Segundo o “Wall Street Journal”, o Departamento de Energia norte-americano agora concorda com o FBI sobre a origem da doença. Avaliação, no entanto, é considerada de “baixa confiança”, questionada por quatro agências e um painel nacional de inteligência norte-americanos e foi rebatida pela China.

Departamento de Energia, nos EUA — Foto: Divulgação/ Energy Department USA

Departamento de Energia, nos EUA — Foto: Divulgação/ Energy Department USA 

Um relatório de inteligência do Departamento de Energia dos EUA afirma que o vírus da Covid-19provavelmente surgiu do vazamento de um laboratório chinês, segundo reportagem do “Wall Street Journal” publicada neste domingo (26). 

A conclusão do documento, considerada de “baixa confiança” pelo próprio departamento, é relevante porque a agência supervisiona uma rede de laboratórios nacionais dos EUA, alguns dos quais conduzem pesquisas biológicas avançadas. 

O FBI já havia concluído em 2021 que a pandemia provavelmente foi resultado de um vazamento de laboratório na China, mas outras quatro agências e um painel nacional de inteligência ainda julgam que foi resultado de transmissão natural. 

A CIA, e outras agências, ainda estão indecisas. 

O laboratório de Wuhan, na China, primeiro epicentro da pandemia — Foto: AFP via BBC

O laboratório de Wuhan, na China, primeiro epicentro da pandemia — Foto: AFP via BBC 

Um alto funcionário da inteligência dos EUA afirmou ao Wall Street Journal que a atualização foi feita partir de novas informações, estudo mais aprofundado da literatura acadêmica e consulta a especialistas fora do governo. 

Apesar das análises divergentes das agências, a atualização reafirmou um consenso existente entre elas de que a Covid-19 não foi resultado de um programa chinês de armas biológicas. 

A China já havia contestado que o Covid-19 poderia ter se originado de um vazamento de laboratório e impôs limites às investigações da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

De acordo com um relatório de inteligência dos EUA divulgado em 2021, o vírus SARS-CoV-2, responsável pela pandemia de Covid-19, começou a circular pela primeira vez em Wuhan, na China, em novembro de 2019. Desde então, a origem da pandemia tem sido amplamente discutida por acadêmicos, especialistas em inteligência e legisladores. 

O surgimento do vírus gerou tensões entre os EUA e a China, com autoridades americanas alegando que a China reteve informações sobre o surto. O debate sobre a origem da Covid-19 nos Estados Unidos também foi intenso e muitas vezes polarizado. 

Inicialmente, a visão predominante era de que o vírus teria se originado naturalmente, pulando de animais para humanos, como já ocorrido em outras pandemias. No entanto, com o passar do tempo e a falta de identificação de um hospedeiro animal, a atenção se voltou para a possibilidade de um vazamento acidental de laboratório em Wuhan, onde estudos sobre coronavírus eram realizados.

Informações G1


Foto: Reprodução

O nosso intestino é habitado por uma colônia vibrante e florescente, com trilhões de seres de milhares de espécies diferentes.

Muitos desses micro-organismos, incluindo as bactérias, as arqueas e as eucariotas, já existiam muito antes dos seres humanos. Eles evoluíram conosco e, agora, vivem em número muito maior que as nossas próprias células.

De fato, como John Cryan, professor de anatomia e neurociências da Universidade College Cork, na Irlanda, descreveu de forma um tanto surpreendente em uma palestra TEDx: “quando você for ao banheiro e eliminar alguns desses micróbios, pense: você está ficando mais humano”. Essas legiões de micróbios são conhecidas coletivamente como “microbiota”. Elas exercem uma função bem estabelecida na manutenção da nossa saúde física, da digestão e do metabolismo até a imunidade. Também produzem compostos vitais que o corpo humano é incapaz de fabricar sozinho.

