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No período de nove anos, de 2015 a 2023, o Brasil registrou 10,6 mil mulheres vítimas de feminicídio. O levantamento foi feito pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Ainda segundo a pesquisa, 1,4 mil mulheres foram mortas em 2023.

O feminicídio é o assassinato decorrente de violência contra a mulher, em razão da condição do sexo ou quando demonstrado desprezo pela condição de mulher. A lei que instituiu o dispositivo foi sancionada em março de 2015.

O ano passado o país teve o maior número já registrado desde a tipificação da lei, 1.463 mulheres vítimas de feminicídio, equivalente a uma taxa de 1,4 mulher morta para cada grupo de 100 mil habitantes.

Analisando o levantamento por região, as regiões sudeste e nordeste registraram taxas de 1,2 e 1,4 por 100 mil habitantes. Já o centro-oeste apresenta a taxa mais elevada de feminicídios nos dois últimos anos, chegando a 2 mortes por 100 mil, 43% superior à média nacional.

*Metro1
Foto: Divulgação/Tânia Rêgo/Agência Brasil


A aeronave Cessna 208 fazia um voo de manutenção no momento da queda

Os dois agentes da Polícia Federal que morreram são Guilherme de Almeida Irber e José de Moraes Neto | Foto: Reprodução/Twitter/X/@aero_in
Os dois policiais que morreram são Guilherme de Almeida Irber e José de Moraes Neto | Foto: Reprodução/Twitter/X/@aero_in

Um avião de pequeno porte da Polícia Federal (PF) caiu, na tarde desta quarta-feira, 6, no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, dois agentes da PF morreram no acidente. Uma terceira pessoa, um mecânico, foi socorrido. 

Os dois policiais que morreram são Guilherme de Almeida Irber e José de Moraes Neto. As identidades das vítimas foram confirmadas pela PF. Até o momento, o mecânico não teve seu nome revelado. 

“A todos os familiares e amigos, os nossos mais sinceros sentimentos e o desejo de que encontrem conforto nesse momento de dor”, escreveu a corporação, em nota.

A aeronave acidentada é um Cessna 208. O monomotor tinha capacidade para nove passageiros e dois tripulantes. 

Imagens mostram o momento do acidente aéreo com agentes da Polícia Federal

Nas redes sociais, circulam imagens que mostram o momento em que o avião decola e, menos de dois minutos depois, perde a altitude e cai na área lateral da pista.

https://twitter.com/RadarBoxCom/status/1765448634466738501?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1765448634466738501%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=safari-reader%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fbrasil%2Fdois-agentes-da-policia-federal-morrem-em-acidente-aereo%2F

De acordo com o site de monitoramento Flightradar24, o avião decolou do Aeroporto da Pampulha às 14h13. Conforme a ferramenta, a aeronave chegou a atingir uma altitude de 2.950 pés — equivalente a quase 900 metros. O Cessna da PF fazia um voo de manutenção.

A Força Aérea Brasileira (FAB) enviou profissionais do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) para apurar o caso. 

Veja a nota do Cenipa

Investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA III), órgão regional do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), localizados no Rio de Janeiro (RJ), foram acionados, nesta quarta-feira, 6, para realizar a ação inicial da ocorrência envolvendo a aeronave de matrícula PR-AAB, em Belo Horizonte (MG).

Na ação inicial são utilizadas técnicas específicas, conduzidas por pessoal qualificado e credenciado que realiza a coleta e a confirmação de dados, a preservação dos elementos da investigação, a verificação inicial de danos causados à aeronave, ou pela aeronave, e o levantamento de outras informações necessárias à investigação.

A conclusão da investigação terá o menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade da ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os possíveis fatores contribuintes.

Informações Revista Oeste


Nesta quarta-feira (6), o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vistas na ação que trata da descriminaliza o porte de drogas para uso pessoal. A Corte retomou o julgamento do caso nesta semana.

Antes do pedido de mais tempo para análise, o placar estava em 5 votos a três para descriminalizar o porte da maconha. Agora Toffoli terá um prazo de 90 dias para analisar o processo e devolver para julgamento.

Nesta quarta votaram os ministro André Mendonça e Nunes Marques. Ambos se posicionaram contra a descriminalização, mas Mendonça avaliou que o Congresso deve definir os critérios para diferenciar usuários de traficantes.

Já Nunes Marques acompanhou o voto divergente do relator, Cristiano Zanin, que estabeleceu o critério de 25 gramas do entorpecente ou até seis plantas.

Entre os ministros que votaram a favor do porte estão: Gilmar Mendes (relator), Edson Fachin, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes. Faltam ainda os votos de Toffoli, Cármen Lúcia e Luiz Fux.

