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À Justiça, o profissional alega que não tinha nem direito a uma hora de almoço

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Emissora é alvo de ações trabalhistas por parte de ex-colaboradores | Foto: Foto: Divulgação/Globo 

Um ex-funcionário da TV Globo acusa a empresa de não respeitar seus direitos trabalhistas. Luís Cesar Fenzi Magnoli, que trabalhou por 23 anos na emissora como operador de câmeras e editor de videografismo, abriu processo em que pede R$ 1 milhão em indenização.

Ele alega que a emissora tentou fraudar seu contrato com cláusulas de horas extras. De acordo com ele, isso o deixou sem horário de almoço e provocou desgaste pela jornada diária exigida.publicidade

Na ação trabalhista, o argumento é, segundo o site Notícias da TV, que a Globo o contratou em 2000 para trabalhar seis horas por dia, mas que a realidade era diferente. À Justiça, o ex-funcionário afirma que cumpria uma jornada de oito horas.

Fenzi Magnoli trabalhou como operador de câmeras, editor de videografismo e operador de caracteres em programas como o Domingão do Faustão e Programa do Jô. Além disso, ele fazia artes e infográficos que eram exibidos em atrações como Jornal HojeGlobo Esporte e Dança dos Famosos.

Ainda segundo alegações do ex-funcionário, a pré-contratação de horas extras teria sido firmada apenas em setembro de 2003. Ao Poder Judiciário, ele apresentou o que seriam as escalas diárias de trabalho, nas quais o horário de almoço de uma hora era dividido com tarefas profissionais. 

Outros processos milionários de ex-funcionários contra a Globo

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Jota Júnior nos tempos de SporTV | Foto: Reprodução/Grupo Globo

O operador de câmeras e editor de videografismo não é o único caso de ex-funcionário em que move ação trabalhista milionária contra a Globo.

Demitido em março, o narrador Jota Júnior, que trabalhou como narrador por 24 anos na Globo, pede à Justiça o reconhecimento de direitos trabalhistas, pelo tempo que passou contratado como pessoa jurídica (PJ), sem carteira assinada. Na ação, o locutor esportivo pede R$15,8  milhões.

A repórter Flávia Jannuzzi foi demitida um mês depois de Jota Júnior. Ao afirmar que sofreu represália depois de ter criticado um figurino da atriz Deborah Secco, a jornalista, que também alega questões de direitos trabalhistas, pede R$ 4,5 milhões à emissora.

Informações Revista Oeste

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