Mas e se elas também tivessem uma ligação com as nossas mentes? Em um novo livro, Are You Thinking Clearly? 29 Reasons You Aren’t and What to Do About It (“Você está pensando com clareza? 29 razões pelas quais você não está e o que fazer a respeito”, em tradução livre), exploramos as dezenas de fatores internos e externos que afetam e interferem na forma como pensamos – da nossa genética, personalidade e tendências até a tecnologia, publicidade e a linguagem.E o fato é que os micro-organismos que habitam o corpo humano podem ter controle surpreendente sobre nossos cérebros.

O início das pesquisas

Ao longo das últimas décadas, pesquisadores começaram a encontrar evidências curiosas, convincentes e às vezes controversas que indicam que liberar nutrientes da nossa alimentação para o cérebro não é a única forma em que a microbiota intestinal ajuda a manter nossa cabeça em perfeita ordem e funcionamento. Ela pode ajudar também a moldar os pensamentos e nosso comportamento. Essas descobertas podem reforçar nossa compreensão e trazer novos tratamentos para uma série de transtornos mentais, como a depressão, a ansiedade e até a esquizofrenia. O quadro ainda está muito longe de ser completo, mas, em meio à pandemia de covid-19, que prejudicou a saúde mental das pessoas em muitas partes do mundo, resolver este quebra-cabeça pode ser mais importante do que nunca.

Nosso intestino abriga uma coleção de diferentes espécies de bactérias, e algumas delas aparentemente se comunicam com o nosso cérebro — Foto: RODOLFO PARULAN JR/GETTY IMAGESUma das histórias que deram origem a este campo de pesquisa ocorreu em uma região de natureza selvagem dos Estados Unidos – e alertamos que sua leitura pode revirar o estômago de algumas pessoas. O ano era 1822. Um jovem comerciante chamado Alexis St. Martin estava descansando ao lado de um posto comercial no que hoje se conhece como ilha de Mackinac, no atual Estado de Michigan, quando um mosquete disparou acidentalmente ao lado dele. O tiro o atingiu a menos de 90 cm de distância.

O impacto foi tão forte que parte dos pulmões, do estômago e boa parte do café da manhã daquele dia saíram pela perfuração que a bala abriu no lado esquerdo do seu corpo. A morte parecia certa, mas um cirurgião do exército chamado William Beaumont saiu ao resgate e salvou a vida de St. Martin, depois de quase um ano e diversas cirurgias. Beaumont não conseguiu, contudo, cicatrizar um buraco que havia se formado no estômago do paciente. A fístula permaneceu como uma herança sombria e perene do acidente. Como o médico não era de deixar passar uma boa oportunidade, mesmo que desagradável, percebendo que o buraco abria uma janela única para se observar o intestino humano, ele passou anos estudando as complexidades do processo digestivo de St. Martin.

Não se sabe ao certo o grau de disposição do paciente para atuar como voluntário, já que Beaumont o contratou como empregado enquanto conduzia suas pesquisas. Era um acordo obscuro que, com quase total certeza, não seria considerado ético hoje em dia. De qualquer forma, entre as descobertas feitas pelo profissional durante seus estudos, ele percebeu que o intestino era afetado pelas emoções de St. Martin, como a raiva. Com esta descoberta, Beaumont – que ficaria conhecido como o “pai da fisiologia gástrica” – teve a ideia de que havia um “eixo entre o intestino e o cérebro”, ou seja, que o cérebro e o intestino não eram totalmente independentes entre si, mas que eles interagiam, com um influenciando o outro e vice-versa.

E, atualmente, sabemos que os micro-organismos do nosso intestino tornam este processo ainda mais complexo e extraordinário.

‘Amigos com benefícios’“

Cada vez mais pesquisas revelam que o microbioma intestinal pode influenciar o cérebro e o comportamento em uma série de animais diferentes”, afirma Elaine Hsiao, professora de fisiologia e biologia integrativa da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos. A forma exata como nossa microbiota pode influenciar a mente é um campo ainda relativamente novo, pioneiro e em crescimento. Mas tem havido avanços nos últimos 20 anos, particularmente em animais.

