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Foto: Mateus Pereira/ Gov BA

De acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab) neste domingo (14), 64% dos leitos destinados no estado para pacientes com a covid-19 estão ocupados. Em relação à ocupação de leitos de UTI, o número é ainda mais elevado: 71%. Pelo menos nove unidades de saúde da Bahia estão com 100% de ocupação de leitos por conta do avanço da doença nas últimas semanas. O cenário é de preocupação entre profissionais de saúde e gestores do estado e do município. 

Os hospitais sem vagas na Bahia são: Hospital Geral Cleriston Andrade (100% de ocupação de leitos clínicos – Feira de Santana), Hospital Santa Helena (100% de ocupação de leitos de UTI adulto – Camaçari), Hospital De Campanha Covid19 Itaigara Memorial (100% de ocupação de leitos clínicos – Salvador), Hospital do Subúrbio (100% de ocupação de leitos clínicos – Salvador), Hospital Regional Dantas Bião (100% de ocupação de leitos clínicos – Alagoinhas), Hospital Regional Costa Do Cacau (100% de ocupação de leitos clínicos – Ilhéus), Hospital Calixto Midlej Filho (100% de ocupação de leitos clínicos – Itabuna), Hospital Manoel Novaes (100% de ocupação de leitos de UTI pediátrica – Itabuna), Hospital São Vicente (100% de ocupação de leitos de UTI adulto – Jequié).

A Bahia já contabiliza 629.849 casos confirmados da doença, 15.392 casos ativos e 10.735 óbitos. Somente neste domingo, 2.584 casos foram registrados e 61 óbitos. A taxa de mortes vem crescendo conforme os dias de 2021 vêm passando. No primeiro dia do ano, foram registrados 30 óbitos diários. No dia 1º de fevereiro, o número subiu para 39. Na última sexta-feira (12), foram 67 mortes.  

A Sesab informou que, na última semana, os números demonstraram uma tendência de crescimento dos óbitos e de quadros clínicos mais graves, o que tem ampliado a taxa de ocupação nas UTIs. “Neste cenário, o Governo da Bahia abriu novos leitos de terapia intensiva nos municípios de Camaçari, Seabra e Barra nos últimos dias e estão previstas ampliações nas cidades de Ilhéus e Porto Seguro, em um esforço para reduzir a pressão na rede assistencial” diz o boletim. 

No sábado, o governador Rui Costa alertou para risco de colapso no sistema de saúde. Segundo ele, a Bahia está hoje com níveis de transmissão iguais aos de agosto de 2020, quando os casos ainda cresciam. A média de pacientes para serem regulados nas unidades de saúde, que alternava entre 30 e 40 na Bahia, chegou a 83.

Para Rui, o cenário indica chances de colapso na rede. “Se continuar esse ritmo de crescimento da doença na Bahia, em duas ou três semanas nós podemos estar pior do que estávamos em julho do ano passado e corremos o risco de ter colapso no sistema de saúde, o que, em nenhum momento nós tivemos desde o início da pandemia”, disse.

O governador fez um pedido à população, para que as pessoas não deixem de usar máscara, de higienizar as mãos e de ter distanciamento social. “Fica o meu apelo a você. E se tiver algum sintoma, não acredite no presidente da República. Não é uma gripezinha, a doença mata”, enfatizou.

Desgaste dos profissionais

De acordo com a médica Ana Rita Freire, presidente do sindicato dos médicos do estado da Bahia (Sindimed), o número de pacientes atendidos e internados vem crescendo desde novembro de 2020, quando teve uma queda significativa. 

“Em setembro, outubro e novembro, nós ficamos bem animados porque a gente reduziu muito os números e, tanto na rede pública quanto privada, foram desmobilizadas alas dedicadas à covid e hospitais de campanha. Mas foi uma esperança que não se concretizou e existe uma sensação de frustração. Hoje, a gente já percebe uma reversão disso. Um dos hospitais em que eu trabalho, já começa a fazer um sistema de contingenciamento de cirurgias eletivas, justamente para que não haja um colapso do sistema. Isso a gente também tem que atribuir às festividades de final de ano e um certo relaxamento da própria população”, explica Ana Rita.

A presidente também ressalta que, além do maior número de casos de covid, há o risco de ainda mais peso ser colocado sobre o sistema de saúde por conta dos atendimentos de outras doenças que deixaram de ser feitos em 2020 por causa da pandemia. “É o somatório de pacientes que estão sendo internados e operados por doenças que não podem mais esperar, porque já esperou quase um ano, e também pacientes dessa nova onda de contaminação de covid. Existe uma apreensão entre a classe médica de que ocorra uma exaustão do sistema, mas a gente torce para que não”, pontua ela.

