Prefeito licenciado de São Paulo está internado no hospital Sírio-Libanês desde o dia 2 de maio para tratamento de câncer.

O prefeito Bruno Covas e o filho Tomás, em foto publicada em seu Instagram no dia 4 de maio.  — Foto: Reprodução/Instagram

O prefeito Bruno Covas e o filho Tomás, em foto publicada em seu Instagram no dia 4 de maio. — Foto: Reprodução/Instagram 

O prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), apresentou agravamento do estado de saúde nesta sexta-feira (14). Segundo boletim médico, o quadro é irreversível.

Covas está internado desde o dia 2 de maio no Hospital Sírio-Libanês, no Centro da capital paulista, para tratamento do câncer no sistema digestivo com metástase nos ossos e no fígado. 

“O Prefeito Bruno Covas segue internado no Hospital Sírio-Libanês recebendo medicamentos analgésicos e sedativos. O quadro clínico é considerado irreversível pela equipe médica. Neste momento, encontra-se no quarto acompanhado de seus familiares”, diz boletim divulgado na noite desta sexta. 

Internado com câncer, Bruno Covas tem quadro de saúde irreversível, diz boletim

Informações G1


Ex-ministro da Educação aparece na frente de nomes como Paulo Skaf e João Doria

Ministro da Educação, Abraham Weintraub Foto: MEC/Gabriel Jabur

Uma pesquisa com as intenções de voto para o governo de São Paulo em 2022, divulgada pela Consultoria Atlas na quarta-feira (12), colocou o ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, na vice-liderança da disputa que conta atualmente com nomes como Fernando Haddad (PT), João Doria (PSDB) e Paulo Skaf (MDB).

Em um dos cenários, Weintraub aparece com 14,9%, atrás apenas de Fernando Haddad que, segundo a pesquisa, lidera as intenções de voto com 25,3%. Após o ex-ministro da Educação, aparecem na pesquisa o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, com 13,5%; e o atual governador paulista João Doria, com 12,2%.

A pesquisa Atlas ainda indicou que o eleitor paulista gosta mais do presidente Jair Bolsonaro do que de João Doria. Bolsonaro tem 40,9% de aprovação no estado, contra 35,3% do tucano, enquanto 31,4% das pessoas consideram o desempenho do presidente ótimo ou bom – quase 20 pontos percentuais à frente de Doria.

O Atlas entrevistou 1.050 pessoas em São Paulo entre os dias 7 e 11 de maio de 2021, todas feitas por meio de questionários aleatórios via internet, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Informações Pleno News


Parlamentar ocupou a presidência da Assembleia Legislativa do RJ por dez anos

Jorge Picciani morreu aos 66 anos Foto: Reprodução

Morreu nesta sexta-feira (14), em São Paulo (SP), o ex-deputado estadual Jorge Picciani, de 66 anos. O ex-parlamentar estava internado no Hospital Vila Nova Star, da Rede D’Or, na capital paulista, onde fazia tratamento de um câncer. Picciani foi presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) entre os anos de 2003 e 2011, e depois entre 2015 e 2017.

Em 1990, Picciani conquistou o primeiro de seus seis mandatos como deputado estadual. O ex-parlamentar transitou por todos os cargos importantes do Legislativo, até se eleger, por quatro mandatos consecutivos como presidente da Alerj. Em 2010, Picciani chegou a disputar uma cadeira do Senado, mas acabou ficando de fora por uma pequena diferença de votos.

Entre 2011 e 2014, Picciani se dedicou à vida empresarial e presidiu o PMDB-RJ. Nos primeiros 20 anos como deputado, ele só se afastou uma vez do Legislativo: em 1993, quando foi convidado pelo então governador Leonel Brizola para assumir a Secretaria Estadual de Esportes e Lazer e a presidência da Suderj.

Formado em contabilidade pela UERJ e em estatística pela Escola Nacional de Estatística, Jorge Picciani nasceu no dia 25 de março de 1955 e era pecuarista há 30 anos. O grupo Monte Verde, que ele presidia, é uma referência na área de reprodução assistida de gado Nelore e GIR leiteiro no Brasil.

Picciani era casado com Hortência Oliveira Picciani e tinha quatro filhos: o deputado federal Leonardo Picciani; o deputado estadual Rafael Picciani; o zootecnista Felipe, que presidiu a Associação Nacional de Criadores de Nelore e cuida dos negócios da família; e o caçula Arthur.

PRISÕES
Picciani foi alvo de duas grandes operações contra a corrupção na Alerj. Em novembro de 2017, o parlamentar foi preso na Operação Cadeia Velha junto com os deputados Paulo Mello e Edson Albertassi. Segundo as investigações, os deputados usavam da sua influência para aprovar projetos na Alerj, com favorecimento para empresas de ônibus e empreiteiras.

