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Estrutura foi instalada em frente à sede da B3, em São Paulo

Estátua de touro que foi inaugurada em frente à B3 Foto: EFE/ Sebastião Moreira

Nesta terça-feira (16), a B3, Bolsa de Valores brasileira, inaugurou uma réplica de um touro dourado, colocada em frente ao seu edifício em São Paulo. Inspirada em uma estátua semelhante à da Bolsa de Valores de Nova Iorque (EUA), em Wall Street, a estátua possui cinco metros de comprimento e pesa quase uma tonelada.

A estátua foi criada pelo artista plástico Rafael Brancatelli em uma parceria com o economista e apresentador Pablo Spyer. O Touro de Ouro foi construído em cima de uma estrutura metálica tubular com multicamadas de fibra de vidro de alta densidade e possui pintura anticorrosiva.

Ao falar sobre a estátua, Gilson Finkelsztain, CEO da B3, afirmou que o touro representa a “força e a resiliência do povo brasileiro”.

– O Touro de Ouro representa a força e a resiliência do povo brasileiro. A B3 está trazendo esse novo símbolo para valorizar não apenas o centro de São Paulo, mas o desenvolvimento do mercado de capitais do Brasil, que passa pela própria história da bolsa – ressaltou.

Além dos cinco metros de comprimento, a estátua possui três metros de altura e dois metros de largura.

Touro de ouro em frente ao prédio da B3 Foto: EFE/ Sebastião Moreira

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Evento irá ocorrer nesta sexta-feira

Eclipse visto no céu do Quirguistão, país da Ásia Central Foto: EFE/ IGOR KOVALENKO

No dia 19 de novembro, o céu será palco de um espetáculo diferenciado; o mais longo eclipse lunar do século 21, de acordo com a Nasa. A duração do evento será superior a três horas e poderá ser visto por moradores do Brasil.

No país, o pico do eclipse está marcado para acontecer por volta de 6h da manhã, no entanto, não será possível chegar aos 97% de cobertura total da lua, diferente de outros países.

Além disso, no Brasil o eclipse deve durar “apenar” cerca de duas horas, e não as três horas, 28 minutos e 23 segundos que fazem esse eclipse ser o maior do século 21.

Será possível assistir ao eclipse na madrugada de sexta-feira (19) em todas as regiões do Brasil.

Neste eclipse da Lua, a Terra, Sol e o satélite estarão alinhados, mas com o planeta bem no meio formando uma sombra.

Diferentemente do eclipse solar, a versão lunar pode ser vista sem a necessidade de um óculos especial. O uso de um binóculo pode ajudar ainda mais.

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Empresa registrou queda na Bolsa de Valores

Luiza Helena Trajano Foto: EFE/Sebastião Moreira

Entre o mês de novembro de 2020 e novembro de 2021, os papéis do Magazine Luiza na B3, a Bolsa de Valores brasileira, registraram grande queda, caindo de R$ 26 para R$ 11,15. Um levantamento da consultoria Economatica, aponta que a empresa perdeu cerca de R$ 88 bilhões em valor de mercado nesse período. A informação foi dada pelo site Metrópoles.

Na manhã de sexta-feira (12), as ações da Magazine Luiza lideravam a lista das oito maiores quedas do Ibovespa, cedendo 12,09%. O resultado foi um reflexo do balanço divulgado pela empresa nesta quinta-feira (11), após o fechamento da B3.

A empresa reportou lucro líquido do terceiro trimestre de 2021 ajustado de R$ 22,6 milhões, queda de 89% em relação ao apresentado no mesmo período de 2020. Com isso, as ações da companhia de Luiza Trajano reagiram negativamente nesta sexta. Às 12h56, a MGLU3 já tinha baixa de 14,80%.

A diminuição na rentabilidade e a desaceleração das vendas impactaram a visão dos analistas sobre o resultado, além da perspectiva de persistência de um quadro econômico mais desafiador.

– A performance das lojas físicas foi impactada pela piora dos indicadores macroeconômicos, como o aumento da inflação e da taxa de juros – afirmou o Magazine Luiza.

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Tema foi debatido na Comissão de Fiscalização Financeira da Câmara

Posto de combustível

O Instituto Combustível Legal, que reúne algumas das principais distribuidoras de combustível do país, defendeu hoje (16) a intensificação de ações conjuntas de fiscalização por parte de órgãos como a Polícia Federal, o Ministério Público, o Procon e secretarias estaduais de Fazenda, como uma das medidas para combater as fraudes no setor de venda de combustíveis. Segundo o instituto, somente em tributos, a estimativa é de que as perdas sejam em torno de R$ 14 bilhões ao ano.