Mesmo com a vacina já sendo aplicada em idosos e profissionais de saúde, a luz no fim do túnel ainda parece longe. “Em 2020, era uma doença nova, desconhecida, a gente não sabia o que fazer, o que funcionava. Hoje, temos vacina e uma experiência maior. Mas também, por surpresa, temos um desdobramento dessa doença já em crianças, com quadros gastrointestinais e até cardiológicos já sendo acompanhados”, diz a presidente do Sindimed.

A queda dos números entre setembro e novembro de 2020 e o início da vacinação foram sinal de esperança, mas que duraram pouco. Os casos voltaram a subir e o ritmo da imunização é lento. Enquanto isso, profissionais de saúde seguem doando tempo e esforço na linha de frente do combate ao coronavírus. “Não existe a opção de falta de energia, a gente tem que lutar. Os profissionais de saúde, principalmente nesse momento de pandemia, não podem se dar ao luxo de faltar energia, embora a gente tenha um efetivo esgotado, cansado e, sobretudo, mal reconhecido pelos agentes públicos”, finaliza a médica.

Situação na capital

Em Salvador, a situação também é de alerta e preocupação, já que três dos nove hospitais com 100% de ocupação são da capital e ainda há risco de que a cidade tenha que suprir a demanda do interior do estado. De acordo com o boletim deste domingo, 72% dos leitos de UTI adulto exclusivos para covid-19 em Salvador estão ocupados. O índice nessas unidades chegou a cair para perto de 50% em agosto de 2020. 

Procurado pelo CORREIO, o secretário de saúde municipal, Léo Prates, afirmou que a pasta está acompanhando com atenção o quadro da covid-19 na capital. “Apesar de termos fechado sábado com 70% de taxa de ocupação de leitos de UTI, um índice que vem se sustentando ao longo do tempo, a gente sente um aumento da pressão sobre as UPAs. Ontem, nós, com o governo do estado, regulamos cerca de 54 pessoas”, disse o secretário.

Prates destacou ainda que o sistema de saúde está sob pressão e pediu a colaboração da população. “A gente precisa ter atenção, as pessoas precisam redobrar os cuidados porque estamos bem preocupados com essa situação da pressão sobre o sistema de saúde. A demanda por internação nos hospitais vem crescendo, as pessoas precisam entender que a pandemia não acabou”, completou.

Na última sexta-feira (12), o prefeito Bruno Reis (DEM) deu o recado: caso a taxa de ocupação nas UTIs e os números de contaminados pelo coronavírus continuem em ritmo de galope acelerado, adotará novamente medidas mais rígidas de isolamento social para frear a trajetória de crescimento da covid já a partir desta semana.

“O que mais preocupa a gente são os números de novos casos diários, o fator RT (que mede quantos são infectados por alguém contaminado) e a velocidade de aceleração. Então, há risco real de estar circulando outra cepa na cidade, muito mais agressiva, que tem feito os números crescerem, a ponto de trazer grande preocupação”, emendou Reis. 

Hospitais cheios…e ruas também

Moradores do bairro da Barra, em Salvador, vêm registrando cenas de muita aglomeração no local nos finais de semana. Os registros mais recentes são do domingo passado, dia sete de fevereiro. As imagens mostram pessoas juntas, algumas delas sem máscaras, no Porto e no Farol, onde apresentações artísticas atraem soteropolitanos e turistas. 

Na última quarta-feira, um vídeo de um Bell Marques fake puxando um falso trio elétrico na frente do Farol da Barra viralizou nas redes sociais. Apesar da ausência de aglomeração, algumas pessoas dançavam em volta sem máscara. Na ausência do Carnaval, as alternativas têm sido as praias e os bares.

O prefeito Bruno Reis relembrou que nenhuma comemoração está permitida para os dias de Carnaval, independentemente do número de participantes. Decreto do governo do estado só permite que sejam realizadas solenidades, formaturas e casamentos, sem shows ou músicas ao vivo. Já o decreto municipal autoriza somente voz e violão, em bares e restaurantes.  

Informações Jornal Correio


Profissionais defendem autonomia na atuação médica para receitar medicamentos contra a Covid-19

Médicos defendem a adoção do tratamento precoce contra a Covid Foto: Reprodução

Um grupo de cerca de 2 mil médicos assinou um manifesto (leia aqui), divulgado na última sexta-feira (12), em que os profissionais defendem o uso do tratamento precoce contra a Covid-19. No documento, também é defendida a autonomia dos profissionais de saúde em ministrar medicamentos que são rechaçados pela imprensa.

