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A aplicação da primeira dose contra a Covid-19, nesta segunda-feira, 21, será para as pessoas nascidas em 1971 e 1972. A vacinação acontece na UniFTC, avenida Artêmia Pires, das 10h às 17h. O fluxo da vacinação é realizado por ano de nascimento.

As pessoas nascidas em 1971 deverão ser vacinadas das 10h às 14h. Os nascidos em 1972 deverão se dirigir a UniFTC para serem imunizados, das 14h às 17h.

Também haverá aplicação da primeira dose nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das 8h às 17h, seguindo o mesmo critério de idade. No entanto, nas UBSs o atendimento será realizado por ordem de chegada.

Para ser vacinado é necessário apresentar RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.

Segunda dose

A imunização em segunda dose continua nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das 8h às 17h, para aqueles que estão no período recomendado.

É preciso apresentar a caderneta de vacinação, comprovando que recebeu a primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.

Secom


Vacinados contra a Covid-19 no Brasil chegam a 62,7 milhões Foto: EFE/Carlos Ortega

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou a 62.706.083 neste sábado (19). O número equivale a 29,61% da população total, segundo balanço do consórcio de veículos de imprensa.

Nas últimas 24 horas, o Brasil aplicou um total de 918.465 doses, sendo 846.719 da primeira e 71.746 do reforço. Ontem, foram 1.564.573 de doses aplicadas.

Entre os mais de 62.706.083 milhões de vacinados, 24.243.552 receberam a segunda dose. O índice representa 11,45% da população com a imunização completa contra o novo coronavírus.

Até o início do mês, o Brasil estava aplicando cerca de 750 mil vacinas por dia. Nos últimos dias, a distribuição do insumo pelo governo federal ficou mais estável e o volume de doses aplicadas diariamente está entre 900 mil e um milhão.

Segundo especialistas ouvidos pelo Estadão, o Brasil precisaria acelerar o ritmo de imunização para 1,5 milhão de doses aplicadas todos os dias para conseguir frear novas ondas e variantes.

*AE


Ministro da Saúde publicou nota em sua conta no Twiter

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante o lançamento da campanha de doação de sangue no Dia Mundial do Doador de Sangue.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, divulgou, via redes sociais, uma nota na qual lamenta a morte de meio milhão de brasileiros por conta da covid-19. A expectativa é de que esse número seja anunciado ainda hoje (19) em balanço a ser divulgado pela pasta. 

Em sua conta no Twitter, Queiroga diz prestar solidariedade a cada pai, mãe, amigos e parentes, que perderam seus entes queridos. “500 mil vidas perdidas pela pandemia que afeta o nosso Brasil e todo o mundo. Trabalho incansavelmente para vacinar todos os brasileiros no menor tempo possível e mudar esse cenário que nos assola há mais de um ano”, disse o ministro.

Presto minha solidariedade a cada pai, mãe, amigos e parentes, que perderam seus entes queridos.— Marcelo Queiroga (@mqueiroga2) June 19, 2021


Bahia registra 4.737 novos casos e 96 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas
Foto: Paula Fróes / GOVBA

A Bahia registrou, neste sábado (19), 4.737 novos casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,4%) e mais 96 mortes pela doença nas últimas 24 horas. Segundo boletim epidemiológico da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), também foi registrado 4.325 recuperados.

No total, a Bahia acumula agora 1.092.772 casos confirmados do novo coronavírus e 23.104 mortes em decorrência da infecção, contabilizados desde o início da pandemia, que chegou ao estado no dia 6 de março de 2020, com a identificação da primeira contaminação em Feira de Santana.

Os casos ativos agora somam 16.224. Os municípios baianos com mais casos confirmados desde o início da pandemia são Salvador (220.875), Feira de Santana (47.429), Itabuna (32.006), Vitória da Conquista (31.935), Camaçari (22.983), Lauro de Freitas (21.415), Ilhéus (20.511) e Barreiras (17.764).

A taxa de ocupação dos leitos de UTI no estado é de 81%. Já no caso das unidades pediátricas de terapia intensiva, o percentual é de 63%.

FILA DA REGULAÇÃO
Às 12h deste sábado, 74 solicitações de internação em UTI Adulto Covid-19 constavam no sistema da Central Estadual de Regulação. Outros 56 pedidos para internação em leitos clínicos adultos Covid-19 estavam no sistema. Este número é dinâmico, uma vez que transferências e novas solicitações são feitas ao longo do dia.

