Demorei um tempo pra decidir escrever esse texto. São muitas ideias e sentimentos que me atravessam nesses tempos chuvosos.
Aqui no Brasil ainda se fala muito pouco sobre as mudanças climáticas. O que ouvimos são discursos “importados” e notícias de situações que nos parecem muito distantes da nossa realidade.
Em novembro aqui no litoral da Bahia sempre caem as “chuvas de verão” que refrescam e introduzem nosso bem conhecido verão baiano, retratado por selfies de festas e praias ensolaradas. Mas esse ano foi diferente. Tá tudo debaixo d’água. Muitos dos frequentadores que “amam a Bahia” não vieram. Os que vieram em suas mansões de veraneio reclamam do tempo que não deu pra bronzear.
Enquanto isso temos casas alagadas e destruídas. Pessoas desalojadas. Comunidades isoladas. Estradas, barrancos, postes de luz, comunidades indígenas, bairros inteiros, tudo devastado. Cidades debaixo d’água. E tudo isso tem culpados, não é meramente culpa da natureza.
Para além das mudanças no clima estou falando de justiça climática. O que implica em justiça social.
O Litoral baiano, conhecido mundialmente, sofre a desenfreada especulação imobiliária. A cada ano que passa – e com um aumento apavorante nos últimos anos em que discursos governamentais incentivam e autorizam a devastação ambiental – o desmatamento cresce.
Aqui em Trancoso e região (mas não só) imensos condomínios tomaram lugar do que eram áreas de mata, restinga e manguezal. Aterraram cursos d’água naturais e áreas em que naturalmente as chuvas fluíam e formavam lagos e riachos foram substituídas por construções.
As cidades crescem focando no lucro dos investidores, não na mobilidade, acessibilidade e bem estar da população. Não na preservação da natureza, da cultura, dos biomas. O centro e as praias vão adquirido preços surreais. Classes operárias são obrigadas a ir para as periferias e zonas rurais, que crescem a cada dia sem planejamento, sem infraestrutura. A tal da gentrificação.
E o que isso tem a ver com os alagamentos? Tudo.
Quando chove a água precisa correr e seguir seu fluxo. Mas se o chão está impermeabilizado, se onde a água deveria se acumular existem casas, ruas, construções. Se a mata ciliar não existe mais. Se os lagos e fluxos d’água foram aterrados… É isso que acontece.
E se não existe justiça social então temos um problema de justiça climática. Um estado de calamidade. Porque são os mais pobres que estarão vivendo sem estruturas adequadas para situações de chuva intensa, em zonas de risco de alagamento. Em zonas onde talvez não devessem existir bairros, mas que é o lugar possível em todos esses processos de especulação imobiliária, gentrificação, “desenvolvimento” e “progresso” com foco no lucro e não na Vida.
Então você que ama a Bahia, ajude a Bahia. Ajude agora, quando é urgente. Mas também ajude a mudar esse sistema de turismo exploratório, de destruição ambiental disfarçada de empreendimento.
Nossa terra e nosso povo não são recursos a serem explorados. São a verdadeira riqueza desse lugar e merecem ser pensados no centro antes de tudo.
Não culpe a natureza, tudo isso é consequência da ganância humana, de uma cosmovisão moderna doente.
27 dezembro 2021 Trancoso – Bahia Daiana Paris Rodríguez
Internado há duas semanas após ser diagnosticado com tromboembolismo pulmonar, o cantor Maurílio Delmont, da dupla com Luiza, morreu na tarde desta quarta-feira (29), aos 28 anos.
O sertanejo foi socorrido às pressas, em 15 de dezembro, quando passou mal após se apresentar na gravação do DVD Não é o Fim do Mundo, da dupla Zé Felipe e Miguel.
Apesar da gravidade do caso, o cantor apresentou sinais de melhora durante a internação e chegou a ser transferido do Hospital Jardim América. No entanto, nos últimos dias o quado de saúde dele se agravou por causa de uma infecção pulmonar grave.
Natural de Imperatriz, no Maranhão, Maurílio chegou a cursar ciências contábeis, mas sua paixão por música e a vocação falaram mais alto. Em 2016, ele conheceu Luiza, sua parceira na carreira musical.
A vacinação com a dose de reforço da vacina Janssen é destinada a pessoas que receberam a dose única há pelo menos dois meses. Em Feira de Santana, a aplicação acontece nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 16h, nesta quinta-feira, 29.
Este público-alvo também pode ser vacinado nas Unidades de Saúde da Família, vinculadas ao Programa Saúde na Hora – listadas no final da matéria – das 8h às 21h.
