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Se tem uma coisa que é uma delícia no frio é dormir. Uma boa noite de sono está associada à prevenção de diversos problemas de saúde, como obesidade, dor de cabeça, mudanças de humor, queda da libido e disfunção erétil.

Quem dorme mal está mais propenso a desenvolver pressão alta, arritmia cardíaca, AVC, insuficiência cardíaca e diabetes, por exemplo.

Para que o sono seja reparador e de qualidade, é importante adotar alguns hábitos, dentro da chamada higiene do sono. Atenção às dicas:

  • Procure criar uma rotina, dormir e acordar sempre no mesmo horário, inclusive no sábado e no domingo.
  • Quando começar a anoitecer, diminua a iluminação do ambiente e evite usar celular, computador e outras telas. Isso é importante para o corpo entender que é hora de se preparar para dormir e produzir melatonina, que é hormônio do sono.
  • Também vale fazer algo relaxante antes de ir para a cama, como tomar um banho morno, beber um chá de camomila ou um copo de leite quente.
  • Deite-se só na hora que for dormir mesmo, ou seja, não fique enrolando na cama.

A prática de exercícios físicos, comedidos ou intensos, também ajuda na melhora do sono, mas evite realizar até uma hora e meia antes de dormir. Os exercícios liberam sinais químicos, o que faz com que você se sinta mais disposto.

Os hábitos da higiene do sono favorecem a capacidade de adormecer e permanecer dormindo ao longo de toda a noite, e devem ser realizados no decorrer do dia, e não somente horas antes de dormir.

Informações Viva Bem UOL


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O inverno já começou e nesta época do ano, devido às baixas temperaturas, além da preocupação com as doenças respiratórias, precisamos ficar atentos e cuidar, também, da saúde do coração. De acordo com o Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o número de infartos tem um aumento de 30% nesta época do ano.

Com o inverno, há uma tendência na evolução dos processos inflamatórios das vias aéreas, como as gripes e resfriados. Portanto, há um aumento da inflamação das paredes internas dos vasos, sendo fator determinante para a formação de coágulos e da possibilidade de ocorrerem infartos ou derrames cerebrais.

O médico e cardiologista Leandro Costa, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, conversou com o VivaBem Hoje e explicou os motivos de o corpo estar mais suscetível a esses acidentes durante esta estação do ano.

“Nesta época do ano, com as baixas temperaturas, as artérias se contraem para auxiliar o corpo a reter o calor. Como estão mais estreitas, os coágulos e as placas de gorduras podem dificultar o fluxo sanguíneo para o coração. Embora seja um mecanismo natural de proteção contra o frio, durante o processo de vasoconstrição há uma diminuição do calibre das artérias, o que pode aumentar esse risco”, diz.

O cardiologista também alertou para o fato de que normalmente no inverno os hábitos saudáveis são interrompidos. Ou seja, as pessoas costumam se hidratar menos, diminuir o ritmo do exercício e consumir mais álcool e alimentos calóricos. Para um coração saudável, a recomendação é de que o tempo frio não seja um impedimento para manter uma rotina equilibrada.

Informações Viva Bem UOL


Qdenga, do laboratório japonês Takeda, estará disponível apenas em clínicas privadas em um primeiro momento. Esse é o primeiro imunizante autorizado no Brasil para pessoas que nunca entraram em contato com o vírus da dengue, mas também poderá ser aplicado em quem já teve a doença.

Frascos de teste da vacina contra a Dengue da Takeda. — Foto: TAKEDA/DIVULGAÇÃO

Frascos de teste da vacina contra a Dengue da Takeda. — Foto: TAKEDA/DIVULGAÇÃO 

Uma nova vacina contra a dengue estará disponível no Brasil a partir da semana que vem, segundo a Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC). 

A Qdenga (TAK-003), do laboratório japonês Takeda Pharma, é o primeiro imunizante liberado no país para pessoas que nunca entraram em contato com o vírus da dengue. 

Neste primeiro momento, a Qdenga será aplicada apenas na rede privada, como clínicas, laboratórios e farmácias. O valor de cada dose deve ficar entre R$ 301,27 e R$ 402,05, segundo preço tabelado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). 

Em São Paulo, por exemplo, o preço máximo ao consumidor será de R$ 379,40 a dose. 

“As clínicas devem utilizar esse parâmetro na composição da sua precificação final, que também inclui o atendimento, a triagem, a análise da caderneta de vacinação, as orientações pré e pós-vacina, além de todo o suporte que os pacientes necessitam para se informar corretamente sobre a questão da vacinação”, disse a ABCVAC, em nota enviada ao g1. 

O registro da Qdenga foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em março deste ano. 