Na mensagem, os médicos apontam para a necessidade de minimizar os efeitos provocados pela demora em tratar pacientes infectados com o vírus, e indicam os medicamentos que podem ser utilizados para o enfrentamento da Covid-19.

– Destacamos que a abordagem precoce não se trata apenas do uso de uma destas drogas (cloroquina e hidroxicloroquina), mas de sua combinação com outras medicações, além de monitoramento extensivo do paciente e a recomendação de intervenções não farmacológicas, como a fisioterapia – destaca o documento.

Os profissionais também levam em conta os resultados positivos do tratamento precoce nas cidades e estados que adotaram o uso dos medicamentos e apontam que esses locais viram uma redução em suas redes de saúde.

– Uma das maneiras de se validar o efeito de um tratamento é fazer com que ele seja reprodutível. Os relatos de cidades e estados que adotaram as medidas para intervenção precoce na Covid-19 têm mostrado bons resultados, com a diminuição da carga sobre os sistemas de saúde – afirmam os profissionais.

Além do embasamento científico, os médicos citam também o parecer do Conselho Federal de Medicina e a Declaração de Helsinque que reafirmam a necessidade de que os médicos tomem atitudes em situações graves como a atual, mediante consentimento do paciente.

– Quando métodos profiláticos, terapêuticos comprovados não existirem ou forem ineficazes, o médico, com o consentimento informado ao paciente, deve ser livre para utilizar medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovadas ou inovadoras, se no seu julgamento, esta ofereça esperança de salvar vida – diz a nota.

Por fim, o manifesto enfatiza também que outras notas e cartas assinadas por médicos e sociedades médicas se posicionando contra o tratamento precoce não representam aqueles que endossam o documento publicado na sexta-feira.

Informações Pleno News


Imunizantes não têm pedido de uso emergencial no país

Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Agência Brasil- As fábricas de duas vacinas contra o novo coronavírus serão inspecionadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no início de março. O órgão anunciou ontem (13) à noite que vai vistoriar as instalações de produção da Coxavin, desenvolvida por um laboratório indiano, e da Sputnik V, criada na Rússia, mas em fabricação no Brasil.

Nenhum dos dois imunizantes tem pedido para uso emergencial ou aplicação em massa no país. No entanto, a inspeção das fábricas antes do pedido formal acelera o processo de análise e de aprovação para a aplicação no Brasil.

Em relação à Coxavin, a Anvisa anunciou que a inspeção será feita entre 1 e 5 de março na instalação da Precisa Farmacêutica, representante do laboratório indiano Bharat Biotech no país. A vistoria na fábrica da União Química, parceira brasileira do Instituto Gamaleya, da Rússia, está marcada para 8 a 12 de março. A fábrica da União Química fica em Guarulhos (SP).

Caso as fábricas estejam de acordo com os padrões da Anvisa, receberão o Certificado de Boas Práticas de Fabricação (CBPF). No último dia 8, a Pfizer/Biontech, pediu o CBPF para três locais de fabricação. O laboratório tem outras quatro fábricas certificadas pela Anvisa.

Atualmente, além da Pfizer, os produtores de três vacinas – AstraZeneca, Janssen e CoronaVac – têm fábricas aprovadas pela Anvisa. No entanto, somente as vacinas da AstraZeneca e CoronaVac estão com o uso emergencial liberado pelo órgão. Entre o fim de janeiro e o início de fevereiro, os produtores da AstraZeneca e da vacina da Pfizer pediram o registro definitivo à agência.


Foto: Washington Nery

Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 27 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 22.426 curados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 92,8% dos casos confirmados. Enquanto isso, 35 exames foram negativos e 66 positivos.


O boletim epidemiológico contabiliza ainda 58 pacientes internados no município e 1.290 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais duas mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste domingo (14).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTE DOMINGO
14 de fevereiro de 2021

Casos confirmados no dia: 66
Pacientes recuperados no dia: 27
Resultados negativos no dia: 35
Total de pacientes hospitalizados no município: 58
Óbitos comunicados no dia: 2
Datas dos óbitos: 24/01 e 13/02

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.290
Total de casos confirmados no município: 24.161 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de fevereiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.232
Total de recuperados no município: 22.426
Total de exames negativos: 34.654 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de fevereiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 412
Total de óbitos: 445

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 21.306 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de fevereiro de 2021)
Resultado positivo: 3.820 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de fevereiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 20
Resultado negativo: 17.486 (Período de 06 de março de 2020 a 14 de fevereiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Doente apresentou sintomas leves da doença e não precisou de internação

Foto: Divulgação/CNPEM
Foto: Divulgação/CNPEM

A Prefeitura de São Paulo informou na noite deste sábado (3) que a nova cepa da Covid-19, originária de Manaus, foi detectada em  um paciente que vive na cidade e não esteve na capital do Amazonas, informa o jornal O Estado de S. Paulo. Segundo a publicação, o exame foi realizado pelo Instituto de Medicina Tropical da USP.