Para receber a aplicação é preciso, além de estar no período recomendado pelo Ministério da Saúde, apresentar RG, CPF, cartão do SUS, caderneta de vacinação com registro da primeira dose e comprovante de residência.
Também haverá aplicação da primeira, segunda e terceira doses das vacinas contra a Covid-19 nas unidades de saúde. Confira os grupos e locais de vacinação:
PRIMEIRA DOSE PARA MAIORES DE 18 ANOS (NASCIDOS ATÉ 30 DE DEZEMBRO DE 2003)
A vacinação para este público acontece na Unidade de Saúde da Família Parque Ipê I, II e III, vinculada ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.
É necessário apresentar RG, CPF e comprovante de residência. Para puérperas e gestantes é necessário levar uma prescrição médica após avaliação individualizada de riscos e benefícios.
PRIMEIRA DOSE EM ADOLESCENTES ENTRE 12 E 17 ANOS
Adolescentes entre 12 e 17 anos podem receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19 no Shopping Popular, nos distritos, nas UBSs Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 16h e nas Unidades de Saúde da Família, vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.
Também haverá imunização para este público nas Unidades de Saúde da Família (USFs) Centro Social Urbano (CSU), Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Rua Nova II, III e Barroquinha, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, das 8h às 16h.
O adolescente deve ter 12 anos completos, não sendo possível vacinar quem ainda não completou a idade recomendada pelo Ministério da Saúde. É obrigatório estar acompanhado de um adulto.
SEGUNDA DOSE DA PFIZER (APRAZAMENTO ATÉ 31 DE DEZEMBRO)
A segunda dose da vacina Pfizer será aplicada nos distritos e nas Unidades Básicas de Saúde Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 16h.
Também haverá imunização nas USFs vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h e nas USFs Centro Social Urbano (CSU), Parque Ipê I, II e III, Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Rua Nova II, III e Barroquinha, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III.
É obrigatório levar o cartão de vacina com o registro da primeira dose, RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência. Vale salientar que não será possível antecipar a vacinação. Somente aqueles que estão no período recomendado, de acordo com a caderneta de vacinação, poderão receber a segunda dose.
SEGUNDA DOSE CORONAVAC E ASTRAZENECA/OXFORD
A vacinação das pessoas que estão no período recomendado para aplicação na segunda dose das vacinas Coronavac e Astrazeneca/Oxford, com aprazamento até o dia 31 de dezembro, será nos distritos e nas Unidades de Saúde da Família Centro Social Urbano (CSU), Caseb II, Baraúnas, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Rua Nova II, III e Barroquinha, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, das 8h às 16h.
Também haverá vacinação para esse grupo nas Unidades Básicas de Saúde Irmã Dulce, Cassa, Mangabeira, Caseb I, Serraria Brasil, Dispensário Santana e Subaé, das 8h às 16h, e nas Unidades de Saúde da Família vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.
É obrigatório apresentar o cartão de vacina com o registro da primeira dose, RG, CPF, cartão do SUS e comprovante de residência.
DOSE DE REFORÇO PARA PESSOAS ACIMA DE 18 ANOS
A aplicação da dose de reforço para pessoas que tomaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19 há pelo menos quatro meses (até o dia 30 de agosto de 2021), acontece nos distritos e nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) Cassa, Caseb I, Dispensário Santana, Irmã Dulce, Mangabeira, Serraria Brasil e Subaé, das 8h às 16h.
Também haverá vacinação para este público nas Unidades de Saúde da Família (USFs) Centro Social Urbano (CSU), Caseb II, Jardim Cruzeiro, Alto do Papagaio, Asa Branca III, Campo limpo II, Aviário I e II, Conceição II, Feira VI-I e II, Francisco Pinto, George Américo III, IV e Campo Limpo IV, Rua Nova II, III e Barroquinha, Santo Antônio dos Prazeres I e II, Tomba I e III, a imunização acontece das 8h às 16h e nas Unidades de Saúde da Família vinculadas ao Programa Saúde na Hora, das 8h às 21h.
Para receber a dose de reforço é preciso, além de estar no período recomendado, apresentar RG, CPF, caderneta de vacinação com o registro da segunda dose e comprovante de residência.
Pacientes imunossuprimidos, que tomaram há 28 dias a segunda dose (é necessário apresentar relatório médico) também podem ser vacinados.
Confira o endereço das Unidades de Saúde da Família Saúde na Hora:
USF Campo Limpo I, V e VI: Rua Hosita Serafim, S/N, bairro Campo Limpo. USF Liberdade I, II e III: Rua El Salvador, S/N, bairro Feira VII. USF Queimadinha I, II e III: Rua Pernambuco, S/N, bairro Queimadinha. USF Parque Ipê I, II e III: Rua Ilha do Retiro, S/N, bairro Parque Ipê. USF Videiras I, II e III: Rua Iguatemi, S/N, bairro Mangabeira.
