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Foto: Ascom/ PC

A Operação Saigon, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (22), em Águas Claras, localizou vinte e um criminosos que atuavam em facções criminosas no bairro e na região. A operação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) cumpriu mandados de prisão e 43 mandados de busca e apreensão. A ação ainda apreendeu armas, drogas e dinheiro.

Nas ações, 15 suspeitos tiveram os mandados de prisão cumpridos e seis resistiram, trocaram tiros com a polícia sendo atingidos e socorridos para o hospital, mas não sobreviveram. Dentre os suspeitos estava Eduardo dos Santos Cerqueira, conhecido como “Firmino”. Ele era uma das lideranças do tráfico de drogas no bairro. O suspeito é apontado por ser o mandante de diversos homicídios ocorridos na localidade.

Outro investigado que resistiu à prisão é Gilmar Santos de Lima, conhecido como ‘Capenga’. O suspeito tinha uma extensa ficha criminal, com várias passagens na polícia por tráfico de drogas e homicídio. Ele era conhecido por ser o gerente do tráfico nas Casinhas.

A mãe de “Capenga” também foi presa na operação com drogas, estimado em quase R$ 8 mil e a esposa do acusado foi encontrado com uma arma.

Todos os presos na operação foram encaminhados para a sede do DHPP onde ficarão à disposição do Poder Judiciário. Um dos mandados de prisão foi cumprido no Sistema Prisional contra um homicida. Todo material apreendido será encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT).

A Operação Saigon, liderada pelo DHPP, contou com o apoio da Superintendência Inteligência da SSP, Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (Denarc), Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic), Departamento de Inteligência Policial (DIP), Departamento Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), Coordenação de Operações e Recursos Especiais (Core) e Coordenação de Polícia Interestadual (Polinter), diversas unidades da Polícia Militar, Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal.

Bahia Notícias


Foto: SSP-BA

O trabalho de inteligência das equipes das Polícias Civil, Militar e Federal auxiliou na localização, na tarde desta quinta-feira (21), de mais cinco traficantes suspeitos de participar do confronto em Valéria, em Salvador, na semana passada, que terminou com um policial federal morto e outros dois, um civil e um federal, feridos.

Os policiais foram até o Barro Duro, localidade no município de Simões Filho, e visualizaram os homens. Na aproximação, os integrantes de uma facção atiraram e acabaram feridos. Eles foram socorridos, mas não resistiram.

Foto: SSP-BA

Com os criminosos foram apreendidos uma espingarda calibre 12, três pistolas calibre 9mm, um revólver calibre 38, uma granada, carregadores, munições, câmera, máquinas para cartões, drogas, entre outros itens.

Três fuzis, uma carabina, uma submetralhadora, uma espingarda, seis pistolas, dois revólveres, granada, munições, entre outros itens foram apreendidos ao longo da semana.

Informações sobre outros integrantes de facções podem ser enviadas através do telefone 181 (Disque Denúncia da SSP). O sigilo é garantido.


Foto: Divulgação

Dois funcionários da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e Parnaíba (Codevasf) morreram e outro ficou em estado grave após acidente na região de Entre Rios, a 150km de Salvador, na noite desta terça-feira (19). As vítimas foram identificadas como Tiago Pereira e Carmen Madalena dos Santos e Maria Eliane Monção Teixeira.

Os funcionários eram lotados no Centro Integrado de Recursos Pesqueiros e Aquicultura de Gorutuba, em Nova Porteirinha, em Minas Gerais, e estavam em viagem a serviço da Companhia. 

“O acidente consternou direção e empregados da Codevasf, que estão mobilizados para prestar total apoio às famílias e à vítima hospitalizada”, lamentou a Companhia. 

Maria Eliane Monção Teixeira, que se feriu, foi levada para um hospital de Alagoinhas, mas ainda não há informações sobre seu estado de saúde. Os outros dois morreram no local do acidente.

Metro1


Foto: Arte sobre foto de Walisson Braga/Conaq

A Polícia Civil anunciou, nessa segunda-feira (18), que vai prorrogar o inquérito sobre o assassinato de Mãe Bernadete, ialorixá morta em 17 de agosto dentro do quilombo Pitanga dos Palmares, em Simões Filho.

O inquérito deve ser finalizado no final de outubro, a Polícia Civil, no entanto, não detalhou o motivo da prorrogação.

