Arnaldo Sacomanni

O produtor musical Arnaldo Saccomani morreu na madrugada desta quinta-feira (27), aos 71 anos, completados na segunda-feira (24/8).

Segundo informações repassadas pela família, Saccomani estava em seu sítio em Indaiatuba, no interior de São Paulo. O produto musical deixa mulher e duas filhas.

Saccomani sofria de insuficiência renal e diabetes e começou a fazer hemodiálise em julho do ano passado.

O produtor musical, que produziu álbuns de artistas renomados como Tim Maia, Rita Lee, participou como jurado dos programas televisivos Ídolos e Qual É o Seu Talento.

Informações: Metrópoles

Foto: Reprodução/Instagram


Uma linda cena de solidariedade em meio a tantas notícias tristes se destacou, nesta quarta-feira (26), nas redes sociais. Um jovem foi gravado tirando uma camiseta e colocando-a em um cachorro que tremia de frio em São Paulo.

O caso aconteceu no sábado (22), quando a cidade paulistana registrou a temperatura mais baixa do ano: 8,2ºC. O animal estava sob o guichê da bilheteria do Terminal Jabaquara, na Zona Sul. Os irmãos Fernando Gabriel, 30 anos, e Felipe Paulino, 33 anos, iam embarcar no local para fazer compras em lojas da 25 de Março e se depararam com a triste cena do cão morrendo de frio.

“Eu peguei meu bilhete e comentei com meu irmão que o cachorro estava tremendo de frio e segui. Quando olho para trás vejo meu irmão de frente para o cachorro e pensei que ele iria aprontar alguma coisa. E foi o que aconteceu. Meu irmão colocou a mochila no chão, tirou a jaqueta e a camiseta que ele mais gostava e vestiu o cachorro com ela”, contou Fernando, que gravou o vídeo.

Os dois, que trabalham como promotores de vendas, aprenderam com os pais a ajudar moradores em situação de rua e animais abandonados. Eles não imaginavam que a simples ação de caridade iria gerar tanta repercussão.

“Estava muito frio, eu abaixei e comecei a fazer carinho nele, as pessoas olhavam e não faziam nada, uma delas me chamou de louco. Quando voltamos a gente tentou reencontrar com ele. Se ele estivesse aqui no Guarujá eu teria levado para casa, para um veterinário e tentado encontrar um lar para ele. Foi um gesto simples que viralizou de uma forma muito grande”, explicou Felipe.

Através de seu perfil em uma rede social, Felipe comentou: “(…) a camiseta q era uniforme q mais gostava, mas ficou melhor nele. Não espere ter tudo p estender a mão. Ajude com o que vc tem. Vejo q muitos não ajudam por vergonha ou por se importar com o que vão falar. Eu sei que vc já teve o impulso de ajudar, mas na HR travou e pensou q alguém vai falar e depois ficou arrependido. Vai e n ligue pro que irão falar, só vai falar quem está fazendo menos que vc. Obrigado a todos os comentários e compartilhamento. Não tem como mudar o mundo, mas até onde sua mão alcança tem sim.”

https://www.youtube.com/watch?v=y0osLX_vsJo&feature=emb_logo

O pastor Silas Malafaia voltou a fazer críticas à Rede Globo nesta quarta-feira (26). Em suas redes sociais, ele fez comentários a respeito da versão digital do jornal O Globo e disse que empresa “ataca o tempo todo Bolsonaro” porque perdeu bilhões do governo federal.

O comentário de Malafaia ocorre um dia após a apresentadora Maju Coutinho falar sobre um comentário feito na segunda-feira (24) a respeito do evento Brasil Vencendo a Covid-19, quando afirmou que ninguém do governo havia prestado nenhuma solidariedade aos mortos pela doença.

Durante a edição do Jornal Hoje (JH) desta terça-feira (25), Maju esclareceu que uma médica da Bahia prestou um minuto de silêncio pelos óbitos, o que foi seguido pelo presidente Jair Bolsonaro e pelos presentes.

Ao falar sobre a Globo, o pastor disse que a empresa é tendenciosa e distorce os fatos.

– É vergonhoso! Quando você abre as notícias do jornal o Globo online, você fica com vergonha de ver onde chegou o jornalismo brasileiro. Parcial, mentiroso, tendencioso, torce os fatos e etc… Ataca o tempo todo Bolsonaro por um único motivo, perderam bilhões do governo – escreveu.