Bahia Notícias


Foto: Divulgação

Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19 nas últimas 24h. O município manteve a marca de 36.514 curados da doença, índice que representa 82,3% dos casos confirmados. Enquanto isso, 189 exames foram negativos e 222 positivos.
Os resultados positivos de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 05 e 15 de junho que estavam aguardando resultado do laboratório.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 141 pacientes internados no município e 7.046 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste sábado (19).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTE SÁBADO
19 de junho de 2021

Casos confirmados no dia: 222
Pacientes recuperados no dia: 0
Resultados negativos no dia: 189
Total de pacientes hospitalizados no município: 141
Óbito comunicado no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 7.046
Total de casos confirmados no município: 44.361 (Período de 06 de março de 2020 a 19 de junho de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 6.905
Total de recuperados no município: 36.514
Total de exames negativos: 58.012 (Período de 06 de março de 2020 a 19 de junho de 2021)
Aguardando resultado do exame: 1.210
Total de óbitos: 801

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 24.943 (Período de 06 de março de 2020 a 19 de junho de 2021)
Resultado positivo: 4.803 (Período de 06 de março de 2020 a 19 de junho de 2021)
Em isolamento domiciliar: 11
Resultado negativo: 20.140 (Período de 06 de março de 2020 a 19 de junho de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).


 Foto: PR/Alan Santos

Neste sábado (19), o ministro das Comunicações, Fábio Faria, utilizou as redes sociais para criticar a ‘narrativa’ a respeito do número de mortos por Covid-19 no Brasil. Em sua conta do Twitter, ele falou sobre os 500 mil mortos pela doença.
De acordo com o ministro, o assunto irá dominar o discurso de “políticos, artistas e jornalistas”, que irão apenas “lamentar” a marca atingida neste sábado, mas sem mencionarem os números positivos da pandemia.

– Em breve vocês verão políticos, artistas e jornalistas “lamentando” o número de 500 mil mortos. Nunca os verão comemorar os 86 milhões de doses aplicadas ou os 18 milhões de curados, porque o tom é sempre o do “quanto pior, melhor”. Infelizmente, eles torcem pelo vírus – escreveu.

Informações: Pleno News


Foto: Divulgação

Vacinação das 8h às 12h na UBS Caseb I A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), continua imunizando em segunda aplicação a população de Feira de Santana, neste sábado na Unidade Básica de Saúde (UBS), Caseb I.


A imunização acontece das 8h às 12h para aqueles que estão no período recomendado. É preciso apresentar a caderneta de vacinação, comprovando que recebeu a primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento que comprove a locação.


Estudo terá 885 participantes a partir dos 16 anos de idade

vacina contra Covid-19 Pfizer/BioNTech
Foto: Reuters/ Carlos Osorio/ Direitos Reservados

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (18) o estudo clínico para testar uma possível dose de reforço da vacina Cominaryt, da Pfizer. 

Será um estudo clínico para que o laboratório possa avaliar a segurança, a capacidade de dar uma resposta imune e a eficácia de várias estratégias de reforço da vacina em diferentes populações de participantes, como por exemplo, grupos etários, que receberam previamente 2 doses da vacina no estudo inicial.

O estudo pretende recrutar 443 participantes no centro clínico do Hospital Santo Antônio da Associação Obras Sociais Irmã Dulce, em Salvador (BA) e 442 participantes no CEPIC – Centro Paulista de Investigação Clínica e Serviços Médicos, em São Paulo (SP).

Serão incluídos participantes a partir dos 16 anos de idade que tomaram as duas doses da vacina da Pfizer (BNT162b2) há pelo menos 6 meses, no estudo inicial do imunizante.

Informações Agência Brasil


A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou que entregará ainda hoje (18) ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) mais cerca de cinco milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19, produzida no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos).

Com a entrega desta semana, chega a 54,8 milhões o total de doses produzidas em Bio-Manguinhos e disponibilizadas ao Ministério da Saúde. Outras quatro milhões de doses do imunizante foram importadas prontas da Índia, onde foram produzidas pelo Instituto Serum.

As doses fabricadas em Bio-Manguinhos são produzidas a partir de ingrediente farmacêutico ativo (IFA), importado do laboratório chinês WuXi Biologics. Segundo a Fiocruz, um novo carregamento do insumo está previsto para chegar ao Rio de Janeiro na próxima quarta-feira (23), desembarcando no Aeroporto Internacional do Galeão.

Com a próxima remessa de IFA, poderão ser produzidas mais 5,8 milhões de doses, o que garante entregas de vacinas até o dia 16 de julho.

Enquanto trabalha no processamento do IFA que já está em Bio-Manguinhos e avança na transferência de tecnologia para nacionalizar a produção do insumo, a Fiocruz também aguarda a confirmação da farmacêutica europeia sobre a possibilidade de antecipação dos próximos envios de IFA produzido na China.

Agência Brasil


Fila na UBS Vila Aricanduva para vacinação de pessoas com 54 e 55 anos, na zona leste  - Ana Paula Bimbati/UOL
Fila na UBS Vila Aricanduva para vacinação de pessoas com 54 e 55 anos, na zona leste  Imagem: Ana Paula Bimbati/UOL

Embora a orientação de autoridades da saúde seja a de que “a melhor vacina é a disponível”, paulistanos já autorizados a se imunizar contra a covid-19 estão adiando tomar a primeira dose porque o imunizante disponível é o da AstraZeneca, e não o da Pfizer ou a CoronaVac. O UOL presenciou a situação ontem com cerca de 12 pessoas em quatro UBS diferentes.

Essas três vacinas aplicadas atualmente no Brasil foram aprovadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e têm eficácia comprovada contra o coronavírus.