Diante da descoberta, o órgão alertou a população sobre a maior transmissibilidade dessa variante e recomenda a busca imediata do Serviço de Saúde do município de São Paulo em caso de qualquer sintoma da doença – tosse, febre, dor de cabeça, entre outros.

O caso identificado apresentou sintomas leves da doença, e o doente não necessitou de internação. Especialistas da Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) informam que os cuidados são os mesmos de quando é diagnosticado o novo coronaavírus.

No fim de janeiro, três casos importados de Covid-19 do Amazonas causados pela nova variante brasileira do coronavírus foram confirmado no estado áulista. Foram os primeiros registros da nova variante fora do Amazonas.

Segundo estudos feitos por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e Fiocruz Amazonas, a cepa teria surgido em Manaus em dezembro e vem se disseminando com rapidez na capital amazonense. A variante, chamada de P.1, tem mutações importantes na proteína spike, responsável por permitir a entrada do patógeno nas células humanas.

A P.1 é derivada de uma das variantes predominantes no País, a B.1.1.28. É provável que ela tenha maior poder de transmissão por causa da mutação N501Y, presente também nas variantes identificadas no Reino Unido e na África do Sul.

Informações Bahia.ba


Exclusivo: Funcionários de UBSs de São Paulo revelam que doses de vacinas contra o coronavírus são jogadas no lixo
Exclusivo: Funcionários de UBSs de São Paulo revelam que doses de vacinas contra o coronavírus são jogadas no lixoReprodução/Google 

Bane News- Pelo menos nove Unidades Básicas de Saúde da zona norte de São Paulo têm registro de descartes de doses da CoronaVac e da vacina de Oxford/AstraZeneca. As informações exclusivas foram apuradas pela jornalista Milena Teixeira, da BandNews FM

A BandNews FM teve acesso à troca de mensagens de WhatsApp que mostram gestores e funcionários de UBSs contabilizando o desperdício de 44 doses dos imunizantes. Os nomes e os números dos funcionários das unidades foram preservados.

Os funcionários se reuniram em um grupo do aplicativo para falar sobre o estoque e a perda das duas vacinas. Em um trecho da conversa, os profissionais relatam o desperdício de 29 doses do imunizante de Oxford/AstraZeneca e de 15 da CoronaVac. 

A vacina Oxford/AstraZeneca é descartada porque cada frasco tem 10 doses e, depois de aberto, a validade é de apenas 6h.

Segundo a gestora de uma UBS que prefere não se identificar, a Secretaria Municipal de Saúde orienta que o imunizante seja jogado fora. 

Não há autorização para aplicação em pessoas fora do grupo prioritário, mesmo diante da possibilidade de desperdício.

No caso da CoronaVac, que tem doses unitárias nesta primeira fase, os desperdícios podem estar relacionados a diversos fatores.

São eles: quantidades incorretas do imunizante nas seringas, doses que foram preparadas e não aplicadas ou problemas relacionados ao tempo de refrigeração. 

A vacina desenvolvida pela Sinovac em parceria com Instituto Butantan é utilizada desde o dia 17 de janeiro na capital paulista.

Já Oxford/AstraZeneca importada da Índia começou a ser aplicada no município no dia 25 de janeiro. 

A BandNews FM entrou em contato com a Prefeitura de São Paulo, que negou qualquer tipo de irregularidade e disse que todas as UBS’s da capital seguem o Programa Municipal de Imunização.

Ainda de acordo com a administração municipal, as doses que restam de vacinas devem ser utilizadas para “imunizar funcionários que ainda não receberam a dose”.

Diante da falta de profissionais de saúde, a Prefeitura diz que a orientação é vacinar qualquer idoso que faça parte da faixa etária recomendada ou que more perto das UBSs.

Veja as mensagens:


Vacina de Oxford/AstraZeneca

A Universidade de Oxford lançou um estudo para avaliar a segurança e a resposta imune da vacina contra covid-19 que desenvolveu com o laboratório AstraZeneca em crianças pela primeira vez.

O novo teste de fase intermediária vai determinar se a vacina é eficaz em pessoas entre 6 e 17 anos, de acordo com um comunicado por e-mail enviado pela universidade.

