A discussão sobre o fim da escala 6×1 modelo em que o trabalhador atua seis dias consecutivos e descansa apenas um ganhou força em Brasília e mobiliza trabalhadores, empresários e especialistas em Direito do Trabalho em todo o país.
Em entrevista ao Rotativo News, a advogada trabalhista Ana Maria Cunha, que falou ao vivo para a Rádio Sociedade de Feira de Santana, explicou o que está em debate e quais seriam os impactos práticos caso a proposta avance.
O que é a escala 6×1?
De forma simples, a escala 6×1 é aquela em que o trabalhador exerce suas atividades por seis dias seguidos e descansa um. O modelo é comum em setores como comércio, shoppings, serviços essenciais e hospitais.
Segundo Ana Maria Cunha, apesar de ser legal e amplamente utilizada, a jornada vem sendo alvo de críticas. “O debate surge principalmente pela dificuldade de conciliar vida profissional e pessoal quando se tem apenas um dia de descanso semanal”, explicou.
O que muda se a escala for extinta?
Caso o Congresso aprove uma mudança na Constituição reduzindo a jornada semanal máxima , hoje fixada em 44 horas , as empresas teriam que reorganizar escalas, possivelmente contratar novos funcionários ou adotar modelos como o 5×2.
Para os trabalhadores, a principal mudança seria o aumento do descanso e um maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional.
“A extinção da escala 6×1 exigiria ajustes significativos nas rotinas das empresas, mas também poderia representar ganho em qualidade de vida e saúde a longo prazo para o trabalhador”, afirmou a advogada.
Quais são os direitos de quem trabalha na escala 6×1?
A especialista destacou que o trabalhador nessa modalidade tem todos os direitos garantidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT): descanso semanal remunerado de 24 horas consecutivas, limite de jornada, pagamento de horas extras com adicional mínimo de 50%, férias, 13º salário, FGTS e demais garantias legais.
No entanto, a crítica recorrente está na limitação para resolver questões pessoais. “A legislação prevê hipóteses específicas de ausência justificada, mas não contempla situações como resolver documentação ou fazer autoescola. Isso acaba dificultando a rotina de quem trabalha seis dias por semana”, pontuou.
E se houver irregularidades?
Caso o trabalhador esteja enfrentando desvio de função, excesso de jornada ou ausência de pagamento de horas extras, a orientação é buscar diálogo formal com a empresa, procurar o sindicato ou consultar um advogado trabalhista. Também é possível denunciar ao Ministério do Trabalho ou ingressar com ação na Justiça do Trabalho.
O Brasil está preparado para essa mudança?
Para Ana Maria Cunha, o debate é legítimo e acompanha tendências internacionais de revisão de jornadas extensas, mas exige cautela.
“O Brasil já passou por diversas transformações nas relações de trabalho. Qualquer mudança precisa ser feita com responsabilidade, avaliando impactos econômicos e criando regras de transição para evitar prejuízos aos setores que dependem de funcionamento contínuo”, avaliou.
O que está sendo discutido em Brasília?
Atualmente, tramitam no Congresso Nacional Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que preveem a redução da jornada máxima de trabalho para 36 ou 40 horas semanais. Uma das propostas, apresentada pela deputada Erika Hilton, defende a adoção de jornada de 36 horas semanais, o que, na prática, inviabilizaria o modelo 6×1.
As propostas ainda não foram votadas, mas o debate segue em alta nas redes sociais e no meio político.
O tema promete continuar no centro das discussões sobre o futuro das relações de trabalho no Brasil.
Salvador recebe, nos dias 26 e 27 de fevereiro, uma formação voltada a jornalistas e comunicadores, com atividades teóricas e simulações práticas em cenários operacionais
Jornalistas e profissionais da comunicação que atuam na cobertura das forças de segurança da Bahia participam, nos dias 26 e 27 de fevereiro de 2026, em Salvador, do workshop “De olho na segurança – O papel da mídia na cobertura segura das ações de Segurança Pública”. A iniciativa reúne forças de segurança, entidades representativas da imprensa e instituições acadêmicas, com o objetivo de qualificar a atuação dos profissionais em pautas relacionadas à segurança pública, com foco em segurança, ética e responsabilidade social.