E estão sendo lentamente construídas evidências que indicam que esses micro-organismos não são apenas uma parte vital do nosso corpo físico, mas também de nossas dimensões mental e emocional. Para John Cryan, “na medicina, nossa tendência é dividir o corpo em compartimentos. Por isso, quando falamos sobre questões do cérebro, costumamos pensar do pescoço para cima”. “Mas precisamos enquadrar as coisas segundo a evolução. É importante lembrar que os micróbios estavam aqui antes que os seres humanos existissem. Por isso, nós evoluímos com esses ‘amigos com benefícios’. Nunca houve uma época em que o cérebro existisse sem os sinais provenientes dos micróbios.”

“E se esses sinais fossem realmente importantes para definir como nos sentimos, como nos comportamos e como agimos? Será que poderíamos modular esses micróbios de forma terapêutica para melhorar o pensamento, o comportamento e a saúde do cérebro?”, questiona Cryan. Elaine Hsiao é uma das principais estudiosas deste campo. Seu laboratório na UCLA estudou o papel que esses micro-organismos podem desempenhar em diversos processos, desde o desenvolvimento do cérebro dos fetos até a cognição e condições neurológicas como a epilepsia e a depressão. Ela também investiga como esses micróbios podem influenciar o nosso cérebro e o nosso pensamento.“Micróbios específicos do intestino podem modular o sistema imunológico de forma a causar impacto sobre o cérebro e também produzir moléculas que sinalizem diretamente aos neurônios para que regulem sua atividade”, explica ela.

“Descobrimos que os micróbios intestinais podem regular o desenvolvimento inicial dos neurônios e gerar impactos duradouros sobre os circuitos cerebrais e o comportamento”, prossegue Hsiao. “Também descobrimos que, em escalas de tempo menores, os micróbios do intestino podem regular a produção de substâncias bioquímicas, como a serotonina, que estimula ativamente a atividade neuronal.” De fato, pesquisas indicam que nossos micróbios podem comunicar-se com o cérebro por diversos caminhos, desde a imunidade até as substâncias bioquímicas. Outro candidato é o nervo vago, que age como “conexão de internet” super-rápida entre o nosso cérebro e os órgãos internos, incluindo o intestino.

A bactéria Lactobacillus rhamnosus JB1, por exemplo, aparentemente melhora o ânimo de camundongos ansiosos e deprimidos. Mas este efeito benéfico é eliminado quando os sinais que viajam ao longo do nervo vago são bloqueados, o que sugere que ele pode ser usado como trajeto de comunicação pela bactéria. Muitas das pesquisas neste campo são realizadas em camundongos e outros pequenos animais. E os camundongos, é claro, não são humanos.

*Terra Brasil Notícias


Ministério da Saúde informa que 108 mil brasileiros são HIV positivo e não sabem

Foto: Getty Images.

O Ministério da Saúde iniciou nesta sexta-feira (17) uma campanha nos meios de comunicação sobre a importância da prevenção da transmissão de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) durante o carnaval, chamando a atenção para a grande quantidade de pessoas que ainda não têm o diagnóstico da doença. Segundo a secretária de Vigilância em Saúde, Ethel Maciel, 108 mil pessoas no Brasil têm HIV positivo e não sabem. “Isso é muito grave”, disse.

O anúncio da campanha publicitária, primeira realizada pelo Ministério da Saúde na nova gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi feito ontem. “Essas pessoas são jovens, elas estão no carnaval. O primeiro passo para a prevenção é termos o diagnóstico. Precisamos que nossos jovens saibam da preocupação e dificuldade do tratamento”, reforçou a secretária.

Importância do preservativoEthel reforçou ainda a importância de toda relação sexual ser feita de maneira protegida. “Precisamos que nossos jovens compreendam que é preciso se divertir e é preciso se proteger. É preciso usar preservativo.”