O Brasil atingiu 117.666 mortes e 3.717.156 casos acumulados de covid-19. Os dados foram divulgados hoje (26) pelo Ministério da Saúde durante entrevista online de apresentação do Boletim Epidemiológico semanal.

Nas últimas 24 horas, foram registrados 1.086 novos óbitos. Ontem o sistema do Ministério da Saúde marcava 116.580. Ainda há 2.889 falecimentos em investigação pelas equipes das secretarias de saúde.

O balanço do ministério também recebeu notificações de 47.161 novas pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Ontem, o painel da pasta trazia 3.669.995 casos desde o início da pandemia no Brasil.

Ainda de acordo com a atualização de hoje, 690.642 pessoas estão em acompanhamento e outras 2.908.848 já se recuperaram da doença.


Como já virou rotina, o presidente Jair Bolsonaro foi novamente recebido por uma multidão durante viagem pelo Brasil. O destino desta quarta-feira (26) foi o estado de Minas Gerais, onde o presidente participa de uma cerimônia que vai marcar a retomada do alto-forno 1 da Usiminas, em Ipatinga.

Ao chegar na cidade de Santana do Paraíso, onde desembarcou, o chefe do Executivo já era esperado por centenas de pessoas que ele fez questão de cumprimentar. Com os tradicionais gritos de “mito”, os apoiadores presentes no local se esticavam para tentar alcançar Bolsonaro.

Em Minas, Bolsonaro cumprirá agenda ao lado do governador do Estado, Romeu Zema (Novo). A cerimônia que será acompanhada pelos gestores públicos marca a reativação do alto-forno 1, que foi desativado em abril pela Usiminas, devido à queda na demanda por aço gerada pela pandemia de coronavírus.

Na época, a siderúrgica também anunciou que, devido ao impacto da pandemia na economia brasileira também concederia férias de 30 dias para funcionários da usina de Cubatão, em São Paulo.


A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) anulou na noite desta terça-feira, 25, a condenação do doleiro Paulo Roberto Krug por suposto esquema de fraude no antigo Banco do Estado do Paraná (Banestado). O colegiado concluiu que houve quebra da imparcialidade do então juiz Sérgio Moro, que atuou na causa.

O julgamento foi feito em cima de um recurso da defesa do doleiro, que argumentaram que Moro agiu de forma irregular ao colher depoimentos durante a verificação da delação premiada de Alberto Youssef.  

Os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram pela anulação da sentença. Já Edson Fachin e Cármen Lúcia votaram pela rejeição do pedido da defesa do doleiro. Com a licença médica de Celso de Mello, os ministros aplicaram o entendimento no direito penal de que o empate favorece o réu – no caso, o doleiro Paulo Roberto Krug.

Em nota, Moro afirmou que sempre agiu com imparcialidade e que a atuação no caso foi regular, tendo sido reconhecida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região e pelo STJ, nessas duas instâncias a condenação de Krug foi mantida.

Informações: A Tarde

Foto: Wilson Dias


O balanço diário do Ministério da Saúde registrou 1.271 novas mortes e 47.134 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. A atualização sistematiza dados enviados pelas secretarias estaduais de saúde acerca do avanço da pandemia.

Com os novos óbitos acrescidos às estatísticas, o total de óbitos desde o início da pandemia chegou a 116.580. O resultado marca aumento de 1,1% sobre a soma trazida pela atualização ontem, quando o número de falecimentos estava em 115.309. Ainda há 2.868 mortes em investigação.

Ainda conforme o boletim epidemiológico, o total de casos confirmados acumulados atingiu 3.669.995. A soma representa acréscimo de 1,3% ao total registrado pelo sistema do Ministério da Saúde ontem, de 3.622.861 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

As estatísticas são menores aos domingos e segundas-feiras em razão da dificuldade de alimentação dos dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana. Já às terças-feiras há tendência de números maiores em função do acúmulo de registros que são enviados ao sistema do Ministério da Saúde.

A atualização do Ministério registrou ainda 705.020 pessoas em acompanhamento e outras 2.848.395 que já se recuperaram da doença. 

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,2%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 55,5. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1746,4.


Nesta terça-feira (25), a ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de 48 horas para que o o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, dê esclarecimentos sobre a nova cédula de R$ 200. A medida faz parte de uma ação apresentada por partidos políticos para impedir que a nota entre em circulação.

