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Por Joilton Freitas

Foto: Divulgação

Nos últimos dias, os preparativos para a eleição na Bahia ganhou contornos até então não imaginado por nenhum analista político de plantão.

O PT já tinha decidido que Jaques Wagner seria seu candidato a governador. Depois, que seria Otto Alencar. Nenhum dos dois aceitaram a indicação. Estava assim, estabelecida uma luta interna no partido. As várias tendências que abrigam a agremiação entraram em guerra. Os caciques partidários sentiram o perigo. Era preciso conseguir um nome que pudesse acalmar os ânimos e evitar um estrago maior. Mas quem seria o candidato, para dentro dessas tendências, enfrentar o favoritismo de ACM Neto?

Os petistas sabem que Neto tem a sua maior força na região Metropolitana de Salvador. Portanto, Moema Gramacho e Luiz Caetano, colocados como nomes para a disputa, não preenchem os requisitos.

Portanto, a saída foi buscar um nome de fora dessa região. É aí que entra Feira de Santana. A cidade é o segundo maior colégio, depois de Salvador, do estado. Feira é um polo irradiador para mais de duzentas cidades. Então, é de lá que tem que sair o nome. Eis, portanto, a candidatura de Jerônimo Rodrigues, secretário de Educação do Estado. Rodrigues é professor da UEFS e tem toda a sua vida voltada para Feira de Santana.

Com essa decisão, só cabe a ACM Neto indicar José Ronaldo para senador ou vice, se quiser neutralizar o candidato de Rui, Wagner e Otto.

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  1. Não existe estratégia que fortaleça o PT em feira