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Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Familiares e amigos do metalúrgico Jacivaldo Pereira Gomes, 44 anos, realizaram mais uma manifestação em busca de justiça. Ele foi assassinado na última quarta-feira, dia 15 de novembro, com um tiro no abdômen, após colidir seu veículo na traseira de ooutro.

A manifestação ocorreu na tarde deste sábado (18), em frente à Lagoa Grande, na Avenida Eduardo Fróes da Mota (Anel de Contorno), em Feira de Santana, no mesmo lugar onde o crime aconteceu. Conforme divulgado aqui no Acorda Cidade, na sexta-feira (17) eles realizaram o primeiro protesto, em frente à delegacia, momentos antes do acusado do crime, um odontólogo, se apresentar à polícia.

Manifestação no Anel de Contorno é marcada por pedidos de justiça pela morte de metalúrgico assassinado após acidente
Foto: Ed Santos/Acorda Cidade

Muitas pessoas participaram do ato vestidas de branco e segurando balões e cartazes. Uma das filhas da vítima, bastante abalada, disse que não quer vingança, mas sim justiça. 

“Minha irmã de 8 anos falou por favor não atire no meu pai. Mas você estava indo para a igreja não foi? Amém! Essa dor que eu estou sentindo eu não desejo nem para você que fez isso. Se você tiver filho ou filha eu não desejo que seu filho ou que sua filha passem por isso em hipótese alguma. Eu que estou passando por isso, e que presenciei eu não desejo nem pra você. Não quero vingança, eu quero justiça”, declarou.

Diversos discursos, orações e mensagens de protesto foram proferidas durante a manifestação repleta de comoção e dor.

“Temos uma família aqui injustiçada, Feira de Santana, arrasada. Todos choram. Hoje nós não queríamos estar aqui. Hoje nós queríamos estar com nosso primo, nosso irmão, o pai de família. Esse pai trabalhador. Hoje nós queríamos estar com ele desfrutando do seu sonho que era comprar uma chácara para fazer festa com a sua família. A gente está aqui mostrando para vocês a realidade de um homem que diz que vai pra uma missa, a caminho da casa do Senhor. Como é que uma pessoa que está indo a caminho da casa do Senhor faz uma coisa dessa com um pai de família? A pergunta que não quer calar. Nós queremos justiça”, declarou em público através do carro de som,  uma das participantes do protesto.

Fonte: Acorda Cidade

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