Chefe do Departamento de HIV/Aids e Infecções Sexualmente Transmissíveis do Ministério da Saúde, Dráurio Barreira garantiu que o Sistema Único de Saúde (SUS) tem “farta e suficiente” distribuição, em pontos em todo o país, de preservativos internos e externos, garantindo que haja prevenção em todo tipo de relação sexual.

Créditos: Diário de Pernambuco.


A chegada do Carnaval acende o alerta para o risco de contaminação pelo vírus HIV que pode ser transmitido por meio de relações sexuais desprotegidas. No intuito de garantir a segurança dos feirenses que vão curtir a festa, a Secretaria Municipal de Saúde disponibiliza a Profilaxia Pós- Exposição (PEP). 

A PEP é uma medida de prevenção de urgência que deve ser utilizada em situação de risco à infecção pelo HIV. Ela faz parte das estratégias de prevenção combinada que tem por objetivo aumentar as formas de intervenção a fim de atender as necessidades individuais de cada pessoa, bem como inserir o método preventivo no cotidiano de quem possui vida sexual ativa.

A coordenadora do Centro Municipal de Referência em IST/HIV/AIDS, Vanessa Sampaio, explica que o método não descarta o uso da camisinha e deve ser iniciado em até 72 horas após a relação sexual que provocou o risco. 

“Essa forma de prevenção é disponibilizada para qualquer pessoa que foi exposta ao risco e não só para quem foi vítima de agressão sexual ou de acidente ocupacional. O método está disponível também para aqueles que tiveram uma relação consentida, mas na hora H esqueceram de usar a camisinha ou ela estourou e surgiu a preocupação”, salientou.

Na rede municipal, o serviço é ofertado nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) dos bairros Queimadinha e Mangabeira com funcionamento 24h e no Centro Municipal de Referência em IST/HIV/AIDS que fica localizado na rua Professor Geminiano Costa, Centro, com funcionamento de segunda a sexta-feira.

Para quem ainda vai embarcar na folia, a distribuição gratuita de preservativos segue disponível nas unidades de saúde vinculadas à Prefeitura de Feira. Para receber a camisinha, basta a pessoa interessada solicitar na recepção. Em menos de trinta minutos também é possível realizar o teste rápido que permite o diagnóstico das Infecções Sexualmente Transmissíveis.


Foto: Dudu Contursi/Estadão Conteúdo

Não há evidência científica que respalde a obrigatoriedade do uso da proteção, segundo o Conselho Federal de Medicina.

O Conselho Federal de Medicina (CFM) enviou, nesta segunda-feira, 13, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), um documento alertando sobre a ineficácia do uso de máscaras na prevenção da covid-19.

O informe é assinado pelo presidente do órgão, José Hiran da Silva Gallo. O CFM chegou a tal conclusão depois de analisar e revisar dezenas de publicações científicas referentes ao tema, incluindo tanto estudos favoráveis ao uso de máscaras para a população quanto estudos contrários ao uso.

“Foram encontrados indícios de prejuízos individuais e coletivos da adoção de políticas de máscaras como as contempladas aqui”, informou o CFM. “Conclui-se que, diferentemente do que ocorre no contexto de profissionais de saúde em ambientes hospitalares usando equipamentos de alto nível, não há justificativa científica para a recomendação ou obrigatoriedade do uso de máscaras pela população em geral como política pública de combate à pandemia da covid-19.”Dentre os trabalhos favoráveis ao uso da máscara de forma disseminada, o CFM citou mais de 20 estudos. Todos eles se apropriam de argumentos semelhantes para justificar o uso do material. “O conjunto das evidências disponíveis aponta que o SARS-CoV-2 é transmitido principalmente por meio de partículas em aerossol, produzidas direta ou indiretamente”, explicou. “Elas tendem a permanecer no ar por longos períodos de tempo e viajar a distâncias relativamente longas, além de serem mais difíceis de filtrar por meio de máscaras faciais.”