A ação foi apresentada ao Supremo pelo PSB, Podemos e Rede Sustentabilidade baseada no posicionamento de 10 organizações anticorrupção. De acordo com as entidades, a nota de R$ 200 iria beneficiar atividades atividades ilícitas como corrupção, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, ocultação e evasão de divisas já que a nova cédula favorece “o armazenamento e o transporte de recursos obtidos ilegalmente e dificultando a rastreabilidade das respectivas transações”.

Informações: Pleno News
Foto: Agência Brasil


O ex-governador do Rio Sérgio Cabral foi condenado a mais 11 anos e dez meses de prisão, por crimes de corrupção passiva. A sentença, do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, foi publicada nesta terça-feira (25). Além de Cabral, também foram condenados Wilson Carlos e Luiz Carlos Bezerra, operadores financeiros do ex-governador, e o empresário George Sadala. É a 14ª condenação do ex-governador.

As condenações aconteceram no desdobramento das operações Calicute e Eficiência e são referentes ao pagamento de propina por Sadala, com objetivo de administrar as unidades do serviço Poupa Tempo. Segundo a sentença, foi pago de propina R$ 1,3 milhão a Cabral, Wilson Carlos e Bezerra, dividida em sete parcelas, entre 2009 e 2015.

“Os motivos que levaram Sérgio Cabral à prática criminosa são altamente reprováveis, e revelou tratar-se de pessoa gananciosa e que, apesar de ter total conhecimento da natureza criminosa de suas atividades e da gravidade dos seus atos, perseverou na prática de delitos ano após ano. Nada mais repugnante do que a ambição desmedida de um agente público que, tendo a responsabilidade de gerir o atendimento das necessidades básicas de milhões de cidadãos do Estado do Rio de Janeiro, opta por exigir vantagens ilícitas a empresas”, escreveu Bretas em sua sentença.

O juiz condenou Wilson Carlos a 14 anos e cinco meses de prisão; Luiz Carlos Bezerra, a 7 anos e um mês de prisão, e George Sadala, a 15 anos e nove meses de reclusão. À exceção de Cabral, os outros três poderão recorrer em liberdade.

O advogado de Cabral, Márcio Delambert, se manifestou em nota, discordando da condenação. “A defesa vai recorrer. O ex-governador é colaborador da Justiça. Apesar da redução de pena, sua contribuição merecia a concessão do perdão judicial”. 


O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que trata do adiamento e cancelamento de serviços, reservas e eventos de turismo e culturais afetados pela pandemia do novo coronavírus (covid-19). A Lei nº 14.046/2020 foi publicada hoje (25) no Diário Oficial da União (DOU) com um veto.

De acordo com o texto, na hipótese de adiamento ou cancelamento de serviços, reservas e eventos – como shows, espetáculos, pacotes turísticos, sessões de cinema, espetáculos teatrais –, as plataformas digitais de venda de ingressos, o prestador do serviço ou a empresa responsável não serão obrigados a reembolsar, em reais, os valores pagos pelo consumidor. No entanto, eles devem assegurar a remarcação do serviço cancelado ou a disponibilização de crédito para uso ou abatimento na compra de outros serviços, reservas e eventos.

No caso de remarcação, ela deve ser feita em até 18 meses após o fim do estado de calamidade pública em razão da pandemia da covid-19, previsto para 31 de dezembro, e nos mesmos valores e condições dos serviços originalmente contratados. Já o crédito recebido poderá ser utilizado pelo consumidor no prazo de 12 meses, contado a partir da mesma data. Nesse caso, serão descontados os valores referentes aos serviços de agenciamento e de intermediação já prestados.

Em todas as situações, essas operações deverão ocorrer sem custo adicional, taxa ou multa ao consumidor, em qualquer data a partir de 1º de janeiro de 2020. O consumidor terá prazo de 120 dias, contado da comunicação do adiamento ou do cancelamento dos serviços, ou 30 dias antes da realização do evento, o que ocorrer antes, para pedir a remarcação ou crédito.

Caso essa solicitação não seja feita no prazo de 120 dias por motivo de falecimento, de internação ou de força maior, esse prazo será prorrogado pelo mesmo período em favor do consumidor, do herdeiro ou do sucessor, a contar da data de ocorrência do fato impeditivo da solicitação.