricam inicialmente o replicon, que gera várias cópias de si mesmo e, depois, as proteínas do coronavírus, que são quebradas em pequenos pedaços e expostas a nosso sistema imunológico. O organismo então identifica os fragmentos como algo estranho e passa a produzir anticorpos contra o novo coronavírus.

Segundo o infectologista Roberto Badaró, a vacina brasileira, que é de terceira geração, apresenta alguns benefícios específicos, como o uso de um número menor de componentes, podendo ser aplicada em doses mais baixas e sem a necessidade de imunizações seguidas. “Poderemos, em um sequenciamento e com a capacidade de sintetizar em uma única proteína as cinco variantes, ter uma vacina com as cinco variantes, no futuro. Portanto, podemos ter a vacina que rotineiramente será utilizada”, explicou o médico infectologista.

O desenvolvimento pré-clínico e clínico da vacina tem a participação dos Estados Unidos, Brasil e Índia, por meio de parceria entre as empresas HDT BioCorp. (Estados Unidos), Senai Cimatec (Brasil) e Gennova Biopharmaceuticals (Índia). No Brasil, a parceria conta com o apoio da RedeVírus e com o financiamento do MCTI.

*Agência Brasil


Foto: Reuters/ Eric Seals/ Direitos Reservados

Chegaram ao Brasil, às 4h45 desta quinta-feira (13), as primeiras vacinas contra covid-19 destinadas a crianças de 5 a 11 anos. Remessa com 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer foi descarregada no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (São Paulo).

O lote será distribuído a estados e municípios para iniciar a aplicação. A previsão é que o Brasil receba em janeiro um total de 4,3 milhões de doses da vacina. A remessa é a primeira de três que serão enviadas ao país.

Segundo o Ministério da Saúde, durante o primeiro trimestre devem chegar ao Brasil quase 20 milhões de doses pediátricas, destinadas ao público-alvo de 20,5 milhões de crianças. Em fevereiro, a previsão é que sejam entregues mais 7,2 milhões, e em março, 8,4 milhões.

Na semana passada, o ministério anunciou a inclusão dos imunizantes pediátricos no plano de operacionalização do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

Segundo a pasta, a criança deve ir aos postos de vacinação acompanhada dos pais ou responsáveis ou levar uma autorização por escrito. O esquema vacinal será de duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações.

A distribuição será feita na seguinte proporção (confira o percentual da população de 5 a 11 anos por estado):

Região Centro-Oeste (8,17%)

Distrito Federal – 1,30%

Goiás – 3,55%

Mato Grosso do Sul – 1,47%

Mato Grosso – 1,85%

Região Sudeste (39,18%)

Espírito Santo – 1,93%

Minas Gerais – 9,02%

Rio de Janeiro – 7,49%

São Paulo – 20,73%

Região Sul (13,17%)

Paraná – 5,25%

Rio Grande do Sul – 4,73%

Santa Catarina – 3,19%

Região Nordeste (28,43%)

Alagoas – 1,77%

Bahia – 7,07%

Ceará – 4,42%

Maranhão – 4,02%

Paraíba – 1,89%

Pernambuco – 4,80%

Piauí – 1,62%

Rio Grande do Norte – 1,67%

Sergipe – 1,17%

Região Norte (11,05%)

Acre – 0,57%

Amazonas – 2,77%

Amapá – 0,55%

Pará – 4,99%

Rondônia – 0,93%

Roraima – 0,38%

Tocantins – 0,86%

Informações Agência Brasil


Foto: Thiago Paixão

Nesta quinta-feira, 13, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) continua a aplicação da primeira, segunda e terceira doses da vacina contra a Covid-19 nas unidades de saúde da sede e do distrito.

Confira os grupos e os locais de vacinação:

PRIMEIRA DOSE PARA MAIORES DE 18 ANOS

A vacinação para esse público acontece nos distritos das 8h às 16h, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 17h e nas Unidades de Saúde da Família, vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.

Também haverá imunização para esse público nas Unidades de Saúde da Família (USFs) Centro Social Urbano (CSU), Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Rua Nova II, III e Barroquinha, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, das 8h às 16h.

É necessário apresentar RG, CPF e comprovante de residência. Para puérperas e gestantes é necessário levar uma prescrição médica após avaliação individualizada de riscos e benefícios.

PRIMEIRA DOSE EM ADOLESCENTES ENTRE 12 E 17 ANOS

Adolescentes entre 12 e 17 anos podem receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19 nos distritos das 8h às 16h, nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 17h e nas Unidades de Saúde da Família, vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.