O CFM analisou dezenas de publicações sobre a ineficácia do uso de máscaras, mas destacou no texto um recente estudo de metanálise publicado pelo Cochrane Library, referência mundial em medicina especializada.Em seu estudo, a Cochrane Library inseriu 12 ensaios, dez deles randomizados para usar ou não a máscara, abrangendo a análise da transmissão dentro de uma comunidade toda. Os outros dois estudos analisavam a transmissão dentre os funcionários da área da saúde.O centro de estudo concluiu que não há evidência científica que relacione o uso de máscaras com aumento ou diminuição da transmissão de doenças pelo ar. “As conclusões pela ineficácia são baseadas em metanálise de estudos randomizados (RCTs). As máscaras não fazem quase diferença. Os resultados não só não têm significância estatística, como as estimativas pontuais de eficácia são muito próximas de zero.”

*Terra Brasil Notícias


Não há evidência científica que respalde a obrigatoriedade do uso da proteção, segundo o Conselho Federal de Medicina

CFM alerta Anvisa sobre ineficácia de máscaras para covid-19
Foto: Dudu Contursi/Estadão Conteúdo 

O Conselho Federal de Medicina (CFM) enviou, nesta segunda-feira, 13, à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), um documento alertando sobre a ineficácia do uso de máscaras na prevenção da covid-19.

O informe é assinado pelo presidente do órgão, José Hiran da Silva Gallo. O CFM chegou a tal conclusão depois de analisar e revisar dezenas de publicações científicas referentes ao tema, incluindo tanto estudos favoráveis ao uso de máscaras para a população quanto estudos contrários ao uso.

“Foram encontrados indícios de prejuízos individuais e coletivos da adoção de políticas de máscaras como as contempladas aqui”, informou o CFM. “Conclui-se que, diferentemente do que ocorre no contexto de profissionais de saúde em ambientes hospitalares usando equipamentos de alto nível, não há justificativa científica para a recomendação ou obrigatoriedade do uso de máscaras pela população em geral como política pública de combate à pandemia da covid-19.”

Dentre os trabalhos favoráveis ao uso da máscara de forma disseminada, o CFM citou mais de 20 estudos. Todos eles se apropriam de argumentos semelhantes para justificar o uso do material. “O conjunto das evidências disponíveis aponta que o SARS-CoV-2 é transmitido principalmente por meio de partículas em aerossol, produzidas direta ou indiretamente”, explicou. “Elas tendem a permanecer no ar por longos períodos de tempo e viajar a distâncias relativamente longas, além de serem mais difíceis de filtrar por meio de máscaras faciais.”

O CFM analisou dezenas de publicações sobre a ineficácia do uso de máscaras, mas destacou no texto um recente estudo de metanálise publicado pelo Cochrane Library, referência mundial em medicina especializada.

Em seu estudo, a Cochrane Library inseriu 12 ensaios, dez deles randomizados para usar ou não a máscara, abrangendo a análise da transmissão dentro de uma comunidade toda. Os outros dois estudos analisavam a transmissão dentre os funcionários da área da saúde.

O centro de estudo concluiu que não há evidência científica que relacione o uso de máscaras com aumento ou diminuição da transmissão de doenças pelo ar. “As conclusões pela ineficácia são baseadas em metanálise de estudos randomizados (RCTs). As máscaras não fazem quase diferença. Os resultados não só não têm significância estatística, como as estimativas pontuais de eficácia são muito próximas de zero.”

Informações TBN


Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

A Secretária de Saúde da Bahia, Roberta Santana, visitou na manhã desta segunda-feira (13) as instalações do Hospital Dom Pedro de Alcântara de Feira de Santana (HDPA), que é gerido pela Santa Casa de Misericórdia.O objetivo da visita foi verificar a aplicação dos investimentos que vem sendo realizados pelo governo do estado, para ampliação dos serviços, sobretudo na parte de cardiologia, cirurgias ortopédicas e leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Segundo a secretária de saúde, o governo do estado possui atualmente em torno de R$ 2 a 3 milhões contratualizados em serviços.