  • De acordo com a Anvisa, a Qdenga é indicada para a faixa etária de 4 a 60 anos;
  • É aplicada em um esquema de duas doses, com intervalo de três meses entre as aplicações;
  • A vacina é composta por quatro sorotiposdiferentes do vírus causador da doença.
  • Ela também poderá ser aplicada em quem já teve a doença. 

Portanto, não há distinção entre quem teve ou não a dengue, desde que esteja dentro da faixa etária estipulada pela agência reguladora para aplicação das doses. 

Até então, a única vacina contra a dengue disponível no Brasil era a Dengvaxia, fabricada pelo laboratório francês Sanofi Pasteur. O imunizante é recomendado somente para quem já foi infectado com o vírus da dengue. Essa vacina protege contra uma possível segunda infecção, que, no caso da dengue, pode se manifestar de forma mais agressiva e levar à morte. 

E no SUS? Ainda não há prazo para que a Qdenga seja disponibilizada na rede pública de saúde. A liberação depende da aprovação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec), órgão que assessora o Ministério da Saúde na tomada de decisões desse tipo. 

Nos ensaios clínicos, a Qdenga mostrou ter uma eficácia geral de 80,2% contra a dengue causada por qualquer sorotipo após 12 meses da segunda dose. A vacina também reduziu as hospitalizações em 90%. 

Em dezembro de 2022, a agência sanitária europeia European Medicines Agency também autorizou o uso do imunizante na União Europeia. 

Eficácia geral da Qdenga nos testes e redução na taxa de hospitalizações — Foto: JN

Eficácia geral da Qdenga nos testes e redução na taxa de hospitalizações — Foto: JN 

O Instituto Butantan também está desenvolvendo uma vacina contra a dengue: a Butantan-DV. Os trabalhos começaram há mais de 10 anos e, agora, entraram na reta final. 

Nos ensaios clínicos de fase 3, o imunizante mostrou uma eficácia de 79,6% para evitar a doença. O estudo seguirá até todos os voluntários completarem cinco anos de acompanhamento, em 2024. A partir daí, o imunizante poderá ser submetido para aprovação da Anvisa. 

Vacina da dengue do Butantan. — Foto: Governo de São Paulo/Divulgação

Vacina da dengue do Butantan. — Foto: Governo de São Paulo/Divulgação 

Em 2022, o Brasil registrou 1.016 mortes por dengue em 2022, algo nunca visto desde a década de 1980, quando a doença “ressurgiu” no país e começou a ser mais frequente, com ciclos de maior e menor intensidade. 

Nos primeiros meses de 2023, também houve uma explosão da dengue no país. 503 mortes foram confirmadas até maio – é quase a metade de todas as mortes registradas em 2022. Nesse período, mais de 1 milhão de casos de dengue foram confirmados pelo Ministério da Saúde. 

Períodos chuvosos, principalmente no verão, aliados à diminuição da percepção de risco para a dengue, são apontados como os principais motivos que levaram à alta nos casos e mortes em 2022 e no início de 2023. 

Com a chuva, aumentam os riscos de água parada. É o cenário perfeito para que o Aedes aegypti se reproduza. 

O que é essencial saber sobre a dengue:

  • O vírus da dengue é transmitido pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti infectado e possui quatro sorotipos diferentes — todos podem causar as diferentes formas da doença;
  • Todas as faixas etárias são igualmente suscetíveis à doença, porém as pessoas mais velhas e aquelas que possuem doenças crônicas, como diabetes e hipertensão arterial, têm maior risco de evoluir para casos graves e outras complicações que podem levar à morte;
  • Os principais sintomas são: febre alta (acima de 38°C), dor no corpo e articulações, dor atrás dos olhos, mal-estar, falta de apetite, dor de cabeça e manchas vermelhas no corpo. A forma grave da doença inclui dor abdominal intensa e contínua, náuseas, vômitos persistentes e sangramento de mucosas;
  • A dengue hemorrágica, forma mais grave da doença, é mais comum quando a pessoa contrai o vírus pela segunda vez;
  • Ao apresentar os sintomas, é importante procurar um serviço de saúde para diagnóstico e tratamento;
  • Como evitar a dengue? O mais importante é não deixar água parada e acumulando por aí: o mosquito pode usar como criadouros grandes espaços, como caixas d’água e piscinas abertas, até pequenos objetos, como tampas de garrafa e vasos de planta.

Informações G1


No inverno, o corpo precisa de uma ajuda extra para aquecer o ar que entra pelo nariz - iStock
No inverno, o corpo precisa de uma ajuda extra para aquecer o ar que entra pelo nariz Imagem: iStock

O nariz tem um papel essencial no processo de respiração. Ele é responsável por aquecer, umidificar e filtrar o ar que entra em nosso corpo e vai até os pulmões para que lá ocorram as trocas gasosas. Quando a temperatura do ambiente em que estamos fica muito baixa, como acontece no inverno, o corpo precisa de uma ajuda extra para aquecer o ar que entra pelo nariz.