Um ano depois, já em prisão domiciliar, Picciani e outros nove parlamentares foram alvos da Furna da Onça, sobre o recebimento de propinas mensais de até R$ 100 mil e de cargos para votar de acordo com o interesse do governo. O esquema teria movimentado pelo menos R$ 54 milhões, segundo a PF.

Informações Pleno News


Antes de ser desligada da emissora, a jornalista precisou se afastar em março deste ano após testar positivo para Covid-19

Foto: Record TV
Foto: Record TV

A apresentadora Carla Cecato, âncora do telejornal Fala Brasil na Record TV, foi desligada da empresa após 16 anos de emissora.

De acordo com o site Notícias da TV, a demissão da jornalista foi comunicada por e-mail, no qual a emissora pediu para que ela comparecesse à sede da Record para a notificação oficial de sua saída. Ao site, Carla confirmou sua saída da emissora, mas não deu detalhes do processo.

Segundo a publicação, além do informe por e-mail, Cecato teve a suspensão de sua conta corporativa. O desligamento foi feito de forma imediata.

Na emissora desde 2005, Carla deu início aos trabalhos da casa como repórter do Jornal Record. A jornalista passou por programas locais do Rio de Janeiro, e nacional, como o Domingo Espetacular. Seu cargo no Fala Brasil é desde 2009.

Antes de ser desligada da emissora, a jornalista precisou se afastar em março deste ano após testar positivo para Covid-19.

Informações Bahia.ba


Texto determina a reversão de reajustes já aplicados neste ano

medicamentos

O Senado aprovou projeto de lei (PL) que suspende o aumento de preço de medicamentos em 2021. O texto também determina a reversão de reajustes já aplicados em medicamentos este ano, havendo, inclusive, a restituição de pagamento já realizado. O projeto, aprovado por 58 votos a favor e 6 contra, segue para a Câmara dos Deputados.

Para o autor do projeto, Lasier Martins (Podemos-RS), o projeto é uma forma de diminuir a pressão sobre o orçamento das famílias que estão enfrentando o coronavírus e, também, daquelas com doentes que demandam uso contínuo de medicamentos. Lasier ressalta ainda que o cenário é de “recrudescimento da pandemia, inclusive com o surgimento de novas cepas virais”.

Os medicamentos disponíveis no Brasil têm seus preços controlados pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed). Uma vez por ano, a Cmed fixa o teto de preços permitidos para a venda de medicamentos, mas esse controle não alcança todos os remédios. Determinadas classes terapêuticas de medicamentos isentos de prescrição, por exemplo, ficam de fora.

O relator, Eduardo Braga (MDB-AM), explicou que o projeto não “congela” preços, apenas impede o reajuste do teto pela Cmed. “Não se trata de congelamento de preços, trata-se de suspensão de qualquer reajuste no teto estabelecido pela Cmed tanto para preços de fabricantes quanto para preços a varejo, para o consumidor. Portanto, fazendo justiça a milhões de brasileiros que estão necessitando de acesso à compra de medicamentos.”

Apesar de não ter sido aprovado por unanimidade, o projeto teve vários apoios. Um deles foi de Kátia Abreu (PP-TO). A senadora rechaçou uma suposta quebra do preceito de livre mercado com o projeto. “Eu também sou a favor do livre mercado. Acontece que o livre mercado é uma tese importante para baratear produtos. Significa muita gente produzindo tudo, com grande concorrência, e os preços caindo. Agora, falar em livre mercado diante de um belo cartel não é democrático. É um grande cartel, onde os donos dessas fabricantes internacionais sempre foram muito grandes e ricos.”

Informações Agência Brasil


Aplicativo Auxílio Emergencial ao Trabalhador

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em novembro podem sacar, a partir de hoje (14), a primeira parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro havia sido depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 28 de abril.

Os recursos também poderão ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro podia ser movimentado apenas por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante quatro meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.

Calendário de saques antecipados da primeira parcela do auxílio emergencial.

Como será o pagamento

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo.

É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

Agência Brasil


Quem não atender convocação terá benefício bloqueado

Instituto Nacional do Seguro Social (INSS),Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia,Previdência Social

A partir de junho, os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que deixarem de realizar a prova de vida voltarão a ter o benefício cortado, informou hoje o órgão. A exigência estava suspensa desde março de 2020, por causa da pandemia de covid-19.

Inicialmente, a retomada da prova de vida estava prevista para maio, mas foi adiada em um mês pela Portaria 1.299 do Ministério da Economia,publicada hoje (13) no Diário Oficial da União.

Em maio, ocorrerá o bloqueio de 160 mil beneficiários que deveriam ter feito a prova de vida em fevereiro de 2020, antes do início da pandemia. Estes devem ir à agência regularizar a situação. De março de 2020 em diante, os prazos serão retomados de forma gradual, para evitar aglomerações nas agências bancárias.

A portaria estabeleceu o seguinte calendário de transição para a prova de vida para os segurados do INSS.

Calendário de novos prazos para Prova de Vida.

