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O governo do estado deu, esta semana, mais uma demonstração de tratamento frio a Feira de Santana. Determinar a transferência de duas companhias da Polícia Militar do município, em ato oficial publicado no sábado (14), foi uma agressão ao cidadão feirense, que vive oprimido e amedrontado com a violência.

A retirada das Companhias 64 e 67 de Feira, as transferindo para atuação em Santa Bárbara e São Gonçalo, respectivamente, foi uma decisão absurda do setor de segurança pública do governo Jerônimo.

O ato oficial foi publicado no sábado, 14. Após a repercussão negativa da medida, coube ao comandante do CPRL (Camando de Policiamento Regional Leste), sediado em Feira, ir para a imprensa, como um boi de piranha, dizer que tudo não passou de um erro humano – não explicado. Pior, ainda, foi dizer que a transferência das duas companhias da PM seria anulada ainda “em alguns dias”.

Na quinta (21), o governo estadual anulou vários atos relacionados à segurança pública, incluindo mudanças de companhias da PM. Porém, Feira de Santana não estava na lista.

Parece que o governo do estado e sua cúpula de segurança pública ignoram os 113 assassinatos registrados neste ano, somente entre janeiro e abril em Feira de Santana. São cerca de 28 crimes por mês. A tendência, infelizmente, é de mais um ano com banho de sangue na Princesa do Sertão.

Mesmo que a transferência das companhias de Feira para outros municípios seja desfeita, o que seria como uma catalepsia, estrago moral já está concretizado. Foi mais um tapa na cara do feirense.

O que é catalepsia: é uma condição transitória na qual o paciente apresenta uma incapacidade na movimentação dos membros, na cabeça ou até na fala. Em alguns casos, podem ser confundidos com a morte.

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