A Bahia registrou nas últimas 24 horas 748 novos casos de Covid-19 e mais 30 óbitos pela doença, segundo dados divulgados hoje (28) pela Secretaria de Saúde do Estado.
O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 9.041. Dos 484.485 casos confirmados desde o início da pandemia, 469.734 já são considerados recuperados, 5.710 encontram-se ativos.
Entre os diagnosticados com a doença na Bahia, 36.185 profissionais da saúde foram confirmados com a Covid-19.
Dos 1.987 leitos disponíveis para tratamento do coronavírus, 1.247 possuem pacientes internados. A taxa de ocupação de leitos de UTI Covid para adultos no estado é de 77%.
Em conversa com apoiadores na saída do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cobrou dos fabricantes das vacinas o pedido de registro delas na Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ele defende que a responsabilidade da oferta dos imunizante são dos “vendedores” e que o Brasil é uma grande oportunidade de mercado consumidor.
O presidente ainda reafirmou não se sentir pressionado pelo início das campanhas de vacinação pelo mundo e voltou a dizer que não apressará a Anvisa.
Após ser criticado por dizer que não se sente pressionado pelo fato de outros países já terem iniciado a imunização de suas populações, o presidente esclareceu, neste domingo (27), que “tem pressa” por uma “vacina segura, eficaz e com qualidade”. A publicação foi feita em seu Facebook. Bolsonaro encerrou sua publicação reafirmando que vacina será gratuita, e não obrigatória.
Bolsonaro ainda usou suas redes para, mais uma vez, esclarecer uma polêmica levantada por diversos veículos de imprensa acerca de uma declaração dele. O episódio da vez se refere a uma frase dita pelo líder, no último sábado (26), em que ele afirmou que não dava “bola” para a pressão sofrida para iniciar logo a vacinação da Covid-19.
Após o chefe do Executivo dizer “eu não dou bola para isso”, diversos veículos de mídia, entre eles a Folha de São Paulo, citada por Bolsonaro, trataram a fala como se fosse uma manifestação de desprezo pela vida ou pela vacina, sem contextualizar completamente a declaração dada e em que momento ela aconteceu.
O contexto da fala, na verdade, foi de resposta a uma pergunta feita ao chefe de Estado sobre se ele achava que sofreria pressão por conta de a vacinação já ter começado em outros países. Na ocasião, Bolsonaro respondeu que não se importava com qualquer tentativa de apressá-lo, mas que iria resolver a situação com razoabilidade e responsabilidade.
A tecnologia que propiciou o desenvolvimento de vacinas altamente eficazes contra a covid-19 em tempo recorde é novidade para a maioria de nós, leigos, mas já faz parte da vida da bioquímica húngara Katalin Karikó há décadas. A cientista que hoje é aclamada internacionalmente como uma das pesquisadoras que pavimentaram o caminho para os imunizantes contra o coronavírus foi, por anos, alvo de descrédito daqueles que achavam que a técnica pesquisada por ela não tinha futuro.
Estudiosa do chamado RNA mensageiro (mRNA), plataforma utilizada nas vacinas da Pfizer/BioNTech e da Moderna, Katalin, hoje com 65 anos, passou a maior parte da sua carreira recebendo recusas de financiamento para os seus projetos.
O mRNA é um material genético sintetizado em laboratório que tem a função de “levar instruções” para as células agirem. No caso da vacina contra a covid-19, ele induz as células a produzirem uma proteína do vírus que será reconhecida pelo sistema imunológico como uma ameaça, o que levará à produção de anticorpos.
A descoberta do mRNA, na década de 1960, foi recebida com entusiasmo pela comunidade científica, mas sua possível aplicação em pesquisas com humanos foi perdendo força por dois problemas: sua instabilidade e sua toxicidade, como explica Luís Carlos de Souza Ferreira, responsável pelo laboratório de desenvolvimento de vacinas do Instituto de Ciências Biomédicas da USP. “É um material que se degrada muito fácil e é muito reativo, causa uma reação inflamatória exagerada. Naquela época, você aplicava em animais e eles morriam. Então, era arriscado testar em humanos”, explica o pesquisador.
Apesar dos desafios no uso da tecnologia, Katalin decidiu migrar da Hungria para os Estados Unidos em 1985, na esperança de encontrar um ambiente científico mais propício a seus estudos inovadores. A descrença, no entanto, se repetiu. Sem recursos para suas pesquisas, ela foi ameaçada de deportação por desentendimentos com um dos seus chefes, na Universidade Temple, na Filadélfia.