“A gente deve ter estimado contratualizado em torno de R$ 2 ou 3 milhões. São contratos que envolvem desde cardiologia a mutirão de cirurgias eletivas, e também a parte ortopédica, leitos credenciados, então é um montante de acordo com o que está previsto, a gente tem um número estimado e à medida que vai sendo executado, a gente tem efetivamente o valor do que foi feito”, afirmou.

Conforme Roberta Santana, a Secretaria de Saúde tem trabalhado para trazer o serviço de transplante de coração para a Santa Casa.

Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade


Foto: Ney Silva/Acorda Cidade

A operadora de marketing Sandra Liomara é doadora de sangue há cerca de 10 anos. Para ela o ato de doar é simples, mas pode salvar muitas vidas.

“Geralmente quando está tudo ok, doou pelo menos duas vezes ao ano. Me sinto revigorada, é como se houvesse uma renovação do sangue. É bom para a saúde, para o corpo e a mente. É um gesto de empatia”, destacou sobre a importância da doação de sangue voluntária.Sandra Liomara é doadora no Hief, onde realiza testes periódicos de anemia. Além de realizar o exame, a operadora de marketing aproveita para praticar a solidariade, pois acredita que algum dia tanto ela como algum parente ou amigo pode precisar.

“Venho aqui para doar, mas podem precisar um parente meu, um pai, mãe, filho. O mundo dá voltas, então você tem que fazer pelo próximo o que gostaria que fizessem com você.”Apesar de contar com o voluntariado de alguns pacientes, os estoques do banco de sangue do Hief estão em situação crítica, e para alguns tipos de sangue tem estado sempre zerado.Segundo a enfermeira Josilda Brandão, coordenadora do banco de sangue, a unidade está passando por grandes dificuldades desde o final do ano passado.

“Final de ano é muito difícil, e não é diferente aqui no banco de sangue do Hief. Estamos passando por dificuldade, com todos os tipos de sangue, desde dezembro do ano passado. As pessoas viajam, tiram férias e esquecem de doar sangue. Quem vem doar é quem já está com um parente ou um amigo, precisando para fazer doação. Mas a gente procura atender a todas as pessoas, solicita, liga para vir doar, fazemos um apelo à comunidade nos canais de comunicação, redes sociais, para virem fazer a doação, mas tem pacientes que ficam aguardando dois ou três dias para receber uma bolsa de sangue”, revelou a coordenadora.Segundo Josilda Brandão, para alguns tipos de sangue, o estoque está sempre zerado e tem pacientes à espera.

“Hoje não temos nenhuma bolsa de sangue AB+, mas temos pacientes precisando. É importante doar sangue, porque a gente salva a vida de pessoas. Eu tenho um paciente aqui que em uma cirurgia cardíaca tomou 146 bolsas de sangue, então é uma quantidade muito grande de sangue que sai do Hief, nós atendemos a uma gama de pacientes muito grande e a solicitação é diária. O banco de sangue funciona 24 horas e a demanda também é 24 horas.”Para doar sangue, os voluntários precisam estar bem de saúde, bem alimentados e não podem ter comido alimentos gordurosos antes de irem fazer a doação.

“Os doadores também devem estar munidos de documento original com foto e nessas condições ele vai fazer uma entrevista, aferir pressão, ver os sinais vitais e se tiver tudo normal, a enfermeira vai avaliar se nesse dia ele pode doar sangue. Porque nem todas as pessoas podem fazer a doação naquele dia. Se estiver gripado, a pessoa não pode doar, só depois de 7 dias a depender do tipo de gripo que pode retornar para fazer. Existem vacinas que têm prazo, e quem tem pressão alta também doa, desde que a pressão esteja controlada.”Ela lamentou o fato de a população não incorporar a doação de sangue como parte da rotina.