Para isso, o cérebro manda uma quantidade maior de sangue para a região, o que deixa a ponta do nariz mais avermelhada. Essa “ruborização” da pele é conhecida como vasodilatação, e nada mais é, como o próprio nome já diz, do que uma dilatação momentânea do diâmetro dos vasos sanguíneos. Por causa desse aumento, mais sangue passa a circular pela região.

A vasodilatação também é responsável por deixar o nariz vermelho em crises de rinite ou resfriado. Neste caso, a infecção viral leva o órgão a ter uma vasodilatação maior para que os mecanismos de defesa do corpo cheguem mais rápido até a região nasal.

Já em quadros de rinite e alergias respiratórias (como quando entra poeira em nossas cavidades nasais), o organismo libera algumas enzimas, conhecidas como mediadores químicos, que fazem o nariz entupir, escorrer e espirrar. Esses mediadores existem na corrente sanguínea e são liberados na presença de um estímulo alérgico. Quanto mais mediadores são liberados, mais vermelho fica o nariz.

A “ruborização” em temperaturas frias não acontece apenas na pele que reveste o nariz. Quando a temperatura dos tecidos cai por causa do frio, o músculo liso da parede vascular, encontrado no interior dos vasos sanguíneos, fica paralisado e ocorre uma acentuada vasodilatação em outras extremidades, como os dedos.

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No frio, espirramos mais para expulsar ‘invasores’ de nosso sistema respiratórioImagem: Getty Images

Além do nariz vermelho, também costumamos espirrar mais em temperaturas frias. Nosso sistema respiratório é coberto por uma mucosa com pequenos pelos, chamados de cílios, que vibram com o objetivo de “varrer” os microrganismos para fora do corpo.

Em temperaturas baixas, a vibração dos cílios cai bastante, o que facilita a entrada dos “invasores”. Quando nosso organismo detecta a presença desses microrganismos, logo providencia um espirro – ou uma sequência deles – para expulsá-los do corpo.

A baixa umidade do ar é outro fator determinante para o aumento dos espirros, porque pode provocar irritações nas vias aéreas e prejudicar a camada de muco que reveste os órgãos do sistema respiratório.

Fontes: Fabiano Brandão, otorrinolaringologista e especialista em nariz; e Luiz Henrique Florindo, professor de fisiologia da Unesp (Universidade Estadual Paulista).

Informações UOL


Ultraprocessados matam 57 mil pessoas por ano no Brasil; que alimentos são esses?

Um estudo brasileiro feito por pesquisadores Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens/USP), publicado na revista científica American Journal of Preventive Medicine, mostra que, no Brasil, aproximadamente 57 mil mortes prematuras por ano — isto é, em pessoas de 30 a 69 anos — são atribuíveis ao consumo de alimentos ultraprocessados.

É a primeira vez que um estudo desenvolve e aplica um modelo de análise comparativa de risco para estimar as mortes totais atribuíveis ao consumo de alimentos ultraprocessados em um país a partir de dados nacionais de consumo alimentar, demografia e mortalidade.

A pesquisa brasileira foi feita com base no consumo nacional de alimentos para 2017–2018 e dados demográficos e de mortalidade para 2019. “As frações populacionais atribuíveis para mortalidade por todas as causas foram então estimadas dentro de cada sexo e estrato de idade de acordo com a distribuição da contribuição dos alimentos ultraprocessados ​​para a energia total da dieta”, escreveram os autores sobre a metodologia do estudo.
Os pesquisadores concluíram que os alimentos ultraprocessados representavam de 13% a 21% da ingestão total de calorias diárias de adultos brasileiros na faixa etária estudada. O consumo deste tipo de comida é associado, em inúmeros estudos científicos, a um risco mais elevado de obesidade, doenças cardiovasculares, diabetes, vários tipos de câncer, depressão e perda cognitiva, entre outras doenças.

Em 2019, 541.160 pessoas com idades entre 30 e 69 anos morreram. Os cálculos feitos pelos pesquisadores apontam que aproximadamente 57 mil dessas mortes estão associadas ao consumo de alimentos ultraprocessados. Isso representa 10,5% de todas as mortes prematuras em adultos de 30 a 69 anos.

No estudo, os pesquisadores apontam que a redução de apenas 10% das calorias consumidas através de alimentos ultraprocessados na dieta diária dos adultos brasileiros seria capaz de poupar a vida de 5.900 pessoas. Já a redução de 50% da ingestão teria o potencial de evitar 29.300 mortes.