Em seguida, foi trabalhar na Universidade da Pensilvânia, mas sua insistência em um tema de pesquisa considerado fracassado fez com que ela fosse rebaixada de cargo em 1995. “Geralmente, nesse ponto, as pessoas simplesmente dizem tchau e vão embora, porque é muito horrível”, disse ela ao site Stat News. “Eu ganhava menos do que o técnico do laboratório”, contou Katalin, que na época já era pós-doutora.
Mas a cientista não desistiu. Estava empenhada em descobrir uma forma de driblar os problemas de instabilidade e toxicidade do RNA mensageiro e tornar seu uso viável em humanos.
Nos anos 2000, conseguiu se associar a Drew Weissman, um renomado imunologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade da Pensilvânia. Juntos, eles descobriram qual nucleotídeo (conjunto de moléculas do RNA) provocava a reação inflamatória exagerada e o substituíram por uma molécula sintética sem o mesmo potencial tóxico.
Nos testes em animais, não houve reação inflamatória significativa, o que indicava que a dupla finalmente havia descoberto uma forma de usar o potencial do mRNA sem causar dano. A instabilidade do RNA foi solucionada com o encapsulamento do material em uma camada de lipídios (células de gordura). Os achados foram publicados em revistas científicas a partir de 2005, mas demorou até que outros pesquisadores dessem a devida atenção ao tema.
Nova fase Somente a partir de 2010, duas biotechs fundadas por acadêmicos, uma na Alemanha e outra nos EUA, decidiram apostar na ideia. Seus nomes? BioNTech e Moderna, justamente as primeiras empresas a apresentarem resultados extraordinários de eficácia de uma vacina contra a covid-19 (95% e 94%, respectivamente).
Em 2013, Katalin, perto dos 60 anos, foi convidada a trabalhar na BioNTech, que testava a tecnologia de RNA em tratamentos contra o câncer. Com a chegada da pandemia, a húngara, já no cargo de vice-presidente da empresa, participou do desenvolvimento da vacina feita em parceria com a Pfizer. Não havia nenhum imunizante registrado no mundo usando a tecnologia do RNA.
Redenção Os resultados de eficácia acima de 90%, anunciados em novembro, surpreenderam até mesmo cientistas envolvidos no projeto. “Foi uma surpresa para todo mundo. A gente esperava uma vacina de 60% a 70% de eficácia, o que já é um índice excelente, mas ter mais de 90% foi muito gratificante, o que, até anos atrás, seria impossível se não fossem esses estudos de biologia molecular”, diz Cristiano Zerbini, diretor do Centro Paulista de Investigação Clínica e pesquisador principal do estudo da vacina da Pfizer/BioNTech em São Paulo.
Para Jorge Kalil, professor titular da Faculdade de Medicina da USP e diretor do Laboratório de Imunologia do Instituto do Coração (Incor), a história das vacinas de RNA demonstra a importância do investimento em ciência básica.
“As pesquisas de Katalin e de outros colegas, que avançaram no conhecimento do RNA mensageiro, foram fundamentais para que conseguíssemos chegar tão rápido a uma vacina eficaz. É comum que temas disruptivos gerem desconfiança da comunidade científica porque vão contra os conhecimentos que existem na época. Como aconteceu com ela, acontece com muitos cientistas. É preciso ser perseverante”, diz ele.
Próximos passos Mesmo após participar da descoberta que pode ser uma das mais importantes do século, Katalin continua na missão de ampliar o uso da tecnologia. “Estou esperançosa de que, agora, que há tanto interesse e entusiasmo por esta pesquisa, será possível desenvolver e testar a tecnologia para prevenção e tratamento de outras doenças”, declarou ao site da Universidade da Pensilvânia. Ela disse ainda que só conseguirá comemorar a conquista quando a pandemia for controlada. “Vou celebrar de verdade quando todo esse sofrimento humano e esses tempos terríveis acabarem”, disse.
Ao menos uma luz no fim do túnel já começa a aparecer. Em menos de um mês, 3,2 milhões de pessoas no mundo foram imunizadas com a vacina da Pfizer/BioNTech. No último dia 18, a própria Katalin entrou para esse grupo. Ao lado de Weissman, seu parceiro de pesquisa, ela recebeu a vacina que ajudou a criar. “Estou feliz e honrada. Sou mais uma cientista básica, mas sempre quis fazer algo para ajudar os pacientes.” Depois de tanta espera, Katalin finalmente conseguiu.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Em conversa com apoiadores na saída do Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) cobrou dos fabricantes das vacinas o pedido de registro delas na Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ele defende que a responsabilidade da oferta dos imunizante são dos “vendedores” e que o Brasil é uma grande oportunidade de mercado consumidor.