Cerca de 300 voluntários serão inscritos e as primeiras vacinas são esperadas este mês, disse Oxford.

A vacina Oxford-AstraZeneca realizada em duas doses foi aclamada como uma espécie de “vacina para o mundo” por ser mais barata e mais fácil de distribuir do que algumas rivais.

A AstraZeneca tem uma meta de produzir 3 bilhões de doses este ano e mais de 200 milhões de doses por mês até abril.

Informações Agência Brasil


Foto: Washington Nery

Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19, nas últimas 24h. Até agora são exatamente 22.399 pacientes recuperados, índice que representa 92,9% dos casos confirmados. Enquanto isso, 62 exames foram negativos e 61 positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 58 pacientes internados no município e 1.249 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde neste sábado (13)

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTE SÁBADO
13 de fevereiro de 2021

Casos confirmados no dia: 61
Pacientes recuperados no dia: 17
Resultados negativos no dia: 62
Total de pacientes hospitalizados no município: 58
Óbitos comunicados no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 1.249
Total de casos confirmados no município: 24.095 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de fevereiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.191
Total de recuperados no município: 22.399
Total de exames negativos: 34.654 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de fevereiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 392
Total de óbitos: 443

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 21.306 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de fevereiro de 2021)
Resultado positivo: 3.820 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de fevereiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 20
Resultado negativo: 17.486 (Período de 06 de março de 2020 a 13 de fevereiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).

Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana


Chegada do primeiro lote de doses importadas da vacina da AstraZeneca/Oxford a Salvador, no final de janeiro - Governo da Bahia
Chegada do primeiro lote de doses importadas da vacina da AstraZeneca/Oxford a Salvador, no final de janeiro Imagem: Governo da Bahia

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) anunciou hoje que aprovou a importação da Índia de um novo lote de doses da vacina contra a covid-19 da farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. O aval da agência federal foi concedido em menos de três dias, após a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) ter feito a solicitação anteontem (10).

Apesar de a Fiocruz ter uma previsão feita pela AstraZeneca de fornecimento de 10 milhões de doses até março, a nova importação será na mesma quantidade do primeiro lote, que chegou ao Brasil em 22 de janeiro. Serão mais 2 milhões de doses do imunizante, o que representa pouco para a demanda do país que vacinou até agora menos de 3% da população.

Segundo a Anvisa, a Diretoria Colegiada da agência federal deu o aval baseado na autorização anterior, concedida em 17 de janeiro, já que as doses serão novamente importadas do Instituto Serum, maior fabricante mundial de vacinas. A Anvisa afirmou que também considerou a necessidade de evitar a paralisação da imunização de grupos prioritários por conta da falta de vacinas, que já ameaça várias cidades pelo Brasil.

Até agora, a campanha nacional de vacinação depende basicamente da CoronaVac, a vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório Sinovac. Segundo a instituição ligada ao governo paulista, foram distribuídas até essa semana 9,8 milhões do imunizante para o Ministério da Saúde.

Sobre a importação do novo lote da vacina de Oxford, a Fiocruz ainda não tem uma data estimada para a chegada das 2 milhões de doses.

Envase começou hoje

A Fiocruz será responsável pela produção nacional do imunizante da AstraZeneca, e hoje começou o envase das primeiras doses com a matéria-prima recebida da China. Segundo Maurício Zuma, diretor do Bio-Manguinhos (Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fiocruz), entre hoje e amanhã 400 mil doses devem ser envasadas.

Essas vacinas, porém, ainda não têm uma autorização da Anvisa para serem aplicadas. Como são produzidas no Brasil, elas precisam de uma nova análise da agência federal.

A previsão da Fiocruz é de que apenas no dia 18 de fevereiro as vacinas serão liberadas para a aprovação da Anvisa. A expectativa é entregar 1 milhão de doses da vacina ao Ministério da Saúde.

UOL Notícias/Com informações do Estadão Conteúdo


A Prefeitura de Feira de Santana, através da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, divulgou nesta sexta-feira (12) a relação atualizada do número de casos de Covid-19 por bairros e localidades. O SIM é o bairro com o maior número, com 1.429 casos confirmados.


O Tomba é o segundo nesta relação, com 1.228. As informações são da Prefeitura Municipal, por meio da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS).


Nas localidades que apresentam maior número de pessoas contaminadas pelo vírus, a Prefeitura tem intensificado as ações.


A relação de casos da Covid-19 por bairros e localidades foi elaborada pela Vigilância Epidemiológica conforme informações passadas pelos próprios pacientes, inclusive em relação a denominação das localidades. Confira no link abaixo o arquivo com os dados completos:

1 137 138 139 140 141 212