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Voto de Diana Mondino é uma ‘traição’ para o presidente argentino; o atual embaixador em Washington assume a chancelaria

Voto de Diana Mondino é uma 'traição' para o presidente argentino, Javier Milei; o atual embaixador nos EUA assume a chancelaria
Voto de Diana Mondino é uma “traição” para o presidente argentino; o atual embaixador nos EUA assume a chancelaria | Foto: Reprodução/Redes Sociais 

A ministra das Relações Exteriores da Argentina, Diana Mondino, deixou o cargo nesta quarta-feira, 30. Isso ocorreu depois de o presidente Javier Milei pedir a renúncia da chanceler, que votou contra o embargo dos Estados Unidos e outros países do Ocidente contra Cuba, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). 

O porta-voz da Presidência confirmou, em publicação no Twitter/X, que Gerardo Werthein, atual embaixador em Washington, é o novo chanceler da Argentina.

https://twitter.com/madorni/status/1851728795872415800?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1851728795872415800%7Ctwgr%5E4c1be86d762624144a6cc8bbd21e6f2d584d90b6%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fmundo%2Fmilei-pede-renuncia-de-chanceler-apos-voto-na-onu%2F

O texto da ONU pedia “pelo fim ao bloqueio econômico, comercial e financeiro imposto pelos Estados Unidos da América contra Cuba”. O governo da ilha apresentou a proposta hoje.

Além dos EUA, Israel votou contra a proposição, enquanto a Moldávia se absteve. Os outros 187 países integrantes da assembleia votaram a favor. 

Milei caracteriza voto da chanceler como “traição”

A congressista norte-americana Maria Elvira Salazar, do Partido Republicano, conversou com Javier Milei sobre a assembleia. O presidente argentino, segundo ela, definiu o voto do país como “uma traição à Argentina”. 

Em concordância, a conta oficial do gabinete presidencial argentino publicou no Twitter/X que o país “atravessa um período de mudanças profundas, e esta nova etapa exige que nosso corpo diplomático reflita em cada decisão os valores de liberdade, soberania e direitos individuais que caracterizam as democracias ocidentais”. 

Neste sentido, prossegue o comunicado, o governo “se opõe categoricamente à ditadura cubana e se manterá firme na promoção de uma política exterior que condene a todos os regimes que perpetuam a violação dos direitos humanos e as liberdades individuais”. 

O Poder Executivo do país vai começar uma auditoria dos funcionários de carreira da chancelaria, com o objetivo de identificar apoiadores de “agendas inimigas da liberdade”, conclui o documento. 

Informações Revista Oeste

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