Também haverá imunização para esse público nas Unidades de Saúde da Família (USFs) Centro Social Urbano (CSU), Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Rua Nova II, III e Barroquinha, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, das 8h às 16h.

O adolescente deve ter 12 anos completos, não sendo possível vacinar quem ainda não completou a idade recomendada pelo Ministério da Saúde. É obrigatório estar acompanhado de um adulto.

SEGUNDA DOSE DA VACINA JANSSEN

A aplicação dose de reforço da vacina Janssen, destinada a pessoas que receberam a dose única há pelo menos dois meses, será realizada nas UBSs Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 17h e nas Unidades de Saúde da Família vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.

Para receber o imunizante é preciso, além de estar no período recomendado pelo Ministério da Saúde, apresentar RG, CPF, cartão do SUS, caderneta de vacinação (com registro da primeira dose) e comprovante de residência.

SEGUNDA DOSE DA PFIZER (APRAZAMENTO ATÉ 16 DE JANEIRO)

A segunda dose da vacina Pfizer será aplicada nos distritos das 8h às 16h e nas UBSs Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 17h.

Também haverá imunização nas USFs vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h e nas USFs Centro Social Urbano (CSU), Parque Ipê I, II e III, Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Rua Nova II, III e Barroquinha, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, das 8h às 16h.

É obrigatório levar o cartão de vacina com o registro da primeira dose, RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência. Vale salientar que não será possível antecipar a vacinação. Somente aqueles que estão no período recomendado, de acordo com a caderneta de vacinação, poderão receber a segunda dose.

SEGUNDA DOSE CORONAVAC E ASTRAZENECA/OXFORD (APRAZAMENTO ATÉ 16 DE JANEIRO)

A vacinação das pessoas que estão no período recomendado para aplicação da segunda dose das vacinas Coronavac e Astrazeneca/Oxford até o dia 16 de janeiro, será nos distritos das 8h às 16h e nas USFs Centro Social Urbano (CSU), Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Rua Nova II, III e Barroquinha, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, das 8h às 16h.

Também haverá vacinação para esse grupo nas UBSs Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 17h, e nas Unidades de Saúde da Família vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.

É obrigatório apresentar o cartão de vacina com o registro da primeira dose, RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência.

DOSE DE REFORÇO PARA PESSOAS ACIMA DE 18 ANOS E PACIENTES IMUNOSSUPRIMIDOS

A aplicação da dose de reforço para pessoas que tomaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19 há pelo menos quatro meses acontece nos distritos, das 8h às 16h, e nas UBSs Cassa, Caseb I, Dispensário Santana, Irmã Dulce, Mangabeira, Serraria Brasil e Subaé, das 8h às 17h.

Também haverá vacinação para este público nas UFSs Centro Social Urbano (CSU), Caseb II, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Rua Nova II, III e Barroquinha, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, a imunização acontece das 8h às 16h e nas Unidades de Saúde da Família vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.

Para receber a dose de reforço é preciso, além de estar no período recomendado, apresentar RG, CPF, caderneta de vacinação com o registro da segunda dose e comprovante de residência.

Pacientes imunossuprimidos, que tomaram há 28 dias a segunda dose (é necessário apresentar relatório médico) também podem ser vacinados.

Confira o endereço das Unidades de Saúde da Família Saúde na Hora:

USF Campo Limpo I, V e VI: Rua Hosita Serafim, S/N, bairro Campo Limpo.
USF Liberdade I, II e III: Rua El Salvador, S/N, bairro Feira VII.
USF Queimadinha I, II e III: Rua Pernambuco, S/N, bairro Queimadinha.
USF Parque Ipê I, II e III: Rua Ilha do Retiro, S/N, bairro Parque Ipê.
USF Videiras I, II e III: Rua Iguatemi, S/N, bairro Mangabeira.
USF Rua Nova II e III e Barroquinha: Rua Juvêncio Erudilho, 35, bairro Rua Nova.

*Secom


Para a Advocacia-Geral da União, decisão favorável do Supremo sobre o tema representaria ‘afronta indiscutível’ à separação dos Poderes

AGU se posiciona ação sobre obrigatoriedade da vacinação infantil e afirma que decisão favorável do STF seria ‘afronta indiscutível’ à separação dos Poderes Foto: EFE/EPA/Jessica Pasqualon

A Advocacia-Geral da União (AGU) se manifestou, nesta terça-feira (11), contra a ação apresentada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tornar obrigatória a vacinação de crianças de 5 a 11 anos no país.