O tema foi debatido hoje (16) em audiência pública na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados, após denúncias de que grandes distribuidoras de combustível estão vendendo o produto para postos de abastecimento em Minas Gerais e Espírito Santo, mas que, na verdade a venda dos produtos está ocorrendo no estado do Rio de Janeiro.

Na avaliação do instituto, as ações de fiscalização são pontuais e os órgãos envolvidos acabam não trocando informações entre si, o que acaba dando a sensação de que o combate às fraudes se resume a “enxugar gelo”.

“Fica uma visão de fiscalização enxuga gelo apreendendo carregamentos pontuais, mas o fundamento da fraude não é combatido. E a maior dessas praticas de irregularidade está concentrada na motivação tributária”, apontou.

Venda fictícia

O instituto denuncia que parte das fraudes está relacionada a operações de vendas fictícias de combustíveis entre estados com alíquotas diferentes do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). As tarifas de ICMS incidentes sobre a gasolina variam de 25% a 34%. No caso do etanol são 13 alíquotas diferentes, variando de 12% a 32%.

“O fato de ter tanta variação [de ICMS] entre os estados possibilita a famosa venda fictícia. Além disso, o setor é extremamente vulnerável considerando-se que não existe rastreabilidade do produto. Então, ele é um produto fungível e quando você tira ele da condição normal de comercialização você não consegue tipificar se ele é legal ou ilegal”, alerta o representante do instituto Carlos Faccio.

Faccio citou o exemplo do Rio de Janeiro e São Paulo. No Rio, a alíquota é de 34%, enquanto em São Paulo, 25%. “Essa diferença de 9% significa mais de R$ 0,85 no preço da gasolina. Então, se passar o rio que divide um estado com o outro, tem uma diferença de quase R$ 1 na bomba”, disse.

As fraudes tributárias envolvem a sonegação do imposto com práticas como venda do produto sem emissão da nota fiscal, notas fiscais canceladas, duplicadas para mais de uma venda, e vendas interestaduais fictícias. Segundo Faccio, isso tem gerado um passivo de cerca de R$ 70 bilhões na dívida ativa da União.

Além desse tipo de fraude, ele lembrou ainda que as fraudes operacionais, como as que envolvem a adulteração da carga, postos piratas, bombas fraudadas, entre outras, geram um prejuízo de mais de R$ 15 bilhões ao ano em tributos.

Lei

Segundo o representante do instituto, um caminho seria a aprovação de punições mais graves para os fraudadores. Uma possível medida seria a aprovação de uma lei para o chamado “devedor contumaz”, a empresa ou empresário que faz da sonegação de tributos sua estratégia de negócios. Pelas leis atuais, não existe diferenciação de tratamento entre um devedor eventual e um devedor contumaz. O projeto permitiria uma maior ação para punir quem pratica de forma reiterada a sonegação de tributos. “Com isso, o Estado vai ter legitimidade para aplicar um regime especial [de punição]. E, assim, começa a garantir que um estado não vai ter devedores adicionais. O passivo que ficou vai ser discutido [na Justiça], mas daqui para a frente não tem mais problema com aquele devedor crônico”, defende.

Outro ponto defendido foi a unificação da tarifa de ICMS. O valor fixo do ICMS chegou a ser aprovado em um projeto da Câmara dos Deputados, que está agora sob análise do Senado. “A alíquota uniforme de todos os estados serve para impedir que se tenha essas operações interestaduais fictícias. Existe hoje uma facilidade de fazer o transporte rodoviário no Brasil que possibilita desviar os produtos para todo local. E é impossível controlar isso”, disse.

O presidente da comissão, deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), anunciou que vai criar um grupo de trabalho para acompanhar as ações de fiscalização de fraudes no setor de combustíveis e propor medidas para prevenção.

Informações Agência Brasil


Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Brasil ultrapassou os EUA na taxa de vacinação contra a Covid-19. De acordo com o site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, o Brasil tem 59,75% de sua população completamente vacinada, enquanto os Estados Unidos têm 58%.

Os dados do Brasil são referentes até o dia 14 de novembro. No caso dos EUA, valem até o dia 15 de novembro.