O Nubank e o iFood criaram pontes para que seus clientes realizem doações para auxiliar as pessoas que foram afetadas pelas enchentes na Bahia. As iniciativas são frutos de parcerias com as organizações Ação da Cidadania e Central Única das Favelas (CUFA).
De acordo com o portal Tecnoblog, as ações das empresas visam auxiliar as vítimas das fortes chuvas que assolaram o sul da Bahia. Mas há uma forma de auxiliar os atingidos pelas enchentes diretamente das plataformas das duas empresas.
Nesta quarta-feira (29), o Nubank anunciou uma opção para fazer doações no seu aplicativo para celulares Android e iPhone (iOS) com apoio da Ação da Cidadania. Além disso, a fintech vai destinar R$ 1 milhão para a organização que já doou 200 toneladas de alimentos, 50 milhões de litros de água e 1,5 mil colchonetes aos impactados.
Já o iFood, que também se uniu à CUFA, possui uma opção em seu aplicativo para levar doações às pessoas pessoas que estão em vulnerabilidade na região neste momento. “Até o dia 3 de janeiro, 100% dessas contribuições serão entregues para a CUFA, que distribuirá em doações regionalmente”, afirmaram.
Para realizar as doações através dos aplicativos é bem fácio. No Nubank, por exemplo, basta escolher a opção “Doação” na tela inicial, apertar o botão “Quero doar” e escolher o valor desejado entre R$ 5 e R$ 100 que será pago pelo cartão de crédito. “É possível fazer doações até o dia 30 de janeiro de 2022”.
No iFood, basta abrir o aplicativo, acessar a aba “Perfil”, tocar em “Doações”, escolher a opção “Vamos ajudar a Bahia” e apertar em “Quero doar”. Em seguida, é só escolher um valor a partir de R$ 1 que será pago pelo cartão de débito, crédito, vale-refeição, vale-alimentação e outros vales.
Na tarde da última terça-feira (28), o desespero tomou conta, mais uma vez, dos moradores de Itabuna. Dessa vez, uma fake news provocou pânico na cidade e na população dos arredores. Foi compartilhado em grupos de mensagens a informação de que a barragem de Itapé, município que fica a cerca de 30 km de Itabuna, teria se rompido.
A notícia falsa gerou um longo congestionamento, além de pessoas correndo assustadas, tentando deixar a cidade.
O vice-prefeito de Itapé, André Jatobá, precisou desmentir a notícia falsa e gravou um vídeo na própria barragem. “A água baixou, já dá para ver nossa ponte. É uma fake news, fiquem tranquilos”, disse.
O vice-prefeito disse ainda que o nível do rio está elevado, porém que a situação está sob controle das autoridades.
O surgimento da variante Ômicron do novo coronavírus restringiu as festas de réveillon em todo o país. Pelo menos 20 capitais cancelaram a realização de shows e eventos artísticos para evitar a aglomeração de pessoas. No entanto, em algumas capitais, a queima de fogos foi mantida.
Em Recife, está programada somente a queima de fogos na praia de Boa Viagem, com 17 minutos de duração, e em outros bairros da cidade. Quatro balsas estão espalhadas pela orla da cidade para garantir o espetáculo, que será realizado com fogos sem ruídos. Um decreto municipal proibiu a utilização de artefatos que provoquem poluição sonora em eventos promovidos pelo governo local.
Além de não realizar a festa de réveillon neste ano, a prefeitura de Fortaleza publicou um decreto para fixar o limite de público em festas privadas. Pelas regras, eventos de grande porte em locais fechados deverão cumprir a capacidade de até 2,5 mil pessoas. Em locais abertos, serão permitidas até 5 mil pessoas.
A festa também foi cancelada em Porto Alegre. A comemoração seria realizada na Orla do Guaíba em homenagem aos 250 anos da capital. Diante da disseminação da variante Ômicron, a prefeitura decidiu não promover shows para evitar aglomeração de pessoas na região da Usina do Gasômetro, onde a festa seria realizada.
Em Boa Vista, a festa não foi cancelada. A prefeitura divulgou na semana passada a programação musical para o dia 31. Os shows ocorrerão no Parque do Rio Branco, a partir das 17h.
