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O comandante da Marinha, Almirante Almir Garnier Santos, o presidente Jair Bolsonaro, e o ministro da Defesa, Paulo Sérgio, durante desfile cívico-militar do 7 de Setembro, que este ano comemora o Bicentenário (200 anos) da Independência do Brasil. | Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, arquivou, na quinta-feira 29, uma ação que acusava o presidente Jair Bolsonaro de usar os eventos do feriado de 7 de Setembro para fins político-partidários.

O pedido de investigação partiu do deputado federal Israel Batista (PSB-DF). Ele insistiu na apuração de possíveis crimes de peculato — uso do cargo para desvio de dinheiro público — e prevaricação.

Um dia depois, Lewandowski pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) para se manifestar acerca da ação protocolada pelo parlamentar. A vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araujo, solicitou o arquivamento da ação. O magistrado seguiu entendimento da PGR, que não viu indícios de crime.

“Ante a conclusão a que chegou o próprio órgão encarregado da persecução penal, forçoso é o acolhimento do pedido de arquivamento deste procedimento, sem prejuízo da reabertura das investigações, caso surjam novas provas”, afirmou Lewandowski.

Bolsonaro no 7 de Setembro

Em suas duas aparições públicas depois do desfile oficial do feriado, o presidente foi acusado de promover comícios. Pela manhã, Bolsonaro discursou em Brasília, capital federal, e, depois, no Rio de Janeiro. Dias depois, o Tribunal Superior Eleitoral proibiu o chefe do Executivo de usar as imagens da data em sua campanha eleitoral.

Informações Revista Oeste

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