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Um ônibus que levava torcedores do Flamengo para Buenos Aires tombou na Rodovia Presidente Dutra, em Barra Mansa (RJ), na tarde desta segunda-feira (27). A Polícia Rodoviária Federal informou que 16 pessoas ficaram feridas.

As vítimas foram levadas para a Santa Casa de Barra Mansa e para o Hospital São João Batista. A concessionária CCR RioSP informou que duas pessoas tiveram ferimentos graves e cinco ficaram em estado moderado.

Equipes do Corpo de Bombeiros e da CCR RioSP atuam no local para organizar o trânsito e atender os torcedores. A pista sentido São Paulo está interditada, com mais de 2 km de lentidão. O sentido Rio segue liberado.

Os flamenguistas viajavam para a Argentina para assistir ao jogo contra o Racing pela semifinal da Libertadores, marcado para esta quarta-feira (27), no Estádio El Cilindro.

Imagens divulgadas na internet mostram o ônibus tombado na estrada e torcedores caminhando pela via, além de um homem caído no asfalto.

O Flamengo divulgou nota dizendo que entrou em contato com o prefeito de Barra Mansa, Luiz Furlani, que colocou o Hospital Municipal e a Santa Casa à disposição. O clube também informou ter acionado o comando do Corpo de Bombeiros e estar em contato com a PRF do Rio.

*Pleno.News
Foto: Reprodução X


A cúpula entre Lula (PT) e o presidente americano Donald Trump, realizada neste domingo (26), na Malásia, quando foram discutidos temas como o tarifaço dos EUA contra parte dos produtos brasileiros, ganhou destaque na imprensa internacional.

Entre os veículos que registraram o encontro, o americano The New York Times avaliou em artigo que Lula e Trump pareciam estar agitados e tinham poucas respostas em torno das negociações.

A resposta evasiva do republicano a um jornalista, logo antes reunião, de que “não é de sua conta” ao ser questionado se a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estaria na pauta – indicado por ele anteriormente como um dos motivos ao tarifaço contra o Brasil – também foi destaque na matéria.

O jornal lembrou que o presidente brasileiro disse ter levado uma pauta detalhada, escrita em inglês para entregar a Trump e que teria reclamado que ambos estavam perdendo tempo respondendo às perguntas da imprensa antes da reunião começar.

O passado como líder sindical de Lula foi lembrado pelo também norte-americano The Washington Post, segundo o qual a sobretaxa americana contra o Brasil acabou por apoiar a popularidade do presidente, reconhecendo a resiliência do brasileiro às imposições norte-americanas para retirar o tarifaço.

Já outro veículo americano, a ABC News, registrou o encontro entre os dois presidentes, lembrando que esta que foi a primeira viagem de Trump à Ásia desde seu retorno à Casa Branca

O espanhol El País publicou que Trump e Lula finalmente se aproximam, após uma das “piores crises na relação entre EUA e Brasil em dois séculos”. O jornal lembra que Washington e Pequim também dão sinais de distensão às vésperas do encontro do republicano com o líder chinês, Xi Jinping, marcado para a próxima quinta-feira.

A emissora Al Jazeera reforçou a natureza positiva do encontro, lembrando que Trump o classificou como “muito bom”. Mencionou ainda a afirmação do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, de que as negociações começariam imediatamente e que poderiam ser concluídas nas próximas semanas.

O encontro entre os dois líderes ocorreu por volta das 15h30 (horário local), no Centro de Convenções de Kuala Lumpur (KLCC), em paralelo à Cúpula de Líderes da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).

*Com informações AE
Foto: Ricardo Stuckert / PR


O Governo Federal divulgou, nesta sexta-feira (24), uma nota para rebater críticas após o presidente Lula Silva (PT) afirmar que “traficantes são vítimas dos usuários”. A Secretaria de Comunicação Social (Secom) ressaltou que o país atua com firmeza contra o crime organizado e vem registrando resultados expressivos.