No documento enviado à Corte, os advogados da União afirmam que a eventual intervenção judicial no caso “representaria afronta indiscutível ao basilar princípio da separação dos Poderes”.

A manifestação encaminhada ao Supremo atende ao pedido da ministra Cármen Lúcia, que deu cinco dias para a AGU e a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentarem suas posições a respeito da ação da CNTM.

Assim como fez o Ministério Público, os advogados da União argumentaram que a Confederação não apresentou evidências de legitimidade para pleitear a causa, já que não há conexão entre a sua área de atuação e o tema da ação.

A CNTM argumenta, no entanto, que o pedido tem ligação com a sua área de atuação porque tem o objetivo de proteger os integrantes da categoria profissional por ela representada da contaminação por Covid-19. A AGU, porém, enfatizou as justificativas já apresentadas pela PGR de que os efeitos da ação afetariam toda a coletividade.

A AGU também sustentou que não haveria motivos para o julgar o caso, uma vez que o Ministério da Saúde determinou, no último dia 6, a inclusão de crianças no Plano Nacional de Imunização (PNI).

“Como se vê, não encontram qualquer amparo na realidade fática as premissas em que se assentam as argumentações contidas na petição inicial, no sentido de que o Governo Federal estaria deixando de providenciar a extensão da campanha de imunização para crianças de 05 (cinco) a 11 (onze) anos. Ao revés, foram tomadas as devidas providências em relação à vacinação dessa faixa etária”, defende a AGU no documento encaminhado ao Supremo.

Além da obrigatoriedade da vacinação, a Confederação pediu ao Supremo a anulação da consulta pública feita pelo Ministério da Saúde para tratar da exigência de prescrição médica na vacinação de crianças. Ao que respondeu a AGU: “Ao contrário do que pretende fazer crer a arguente, a realização de consulta pública cumpre a função de agregar o conhecimento técnico com aquele proveniente de representantes da administração pública, legislativo, sociedades científicas e sociedade civil, aumentando a segurança conferida ao processo decisório.”

Finalizada a consulta à AGU e PGR, a ministra Cármen Lúcia deve decidir se mantém a tramitação da ação no Supremo, ou determina a perda de objeto – ou seja, o reconhecimento de que mudanças nos rumos do processo tornam desnecessário seu julgamento-, como fez o ministro Ricardo Lewandowski em ação semelhante proposta por PT e Cidadania.

*AE


Instituto pediu autorização do uso do imunizante em dezembro

Anvisa cobra informações do Butantan sobre CoronaVac em crianças Foto: Divulgação/Instituto Butantan

Após o envio de dados por parte do Instituto Butantan sobre a vacinação de crianças com a CoronaVac, o Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ‘cobrou’ mais informações. A agência quer mais informações sobre um estudo feito pelo Ministério da Saúde chileno sobre o tema e ainda um Plano de Gerenciamento de Riscos (PGR) do imunizante do instituto.

O Butantan enviou as informações à Anvisa nesta segunda-feira (10). Já o pedido de liberação do uso do imunizante em pessoas de 3 a 17 anos de idade foi feito em dezembro.

Em nota, a Anvisa informou que fará uma reunião com representantes do Instituto Butantan na quinta-feira (13). O encontro terá ainda representantes de sociedades médicas.

Na reunião serão discutidos dados e possíveis estratégias para o caso de o imunizante ser aprovado uso emergencial em crianças e adolescentes.

Informações Pleno News


Instituição tem cerca de 70 mil colaboradores

Citibank está se preparando para demitir colaboradores Foto: EFE/EPA/Wallace Woon

O banco norte-americano Citigroup está se preparando para demitir os funcionários que ainda não se vacinaram. Na onda das empresas com tolerância zero para não vacinados, o Citigroup havia dado um prazo para que seus colaboradores apresentassem o comprovante de imunização – prazo que está se esgotando.

Os funcionários têm até 14 de janeiro para mostrar à empresa que estão vacinados. Caso contrário, serão colocados em licença não remunerada e desligados até o fim do mês. A informação é da emissora Bloomberg.

A condição para manter o emprego deu certo: mais de 90% dos contratados do Citi já estão vacinados.

Apesar do rigor, o banco admite a não vacinação em casos específicos: motivos religiosos ou restrições médicas.

Já entre os que serão demitidos pela falta do imunizante, o banco propôs um bônus de fim de ano para aqueles que assinarem um termo se comprometendo a não processar o banco judicialmente.