“A maioria das pessoas que se dirige ao local para doar é porque têm algum parente ou amigo necessitando, como pacientes que vão fazer uma cirurgia, estão em tratamento ou porque sofreram um acidente. Precisamos incorporar no nosso dia a dia, a cada dois meses para os homens ou a cada três meses as mulheres, a doação de sangue. Nós temos as clínicas de hemodiálise que consomem muito sangue, temos a Unacon, que faz tratamento contra o câncer e consome muito sangue, muitas unidades que precisam de ajuda.”

Conforme Josilda Brandão, o banco de sangue do Hief funciona de segunda a sexta, de 7h às 17h, e não fecha no horário do almoço. Com a proximidade do Carnaval, a preocupa com o estoque aumenta ainda mais.

“O Carnaval está em Salvador, mas os tratamentos continuam, as cirurgias, e infelizmente têm acidentes. Como já estamos com o estoque baixo isso preocupa muito a gente, devido à grandiosidade da festa na capital.”

Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade.


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Os beneficiários do Auxílio Brasil em Feira de Santana devem ficar atentos e comparecer à unidade mais próxima de sua residência para o acompanhamento da primeira vigência de 2023. O descumprimento pode gerar o cancelamento do benefício. A convocação está sendo feita pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde.

As famílias que possuem crianças menores de 7 anos e mulheres de 14 a 44 anos, devem fazer o acompanhamento de saúde, através da avaliação nutricional (peso e altura), vacinação das crianças e as gestantes devem seguir o calendário de consultas de pré-natal.

O beneficiário deve levar a Caderneta de Vacinação (crianças e adultos), o Cartão da Gestante e o número do NIS (Cartão do Benefício). 

O acompanhamento é importante para os procedimentos que visam a continuidade no recebimento do benefício e o envio de informações ao Ministério da Saúde.

*SECOM FEIRA DE SANTANA


Foto: Divulgação

Garantir e reforçar a proteção das crianças e adolescentes contra Covid-19 também deve fazer parte da organização para o começo do ano letivo escolar. Em Feira de Santana, o imunizante segue disponível nas unidades de saúde, conforme a faixa etária.

Conforme a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Carlita Correia, as crianças que estão na fase de introdução à vida social, fazendo uso de berçários ou iniciando em creches, devem ser vacinadas, pois são as mais vulneráveis às doenças.

“É importante que a caderneta de vacina desses pequenos seja atualizada porque o organismo ainda está em formação. Eles são mais frágeis porque têm um sistema imunológico imaturo e o contato com outras pessoas expõe a alguns riscos que são preveníveis por meio da vacina”, ressaltou.

O público de seis meses a quatro anos pode ser vacinado contra Covid nas unidades Cassa, Subaé, Caseb 1, Dispensário Santana, com atendimento de 07h às 17h, e a da Rua Nova/Barroquinha- vinculada ao programa Saúde na Hora que tem funcionamento ampliado de 08h às 20h30.

De cinco a 11 anos, a imunização é realizada em todas as Unidades Básicas de Saúde- UBSs, unidades vinculadas ao Programa Saúde na Hora e nas salas de vacina localizadas nos distritos, com funcionamento de segunda a sexta-feira.A partir dos 12 anos, as doses podem ser aplicadas em qualquer UBS ou Unidade de Saúde da Família- USF. É válido destacar que a imunização em menores de 18 anos é feita somente com a presença dos pais ou de um adulto responsável.

Para receber o imunizante, é preciso apresentar os documentos de identidade e cartão SUS, além da caderneta de vacina. Na zona rural, a imunização será feita por agendamento nas unidades. Em Feira, até o início deste mês, mais de 578.717 pessoas já tomaram a primeira dose, 532.049 a segunda, 340.715 a terceira e apenas 128.623 a quarta dose.

As informações são da Secretaria de Comunicação Social