De acordo com a Secom, o governo “não tolera o tráfico de drogas” e intensificou ações de inteligência para enfraquecer organizações criminosas. A nota menciona a maior operação já feita no Brasil contra o crime organizado, em agosto, que atingiu o setor financeiro de um grupo mafioso.

O texto diz que, somente em 2024, operações da Polícia Federal retiraram cerca de R$ 7 bilhões em bens de criminosos, mais que o dobro do ano anterior. A Polícia Rodoviária Federal também bateu recorde com 850 toneladas de drogas apreendidas nas rodovias do país.

Segundo o governo, o número de operações de combate ao crime organizado subiu de 1.875 em 2022 para 3.393 em 2024. O Planalto afirma que esse trabalho deve ser ampliado com a PEC da Segurança Pública e outros projetos enviados ao Congresso.

A reação oficial veio após críticas da oposição. O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) acusou Lula de “tentar agradar bandido” e de recuar apenas nas redes sociais. O Planalto não comentou os ataques do parlamentar até a publicação desta matéria.

*Pleno.News
Foto: Ricardo Stuckert / PR


O julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a nomeação de parentes para cargos no Executivo impactará no desfecho de pelo menos 24 casos que tramitam na Justiça brasileira.

De acordo com as estatísticas do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), que monitora os chamados temas de repercussão geral no Supremo, são dez processos no Paraná, sete em São Paulo, quatro no Rio de Janeiro, dois no Sergipe e um no Goiás.

O caso concreto que está sendo examinado no STF, por exemplo, diz respeito a uma lei da cidade de Tupã (SP) que permite ao prefeito nomear parentes para cargos no secretariado municipal. O MPF (Ministério Público Federal) contestou a norma no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e a controvérsia jurídica acabou alçando o Supremo. A Corte já tem maioria para validar a lei. O julgamento deve ser concluído semana que vem.

Para os ministros Luiz Fux (relator), Cristiano Zanin, André Mendonça, Nunes Marques, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, o chefe do Poder Executivo tem discricionariedade para nomear o primeiro escalão do governo, desde que haja qualificação técnica e idoneidade. Se essa tese for confirmada, valerá não só para prefeitos, mas também para governadores e presidentes da República, que poderão nomear familiares para secretarias municipais e ministérios, respectivamente.

Até o momento, o único a divergir foi o ministro Flávio Dino. “Legalidade e afeto não se combinam”, disse ele. “Uma reunião de governo não pode ser um almoço de domingo. Isso é bonito na família, e não no espaço público.”

*Metro1
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil


Defesa afirma que resultado do julgamento atendeu a todos os pedidos do militar

O tenente-coronel Mauro Cid, uma das testemunhas do julgamento sobre o suposto golpe de 8 de janeiro de 2023: respostas favorecem Bolsonaro, avalia Guzzo | Foto: Ton Molina/STF
O tenente-coronel Mauro Cid, uma das testemunhas do julgamento sobre o suposto golpe de 8 de janeiro de 2023 | Foto: Ton Molina/STF

O tenente-coronel Mauro Cid optou por não recorrer da condenação de dois anos em regime aberto por envolvimento em um suposto golpe de Estado. A informação é de advogados do militar à CNN Brasil. Todos os pedidos da defesa de Cid foram atendidos, incluindo pena inferior a dois anos, restituição de bens apreendidos e ações de proteção aos seus familiares.

Cid teve a menor pena entre os oito réus do chamado “núcleo 1”, que inclui Jair Bolsonaro e outros ex-membros do governo. O militar optou por fazer uma delação premiada, homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), e já cumpriu restrições de liberdade e medidas cautelares por dois anos e cinco meses. 

Próximos passos para Mauro Cid e outros condenados

O STF publicou o acórdão do julgamento na última quarta-feira, 22. As defesas têm cinco dias para apresentar embargos de declaração, recurso para apontar contradições ou omissões nos votos dos ministros. Na prática, esses pedidos raramente alteram a decisão, mas podem adiar o início da execução das penas.

Quando todos os recursos são julgados e não há mais possibilidade de recorrer, ocorre o trânsito em julgado do processo. A partir daí, o ministro relator, Alexandre de Moraes, vai determinar o início da execução da pena dos condenados. 