*Pleno.News
Foto: Divulgação/STF


A Polícia Civil de Minas Gerais concluiu o inquérito envolvendo o caso Jéssica Vitória Canedo e decidiu não indiciar o proprietário da página Choquei, Raphael de Souza, nem os demais responsáveis pelas páginas de fofoca que divulgaram o conteúdo falso envolvendo Whindersson Nunes.

Em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (6), as autoridades também relataram uma reviravolta no caso: de acordo com os investigadores, a própria jovem forjou os prints contendo as mensagens românticas com Whindersson. A polícia também afirma que Jéssica foi a responsável por enviar o conteúdo para as páginas de fofoca por meio de contas falsas que ela mesma criou.

As autoridades chegaram a tais conclusões após verificarem o celular da jovem.

– O que nós apuramos e concluímos com essa investigação: todas essas notícias que foram veiculadas e tudo isso que foi noticiado pelas páginas de notícia foi criado e partiu da própria jovem. Ela fez toda a montagem e ela divulgou para as páginas de notícias, esse suposto relacionamento dela com o humorista [Whindersson] – disse o delegado Felipe Oliveira Monteiro.

Na ocasião, a jovem e o comediante negaram o romance e disseram que as conversas tinham sido forjadas. Fortemente atacada nas redes sociais, Jéssica não resistiu ao cancelamento e suicidou-se em dezembro, causando comoção nacional. A jovem estava em tratamento contra depressão.

Além disso, a polícia também descobriu que uma internauta de 18 anos incentivou Jéssica a tirar a própria vida. A suspeita foi indiciada e responderá por instigação ao suicídio.

– Ao final das investigações, foi identificado que Jéssica recebeu uma mensagem cujo conteúdo a instigava a cometer autoextermínio. A autora da mensagem, uma jovem de 18 anos, da cidade de Rio das Ostras (RJ), foi identificada e indiciada pelo crime de instigação ao suicídio – acrescentam os investigadores.

A apuração foi concluída nesta quarta, após o depoimento de oito pessoas ligadas ao caso. Entre elas, Whindersson Nunes, Raphael Souza, além das amigas e a mãe de Jéssica, Inês de Oliveira.

BUSQUE AJUDA
No Brasil, o Centro de Valorização da Vida é uma das instituições que dão apoio emocional e trabalham para prevenir o suicídio. Para pedir ajuda, ligue para o número 188 ou acesse o site.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/Redes Sociais


Fabio Wajngarten, advogado de Jair Bolsonaro (PL), disse ter recebido a informação de que um homem portando uma faca foi preso em um evento no qual o ex-presidente estava presente, na cidade de Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, nesta terça-feira (5).

– Recebo com preocupação a informação de que foi preso um homem ontem em Não-Me-Toque/RS portando uma faca justamente na feira onde o presidente Jair Bolsonaro estava – disse Wajngarten em publicação na rede social X.

O advogado informou também que solicitou à Polícia Federal que apure a ocorrência “com lupa”.

– Solicito à Policia Federal que apure com lupa a ocorrência. Se necessário os advogados do presidente estão à disposição para o devido acompanhamento – completou.

Bolsonaro está em terras gaúchas acompanhado dos deputados federais Tenente Coronel Zucco (PL-RS) e Bibo Nunes (PL-RS). Ele foi recebido por uma multidão de apoiadores no Aeroporto da cidade de Passo Fundo.

De lá, ele seguiu de carro até Não-Me-Toque, onde pessoas subiram até em cima de tratores para tentar enxergar o líder conservador e ovacioná-lo. No município, Bolsonaro participou da Expodireto Cotrijal.

A feira recebe expositores focados nas áreas de tecnologia e negócios direcionadas para o agronegócio. O objetivo do evento é aproximar os produtores do meio digital para ampliar as oportunidades de mercado. A Expodireto Cotrijal vai até o dia 8 de março.

*Pleno.News
Fotos: Reprodução/Vídeo redes sociais


Decisão contra o pároco foi tomada na tarde desta terça-feira, 5, pelos líderes da Casa paulistana

Na tarde deste sábado, 20, Jacqueline Tirotti disponibilizou ao público a perícia dos vídeos que mostram o padre Júlio Lancellotti se masturbando para um menor de idade | Foto: José Cruz/Agência Brasil
Padre Júlio Lancellotti: líder religioso está na mira de CPI da Câmara paulistana | Foto: José Cruz/Agência Brasil 

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) contra o padre Júlio Lancellotti vai avançar na Câmara Municipal de São Paulo. O prosseguimento do colegiado foi definido na tarde desta terça-feira, 5, durante reunião dos líderes partidários da Casa legislativa paulistana.