A participação é voltada a profissionais da comunicação social que atuam ou têm interesse em coberturas relacionadas à segurança pública, em diferentes níveis de experiência. As aulas serão presenciais, sendo obrigatória a frequência nas atividades. As inscrições podem ser realizadas até o dia 25 de fevereiro, às 14h, por meio do link: https://bit.ly/olhoseguranca
O workshop é realizado pela Polícia Civil da Bahia, por meio da Academia de Polícia Civil (Acadepol), em parceria com a Secretaria de Segurança Pública, a Polícia Militar da Bahia, o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia e o Departamento de Polícia Técnica. O evento conta com apoio institucional da Secretaria de Comunicação Social, do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB), da Federação Nacional dos Jornalistas, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Bahia e da Associação Bahiana de Imprensa, além de parceria acadêmica com a Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom/UFBA).
Programação teórica e prática
Com carga horária total de 16 horas, o workshop será dividido em dois dias. No primeiro, as atividades ocorrem em formato teórico, com palestra magna e painéis temáticos que abordam a estrutura do sistema de segurança pública, os fluxos de comunicação institucional, fundamentos éticos e legais da cobertura jornalística e boas práticas na produção de conteúdo em situações de alto risco. As atividades serão realizadas no CineTeatro 2 de Julho, na sede do IRDEB, localizada na Rua Pedro Gama, 413-A, Federação, em Salvador.
A programação completa pode ser conferida aqui: https://bit.ly/programacao_pdf
No segundo dia, os participantes vivenciam a fase prática, com simulações controladas de ocorrências policiais complexas, realizadas nas dependências da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), próximo ao Aeroporto Internacional de Salvador. Os exercícios incluem cenários de patrulhamento em área conflagrada, preservação de local de crime, gerenciamento de crise com reféns, operações de busca e salvamento e cobertura de conflitos e manifestações urbanas. A atividade contará com equipes operacionais de todas as forças de segurança envolvidas.
De acordo com o delegado-geral da Polícia Civil, André Viana, a proposta do workshop é fortalecer o diálogo entre imprensa e forças de segurança pública, com a redução de riscos operacionais. “A capacitação foi construída de forma conjunta com instituições da imprensa e representantes das forças de segurança, com o objetivo de contribuir para uma cobertura mais qualificada, segura e alinhada aos direitos fundamentais. A iniciativa busca capacitar jornalistas e comunicadores para reconhecer limites de atuação, compreender protocolos operacionais e adotar condutas que preservem a integridade das operações, dos profissionais envolvidos e da própria atividade jornalística. Neste primeiro momento, as atividades serão realizadas em Salvador; porém, vamos estudar uma forma de, no futuro, levar para outros polos regionais”, afirmou.
Medidas cautelares como proibição de deixar o país foram validada pela Corte
Foto: Reprodução/Redes Sociais
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o recurso em habeas corpus apresentado pela defesa do jornalista Marcelo Castro, investigado por suposto envolvimento em um esquema de desvio de doações destinadas a pessoas em vulnerabilidade social na Bahia. A decisão, proferida pela ministra Marluce Caldas no último dia 13 de fevereiro, manteve as medidas cautelares impostas anteriormente pela Justiça baiana.
A decisão foi revelada pela coluna Milena Teixeira, do portal Metrópoles. Com o indeferimento do pedido, permanecem em vigor restrições como a proibição de se ausentar do país sem autorização judicial, o impedimento de deixar a comarca por mais de sete dias sem permissão e a vedação de contato com as vítimas do suposto esquema.
Castro é réu em ação penal que tramita na Vara de Organizações Criminosas e Lavagem de Dinheiro de Salvador.
A acusação aponta que o jornalista integraria uma associação criminosa responsável por substituir chaves Pix de pessoas carentes, que tinham suas histórias expostas no programa Balanço Geral Bahia, da TV Itapoan, afiliada da Record, por chaves pertencentes a membros do grupo investigado.
Ao analisar o caso, a ministra Marluce Caldas argumentou que as medidas impostas são proporcionais à gravidade dos fatos e fundamentadas nos indícios de crimes como apropriação indébita, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Para a magistrada, não há constrangimento ilegal, uma vez que as cautelares visam garantir a regularidade da instrução processual sem recorrer à prisão preventiva.
Iniciativa, que acontece no próximo sábado, faz parte da 4ª edição do Projeto Cidadão 60; saiba como fazer participar
Foto: Divulgação
O Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) vai realizar atendimento exclusivo para a emissão da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) para idosos com mais de 60 anos. A iniciativa, que acontece no próximo sábado (21), faz parte da 4ª edição do Projeto Cidadão 60.
A iniciativa oferece o novo documento em postos da rede SAC na capital e Região Metropolitana (RMS), além do interior e postos móveis. Os atendimentos acontecerão no período da manhã e precisam ser agendados previamente. A marcação deve ser feita através do call center: (71) 4020-5353 (ligação de celular) ou 0800 071 5353 (ligação de fixo).
Em Salvador e municípios da Região Metropolitana (RMS), todos os postos participarão da ação. Já no interior, serão 21 unidades e mais 39 pontos SAC que vão realizar os atendimentos. O SAC Móvel estará nas cidades de Pojuca e Irajuba.
Ao todo, quarta edição do projeto vai contemplar 62 municípios baianos, incluindo Salvador, com capacidade para realizar mais de 4,4 mil atendimentos.
O novo ano chegou e, com ele, aquele ritual conhecido por milhões de brasileiros: conferir o contracheque, calcular se o dinheiro vai render até o fim do mês, reorganizar o orçamento doméstico. Para aposentados e pensionistas, essa revisão ganha contornos ainda mais delicados quando os números insistem em não fechar. Há quem note um pequeno aumento — tímido, mas presente. Há quem espere em vão por uma mudança que não virá. Entre uns e outros, ergue-se uma divisão invisível, mas determinante: a paridade de remuneração.
De acordo com o advogado especialista em direito previdenciário e mestre em direito econômico e desenvolvimento do Azi e Torres Associados, Victor Campelo, “o sistema previdenciário dos servidores públicos estaduais da Bahia opera sob duas lógicas distintas, e compreender essa diferença é essencial para que o aposentado saiba exatamente o que esperar do seu benefício em 2026. Não se trata de privilégio ou arbitrariedade, mas de regimes jurídicos diferentes que geram efeitos práticos bastante concretos no bolso de cada um”.
Essa divisão entre categorias reflete-se diretamente no reajuste — ou na ausência dele. E aqui reside uma peculiaridade que merece ser compreendida pelo leitor comum, pois explica, em grande parte, por que alguns aposentados veem seus proventos subirem automaticamente enquanto outros permanecem estagnados.
“Existem, basicamente, duas categorias de aposentados estaduais: aqueles sem paridade de remuneração e aqueles com paridade. Para os primeiros, o reajuste é automático e segue as mesmas regras aplicadas aos beneficiários do INSS. O artigo 54 da Lei Estadual nº 14.250/2023 é claro ao determinar que ‘os benefícios de aposentadoria e pensão serão reajustados nos termos estabelecidos para o Regime Geral de Previdência Social’. Isso significa que, em 2026, esses aposentados terão aumento de 3,9%, conforme o INPC — o mesmo índice que regula os benefícios federais”, explica o especialista.
Ainda assim, mesmo com a garantia legal de reajuste, há uma questão delicada que precisa ser mencionada: o INPC de 2024 ficou em 3,9%, enquanto a inflação oficial (IPCA) alcançou 4,26%. Na prática, isso representa uma perda real de 0,36 ponto percentual no poder de compra. Ou seja, o reajuste existe, mas não compensa integralmente a alta dos preços.
“Para quem tem paridade de remuneração, a situação é diferente. A Constituição Federal assegura que esses aposentados só recebem reajuste quando houver aumento concedido aos servidores em atividade. Não há automaticidade. Tudo depende de negociação entre governo e categorias, de aprovação na Assembleia Legislativa, de sanção do governador. Nos últimos anos, a Bahia concedeu reajustes pontuais: 4% em 2024 e, em setembro de 2025, aumentos escalonados em cerca de 10% para 55 categorias específicas, beneficiando cerca de 45 mil servidores”, continua Dr. Victor.
A ausência de previsibilidade é, talvez, o elemento mais angustiante para esse grupo. Diferentemente de quem tem reajuste automático pelo INPC, o aposentado com paridade pode passar anos sem aumento — como ocorreu entre 2015 e 2022 —, vendo a inflação corroer silenciosamente seus proventos.
“Quando não há lei estadual concedendo reajuste aos servidores da ativa, os aposentados com paridade ficam com os salários congelados. E isso não é uma falha do sistema: é exatamente como o sistema foi desenhado. A paridade vincula o aposentado à sorte da sua categoria. Se há negociação bem-sucedida, ele se beneficia. Se não há, ele espera. E enquanto espera, paga mais caro pelo arroz, pelo remédio, pela conta de luz”, afirma.
Ainda segundo o advogado, “o cidadão que abre o extrato bancário em fevereiro e não enxerga aumento algum, que recalcula o orçamento pela terceira vez no mês, que se pergunta por que o vizinho teve reajuste e ele não, talvez não saiba que por trás dessa diferença existem normas — normas constitucionais, leis estaduais, reformas de previdência. Há lógicas jurídicas que separam quem tem garantia automática de quem depende de lei futura. E é justamente essa falta de clareza que gera insegurança, frustração e, muitas vezes, a sensação de abandono”.
Enquanto isso, os 21,9 milhões de brasileiros que recebem o piso previdenciário (um salário mínimo) tiveram reajuste de 6,79%, passando de R$ 1.518 para R$ 1.621 — um ganho real acima da inflação. O contraste é evidente: quem ganha menos foi mais protegido; quem ganha acima do mínimo federal teve perda real; quem depende de paridade estadual vive na incerteza.
“Conhecer esses mecanismos é o primeiro passo para transformá-los. A informação qualificada permite que o servidor aposentado se organize, que cobre seus direitos com propriedade, que participe ativamente das discussões sobre política previdenciária. Cada avanço conquistado — seja no âmbito federal, com o salário mínimo valorizado, seja no estadual, com reajustes negociados categoria por categoria — representa um tijolo a mais na construção de um sistema previdenciário verdadeiramente justo. O caminho é longo, mas não impossível. A aposentadoria pode — e deve — significar descanso merecido, segurança financeira e dignidade plena”, conclui Dr. Victor Campelo.
Um policial militar de 33 anos morreu na madrugada desta quarta-feira (18) após um grave acidente de moto na BA-522, na altura da localidade de Caroba, em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador.
Jovictor Oliveira Santos morava em Feira de Santana e estava retornando do serviço de Carnaval na cidade de São Sebastião do Passé quando acabou colidindo com um animal que estava solto na pista.
Com o impacto, o policial ficou gravemente ferido. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foram acionadas, prestaram os primeiros socorros no local e encaminharam a vítima para o Hospital Ouro Negro, mas ele não resistiu.
As guias para perícia e remoção do corpo foram expedidas. As circunstâncias do acidente serão investigadas.
O velório acontece nesta quarta-feira (18), na Pax Bahia, na Avenida Centenário, em Feira de Santana. O sepultamento está previsto para quinta-feira, às 9h.
O ex-pugilista baiano Reginaldo Hollyfield foi preso na noite de domingo (15) por suspeita de lesão corporal no contexto de violência doméstica contra a própria sobrinha, de 26 anos, em Salvador.
Segundo a Polícia Civil, a agressão aconteceu dentro da casa da família, no bairro de Massaranduba. A jovem foi atendida e prestou depoimento.
Após a ocorrência, uma equipe da Polícia Militar levou Hollyfield para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), em Periperi, no Subúrbio Ferroviário da capital baiana.
Ele permanece detido na unidade e deve passar por audiência de custódia entre esta segunda-feira (16) e terça-feira (17).
A Superintendência de Fomento ao Turismo foi responsável pelo repasse dos recursos, que ocorreram mediante dispensa de licitação
A ministra da Cultura do governo Lula, Margareth Menezes, em reunião com a Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural (SCDC) | Foto: Filipe Araújo/Ministério da Cultura
O bloco Os Mascarados, tradicional no Carnaval da Bahia, recebeu em 2026 um aumento significativo no patrocínio estatal, chegando a R$ 1 milhão, valor três vezes superior ao dos anos anteriores.
A Superintendência de Fomento ao Turismo, órgão vinculado ao governo estadual, foi responsável pelo repasse dos recursos, que ocorreram mediante dispensa de licitação no contrato firmado com o bloco.
Retorno de Margareth Menezes e aumento do patrocínio a bloco na Bahia
Em edições passadas, o aporte havia sido de R$ 300 mil, patrocinado pela Companhia de Gás da Bahia. O valor ampliado coincidiu com o retorno da ministra da Cultura, Margareth Menezes, à liderança do grupo neste Carnaval.
Margareth Menezes, que em 2024 e 2025 participou como artista homenageada, voltou neste ano a comandar o bloco, que desfilou na quinta-feira 12, mantendo a tradição desde sua criação em 1999.
O cortejo, que reúne foliões fantasiados sem cordas, manteve sua característica principal. Procurados, nem o governo da Bahia nem a equipe da cantora comentaram o aumento do patrocínio.
Os postos de testagem de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) já somam mais de 24 mil exames realizados durante o período de Carnaval. O balanço foi divulgado, nesta segunda-feira (16) pela Secretaria Saúde do Estado (Sesab), que além da testagem rápida, também informou que foram distribuídos mais de 715 mil preservativos através da ação #CamisinhaTáNaMão.
Durante os dias do festejo em Salvador, 16.705 testes foram realizados nos estandes localizados na Barra e em Ondina. O balanço foi de 22 resultados positivos para HIV, 285 para sífilis, três para hepatite B e 14 para hepatite C. Dos casos reagentes de sífilis, 68 pessoas optaram por iniciar o tratamento imediatamente, enquanto os que testaram positivo para HIV foram encaminhados para consulta com infectologista.
Em Porto Seguro, durante o mesmo período, 3.056 testes foram realizados, sendo quatro reagentes para HIV, um para hepatite C e 34 para sífilis. Ao total, 11 pessoas iniciaram o tratamento de imediato. Já em Brumado, com três dias de festa, foram feitos 3.876 testes e 51 casos de sífilis tiveram registro e 9 pessoas iniciaram o tratamento no local.
A cantora Ivete Sangalo prestou homenagem à amiga Preta Gil, que faleceu no ano passado, durante passagem pelo Circuito Dodô (Barra-Ondina), próximo ao Farol da Barra, neste sábado (14). Do alto do trio elétrico, a artista ressaltou a força e o legado da cantora e, em seguida, começou a interpretar “Preta”, de Beto Barbosa, emocionando foliões.
“Todos da família Gil sabem o quão forte Preta é e continua sendo na vida de todos nós da família, dos fãs, das pessoas que ela sempre impactou, e eu acho nada mais justo do que essa homenagem mesmo a ela, todas as homenagens que ela conseguiu, graças a Deus, receber em vida de quem amava ela de fato, e continua recebendo, porque é uma energia inesgotável, infindável, e ela sabe que o meu amor por ela continua na existência dela dentro do meu coração”, disse.
Na sequência, Ivete enviou um beijo à família Gil e aos amigos presentes no circuito, disse que ama todos e afirmou que evitaria se emocionar para conseguir seguir com a apresentação. Logo depois, puxou o refrão da canção e levou o público a cantar em coro, marcando um dos momentos mais tocantes desta tarde no Dodô.