No Brasil, outros 16,10% tomaram a primeira dose e estão parcialmente imunizadas, de acordo com o site. Nos EUA, esse número é de 9,91%.

Desde 19 de abril, todos os adultos americanos estão aptos a receber a vacina. E nunca houve falta de doses nos estoques. Na mesma época, apenas grupos prioritários começavam a ser imunizados no Brasil.

Mas enquanto os Estados Unidos travavam uma batalha contra o movimento antivacina, o Brasil colhia os frutos da tradição em campanhas de imunização. A casa branca tem se esforçado para aumentar esse número.

Depois de oferecer benefícios –incluindo até dinheiro vivo– o governo dos EUA passou a exigir que funcionários públicos e de empresas de grande porte estivessem vacinados para continuar trabalhando.

Em Nova Iorque, o número de imunizados é maior do que a média do país, alcançando 68%, ainda assim autoridades têm encontrado dificuldades.

Dezenas de funcionários públicos foram suspensos e tiveram os salários cortados pela prefeitura depois de ter apresentado carteirinhas falsas de vacinação.

Uma investigação foi aberta e além de perder o emprego, os funcionários serão julgados criminalmente.

*Band.Uol


Foto: Bruno Batista /VPR

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta terça-feira (16) que o governo federal não alterou questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) por motivações políticas, como denunciaram servidores do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Na chegada ao Palácio do Planalto, o general ainda comentou a fala do presidente da República, Jair Bolsonaro, de que a prova estaria ganhando “a cara do governo”.

– O presidente fez menção a algo que é a ideia dele. Tem liberdade para isso. E o Enem está baseado em um banco de dados que foi construído há muito tempo. As questões não estão variando. O governo não mexeu em nenhuma questão de Enem – garantiu o vice-presidente.

No domingo, a TV Globo exibiu entrevistas com servidores do Inep que entregaram seus cargos em meio à debandada do órgão. Eles relataram tentativas de interferência no conteúdo das provas para agradar o governo.

– Começam agora a ter a cara do governo as questões da prova do Enem – afirmou Bolsonaro nesta segunda-feira (15), durante sua visita oficial a Dubai.

A suposta interferência do Planalto sobre o Enem foi criticada por especialistas. A diretora do Centro de Políticas Educacionais da FGV, Claudia Costin, chamou de “inaceitável ingerência”.

Ainda assim, Mourão se irritou com jornalistas que o questionaram sobre o assunto.

– Peraí (sic), gente, vamos abaixar a bolinha. Vocês conhecem o presidente. Ele tem a sua maneira de se manifestar. Não vou ficar aqui fazendo crítica se sou vice dele. Já falei isso pra vocês várias vezes – declarou o vice-presidente, nesta terça-feira (16).

*Com informações da AE


João Roma é exonerado para voltar à Câmara e cuidar de emendas
Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

O ministro da Cidadania, João Roma (foto), foi exonerado nesta terça-feira (16), segundo consta no Diário Oficial da União, em decreto assinado pelo vice-presidente Hamilton Mourão.

A assessoria de Roma informou a O Antagonista que ele deixou a pasta temporariamente para cuidar de emendas parlamentares e voltará ao cargo amanhã ou na quinta-feira.

Roma é o segundo ministro a pedir exoneração para voltar ao Congresso para cuidar das emendas parlamentares. Onyx Lorenzoni deixou o Ministério do Trabalho na semana passada tratar do mesmo assunto.

Deputado federal eleito pela Bahia, Roma é apontado como um dos possíveis candidatos ao governo do estado. Interlocutores, entretanto, dizem que ele tentará renovar o mandato para a Câmara.

Ao retornar para o Congresso, Roma quer participar do processo de debate do orçamento e da destinação de emendas parlamentares para o seu estado.

*O Antagonista


Empresa propôs Mês Violeta, focado na saúde de pessoas trans

mes violeta pessoas trans avon
Anúncio publicitário da Avon Foto: Reprodução / Youtube

Em novo anúncio publicitário, a marca de cosméticos Avon questiona as campanhas de prevenção ao câncer Outubro Rosa e Novembro Azul por focarem somente em mulheres e homens, e excluírem pessoas trans. Pensando nisso, a empresa propôs o Mês Violeta a fim de contemplar “mulheres com próstata” e “homens com seios”.

– Vamos conversar sobre prevenção contra câncer de mama, de próstata e sobre cuidados com hormonização para pessoas trans e não-bináries, levando acolhimento para fortalecer a luta pela saúde todes. E aí, vamos juntes? – afirmou a empresa, utilizando a chamada linguagem neutra.

Segundo a Avon, a “falta de visibilidade” leva pessoas trans a recorrerem à internet, onde nem sempre se encontra informações seguras e especializadas.

De acordo com a proposta da empresa, o Mês Violeta deve ocorrer entre 15 de outubro e 15 de novembro, pegando, assim, parte do Outubro Rosa e do Novembro Azul.

REAÇÃO NEGATIVA
A campanha, porém, gerou rejeição por parte de internautas no YouTube, acumulando 2,4 mil deslikes e diversos comentários contrários. Alguns dos internautas afirmaram que não comprarão mais produtos da marca de cosméticos.

– A Avon deveria se dedicar somente a seus produtos e ficar fora de pautas militantes. Pensar que pode ajudar estando de um lado e deixando de fora o outro é algo completamente arriscado. Aliás ao agradar somente militantes e o politicamente correto você afasta pessoas que pensam diferente, vamos ver até quando a Avon aguenta essa linha de marketing. Fim dos tempos – escreveu um internauta.

– Será que não entendem que a pessoa pode até modificar o seu corpo mas por essência da natureza nunca vai deixar de ser o que é? – disse outro.

Uma outra usuária apontou que a cor violeta já havia sido adotada em junho, mês de conscientização sobre a violência contra idosos.

– Deveria criar outra cor né. Vocês sabiam que mês violeta é em junho e fala sobre a violência contra idosos? – declarou.

Informações Pleno News


Mecanismo será usado em casos de fraude ou de erro operacional

Aplicativo Pix é um novo jeito de fazer pagamentos, transferências e receber dinheiro desenvolvido pelo Banco Central
Foto: Marcello Casal Jr

No aniversário de um ano, o Pix, sistema de pagamento instantâneo do Banco Central (BC), ganha nova funcionalidade. Entra em vigor hoje (16) o Mecanismo Especial de Devolução, que agilizará o ressarcimento ao usuário vítima de fraude ou de falha operacional das instituições financeiras.

O mecanismo está regulamentado por uma resolução editada pelo BC em junho. Desde então, as instituições financeiras estavam se adaptando aos procedimentos.

Até agora, em uma eventual fraude ou falha operacional, as instituições envolvidas precisavam estabelecer procedimentos operacionais bilaterais para devolver o dinheiro. Segundo o BC, isso dificultava o processo e aumentava o tempo necessário para que o caso fosse analisado e finalizado. Com o Mecanismo Especial de Devolução, as regras e os procedimentos serão padronizados.

Pix Saque e Troco

Outras novidades para o Pix virão em breve. A partir do dia 29 estarão disponíveis o Pix Saque e o Pix Troco, que permitem o saque em espécie e a obtenção de troco em estabelecimentos comerciais e outros lugares de circulação pública.

No Pix Saque, o cliente poderá fazer saques em qualquer ponto que ofertar o serviço, como comércios e caixas eletrônicos, tanto em terminais compartilhados quanto da própria instituição financeira. Nessa modalidade, o correntista apontará a câmera do celular para um código QR (versão avançada do código de barras), fará um Pix para o estabelecimento ou para a instituição financeira e retirará o dinheiro na boca do caixa.

O Pix Troco permite o saque durante o pagamento de uma compra. O cliente fará um Pix equivalente à soma da compra e do saque e receberá a diferença como troco em espécie. O extrato do cliente especificará a parcela destinada à compra e a quantia sacada como troco.

Open banking

Ainda neste trimestre, o BC pretende estender o iniciador de pagamentos ao Pix. Por meio dessa ferramenta, existente para pagamentos por redes sociais e por aplicativos de compras e de mensagens, o cliente recebe um link com os dados da transação e confirma o pagamento.

Atualmente, o iniciador de pagamentos existe para compras com cartões de crédito e de débito. O BC pretende ampliar a ferramenta para o Pix, o que só será possível por causa da terceira fase do open banking (compartilhamento de dados entre instituições financeiras), que entrou em vigor no fim de outubro.

Com a troca de informações, o cliente poderá fazer transações Pix sem abrir o aplicativo da instituição financeira, como ocorre hoje. O usuário apenas clicará no link e informa a senha ou a biometria da conta corrente para concluir a transação. Tudo sem sair do site de compras, do aplicativo de entregas ou da rede social.

Estatísticas

Até o fim de outubro, segundo os dados mais recentes do BC, o Pix tinha 348,1 milhões de chaves cadastradas por 112,65 milhões de usuários. Desse total, 105,24 milhões são pessoas físicas e 7,41, pessoas jurídicas. Cada pessoa física pode cadastrar até cinco chaves Pix e cada pessoa jurídica, até 20. As chaves podem ser distribuídas em um ou mais bancos.

Em um ano de funcionamento, o volume de transações pelo Pix deu um salto. Em outubro, o sistema de pagamentos instantâneos movimentou R$ 502 bilhões, contra R$ 25,1 bilhões liquidados em novembro do ano passado. Segundo o Banco Central, 75% das transações do Pix em outubro ocorreram entre pessoas físicas, contra 87% no primeiro mês de funcionamento. Os pagamentos de pessoa física para empresa saltaram de 5% para 16% no mesmo período.

Empresas e governo

O aumento nos pagamentos a empresas decorre de funcionalidades adicionadas ao longo deste ano para estimular o recebimento de Pix por empresas e prestadores de serviço. Em maio, começou a funcionar o Pix Cobrança, que substitui o boleto bancário e permite o pagamento instantâneo por meio de um código QR (versão avançada do código de barras) fotografado com a câmera do celular.

Em julho, começou a ser ofertado o Pix Agendado, que permite o agendamento de cobranças, com a definição de uma data futura para a transação. Em setembro, o oferecimento da funcionalidade por todas as instituições financeiras passou a ser obrigatório.

As transações entre pessoas físicas e o governo aumentaram de R$ 2,25 milhões em novembro de 2020 para R$ 409,83 milhões em outubro deste ano. Apesar de pequenas em relação ao total movimentado, essas operações estão subindo graças a medidas como o pagamento de algunstributos por grandes, micro e pequenas empresas e à quitação de taxas federais por meio do Pix.

Segurança

O Pix completa um ano em meio a preocupações com a segurança do sistema. Por causa do aumento de sequestros-relâmpago e de fraudes relacionadas ao Pix, o BC limitou, em outubro, as transferências a R$ 1 mil entre as 20h e as 6h. Medidas adicionais de segurança foram adotadas, como o bloqueio, por até 72 horas, do recebimento de recursos por pessoas físicas em caso de suspeita de fraude.

Em setembro, ocorreu o incidente mais sério com o Pix registrado até agora. Uma brecha de segurança no Banco Estadual de Sergipe permitiu ovazamento de 395 mil chaves Pix do tipo telefone. Na ocasião, não foram expostos dados sensíveis, como senhas, valores movimentados e saldos nas contas, mas os números de telefone de clientes capturados por pessoas de fora da instituição, que foi punida pelo BC.

Se casos semelhantes ocorrerem, as próximas punições poderão ser mais duras. No fim da semana passada, o BC acelerou as notificações às instituições financeiras que violarem os regulamentos do Pix e diminuiu as situações em que as multas serão isentas.

Informações Agência Brasil


Fundo Combustível, em parceria com a Shell, vai repassar R$8 milhões até o final do ano

Imagem: Fotos Públicas
Imagem: Fotos Públicas

Uma parceria entre o iFood e a Shell vai disponibilizar R$8 milhões, entre novembro e dezembro, aos entregadores para custeio de gasolina. A iniciativa faz parte do ‘Fundo de Combustível’, criado no último mês.

A primeira parcela dos pagamentos já vai ser repassada aos entregadores em 24 de novembro, com base nas notas efetuadas nos 30 dias anteriores. O segundo crédito ficará disponível em 24 de dezembro, também com base nos comprovantes do mês anterior.

Os repasses mensais têm um valor mínimo de R$5 e podem chegar a R$80 para moto. Para carro, os créditos variam entre R$10 e R$150. Segundo com o iFood, o valor pode variar de acordo com a quantidade de rotas concluídas no período.

Para participar, o parceiro deve acessar o aplicativo iFood para entregadores, abrir Delivery de Vantagens e acessar a categoria ‘Peças e Manutenção’, no qual estará disponível o regulamento do fundo combustível.

Em seguida, é preciso baixar o aplicativo Shell Box no celular e fazer o cadastro na plataforma. O saldo ficará visível nos ‘seus créditos’ com a nomenclatura ‘Fundo Combustível iFood’.

Informações Bahia.ba

1 518 519 520 521 522 814