No caso de Cid, a ausência de recurso permite à defesa solicitar novamente a declaração de cumprimento da pena, pela detração penal, o que pode libertá-lo.

Logo depois do julgamento, a defesa já havia solicitado a retirada da tornozeleira eletrônica, mas o pedido foi negado. Moraes indicou que a análise correta ocorre apenas depois do trânsito em julgado.

Enquanto isso, os outros sete réus devem recorrer das condenações, pois enfrentam penas mais altas. Só depois da rejeição do segundo recurso o processo passa da fase de ação penal para execução penal, quando cada condenado começa a cumprir efetivamente a sentença.

Informações Revista Oeste


A cantora Jojo Todynho conseguiu uma primeira vitória na batalha judicial contra o Partido dos Trabalhadores (PT). Na última terça-feira (21), o Ministério Público do Rio de Janeiro rejeitou a queixa-crime apresentada pelo PT contra Jojo.

O partido de Lula tinha alegado suposto crime de difamação por parte da cantora. A sigla tinha acionou a Justiça e argumentou que a artista difamou o PT por dizer, em um podcast, que teria recebido oferta de R$ 1,5 milhão para apoiar a campanha de Lula em 2022.

O Ministério Público estadual apontou que não há elementos suficientes para o prosseguimento da ação penal. Segundo o órgão, a fala de Jojo foi “genérica” e não houve menção explícita do PT e suas lideranças.

A Justiça do Rio terá que decidir se acolhe ou não a recomendação do Ministério Público para arquivar a queixa-crime do PT contra a artista. As informações são da coluna de Igor Gadelha, do Metrópoles.

*Pleno.News
Reprodução/ Print de vídeo Instagram Jojo Todynho


O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) arquivou o inquérito administrativo que investigava o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por supostos ataques ao sistema eletrônico de votação e à lisura das eleições de 2022. Aberta há quatro anos, a investigação foi encerrada por falta de novos elementos que justificassem sua continuidade na esfera eleitoral.

Responsável pela decisão, a corregedora-geral Isabel Galloti afirmou considerar “inútil” prosseguir com o inquérito, pois o prazo final para o ajuizamento de novas ações cíveis sobre a questão já expirou.

A investigação havia sido instaurada após o até então chefe do Executivo realizar uma live no Palácio do Planalto apontando supostas fraudes nas urnas eletrônicas. À época, o corregedor do TSE, ministro Luis Felipe Salomão, que já havia determinado um mês antes que Bolsonaro explicasse suas falas contra as urnas, sugeriu a abertura do inquérito.

Por meio dele, foram realizadas diligências conjuntas com a Polícia Federal e a Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE para investigar perfis nas redes sociais suspeitos de disseminar ataques ao sistema eleitoral. A investigação também apontou indícios de desvio de finalidade da EBC, financiamento privado de manifestações do 7 de Setembro e possível uso de recursos públicos em motociatas. As apurações foram remetidas a outras ações da Justiça especializada.

*Pleno.News
Foto: Ton Molina/STF


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou, nesta quinta-feira (23), em Jacarta, na Indonésia, que vai buscar o quarto mandato nas eleições de 2026. O petista afirmou ao presidente da Indonésia, Prabowo Subianto, que ainda vai encontrá-lo “muitas vezes”, sugerindo que permanecerá no poder além do ano que vem.

– Vou completar 80 anos, mas pode ter certeza que estou com a mesma energia que tinha com 30 anos de idade. Pode ter certeza, vou disputar um quarto mandato no Brasil. Estou dizendo isso porque nós ainda vamos nos encontrar muitas vezes. Esse meu mandato só termina em 2026, no final do ano, mas eu estou preparado para disputar outras eleições – disse Lula, durante declaração conjunta à imprensa ao lado de Subianto.

O encontro entre os dois presidentes ocorreu no Palácio Merdeka, residência oficial do presidente da Indonésia. Subianto, que fez 74 anos na semana passada, convidou Lula, que completa 80 anos na próxima segunda (27), para uma festa de aniversário conjunta na noite desta quinta. A recepção em Jacarta deu início à visita de Estado de Lula à Indonésia, que segue até esta sexta (24).