Com a decisão, o pedido da CPI vai ser analisado pelo plenário da Câmara. Ainda não há uma data definida para a votação sobre a instalação — ou não — do colegiado contra o líder religioso. A definição, no entanto, só deverá ocorrer a partir da próxima terça-feira, 12, depois de nova reunião dos líderes.

No site oficial da Câmara Municipal de São Paulo, a equipe de comunicação da Casa afirma que a decisão de prosseguir com a CPI contra Lancellotti ocorreu “face às provas apresentadas” na reunião de hoje à tarde. Conforme Oeste registrou na segunda-feira 4, uma sessão seria realizada — de forma reservada, durante o colégio de líderes — para exibir o vídeo em que, segundo análise peritos Reginaldo e Jacqueline Tirotti, Lancellotti aparece se masturbando para um garoto menor de idade.

O pedido de instauração de uma CPI para apurar a conduta de Lancellotti foi protocolado pelo vereador Rubinho Nunes (União Brasil). O presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Milton Leite (União Brasil), avisou que o caso não ficará restrito ao âmbito da política paulistana. Leite avisou que o Ministério Público e a Polícia Civil serão acionados para acompanhar o desenrolar do colegiado.

Ex-coroinha e ex-usuário de drogas denunciam padre Júlio Lancellotti

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Júlio Lancelotti durante entrevista ao canal CNN Brasil; ele é alvo de pedido de CPI na Câmara Municipal de São Paulo | Foto: Reprodução/YouTube/CNN Brasil

A notícia do avanço da CPI contra o padre Júlio Lancellotti ocorre depois de mais uma denúncia vir à tona. Na manhã desta terça-feira, 5, Oestenoticiou que um ex-usuário de drogas relatou ter sido vítima de abuso sexual pelo religioso. O crime, de acordo com o denunciante, cuja identidade está sob sigilo, teria ocorrido durante dois anos — e seria praticado na casa paroquial da Paróquia São Miguel Arcanjo.

Localizada na Mooca, bairro da zona leste paulistana, a Paróquia São Miguel Arcanjo é comandada há décadas por Lancellotti.

A denúncia do ex-usuário de drogas não é a primeira contra Lancellotti. Hoje com 48 anos, o jornalista Cristiano Gomes afirmou, em relato exclusivo a Oesteque foi assediado sexualmente pelo padre em 1987. Na ocasião, Gomes tinha 11 anos de idade — e colaborava como coroinha na Paróquia São Miguel Arcanjo.

O relato do ex-coroinha chegou oficialmente à cúpula da Igreja Católica. Em 9 de fevereiro, a instituição religiosa colheu o depoimento de Gomes, que foi à divisão do Ipiranga da Arquidiocese de São Paulo na companhia do advogado Diego Alves. Ele falou sobre a denúncia contra Lancellotti durante duas horas.

Num primeiro momento, a equipe da igreja deu prazo de dez dias para um parecer sobre o caso — se arquivaria ou se prosseguiria com as investigações. Até o momento, contudo, a Arquidiocese não se manifestou sobre um desfecho da denúncia de assédio sexual contra Lancellotti.

Informações Revista Oeste


A filha do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), Aurora, nasceu nesta segunda-feira (4) na Rede Mater Dei de Saúde, em Belo Horizonte, Minas Gerais. A criança é fruto do casamento do parlamentar com a modelo Lívia Bergamim Orletti.

Pelas redes sociais, Nikolas divulgou as primeiras fotos da criança e deixou uma mensagem:

– Minha filha, orando por você hoje, eu pedi: Espírito Santo, more nesse coração para sempre. Luz da minha vida, eu te amo! Seja bem-vinda, Aurora!

Nesta terça (5), nos stories do Instagram, o deputado contou que o parto precisou ser cesárea por conta de algumas complicações.

– Ontem (segunda), fomos surpreendidos: movimentos respiratórios e fetais ausentes. Foi preciso então correr pro hospital para realizar uma cesárea – disse ele.

Durante os exames, os médicos ouviram o coração da bebê e os pais se acalmaram, pois souberam que estava tudo bem. A família do casal esteve presente acompanhando o nascimento.

*Pleno.News
Foto: Corá Fotos Instagram @corafotos


Diante da enorme manifestação da direita que reuniu cerca de 750 mil pessoas na Avenida Paulista no último dia 25 de fevereiro, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP) de São Paulo, a esquerda decidiu articular um ato que será realizado por sindicatos e movimentos sociais, no próximo dia 23 de março, nas 27 capitais brasileiras.

A manifestação em questão parece ser claramente uma resposta ao ato convocado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no último mês. Um exemplo disso é que uma das pautas que serão levantadas no evento de esquerda é justamente a prisão do ex-chefe do Executivo.