 “O consumo de alimentos ultraprocessados ​​representa uma importante causa de morte prematura no Brasil. A redução da ingestão de alimentos ultraprocessados ​​promoveria ganhos substanciais em saúde para a população e deveria ser uma prioridade da política alimentar para reduzir a mortalidade prematura”, concluíram os autores no estudo.

O que são alimentos ultraprocessados?

Alimentos ultraprocessados são aqueles que passaram por inúmeros processos durante sua produção. Normalmente, eles contêm cinco ou mais ingredientes e foram preparados com aditivos alimentares para alterar o seu sabor, textura e cor ou para prolongar o seu prazo de validade.

Segundo o “Guia alimentar para a população brasileira”, do Ministério da Saúde, são alimentos ultraprocessados:

Biscoitos, sorvetes e guloseimas; Bolos; Cereais matinais; barras de cereais; Sopas, macarrão e temperos “instantâneos”; Salgadinhos “de pacote”; Refrescos e refrigerantes; Achocolatados; Iogurtes e bebidas lácteas adoçadas; Bebidas energéticas; Caldos com sabor carne, frango ou de legumes; Maionese e outros molhos prontos; Produtos congelados e prontos para consumo (massas, pizzas, hambúrgueres, nuggets, salsichas, etc.); Pães de forma; Pães doces e produtos de panificação que possuem substâncias como gordura vegetal hidrogenada, açúcar e outros aditivos químicos.

O documento orienta evitar o consumo deste tipo de alimento. Dentre os motivos, destaca que os ultraprocessados “em geral, são pobres nutricionalmente e ricos em calorias, açúcar, gorduras, sal e aditivos químicos, com sabor realçado e maior prazo de validade”. Alimento ‘viciante’ – Estudos já comprovaram que os alimentos ultraprocessados “viciam” nosso cérebro e paladar. Isso ocorre principalmente por conta da presença de gorduras saturadas, açúcar e sal, ingredientes que deixam a comida mais saborosa e, consequentemente, nos vicia.

“Costumo dizer que isso ocorre, porque nós, humanos, tivemos um desenvolvimento evolutivo em que nosso cérebro se aperfeiçoou para tornar esses componentes da comida, especialmente, agradáveis ​​para nós, porque não são fáceis de obter. Você tem que pensar que para nossos ancestrais, obter gorduras saturadas não era fácil, nem açúcar, nem sal.

O que acontece hoje é que os encontramos em todos os lugares, então ficamos viciados nesses nutrientes, pois o cérebro está preparado para nos recompensar toda vez que os consumimos”, disse Javier Perona, pesquisador do Instituto de Gorduras do Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC) uma agência estatal espanhola, em entrevista ao jornal El Pais.

Com informações do Globo


Estudo aponta que ritalina não melhora a performance de estudantes em provas

Foto: (Carl Lokko/Getty Images)

No começo do ano, muitas farmácias passaram por uma escassez de remédios para Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), principalmente Ritalina. Em uma nota, a Novartis, empresa responsável pelo medicamento, culpou a alta demanda já no fim de 2022.

O período coincide com a época de grandes vestibulares do país. Isso significa que, impulsionados por tendências estrangeiras, estudantes podem ter contribuído para a falta do remédio. O uso de ritalina e outros comprimidos para TDAH se tornou popular em faculdades e escolas americanas, onde alunos sem essa condição compram as pílulas com a promessa de aprimorar a concentração e atenção em provas e durante o estudo – sendo até vendidos como “smart drugs”, “drogas inteligentes”.

Só que elas não dão nada de “smart” para você. Um estudo analisou três psicoestimulantes populares: metilfenidato (a Ritalina), dexanfetamina e modafinil. Os dois primeiros são receitados para TDAH e o último para narcolepsia, um distúrbio do sono.

Os pesquisadores fizeram quarenta voluntários executarem quatro vezes a mesma tarefa. A cada vez eles tomavam uma das pílulas (também houve uma rodada com placebo). O teste era simples, os participantes deveriam escolher entre diversos itens e colocá-los em uma mochila – virtualmente. Cada um dos objetos tinha pesos e valores diferentes, e o objetivo era maximizar o valor agregado da mochila, mas sem ultrapassar determinado peso.

Quando tomaram um dos remédios, os participantes se dedicavam mais à tarefa – mexiam mais os objetos, tentavam mais combinações e demoravam mais para dar a resposta final. Contudo, sua performance era pior do que quando tomavam o placebo. Apesar de se esforçarem mais, seu desempenho piorava com os medicamentos.

“Nossas descobertas sugerem que as “drogas inteligentes” aumentam a motivação, mas uma redução na qualidade do esforço, crucial para resolver problemas complexos, anula esse efeito”, escrevem os pesquisadores em seu artigo.

A sensação de eficiência pode ser uma confusão com o ânimo de trabalhar. Quem toma esses remédios sem necessidade talvez acredite que se sentir motivado e alerta seja o mesmo que desempenhar um bom trabalho.

Os pesquisadores notam também que os remédios são importantes para pessoas com TDAH – eles ajudam quem precisa, mas quem não precisa pode se atrapalhar. Melhor deixar a medicação para os pacientes de verdade.

Créditos: Super Interessante.


A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) concluiu a investigação de uma morte causada por dengue grave. Trata-se de um homem de 36 anos, que teve o caso confirmado após a Vigilância Epidemiológica ter os resultados positivos das amostras do exame laboratorial Dengue NS1 e sorologia IgM que foram analisados pelo Lacen.

Esta é a segunda morte causada por dengue neste ano. Em 27 de fevereiro, um adolescente de 14 anos faleceu devido a complicações graves.

A SMS também investiga outro caso suspeito relacionado à morte de uma mulher de 20 anos. Foram coletadas amostras para exames de meningite, Covid-19 e arboviroses (dengue, chikungunya e zika vírus) e encaminhadas ao LACEN (Laboratório Central de Saúde Pública da Bahia) para análise. O resultado é aguardado.

A equipe da Vigilância Epidemiológica realizou uma busca ativa na região onde essas pessoas residiam. O trabalho de eliminação de criadouros do mosquito Aedes Aegypti está sendo intensificado na localidade.

Somente neste ano, 558 casos de dengue foram confirmados, destes, seis foram classificados como graves e 91 como sinais de alarme.

A Secretaria de Saúde retomou o Comitê de Enfrentamento às Arboviroses para alinhar estratégias de combate e prevenção. Além das capacitações com os profissionais de saúde para a assistência e manejo clínico dos casos.

A recomendação da Vigilância Epidemiológica é que ao notar os sinais, procure a unidade de saúde mais próxima para receber orientações e fazer o exame. Em casos graves, o paciente deve procurar, de forma imediata, as UPAs e Policlínicas Municipais.

O exame para diagnóstico de arboviroses também está disponível no Ambulatório Municipal de Infectologia, localizado na Rua Professor Fernando São Paulo, nº 911, bairro São João. Para ter acesso, o paciente deve apresentar guia de solicitação, documento de identidade e cartão SUS.


Três pessoas que estiveram em uma festa em uma fazenda de Campinas morreram após contrair a doença, transmitida por um carrapato.

Febre maculosa: entenda o que é e quais os sintomas da doença

Febre maculosa: entenda o que é e quais os sintomas da doença 

A morte de três pessoas por febre maculosa nos últimos dias chamou a atenção para os riscos da doença, transmitida por um carrapato. 

A dentista Mariana Giordano (36 anos), o namorado dela, Douglas Costa (42), e uma jovem de 28 anos ficaram doentes após irem a uma mesma festa, que reuniu 3,5 mil pessoas em uma fazenda em Campinas. A morte de uma adolescente de 16 anos que também esteve no evento e teve os mesmos sintomas está sob investigação. 

Mas, afinal, quais são os sintomas da doença? Entenda este e os tópicos abaixo ao longo da reportagem: 

  • Como ocorre a transmissão?
  • Como se prevenir?
  • Quais são as áreas do Brasil onde a doença ocorre?
  • Como é feito o tratamento?
  • Quantas pessoas morreram da doença no Brasil?

A doença pode demorar até duas semanas para se manifestar após o contato inicial. Conforme o Ministério da Saúde, os principais sintomas da doença são: 

  • Febre
  • Dor de cabeça intensa
  • Náuseas e vômitos
  • Diarreia e dor abdominal
  • Dor muscular constante
  • Inchaço e vermelhidão nas palmas das mãos e sola dos pés
  • Gangrena nos dedos e orelhas
  • Paralisia dos membros que inicia nas pernas e vai subindo até os pulmões, causando paragem respiratória

O ministério ressalta que, além dos sintomas acima, com a evolução da febre maculosa, é comum o aparecimento de manchas vermelhas nos pulsos e tornozelos, que não coçam, mas que podem aumentar em direção às palmas das mãos, braços ou solas dos pés. 

Como ocorre a transmissão?

A febre maculosa é transmitida principalmente pelo carrapato-estrela, segundo o infectologista Marco Aurélio Cunha de Freitas, entrevistado pelo g1. No entanto, a transmissão também pode ocorrer por meio de outro carrapato, desde que esteja infectado com uma bactéria chamada de Rickettsia Rickettsii e em uma região endêmica de febre maculosa (leia mais abaixo sobre áreas endêmicas). 

A doença não é contagiosa, o que significa que ela não pode ser transmitida de uma pessoa para outra. 

O médico diz que a transmissão ocorre geralmente entre 6 a 12 horas depois que o carrapato está na pessoa. Marco Aurélio ressalta que, além de tentar se proteger do parasita, deve se ter atenção redobrada ao chegar em casa e na hora do banho. 

“Procurar o carrapato para tirar o mais rápido possível. Se tirar ele muito rápido, não tem perigo. Também tirar o carrapato da maneira correta, não puxar ele de uma forma que você vai fazer ele depositar todo material sanguíneo que ele chupou da gente, se não vai mais bactéria. Pegar ele pelo aparelho bucal dele com uma pinça, tirar e não ficar mexendo. Matar ele no álcool, jogar fora na privada e só.” 

O infectologista explica que a pessoa pode seguir algumas orientações para evitar o contato com o carrapato quando estiver em um local de contágio, como fazer o uso de calças compridas. 

“De preferência passar um elástico na calça para que o carrapato não entre. Usar roupa clara porque, se ele começar a subir em você, você identifica rápido. Depois que passou por aquela área, fazer a procura em você. Se tem carrapato, tirar ele logo. Quanto mais rápido tirar, menores são as chances da doença.” 

Quais são as áreas onde a doença ocorre?

Existem no Brasil dois perfis ecoepidemiológicos associados às bactérias e eles se concentram no Sudeste e Sul, principalmente. Por isso, é raro o registro de caso/óbitos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. 

Como prevenir a febre maculosa

Como prevenir a febre maculosa 

Como é feito o tratamento?

O tratamento é realizado com antibiótico específico, segundo o Ministério da Saúde. Para isso, é necessário que se busque atedimento médico assim que surgirem os primeiros sintomas. Em alguns casos pode ser necessário internação. A falta ou demora no tratamento da doença pode agravar o caso, levando à morte. E a recomendação para o uso do antibiótico é feita mesmo antes de sair o resultado do teste da doença. 

Quantas pessoas morreram da doença no Brasil?

753 pessoas morreram por febre maculosa no Brasil entre os anos de 2012 e 2022. Os dados do Ministério da Saúde apontam que o país teve 2.157 casos confirmados ao longo de 10 anos, 36% deles registrados em São Paulo. Considerando apenas as mortes, municípios paulistas concentraram 62% do total (467 óbitos).

Informações G1


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Quando parte do mundo dos negócios passou a ser remoto em todo o mundo, um bom número de pessoas elegeu as cafeterias como endereço profissional. Custo relativamente baixo, internet e banheiro disponíveis, além do acesso fácil a uma boa xícara de café eram a combinação perfeita para garantir um bom dia de trabalho.

A relação entre produtividade e essa bebida decorre de um de seus componentes, a cafeína. Considerada um estimulante do sistema nervoso central (SNC), ela combate a sonolência e ainda mantém o estado de alerta necessário para dar conta das múltiplas demandas diárias.

O café é a fonte mais consumida de cafeína, mas ela pode ser encontrada no chá-verde, na erva-mate, no guaraná, além do cacau.

É bom, mas pegue leve

O consumo moderado de café é seguro para a maioria das pessoas, e seus benefícios nutricionais permitem que ele integre o cardápio de quem deseja ter um estilo de vida saudável.

A ingestão não deve exceder a 400 mg de cafeína ao dia para adultos.

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Imagem: Arte UOL

A concentração da cafeína varia a depender da qualidade do café. Para se ter uma ideia, uma xícara de café espresso (de 35 ml a 50 ml) pode conter de 58 mg a 76 mg da substância.

Crianças e adolescentes devem evitar seu consumo.

É sugerido que grávidas e lactantes limitem a ingestão a um máximo de 200 mg ao dia. A orientação é da ACOG (sigla em inglês para o Colégio Americano de Obstetrícia e Ginecologia).

O que você ganha com isso

Exagerar nas doses pode aumentar as chances de efeitos adversos imediatos como taquicardia, palpitações, inquietação, nervosismo; tremor, dor de cabeça, dor abdominal e náusea.

Tais situações costumam ser mais frequentes se você se encaixar em algum dos seguintes quadros:

  • doença gastrointestinal, como o refluxo gastroesofágico;
  • hipertensão (pressão alta);
  • idade avançada;
  • tontura ou vertigem que decorram de doenças do labirinto

Já no longo prazo podem aparecer outras manifestações negativas. Confira algumas delas:

  • Insônia
  • Ansiedade
  • Risco na gestação

Você tende a passar mais noites em claro

Um dos efeitos buscados pelo café é manter-se alerta, mesmo quando chega a hora do descanso. Exagerar nas doses, especialmente quando se é mais sensível à cafeína, pode resultar na diminuição do tempo total do sono e sua eficiência, assim como a percepção de sua qualidade.

Noites de insônia podem prejudicar a saúde de todo o organismo, inclusive a mental.

Para quem é muito suscetível e deseja garantir noites bem dormidas, o ideal é abster-se dele. Mas limitar o consumo de cafeína até as 16h já ajuda a melhorar a qualidade do sono, especialmente entre idosos.

Você se sente numa espiral

Muita cafeína pode potencializar sintomas entre indivíduos mais sensíveis com transtorno de ansiedade, quadros como ataque de pânico e ansiedade social, bem como transtorno bipolar. Os cientistas já observaram que esses grupos parecem ser mais vulneráveis aos efeitos negativos do café.

As manifestações tendem a acontecer após doses únicas superiores a 200 mg, ou maiores que 400 mg/dia.

No transtorno de ansiedade, rever a dieta pode ser útil para controlar ou aliviar os sintomas.

Alguns medicamentos cujos efeitos colaterais são a ansiedade podem ter esses efeitos potencializados pela interação com altas doses de cafeína. São exemplos o metilfenidato, a modafinila e a lisdexanfetamina.

Você coloca em risco sua gestação

A cafeína poder ultrapassar a placenta. Além disso, a sua lenta metabolização entre mulheres grávidas —ela pode durar entre 8 a 10 horas— pede maior cautela no consumo de café.

Até o momento, os resultados dos estudos científicos indicam que os efeitos colaterais parecem ser dose-dependentes, ou seja, quanto mais café, maior o risco de eventos adversos.

Altos níveis de cafeína circulando no organismo da gestante podem levar à redução do peso do bebê e interrupção espontânea da gravidez. Como ainda não está totalmente estabelecida a relação de causa e efeito nesses casos, prevalece a orientação de limitar a cafeína a um máximo de 200 mg/dia.

Prazer x dependência

Quem tem o hábito de consumir muita cafeína e para de uma vez pode ter como efeito imediato sintomas de abstinência.

Os especialistas consultados sugerem que quando o prazer de tomar café é substituído pela sua dependência, a ponto de a sua retirada desencadear esse tipo de reação, é preciso reavaliar as escolhas dietéticas, priorizando as que melhoram a qualidade de vida.

Confira os sintomas mais comuns que, em geral, passam em 1 a 2 dias:

  • Dor de cabeça (50% das pessoas apresentam essa queixa)
  • Cansaço
  • Queda de energia e do estado de alerta
  • Sonolência
  • Perda da concentração
  • Mudança de humor
  • Dificuldade de concentração
  • Irritabilidade
  • Confusão mental
  • Queda ou aumento da pressão arterial
  • Tremor nas mãos
  • Aumento da vontade de urinar
  • Sintomas gripais
  • Constipação
  • Dor articular
  • Dor abdominal

Como o corpo processa a cafeína

Cada pessoa metaboliza a cafeína de modo diferente, o que é determinado geneticamente. A depender de como isso acontece, a absorção poderá ser mais ou menos lenta e seus efeitos poderão ser sentidos por maior ou menor tempo.

Ao tomar 1 xícara de café, a cafeína é absorvida rapidamente. Os efeitos estimulantes já podem ser sentidos depois de 15 a 30 minutos e podem durar horas.

O tempo que cada organismo gasta para se livrar dela depende também de fatores como idade, peso, gestação, uso de medicamentos e saúde hepática.

Em adultos saudáveis, esse tempo pode ser de 2 até 6 horas.

As múltiplas ações do café

A cafeína é uma das substâncias mais pesquisadas entre os cientistas porque, além de atuar no SNC, ela é capaz de agir nos principais sistemas do organismo.

Os benefícios da substância são bastante conhecidos, mas as evidências científicas não são suficientes para que ela seja recomendada para prevenir doenças.

Além da cafeína, o café possui centenas de outros fitoquímicos bioativos (polifenois, alcaloides e melanoidinas, etc.), que se formam após a tostagem, bem como minerais como magnésio, potássio e vitamina B3 (niacina).

Esses componentes, juntos, podem reduzir o estresse oxidativo, e ainda melhorar os níveis na glicose e no metabolismo das gorduras.

O estresse oxidativo aparece quando os antioxidantes naturais do corpo não conseguem proteger as células dos danos causados pelos radicais livres.

Como a cafeína bloqueia a depressão do SNC, ao consumi-la junto a bebidas alcoólicas ou outros estimulantes, você sente que pode beber muito mais do que deveria. A sugestão dos especialistas é evitar essa combinação.

Fontes: Fábio Gomes de Matos, psiquiatra e professor titular de psiquiatria da UFC (Universidade Federal do Ceará), integra o corpo clínico do HUWC (Hospital Universitário Walter Cantídio), da mesma instituição e integra a rede Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares); Graziele Maria da Silva, nutricionista clínica com mestrado e doutorado (ciências da nutrição e do esporte e metabolismo) pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), e pós-graduada em fisiologia do exercício pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo); Gustavo Câmara Landim, médico residente de psiquiatra do HUWC-UFC; Leonardo Valente, neurologista e professor do curso de medicina da PUC-PR; Luisa Weber Bisol, psiquiatra e professora adjunta da UFC; e Octávio Marques Pontes-Neto, neurologista e docente do Departamento de Neurociência e Ciências do Comportamento da FMRP-USP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo). Revisão técnica: Graziele Maria da Silva e Fábio Gomes de Matos.

Referências:

  • Van Dam RM, Hu FB, Willett WC. Coffee, Caffeine, and Health. N Engl J Med. 2020 Jul 23;383(4):369-378. doi: 10.1056/NEJMra1816604. PMID: 32706535.
  • EFSA Panel on Dietetic Products, Nutrition and Allergies. Scientific Opinion on the safety of caffeine. EFSA J 2015; 13(5): 4102.

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O pênis é um órgão complexo que tem entre as principais funções ajudar na eliminação da urina e na reprodução humana em pessoas que nasceram biologicamente no sexo masculino.

Apesar de sua importância, geralmente, os cuidados com a saúde do membro são negligenciados, o que pode contribuir para problemas sérios, como o câncer de pênis.

Em casos mais graves, a doença provoca a necessidade de amputação. Para se ter uma ideia, de acordo com dados do Ministério da Saúde, no país foram realizadas 459 amputações em 2022.

No entanto, a situação poderia ser evitada com algumas atitudes simples do dia a dia, principalmente de higiene. A seguir, veja algumas formas de manter a saúde do pênis.

1. Higienização correta

O ideal é realizar a higienização adequada do pênis pelo menos duas vezes ao dia com água e sabão. Durante o banho, para limpar o órgão por completo, é necessário retrair o prepúcio, que é a pele que recobre a glande (cabeça do pênis).

Também é preciso retirar toda a secreção branca acumulada na região. Em seguida, a higienização deve ser realizada nos testículos, virilha e ânus.

2. Ficar de olho nas alterações

De vez em quando, é importante observar o pênis e checar se há alguma alteração, como verrugas, vermelhidão, manchas, ferimentos espontâneos, além de coceiras. Muitas vezes, esses sinais podem indicar falta de higiene e também ISTs (infecções sexualmente transmissíveis).

3. Atentar-se para produtos íntimos

Na maioria das vezes, os produtos íntimos, como sabonetes, não oferecem riscos à saúde. No entanto, alguns, quando usados em excesso, podem irritar a pele ou mucosa do prepúcio, ocasionando lesões secundárias. Isso é mais frequente em homens que são mais propensos a ter alergias. O ideal é buscar produtos neutros ou específicos para a região.

4. Odores e secreções

É importante se atentar para odores fortes e malcheirosos. Estes podem estar associados a contaminações por bactérias, fungos ou vírus. Os microrganismos alteram a microbiota da região, aumentando o risco de inflamações crônicas e câncer de pênis.

5. Cuidados após o sexo e xixi

Logo após a relação sexual, a recomendação é lavar o pênis com água morna e sabão. Em seguida, é preciso secar o membro.

A lavagem correta diminui o risco de infecções e problemas no local. Isso porque remove os resquícios da secreção vaginal (ou anal) ou do lubrificante do preservativo, além do restante de sêmen que fica acumulado no pênis.

Os homens também devem secar o pênis com papel higiênico após urinar para evitar que a região fique úmida e aumente o risco de infecções ou inflamações. Isso é mais comum em homens mais velhos que sofrem de gotejamento urinário, ou seja, há respingos após urinar.

6. Usar preservativo

O uso de preservativos em todas as relações sexuais, inclusive sexo oral, é a melhor forma de prevenir as infecções sexualmente transmissíveis, como HIV, sífilis, HPV ou clamídia. Além de proteger contra diversas bactérias, fungos e outros germes.

7. Tomar a vacina contra HPV

Uma forma de prevenir o câncer de pênis é por meio da imunização contra HPV desde cedo. O SUS (Sistema Único de Saúde) oferece o imunizante gratuitamente para crianças e jovens de 9 a 14 anos.

8. Consulta regular com urologista

É bastante comum que o homem busque o urologista apenas quando surge algum problema, como dificuldades de ereção ou dor. No entanto, realizar um check-up regular com o especialista é a melhor forma de rastrear doenças de forma precoce, incluindo o câncer de pênis.

Fontes: José de Ribamar Calixto, urologista e supervisor da disciplina de câncer de pênis do Departamento de Uro-oncologia da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia); Paulo José de Medeiros, urologista do Hospital Universitário Onofre Lopes, da UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte); e Alex Meller, urologista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

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