Os beneficiários escolhidos para a comprovação digital por reconhecimento facial e que não fizeram o procedimento no aplicativo Meu Gov.br terão o benefício cortado neste mês. Neste caso, o desbloqueio do pagamento poderá ser feito por reconhecimento facial no próprio aplicativo. Segundo o INSS, cerca de 340 mil pessoas selecionadas que fizeram a prova de vida digital nos últimos meses não correm o risco de ter o benefício bloqueado.

Agência Brasil


Linhas de transmissão de energia, energia elétrica.
Foto: Marcello Casal Jr

O Senado aprovou hoje (13) um projeto que propõe a redução de tarifas de energia elétrica por cinco anos. Essa redução na tarifa ocorreria graças ao reembolso de tributos recolhidos indevidamente pelas empresas distribuidoras de energia elétrica. O projeto segue para análise da Câmara dos Deputados.

O PL propõe que os tributos indevidamente recolhidos pelas distribuidoras de energia no passado sejam devolvidos ao consumidor em forma de redução na tarifa. Esse recolhimento de recursos será possível graças a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Nessa decisão, o STF entendeu que o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado às distribuidoras de energia elétrica, e repassado aos consumidores, não deve compor a base de cálculo da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Programa de Integração Social (PIS).

Segundo o relator da matéria, Zequinha Marinho (PSC-PA), acordos de ressarcimento desses valores com o Estado e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vêm sendo discutidos. “A Aneel já anunciou que, em decorrência dessa decisão, estão em jogo cerca de R$ 50,1 bilhões, considerando todo o país, que poderiam proporcionar descontos médios da ordem de 3% no valor de faturas emitidas”, afirmou Marinho em seu parecer.

“Além disso, a Agência sinalizou que pensa em abater tais valores de aumentos futuros nas tarifas de energia elétrica, que são previstos contratualmente entre os Estados e as concessionárias”, acrescentou o relator.


Felipe Ferreira Manoel possui quatro mandados de prisão em aberto

Operação policial no Jacarezinho na quinta-feira (6) Foto: EFE/André Coelho

Conhecido com Fred do Jacarezinho, Felipe Ferreira Manoel é apontado pela polícia como chefe do tráfico na região. Segundo informações dos investigadores, ele ordenou o ataque aos policiais durante a Operação Exceptis, na quinta-feira (6), e conseguiu escapar do local vestindo roupas de mulher.

Felipe Ferreira é foragido do sistema penitenciário e possui quatro mandados de prisão em aberto por diversos crimes, entre eles tráfico de drogas, roubo, aliciação de menores e homicídios.

De acordo com as autoridades, Fred do Jacarezinho se encontra refugiado na comunidade do Mandela, também na Zona Norte do Rio. A polícia oferece recompensa de R$ 1.600 a quem der informações sobre o paradeiro dele.

A liderança do tráfico no Jacarezinho é dividida ainda com Adriano de Souza Freitas, conhecido como Chico Bento ou Mãozinha, e Sandra Helena Ferreira, a Sandra Sapatão. Ambos também são foragidos da polícia e há recompensas por informações que acarretem na prisão deles.

OPERAÇÃO EXCEPTIS
Considerada a ação policial mais letal do Rio de Janeiro, a operação Exceptis deixou 28 mortos, entre os quais 1 policial civil e 27 suspeitos, que, de acordo com a polícia, possuem ligações com o crime organizado.

Na manhã desta terça-feira (11), foi criada uma força-tarefa de apuração da conduta dos policiais durante a operação.

Informações Pleno News


Foto: Adnan Abidi/Reuters


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta quinta-feira (13) os testes clínicos no Brasil da vacina Covaxin, contra a Covid-19, desenvolvida pela farmacêutica indiana Bharat Biotech. O pedido foi feito à agência pela empresa Precisa Medicamentos, parceira no Brasil.

Os estudos da Covaxin serão da fase 3, com teste em humanos, seguindo os critérios de qualidade de pesquisas desse tipo. O estudo será controlado por placebo e randomizado. Isto é, parte dos voluntários receberá a vacina e a outra parte, um placebo, a fim de comparação. A distribuição da dose dos placebos deverá ser feita de forma aleatória — isto é, randomizada.

Serão 4.500 voluntários nos testes no Brasil, se juntando a 26.300 voluntários na Índia. A maior parte estará no estado de São Paulo, com 3.000 voluntários, e outros 1.500 distribuídos entre Rio de Janeiro, Bahia e Mato Grosso.

De acordo com a Anvisa, este é o sétimo imunizante a ter autorizado o estudo clínico de fase 3 no Brasil. Em 2020, foram autorizados os testes das vacinas de Oxford/AstraZeneca/Fiocruz, Coronavac (Sinovac/Butantan), Pfizer/Wyeth e Janssen-Cilag.

A Covaxin é a terceira vacina autorizada a testes em 2021. No mês passado, a Anvisa autorizou os estudos clínicos com a vacina da canadense Medicago e com a vacina da chinesa Sichuan Biopharmaceuticals.