O próprio secretário municipal de Saúde de São Paulo, Edson Aparecido, reforçou recentemente o pedido para que a população não escolha qual vacina tomar. “A melhor vacina que existe é aquela que pode ser aplicada imediatamente e que imuniza as pessoas. Não é hora de as pessoas escolherem a vacina A ou a vacina B”, disse.

Na UBS Vila Santo Estevão, na zona leste da cidade, quatro pessoas passaram de carros por lá, até o momento que a reportagem esteve presente, para saber se a vacina do dia era Pfizer. Com a negativa, seguiam caminho para outro posto.

A empresária Alexandra Bernardi, 54, foi até o AE Mooca (Ambulatório de Especialidade) para receber a primeira dose, mas desistiu quando soube que não havia disponível a CoronaVac ou a da Pfizer. “A gente lê muita coisa sobre os efeitos colaterais, gente morrendo por causa dela [AstraZeneca]”, disse.

A vacina do laboratório britânico AstraZeneca foi desenvolvida em parceria com pesquisadores da Universidade de Oxford. O imunizante foi liberado em março pela Agência Europeia de Medicamentos liberou o uso do imunizante, dizendo que benefícios da vacina superam os riscos. O uso emergencial no Brasil foi autorizado em 17 de janeiro, mesma data da liberação da CoronaVac.

Segundo informação do site da Fiocruz(Fundação Oswaldo Cruz), “podem ocorrer reações temporárias após a vacinação”. Os sintomas mais comuns são: dor de cabeça, enjoo, fadiga, calafrios ou sensação febril, dor muscular e sintomas no local da injeção (como dor, sensação de calor, vermelhidão, coceira e inchaço).

A família de Alexandra já tomou a primeira dose de vacina, algumas receberam a AstraZeneca, mas apesar de não sofrerem nenhum tipo de efeito colateral, a empresária disse que iria refletir sobre a escolha antes de “tomar uma decisão”.

Ela disse que gostaria de tomar a CoronaVac, que, na capital paulista, está sendo reservada para imunizar grávidas. “A Pfizer tem menos efeitos colaterais, mas eu vi que ela é feita com RNA e vi que isso pode trazer problemas.”

A Agência Lupa chegou a checar essa informação e constatou que é falsa. Um texto que circula no Whatsapp diz equivocadamente que a vacina da Pfizer deixa nanopartículas no organismo que provocariam problemas, como a infertilidade.

Nas quatro UBS visitadas, a reportagem ouviu os agentes e enfermeiros orientarem as pessoas sobre possíveis sintomas após a primeira dose. Caso os sintomas permanecessem, os funcionários pediram para que houvesse o retorno ao posto de saúde.

Segundo a pasta da Saúde, a capital tem doses suficientes de vacina para aplicar no público elegível. O município tem:

Até ontem, segundo a Prefeitura, foram aplicadas na capital, entre a 1ª e 2ª doses, 2.833.444 da CoronaVac; 2.245.400 da Oxford/AstraZeneca; e 858.732 da Pfizer.

O secretário estadual de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse, em entrevista ao UOL News, que a escolha de vacina “não é cardápio de utilização“. “Precisamos de vacinas, independentes de qual”.

A partir de hoje, a pesquisadora Lucimara Lucca, 53, também pode tomar a vacina em São Paulo. Ontem ela chegou a ir até a mesma UBS em que esteve Alexandra para saber se havia doses da Pfizer para que já pudesse receber a primeira dose. Como o imunizante disponível era o da Astrazeneca, decidiu voltar nesta sexta-feira.

“Por preferência, queria a Pfizer, mas amanhã tomarei qualquer uma. A gente sabe que os efeitos colaterais são mínimos mas ficamos preocupados”, disse Lucimara.

Na UBS Vila Aricanduva, também na zona leste, outra pessoa de carro passou pelo local e questionou: “Uma fila dessa e é a AstraZeneca?”. E desistiu.

A Secretaria Municipal de Saúde disse que não “recomenda a escolha de um imunizante nem que a vacinação seja atrasada por isso”.

Importante é controlar pandemia, diz imunologista

O biólogo e imunologista, Gustavo Cabral, considera “ridícula” a preferência de pessoas pela vacina da Pfizer e alertou, em entrevista ao UOL News, que neste momento o foco deve ser em controlar a pandemia.

“Isso é ridículo, o que a gente precisa é controlar a pandemia. Com todo o respeito, o que a gente precisa agora é controlar essa pandemia para salvar vidas e poder levar às atividades que mantenham a vida e que evitem mais pessoas passarem fome”, Gustavo Cabral, colunista de VivaBem do UOL.

Em depoimento na CPI da Covid, a microbiologista Natalia Pasternak comparou uma boa vacina com um bom goleiro.

“Como é que a gente sabe que um goleiro é um bom goleiro? A gente olha o histórico dele, que é a eficácia, a frequência com que ele pega a bola. Se ele tem uma boa eficácia nos testes clínicos, ele é um bom goleiro. Mas isso não quer dizer que ele é infalível”, explicou.

Informações UOL

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