Até agora, três suspeitos de envolvimento foram presos. Um deles seria o executor e os outros dois teriam sido responsáveis por guardar as armas do crime e receptar os celulares levados do quilombo no dia do crime.

A motivação do crime ainda não foi informada e a Polícia Civil também não divulgou as linhas de investigação. Mas no dia 21 de agosto, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), chegou a afirmar que as investigações seguem três linhas: luta pelo território do Quilombo Pitanga dos Palmares – que não é titulado -, intolerância religiosa e disputa de facções, sendo a última a mais destacada.

À Rádio Metropole, o filho de Bernadete, Jurandir Welligton Pacífico, comentou sobre a morte da mãe e do seu irmão Binho do Quilombo – assassinado em 2017, com 14 tiros. Segundo ele, os assassinatos começaram após Binho se opor à construção de um empreendimento milionário no quilombo.

Metro1


Foto: Redes Sociais

O secretário de Cultura e Turismo de Ilhéus, Fábio Manzi Júnior, e o ex-secretário de Administração de Itabuna, Dinailson Nascimento de Oliveira, foram presos em flagrante por violência doméstica contra suas respectivas esposas. Ambos foram soltos após pagarem fiança.

A primeira prisão foi a do secretário Fábio Manzi Júnior, na última quinta-feira (14), após ser denunciado por agressão contra sua então companheira. Diante da gravidade da situação, uma medida protetiva foi expedida pela Justiça em favor da vítima.

O segundo caso foi o do ex-secretário Dinailson Nascimento de Oliveira, preso no sábado (16). Ele é investigado pelas autoridades por lesão corporal e ameaça, em contexto de violência doméstica contra a esposa. 

Mesmo solto, Dinailson terá que cumprir uma série de medidas cautelares, como se afastar da vítima, não entrar em contato com ela por telefone ou redes sociais, e manter o compromisso de comparecer a todos os atos processuais até o julgamento.

Metro1


Foto: Alberto Maraux/SSP-BA

Mais dois suspeitos de terem participado do confronto que resultou na morte do policial federal Lucas Caribé Monteiro de Almeida, de 42 anos, morreram após resistirem à prisão na manhã deste domingo (17), no subúrbio de Salvador. Com isso, o número de suspeitos mortos em confronto com a polícia sobe para sete; um foi preso.

O caso ocorreu na sexta-feira (15), na região de Valéria, também na capital, quando o policial federal Lucas Caribé e quatro suspeitos morreram em confronto. Outros dois agentes (um da Polícia Federal e outro da Civil) ficaram feridos.

O policial Lucas Caribé chegou a ser socorrido com os outros dois agentes para o Hospital Geraldo Estado (HGE), na capital baiana, mas chegou à unidade sem vida. Um dos policiais feridos passou por cirurgia no olho.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), os quatro homens que morreram na sexta-feira são suspeitos de fazer parte do grupo criminoso que trocou tiros com os policiais. Dois morreram no momento do tiroteio, e os outros, horas depois, em uma região de matagal, entre os bairros de Valéria e Rio Sena, durante a fuga.

Foto: Reprodução/Redes Sociais

No sábado (16), a Polícia Civil confirmou a morte do quinto suspeito de ter participado do confronto que resultou na morte do policial federal. Ele foi morto após trocar tiros com equipes da Companhia de Patrulhamento Tático Móvel (Patamo) e da Polícia Federal no bairro de Mirantes de Periperi, que fica próximo do bairro de Valéria, onde aconteceu o confronto da sexta-feira.

Os agentes chegaram ao local após receberem denúncia anônima. A polícia tentou abordar um grupo, houve revide e confronto. De acordo com a SSP, o suspeito foi atingido e socorrido para o Hospital do Subúrbio, onde morreu. O restante do grupo conseguiu escapar.

Com ele, foram encontrados uma submetralhadora calibre 9mm, carregador e munições.

Por meio de nota, a SSP-BA informou que o homem tinha passagem na polícia por tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Ele foi apontado pela SSP como comparsa dos outros quatro homens que morreram em Valéria. A Polícia Civil informou que ele usava tornozeleira eletrônica e que fazia parte de um grupo criminoso.

*G1


Foto: Alberto Maraux/SSP-BA

Forças estaduais e federal de Segurança Pública mapeiam neste domingo (17), possíveis endereços de integrantes de facção que confrontaram com policiais no bairro de Valéria. Imóveis e áreas de mata fechada são procurados por policiais civis, militares e federais na região do Subúrbio Ferroviário.