*AE
Foto: PR/Ricardo Stuckert


Em decisão tomada nesta terça-feira (21), a Justiça de São Paulo condenou o professor universitário Marcos Dantas a pagar uma indenização de R$ 50 mil para cada uma das partes do processo movido contra ele por ter sugerido “guilhotina” para a filha de 5 anos do casal Roberto Justus e Ana Paula Siebert. No total, o valor indenizatório somará R$ 150 mil, além dos honorários e custas processuais, que ele também terá de arcar.

Segundo a decisão judicial obtida pelo portal Metrópoles, o juiz Cassio Pereira Brisola, da 1ª Vara Cível, afirmou que a fala de Dantas sobre a filha do apresentador caracterizou “discurso de ódio”.

– A mensagem do requerido deve ser reconhecida como discurso de ódio por recomendar a pena capital para os autores, em razão de simples postagem em rede social, revelando extremo desprezo pela condição humana e a lesão aos direito da personalidade deles. Se o requerido não concorda/concordava com o estilo de vida dos autores poderia criticar, mas lhe é vedado ofender, muito menos pregar o fim da existência deles – ponderou o magistrado.

O ataque do professor universitário foi feito em uma publicação na qual a filha de Justus aparece usando uma bolsa de grife avaliada em R$ 14 mil. No comentário, o titular aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) escreveu que “só guilhotina” poderia solucionar a situação, fazendo referência ao método de execução adotado durante a Revolução Francesa.

Após o comentário repercutir, Dantas publicou uma carta afirmando que tratava-se de uma “simples metáfora” e pediu desculpas pelo que chamou de mal-entendido.

– Era para ser, e continua sendo, uma simples metáfora… Uma referência simbólica a um evento dramático, mesmo trágico, que marcou para sempre a história da humanidade. Nem de longe, em momento algum, passou pela minha cabeça fazer qualquer ameaça pessoal ao senhor, sua esposa ou sua filha. Isso seria um absurdo! – escreveu, dirigindo-se a Justus.

De acordo com o advogado da família, Rafael Pavan, o valor indenizatório será doado a uma instituição de caridade.

Cabe recurso na decisão judicial.

*Pleno.News
Foto: Instagram @anapaulasiebert


O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou nesta quarta-feira (22) o acórdão do julgamento que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros sete réus por envolvimento em uma suposta tentativa de golpe de Estado. A divulgação marca o início da fase recursal do processo, abrindo, por exemplo, um prazo de cinco dias para que as defesas apresentem os chamados embargos de declaração.

A decisão, relatada pelo ministro Alexandre de Moraes, tem quase 2 mil páginas e foi tomada pela Primeira Turma do STF, que formou maioria de 4 votos a 1 pela condenação do chamado núcleo crucial da suposta trama de golpe. Com a publicação do acórdão, as defesas poderão pedir esclarecimentos sobre o conteúdo do julgamento.

Após o prazo, Moraes poderá decidir sozinho sobre os pedidos, encaminhar alguns ao colegiado ou ainda solicitar manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de concluir o processo. O cumprimento das penas, por sua vez, não será imediato. Somente após a análise dos recursos e o encerramento do processo é que as punições poderão ser executadas.

Bolsonaro recebeu a pena mais alta entre os réus: 27 anos e 3 meses de prisão, sendo 24 anos e 9 meses em regime fechado e 2 anos e 6 meses de detenção em regime semiaberto. O ex-presidente segue em prisão domiciliar desde 4 de agosto, mas em razão de outro processo — o que investiga a suposta interferência do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em inquérito relacionado à suposta tentativa de golpe.

Além do ex-presidente, foram condenados: Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor da Abin; Almir Garnier, ex-comandante da Marinha; Anderson Torres, ex-ministro da Justiça; Augusto Heleno, ex-ministro do GSI; Mauro Cid, ex-ajudante de ordens; Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa; e Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil.

*Pleno.News
Foto: Ton Molina/STF

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