– O Brasil tem 210 milhões de habitantes; um mercado consumidor, de qualquer coisa enorme. Os laboratórios não tinham que estar interessados em vender para a gente? Por que eles, então, não apresentam documentação na Anvisa? Pessoal diz que tenho que… Não, não. Quem quer vender… Se eu sou vendedor, eu quero apresentar – afirmou ele antes de pegar um voo para Santos (SP).
O presidente ainda reafirmou não se sentir pressionado pelo início das campanhas de vacinação pelo mundo e voltou a dizer que não apressará a Anvisa.
– Falei que não estava preocupado com pressão. Falei mesmo. Porque nós temos que ter responsabilidade. Certas coisas não podem ser correndo, você está mexendo com a vida do próximo. Se eu vou [à] Anvisa, que é um órgão de Estado, [e digo] “corre aí”, eu estou interferindo – argumentou.
VACINAÇÃO NO MUNDO Até a tarde desta segunda-feira (28), 43 nações já tinham iniciado suas campanhas de imunização. Entre elas estão o Reino Unido, os EUA, Israel, a Rússia, o México, o Chile, a Arábia Saudita e outros 27 países da União Europeia. Dos 43 países, 39 estão utilizando a vacina da Pfizer/BioNTech, que apresentou 95% de eficácia nos estudos clínicos.
O prefeito de Vitória da Conquista, no Sudoeste, Herzem Gusmão, foi transferido no final da tarde deste sábado (26) para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Acometido pela Covid-19, Herzem Gusmão vai dar continuidade ao tratamento em um dos hospitais de referência da capital paulista.
Segundo nota da assessoria da prefeitura, o quadro de saúde dele é “estável com boa performance hemodinâmica, recuperando a função pulmonar após pneumonia secundária, em ventilação espontânea com necessidade de oxigênio suplementar”, diz trecho da nota.
Gusmão foi diagnosticado com Covid-19 no dia 7 de dezembro e passou a ficar hospitalizado 11 dias depois.
Não tem nenhum fundamento a versão de que uma paciente passou cinco dias esperando por um diagnóstico e para ser medicada no Hospital de Campanha de Feira de Santana, contada por Marilene da Silva Bispo, a mãe dela. Ela gravou um vídeo e divulgou em redes sociais.
Segundo explicações do diretor do hospital, médico Francisco Mota, as duas estiveram internadas no Hospital de Campanha e receberam alta completamente curadas da Covid 19. Entretanto, a filha, de 29 anos, teria tido febre dois dias depois da alta, conforme relato da mãe, e voltou a dar entrada no Hospital de Campanha.
“A paciente teve alta dia 18, no dia 20 a mãe falou que a filha teve febre, mas só procurou atendimento dois dias depois. Durante quatro dias em que esteve de volta ao Hospital de Campanha, a paciente não apresentou febre, porém, mesmo assim vários exames foram providenciados. Tão logo os resultados foram liberados, a infectologista Melissa Falcão atendeu a paciente”, explicou o diretor.
Cientistas do Reino Unido e dos Estados Unidos estão na última fase dos testes de um medicamento que pode dar imunidade instantânea ao coronavírus, evitando, assim, que uma pessoa que teve contato recente com alguém infectado desenvolva a doença.
A droga, criada pela farmacêutica AstraZeneca e chamada de AZD7442, é uma combinação de dois anticorpos monoclonais, feitos em laboratório a partir de anticorpos de pessoas que se recuperaram da covid-19.
A ideia é avaliar a ação da droga em pessoas que tiveram exposição recente ao vírus, mas ainda não desenvolveram os sintomas. O remédio impediria a doença de se manifestar ao combater a ação viral logo no início, agindo como uma profilaxia pós-exposição.
Outro protocolo de pesquisa da farmacêutica tem como objetivo testar a droga em pessoas que ainda não tiveram contato com o vírus, para que sua ação preventiva seja investigada.
Nos dois casos, o medicamento tem como alvo a proteína spike do vírus, responsável por sua entrada na célula humana. “A proteína spike do SARS-CoV-2 contém o RBD (domínio receptor-obrigatório) do vírus, que permite que o vírus se ligue a receptores nas células humanas. Ao alvejar esta região da proteína spike do vírus, os anticorpos podem bloquear a ligação do vírus às células humanas e, portanto, espera-se que bloqueiem a infecção”, explica a farmacêutica nos protocolos das estudos registrados no site clinicaltrials.gov, plataforma de pesquisas clínicas do governo americano.