No Rio de Janeiro, estão previstos dez pontos de queima de fogos pela cidade. Em Copacabana, a queima terá 16 minutos e será acompanhada de um espetáculo piromusical, no qual a história da cidade será contada por meio de música ambiente. Foram instaladas torres de som na orla. Para evitar aglomerações, no entanto, a prefeitura impôs várias restrições à circulação de pessoas, como o fechamento das estações de metrô, próximo à praia de Copacabana
Em Balneário Camboriú (SC), um dos destinos preferidos no Sul do país, a festa da virada do ano terá um show pirotécnico de 15 minutos. A contagem regressiva será realizada na roda gigante, um dos cartões postais da cidade. O governo local espera que a rede hoteleira tenha ocupação de 100% dos quartos disponíveis.
De acordo com o último levantamento do Ministério da Saúde, divulgado ontem (28), o Brasil registrou 77 casos da variante Ômicron.
Segue até hoje (29) a arrecadação de alimentos e itens de higiene na sede da Fundação Hospitalar de Feira de Santana. Os produtos serão destinados para as pessoas afetadas pela chuva no Sul da Bahia.
Alimentos não perecíveis, água, roupas, materiais de higiene e limpeza poderão ser doados no setor de Educação Permanente, do Hospital da Mulher, localizado na rua da Barra, 705, bairro Jardim Cruzeiro.
Segundo a diretora presidente da instituição, Gilberte Lucas, na manhã desta quinta-feira, 30, os itens serão enviados ao Corpo de Bombeiros, que vai direcionar as entregas.
“Somente dos nossos colaboradores esperamos arrecadar mais de mil quilos de alimentos. Contamos também com a solidariedade da população”, afirma.
A Superintendência Municipal de Trânsito (SMT) de Feira de Santana informa que as notificações emitidas indevidamente a condutores de veículos pesados, entre 18 de novembro e hoje (29), serão desconsideradas. Isso porque o sistema de fotossensores (radares) apresentou instabilidade – a situação já está corrigida.
A orientação é que os condutores que foram notificados neste período se dirijam à sede do órgão para que cada caso seja devidamente avaliado. Segundo o superintendente de Trânsito, Cleudson Almeida, está sendo feito um levantamento desses autos de infração.
Entretanto, a Lei Municipal 3527/15 estabelece normas para a operação de carga e descarga de veículos de grande porte – em vigor desde 2015. É restrita a circulação de veículos acima de 6,50 de comprimento e 2,20 de largura das 7h às 19h, entre segunda e sexta-feira. Aos sábados de 7h às 13h, e aos domingos é livre. Não há proibição para a carga e descarga de veículos até 6,50 metros.
A norma limita a circulação de veículos pesados nas avenidas Presidente Dutra, Getúlio Vargas, Maria Quitéria, João Durval Carneiro, Rio de Janeiro, José Falcão, Noide Cerqueia e ruas Monsenhor Mário Pessoa, Olímpio Vital e Pedro Américo de Brito.
Na área central da cidade está limitada às seguintes vias: iniciando na rua Carlos Valadares, esquina com Av. Maria Quitéria e deste ponto segue até a esquina com a av. Presidente Dutra. A partir daí, passa pela rua Monsenhor Mário Pessoa até a Praça da Matriz e segue pela rua Desembargador Felinto Bastos até a Praça Fróes da Mota, rua São José até a Rua Carlos Valadares, concluindo o perímetro da área de controle.
VIDEOMONITORAMENTO
Ainda, o superintendente salienta que essas notificações não tem relação com o sistema de videomonitoramento. Os veículos foram flagrados por equipamentos (fotossensores) instalados por uma empresa que presta serviço ao Município.
Cerca de R$ 15 milhões foram disponibilizados inicialmente
Cerca de R$ 15 milhões foram disponibilizados inicialmente para atender municípios da Bahia atingidos pelas fortes chuvas das últimas semanas. Além disso, quase R$ 50 milhões estão “em vias de serem liberados”, de acordo com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, entrevistado desta quarta-feira (29) no programa A Voz do Brasil.
“Fizemos uma série de ações ligadas ao resgate de pessoas, transporte de alimentação para áreas que estavam sem capacidade de se ligar à sua condição logística comum, desobstrução de estradas, medicamentos. É o que nós chamamos de resposta: num primeiro momento, disponibilizamos recursos para que os municípios possam comprar alimentos, mantimentos”, explicou.
Um segundo momento, que a pasta s refere como retomada, inclui a recomposição de serviços essenciais que tenham sido interrompidos em meio aos temporais, como abastecimento de água e luz, além da remoção de entulho nas cidades. “O terceiro momento, que está chegando ainda, é a reconstrução da estrutura física que porventura tenha sido danificada”, completou Marinho.