Os atos da esquerda serão organizados pelos movimentos de esquerda Frente Povo Sem Medo (FPSM) e Frente Brasil Popular. No último dia 27 de fevereiro, apenas dois dias após a gigantesca manifestação de direita na Avenida Paulista, os coletivos se reuniram com representantes do PT, PCdoB e PSOL e líderes de movimentos sociais para definir a data da mobilização.

Apesar de ser realizada em todo o país, a manifestação terá mobilização reforçada em São Paulo e Salvador. Na capital paulista, segundo relatos de lideranças de esquerda que participaram da reunião para organizar o evento, um dos motivos para um maior esforço seria justamente o resultado obtido por Bolsonaro no dia 25 de fevereiro.

Durante o ato, está prevista a leitura de uma carta onde será defendida a prisão de Bolsonaro e dos seus aliados. A escolha da data, segundo os organizadores, seria para relembrar o início do regime militar. O acontecimento se deu no dia 31 de março de 1964, porém as frentes de esquerda disseram que adiantaram uma semana por causa do feriado da Páscoa.

Além da prisão do ex-presidente e dos demais investigados pela Polícia Federal, a manifestação também terá como pauta o conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas. É comum que movimentos e partidos de esquerda costumem endossar os posicionamentos ideológicos do Hamas, inclusive apoiando os métodos utilizados por eles para imposição de suas pautas.

*AE
Foto: Agência Brasil/Rovena Rosa


Mônica Andrade/Governo de SP

O governo de São Paulo decretou estado de emergência devido à dengue nesta terça-feira (5/3), após o registro de 300 casos confirmados da doença para cada grupo de 100 mil habitantes, configurando uma situação epidêmica.

O anúncio oficial será feito ao término de uma reunião realizada nesta manhã na Secretaria Estadual de Saúde.

De acordo com o painel de monitoramento da Secretaria da Saúde, o estado de São Paulo fechou a segunda-feira (4/3) com 138.259 casos confirmados de dengue. Com uma população de 44 milhões de habitantes (44.411.238, segundo o IBGE), a taxa de incidência da doença alcançou 311 casos para cada 100 mil habitantes.

O aumento de casos da doença em São Paulo já era evidente desde a semana passada. Na quinta-feira (29/2), 116 cidades estavam em situação epidêmica de dengue, conforme levantamento do Metrópoles baseado em dados da Secretaria Estadual da Saúde.

No último dia 4 de março, o estado registrou mais quatro mortes por dengue, de acordo com a Secretaria Estadual da Saúde (SES), elevando o total de vítimas em municípios paulistas para 31 em 2024, com outras 122 mortes sendo investigadas.

Situação na capital

A capital também está à beira de uma epidemia. A cidade atingiu 32.508 casos de dengue, segundo o painel de monitoramento de arboviroses da Secretaria Estadual da Saúde (SES). Até o momento, a capital paulista registrou duas mortes pela doença e outras 28 estão em investigação.

Com informações de Metrópoles


Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello defendeu, nesta segunda-feira (4), que não é de competência do Supremo Tribunal Federal (STF) julgar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), tampouco os envolvidos nos atos do 8 de janeiro.

– Vamos repetir o problema da competência. Jair Messias Bolsonaro é um ex-presidente da República e não compete ao Supremo julgar ex-presidente. Não vejo como estar se julgando no Supremo, em martelada única, cidadãos comuns, que deveriam estar na primeira instância, com possibilidade de recurso, inclusive o de revisão da decisão proferida – frisou o ministro aposentado, em entrevista ao portal UOL.

Na ocasião, o ex-magistrado revelou que não considera o 8 de janeiro como uma tentativa de golpe, mas sim como “baderna”.

– Aqueles que tiveram comprometimento quanto à baderna que houve em 8 de janeiro devem responder sob o ângulo cível e criminal. Não vejo como tentativa de golpe. Não vejo como se chegar a um golpe sem ter, por exemplo, o apoio das Forças Armadas – ponderou.

Mello ainda disse enxergar a possibilidade de analisar um pedido de anistia ao ex-presidente.

– A anistia é uma deliberação, um perdão, algo que se mostra sadio em um contexto. Precisamos esperar que haja realmente um pronunciamento a favor ou contra a anistia. O perdão é sempre bem-vindo. Vejo a possibilidade de se analisar [um pedido de anistia a Bolsonaro] e que haja a deliberação a respeito. O que não se pode é, a priori, afastar a anistia do cenário. De certa forma, a sociedade busca o sangue às vezes, mas isso não se coaduna com o Direito – acrescentou o ministro.

*Pleno.News
Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

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