A determinação do Citigroup atinge aproximadamente 70 mil colaboradores e faz parte de um esforço da instituição para retomar as atividades presenciais.

Informações Pleno News


Foto: Ari Dias/AEN

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou hoje o registro de um insumo para a fabricação da AstraZeneca, vacina contra covid-19 produzida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) no Brasil. Antes do aval, o IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) usado para a fabricação da vacina era importado, em geral, da China ou da Índia.

Na prática, a decisão faz com que o Brasil tenha a primeira vacina contra covid 100% nacional. Segundo comunicado divulgado pela Anvisa, estudos de comparabilidade demonstraram que “ao ser fabricado no país, o insumo mantém o mesmo desempenho que a vacina importada”.

A Fiocruz assinou contrato para produzir a vacina AstraZeneca no Brasil, com direito à transferência de tecnologia. O processo para conseguir autorização da Anvisa para produzir o IFA nacional teve início ainda no ano passado.

Em maio de 2021, a Anvisa concedeu à Fiocruz um certificado de Boas Práticas de Fabricação do novo insumo, o que garante que a linha de produção cumpre com todos os requisitos necessários para a garantia da qualidade do IFA. Desde então, a instituição produz lotes testes para submeter à Anvisa e já tem o equivalente a 21 milhões de doses em IFA nacional, em diferentes etapas de produção e controle de qualidade.

Em entrevista à CNN, o pesquisador da Fiocruz, Daniel Villela, explicou a importância da produção de uma vacina 100% nacional no momento atual da pandemia. “O caminho é esse: ter a produção do IFA localmente e ter essa autonomia, porque a vacinação é o melhor meio atualmente do controle da pandemia. As variantes aparecem por conta de mutações, algumas não levam a efeitos significativos e outras a OMS chama de ‘preocupação’, pode ser pela transmissibilidade maior, como a ômicron”.

A vacina produzida pela Fiocruz foi desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford. O imunizante recebeu registro definitivo para uso no Brasil em 12 de março de 2021.

O imunizante vinha sendo envasado no Brasil desde o início de 2021, mas com IFA importado da China. O acordo entre a fundação e a AstraZeneca previa a transferência de tecnologia para fabricação total no Brasil, porém o processo atrasou.

A previsão inicial era de que a Fiocruz estaria produzindo e distribuindo no Brasil as vacinas nacionais em agosto de 2021. Depois, em outubro.

Segundo a Fiocruz, houve um atraso na assinatura do contrato de transferência de tecnologia porque foi dada prioridade primeiro ao registro emergencial e depois ao registro definitivo da vacina na Anvisa. O contrato final de transferência foi assinado em junho.

Informações UOL e Reuters


Neste sábado, 08, a Secretaria Municipal de Saúde vai aplicar a primeira, segunda e terceira doses da vacina contra a Covid-19 na Unidade Básica de Saúde Cassa e na Unidade de Saúde da Família Centro Social Urbano (CSU), das 7h30 às 12h30.
Ao todo, já foram 1.013.656 doses do imunizante contra a Covid-19 aplicadas em Feira de Santana. Do quantitativo de um milhão, 504.530 vacinas foram destinadas para primeira aplicação. Enquanto, 432.609 para a segunda dose. 67.911 pessoas receberam a dose de reforço. 8.606 foram imunizadas com a vacina de dose única.
PRIMEIRA DOSE
A primeira dose será destinada a pessoas maiores de 18 anos, gestantes e puérperas (até 45 dias pós-parto) – também a partir de 18 anos – e adolescentes de 12 a 17 anos.
É obrigatório apresentar RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação. Para puérperas e gestantes é necessário levar uma prescrição médica após avaliação individualizada de riscos e benefícios.
O adolescente deve ter 12 anos completos, não sendo possível vacinar aqueles que ainda não completaram a idade recomendada pelo Ministério da Saúde. O jovem só pode ser vacinado se estiver acompanhado de um adulto responsável. Caso possua, é preciso apresentar o cartão de vacinação.
SEGUNDA DOSE
Na oportunidade será aplicada a segunda dose da vacina Pfizer para pessoas com aprazamento até o dia 16 de janeiro. Vale salientar que não será possível antecipar a vacinação para além desta data. 
Também será realizada a imunização em segunda dose da vacina Coronavac para aqueles que estão no período recomendado e da Astrazeneca/Oxford (para pessoas com aprazamento até 16 de janeiro). É obrigatório levar o cartão de vacina com o registro da primeira dose, RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência.
SEGUNDA DOSE DA VACINA JANSSEN
A aplicação da dose de reforço da vacina Janssen, destinada a pessoas que receberam dose única há pelo menos dois meses. Para receber o imunizante é preciso, além de estar no período recomendado pelo Ministério da Saúde, apresentar RG, CPF, cartão do SUS, caderneta de vacinação, com registro da primeira dose, e comprovante de residência.
TERCEIRA DOSE
Será aplicada a terceira dose para pessoas maiores de 18 anos, que tenham tomado a segunda dose há pelo menos 4 meses e pacientes imunossuprimidos, que tenham 28 dias que tomaram a segunda dose (é necessário apresentar relatório médico).
Para receber a dose de reforço é preciso apresentar RG, CPF, caderneta de vacinação com a comprovação da segunda dose e comprovante de residência.