O remédio está na fase 3 de testes clínicos, mas etapas anteriores da pesquisa demonstraram que essa imunidade conferida pela droga não seria permanente – duraria de seis a 12 meses, de acordo com a AstraZeneca.
Ainda de acordo com os protocolos de pesquisa, a fase 3 dos testes (a última antes do registro do remédio) foi iniciada em novembro, (para os casos de pessoas sem exposição prévia) e dezembro (nos pacientes que foram expostos ao patógeno). Juntos, os dois estudos envolverão cerca de 6 mil voluntários.
Caso tenha sua eficácia comprovada, o medicamento seria especialmente útil em situações como a de idosos moradores de instituições de longa permanência que tiveram contato com algum caso positivo no ambiente. Eles poderiam receber a droga antes que o vírus começasse a causar estrago.
De acordo com reportagem do jornal britânico The Guardian, os anticorpos em testes estão sendo administrados em duas doses e poderiam ser usados até oito dias depois da exposição ao vírus. Cientistas do Reino Unido afirmaram ao jornal que acreditam que a droga passa estar disponível no mercado entre março e abril caso demonstre sua eficácia e segurança nos testes clínicos.
Após 80% dos funcionários testarem positivo para Covid-19, a Terceira Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) de Feira de Santana, só retomará as atividades no dia 04 de janeiro (segunda-feira).
O atendimento da Unidade do Detran em Feira foi suspenso após liberação dos resultados dos exames realizados na última terça-feira (22), pelo Núcleo Hospitalar de Epidemiologia do Hospital Clériston Andrade (HGCA).
De acordo com o coordenador da Ciretran, Rainério Brito, a ideia era realizar o teste para Covid-19 em uma parte dos funcionários na semana que antecedeu o Natal e a outra parte, na semana que antecede o ano novo, com o intuito de não prejudicar o atendimento da Unidade. “Dos 27 funcionários que realizaram o teste, 80% testaram positivos, 10% deram negativos e os outros 10% inconclusível e, por isso, terão que repetir o teste.”
Informações: Acorda Cidade Foto: Ascom/3ª Ciretran
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse, durante entrevista ao programa Brasil em Pauta, da TV Brasil, que todos os estados receberão a vacina simultaneamente. “Independentemente da quantidade da vacina, ela será distribuída igualitariamente dentro da proporcionalidade dos estados”. A entrevista com Pazuello vai ao ar neste domingo (27), às 19h30.
A previsão do Ministério da Saúde é que 24,7 milhões de doses de vacinas estejam disponíveis em janeiro. “O cronograma de distribuição e imunização é um anexo do nosso plano de imunização”, disse Pazuello, ao acrescentar que o cronograma pode sofrer mudanças. “Você faz a previsão quando contrata, mas às vezes adianta, às vezes atrasa, e a gente vai atualizando esse cronograma.”
A expectativa de Pazuello é que alguns grupos prioritários comecem a receber a primeira dose da vacina contra a covid-19 no final de janeiro. A vacinação em massa deve começar a partir de fevereiro.
Segundo o ministro, a vacinação da população em geral deve começar cerca de quatro meses após o término da imunização dos grupos prioritários.
“São quatro grandes grupos prioritários e, após esses grupos prioritários, que a gente visualiza 30 dias para cada grupo prioritário, a gente começa a vacinar a população dentro das faixas etárias”, disse Pazzuelo. Segundo o ministro, esses 30 dias seriam suficientes para aplicar as duas doses da vacina.
Segundo o Plano Nacional de Imunização, nas primeiras fases serão vacinados grupos específicos, como trabalhadores da saúde, idosos, pessoas com comorbidades, profissionais de segurança, indígenas e quilombolas.
Caso confirmado no dia: 1 Pacientes recuperados no dia: 91 Resultados negativos no dia: 9 Alta hospitalar no dia: 0 Óbito comunicado no dia: 0
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 1.663 Total de casos confirmados no município: 19.278 (Período de 06 de março a 26 de dezembro de 2020) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.582 Total de pacientes hospitalizados no município: 81 Total de recuperados no município: 17.275 Total de exames negativos: 24.803 (Período de 06 de março a 26 de dezembro de 2020) Aguardando resultado do exame: 1.580 Total de óbitos: 340
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 19.560 (Período de 06 de março a 24 de dezembro de 2020) Resultado positivo: 3.499 (Período de 06 de março a 24 de dezembro de 2020) Em isolamento domiciliar: 14 Resultado negativo: 16.061 (Período de 06 de março a 24 de dezembro de 2020)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana