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Na segunda-feira 17, o ditador afirmou que uma ofensiva militar representaria o ‘fim político’ de Trump

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O evento, transmitido pela emissora oficial do governo venezuelano, reuniu pastores evangélicos, a primeira-dama Cilia Flores e o deputado Nicolás Maduro Guerra, filho do ditador | Foto: Reprodução/ Facebook/Nicolás Maduro

Em meio ao aumento das tensões com os Estados Unidos devido ao envio de forças militares norte-americanas ao Caribe, o ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, participou de um encontro de oração no Palácio de Miraflores, nesta terça-feira,18.

O evento, transmitido pela emissora oficial do governo venezuelano, reuniu pastores evangélicos, a primeira-dama Cilia Flores e o deputado Nicolás Maduro Guerra (PSUV), filho do ditador.

Durante o chamado “Encontro Binacional de Oração pela Paz”, Maduro afirmou que o palácio presidencial “é um altar para glorificar a Deus”. Na cerimônia, ele leu um manifesto que afirmava que Jesus Cristo é “senhor e dono” da Venezuela.

O ditador também mencionou que o país assegura a liberdade de culto desde a Constituição de 1999. Ressaltou que, pessoalmente e como chefe de Estado, se declara ainda mais “radical” em sua fé cristã. “Reconheço o único Deus real e verdadeiro, o único que adoro e honro, ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo que protege e protegerá a nossa pátria”, declarou Maduro.

Um dia antes, Maduro ameaçou Donald Trump

O agravamento da relação entre Caracas e Washington é motivado pela movimentação de aeronaves e navios norte-americanos, incluindo o maior porta-aviões do país, enviada desde agosto ao Caribe. Os EUA afirmam que a ação combate o tráfico de drogas, enquanto o governo venezuelano classifica a operação como ameaça e tentativa de promover uma mudança de regime.

Na segunda-feira 17, Maduro afirmou que uma ofensiva militar contra a Venezuela representaria o “fim político” de Donald Trump. O presidente norte-americano, por sua vez, declarou que não descarta nenhuma alternativa quanto a uma possível intervenção no país sul-americano.

No domingo 16, o Departamento de Estado dos EUA informou que, a partir de 24 de novembro, classificará o Cartel de los Soles, grupo associado a Maduro, como organização terrorista estrangeira.

Informações Revista Oeste

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