O Tenista está confinado em hotel na Austrália por não estar vacinado

Novak Djokovic está confinado em hotel na Austrália Foto: EFE/EPA/Alessandro di Marco

A família de Novak Djokovic elevou o tom das críticas ao governo australiano nesta quinta-feira (6). Conhecido pelas declarações polêmicas, o pai do tenista sérvio, Srdjan Djokovic, disse que o número 1 do mundo está sendo “pisoteado” e “crucificado” e que a situação é também uma agressão ao povo sérvio.

– Novak é a Sérvia e a Sérvia é Novak. Estão pisoteando Novak e, ao mesmo tempo, pisoteando na Sérvia e no povo sérvio. Eles crucificaram Jesus e agora estão tentando crucificar Novak da mesma forma, forçando ele a ficar de joelhos. Eles levaram todas as suas coisas e sua carteira. Ele é um prisioneiro – declarou Srdjan.

A mãe do tenista, Dijana Djokovic, reclamou do hotel onde o tenista está hospedado desde o início desta quinta.

– Ele está preso, isso não é justo, não é humano. A acomodação é horrível. É um pequeno hotel para refugiados, com percevejos. É sujo, a comida é péssima e não dão a oportunidade de se mudar para uma casa que já está alugada – criticou.

Djokovic desembarcou na Austrália na quarta-feira para disputar o Aberto da Austrália, a partir do dia 17. Mas foi barrado no aeroporto por conta de falta de informações em seu visto. Reconhecido por ser contra a vacinação contra a Covid-19, o tenista pediu e obteve uma “permissão médica especial” para poder entrar e competir no país, mesmo sem apresentar comprovante de vacinação completa.

Mas, ao desembarcar em Melbourne, não conseguiu comprovar a necessidade da permissão especial, que atende pessoas que não tomaram o imunizante para não piorar um quadro clínico grave causado por outra doença ou porque apresentaram reação grave na primeira dose ou ainda porque tiveram Covid-19 nos últimos seis meses.

Para os familiares, Djokovic está sendo tratado como um criminoso.

– Meu irmão não é um criminoso, é um atleta. Ele não violou nenhum protocolo, tinha documentação igual aos tenistas que entraram no país. Quando chegou à Austrália sofreu um grande ataque diplomático. Ele foi interrogado por funcionários oficiais da área da fronteira. Durante os primeiros 45 minutos, pôde se comunicar com a família e, em seguida, seu telefone foi retirado e não pudemos entrar em contato com ele por três horas e meia. E aí tomaram a decisão de tirar seu visto e de que não poderia defender o seu título e estabelecer um recorde – disse o irmão do tenista, Djordje.

*Com informações da AE


Mulher desapareceu com os filhos adolescentes em novembro

Vacina contra a Covid [imagem ilustrativa] Foto: Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom

Uma mulher de 46 anos foi presa, acusada de sequestrar os próprios filhos para impedir que o ex-marido os levasse para serem vacinados contra a Covid-19. O caso aconteceu nesta quarta-feira (5) em Sevilha, no sul da Espanha, segundo informações da AFP.

Desde o início de novembro sem ver os filhos, o pai dos adolescentes de 12 e 14 anos acionou a Polícia no último dia 16 de dezembro, acusando a ex-esposa de sequestro para evitar a imunização dos meninos.

Procurada por rapto de menores, por fim a mulher decidiu apresentar-se à Justiça nesta quarta-feira com os filhos. Ela foi presa preventivamente enquanto aguarda audiência.

Já os adolescentes, que estavam sem ir à escola desde o início de novembro, foram entregues ao pai nesta quarta, conforme informou a Guarda Civil.

Informações Pleno News

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