Ações de inteligência estão sendo desenvolvidas diuturnamente por equipes da Secretaria da Segurança Pública, através da PM e PC, além da Polícia Federal.

Informações sobre traficantes ou locais utilizados para armazenar armas, munições e drogas podem ser repassadas através do telefone 181 (Disque Denúncia da SSP).


Foto: SSP

Encontrar todos os criminosos que atiraram contra policiais no bairro de Valéria e ampliar os esforços no combate ao crime organizado foram os principais objetivos da reunião promovida pela Secretaria da Segurança Pública e pela Polícia Federal.

O encontro aconteceu na manhã deste sábado (16), no Centro de Operações e Inteligência (COI) da SSP, situado no Centro Administrativo da Bahia (CAB).

O secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, o diretor Executivo da PF, Gustavo Paulo Leite de Souza, o diretor de Inteligência da PF, Rodrigo Morais Fernandes, o superintendente Regional da PF na Bahia, Flávio Albergaria, e integrantes das Polícias Militar e Civil decidiram novas ações de inteligência e de repressão qualificada.

“Não descansaremos até encontrarmos todos os envolvidos no confronto em Valéria. Não sairemos do terreno. Todos os recursos estaduais e federais estão disponíveis. Nosso trabalho integrado será incessante contra todas as facções criminosas. A nossa população também pode nos ajudar nessa missão. Basta utilizar o Disque Denúncia, canal 181. O sigilo é total!”, declarou o secretário Werner.


Foto: Reprodução/G1

O reforço policial do Distrito Federal chegou em Salvador na noite desta sexta-feira (15), por volta das 19h. Os agentes de grupos especiais da Polícia Federal e o diretor geral substituto da corporação, Gustavo Rocha, vieram para a capital baiana devido ao confronto que deixou cinco pessoas mortas no bairro de Valéria, incluindo um agente da PF.

De acordo com a assessoria da Polícia Federal, os agentes desembarcaram no Aeroporto Luís Eduardo Magalhães. Quatorze policiais do Comando de Operações Táticas (COT) e sete do Comando de Aviação Operacional (COAP) lotados em Brasília vão integrar a operação na capital baiana.

Além dos agentes, serão implementados um helicóptero e veículos blindados, também trazidos do Distrito Federal.

Antes do reforço, 17 policiais federais e dois veículos blindados do COT já integravam a operação.

Após desembarcarem no aeroporto, os policiais e o diretor geral da corporação seguiram para o Centro de Comando e Operação, onde haverá uma reunião com o superintende da PF na Bahia, o secretário de Segurança Pública do estado, Marcelo Werner, e outras autoridades.

De acordo com a PF, a reunião tem como objetivo definir os próximos passos da operação. Mais detalhes não foram divulgados.

Pronunciamento do presidente Lula

Foto: Redes sociais

presidente Luiz Inácio Lula da Silva lamentou a morte do policial nas redes sociais. Ele disse que Lucas Caribé fazia parte da equipe que cuidava da sua segurança na Bahia.

G1


O corpo do policial federal Lucas Caribé Monteiro de Almeida, de 42 anos, foi velado e cremado na tarde desta sexta-feira (15), no Cemitério Bosque da Paz, em Salvador. O agente foi morto durante um confronto entre policiais e suspeitos durante uma operação no bairro de Valéria, também na capital baiana.

O corpo do policial federal Lucas Caribé Monteiro de Almeida, de 42 anos, foi velado e cremado na tarde desta sexta-feira (15), no Cemitério Bosque da Paz, em Salvador. O agente foi morto durante um confronto entre policiais e suspeitos durante uma operação no bairro de Valéria, também na capital baiana.

Além do PF, quatro pessoas morreram durante a operação. Segundo a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), os outros mortos são suspeitos de integrar uma facção criminosa.

Um dos suspeitos foi identificado como Uélisson Neves Brito e era conhecido como “Cara Fina”. Ele era foragido da polícia e integrava o Baralho do Crime da SSP-BA. Os nomes dos outros três suspeitos não serão divulgados pela secretaria.

 

Foto: Felipe Oliveira

Lucas Caribé Monteiro de Almeida trabalhava como policial federal há 10 e era lotado no Grupo de Pronta Intervenção (GPI) da Bahia.

Durante o velório nesta sexta-feira, além de amigos e familiares, diversos colegas de profissão se despediram do policial federal. A capela onde ocorreu o velório ficou lotada.

*G1

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