Em Feira de Santana, a vacina contra a gripe influenza continua disponível para a população acima dos seis meses de vida. Até o momento, 95.104 pessoas já foram imunizadas contra a doença. Os dados são da Secretaria Municipal de Saúde.
Para receber a dose, o interessado deve apresentar documento de identidade, cartão SUS e caderneta de vacinação. O imunizante é aplicado de segunda a sexta-feira, em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) e de Saúde da Família (USF). É válido destacar que crianças e adolescentes serão atendidos somente na presença dos pais ou responsável.
Quem trabalha durante o dia ou não tem disponibilidade para ir no horário comercial, pode ser vacinado à noite nas seis USFs vinculadas ao Programa Saúde na Hora, com funcionamento ampliado das 8h às 20h30. São elas: Campo Limpo I, V e VI, Liberdade I, II e III, Queimadinha I, II e III, Parque Ipê I, II e III, Videiras I, II e III e Rua Nova II, III e Barroquinha.Confira o endereço das unidades que funcionam até 20h30:USF Campo Limpo I, V e VI: Rua Hosita Serafim, S/N, bairro Campo Limpo.USF Liberdade I, II e III: Rua El Salvador, S/N, bairro Feira VII.USF Queimadinha I, II e III: Rua Pernambuco, S/N, bairro Queimadinha.USF Parque Ipê I, II e III: Rua Ilha do Retiro, S/N, bairro Parque Ipê.USF Videiras I, II e III: Rua Iguatemi, S/N, bairro Mangabeira.USF Rua Nova II, III e Barroquinha: Rua Juvêncio Erudilho, 35, bairro Rua Nova.
A obesidade é uma doença crônica que causa grande preocupação no mundo todo. No Brasil, a projeção para os próximos 12 anos é alarmante: de acordo com o Atlas Mundial da Obesidade 2023, 41% da população adulta terá a doença.
Especialistas explicam que um tratamento individualizado para cada paciente seria o ideal —mesmo ainda não sendo a realidade de muitos, principalmente devido ao preço de alguns medicamentos e à não disponibilidade na rede pública.
Os 4 tipos de obesidade
A classificação dos fenótipos (conjunto de características de uma pessoa) não é algo ainda utilizado formalmente na prática. A definição foi feita baseada em um estudo da Mayo Clinic(EUA), em 2021, com 450 pessoas dos Estados Unidos.
Em entrevista a VivaBem, Andres Acosta, autor principal do estudo e médico gastroenterologista, explica que os pesquisadores resolveram estudar “tudo sobre os pacientes com obesidade” para chegar à seguinte conclusão:
O que acontece, geralmente, é que, para perder peso, as pessoas tentam dietas, medicações, cirurgias. Algumas têm bons resultados com isso e, outras, não. Ao mesmo tempo, há uma tendência em pensar que todo mundo tem o mesmo tipo de obesidade. Na realidade, há vários tipos de obesidade. Andres Acosta, gastroenterologista da Mayo Clinic e autor do estudonone
Com uso de machine learning, tecnologia que permite que algoritmos aprendam padrões e façam previsões, os autores encontraram 4 tipos de obesidade:
1. Cérebro faminto (32%): pessoas que não têm saciedade, que fazem mais refeições —geralmente mais calóricas— e demoram para ficar satisfeitas.
2. Intestino faminto (32%): não necessariamente fazem muitas refeições, mas sentem fome rapidamente após comer algo (dentro de 1 h e 2 h).
3. Fome emocional (21%): pacientes que comem de acordo com as emoções, ou seja, se estão tristes, felizes ou estressados, a pessoa procura sempre a comida como um “refúgio”.
4. Metabolismo lento/combustão lenta (21%):o metabolismo não funciona da forma que deveria; o grupo não consegue queimar as calorias correspondentes ao seu peso, altura, idade e gênero.
Os pesquisadores não conseguiram identificar um fenótipo em 15% dos participantes; 25% dos pacientes foram classificados em dois ou mais fenótipos.
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Como seria esse tratamento mais individualizado
Depois da definição dos tipos de obesidade, os pacientes foram acompanhados por um ano em um centro de controle de peso.
Os participantes passavam por um plano de dieta específico para o “tipo de obesidade” no qual foram classificados, assim como uma medicação que mais se encaixava no perfil e outras intervenções no estilo de vida.
Na fome emocional, por exemplo, o foco é controlar a alimentação vista como recompensa para o paciente, então a medicação mais indicada é o Contrave —e não um remédio que reduza o apetite.
O plano de dietas é fruto de outro de estudo realizado também pela Mayo Clinic e publicado no Lancet este ano.
Quando os pacientes tinham dois ou mais fenótipos, os pesquisadores selecionaram a medicação com base no tipo mais predominante.
Cérebro faminto
Medicação sugerida: fentermina com topiramato, que não está disponível no Brasil. Aqui, uma substituição seria a sibutramina.
Dieta pouco calórica e rica em fibras, com 1 a 2 refeições por dia.
Não há necessidade de fazer atividade física. É possível atingir 10 mil passos, pelo menos, por dia.
Intestino faminto
Medicação sugerida: liraglutida (Saxenda) ou semaglutida (Wegovy).
Dieta com pouco carboidrato (low carb) com shakes de proteína antes das refeições e snakes saudáveis com proteína. De 3 a 5 refeições por dia.
Não há necessidade de fazer atividade física. É possível atingir 10 mil passos, pelo menos, por dia.
Dieta low carb, com escolhas alimentares de acordo com a preferência do paciente. Sugestão de 3 refeições ao dia.
Terapia comportamental com sessões semanais.
Metabolismo lento/combustão lenta
Medicação sugerida: os pesquisadores pensaram na fentermina, que não está disponível no Brasil, mas como só pode ser utilizada por três meses nos EUA, eles não consideraram seu uso —já que a obesidade é uma doença crônica.
Dieta low carb, com shake de proteína após o treino, com 3 refeições ao dia.
Plano de exercícios intensos (HIIT + treino de resistência + 10 mil passos por dia).
Sobre a questão da atividade física não estar presente em todas os tipos, Acosta explica que pode ser difícil incluir a prática logo de cara.
É fácil dizer: ‘Faça dieta, exercícios e terapia’. Na realidade, às vezes, é difícil os pacientes fazerem tudo. A maioria das pessoas que pratica atividade física, no dia seguinte, sente muita fome. Se você segue dieta e faz exercícios, as duas coisas fazem você sentir fome. Com isso, pode ser difícil se manter nela. Por isso, talvez, a pessoa possa não fazer exercícios no começo do tratamento. Andres Acosta, gastroenterologista da Mayo Clinic e autor do estudonone
Importante ressaltar que todo tratamento de obesidade exige acompanhamento de um profissional.
Principais resultados
A abordagem guiada pelo fenótipo foi associada a uma perda de peso 1,75 vez maior após 1 ano.
A perda de peso média no grupo dos fenótipos foi 15,9% em comparação ao grupo que seguiu as orientações “padrões”, que teve 9%.
A proporção de pacientes que perderam mais que 10% em 12 meses foi de 79% em comparação com 34% no grupo de tratamento não guiado por fenótipo.
A obesidade é um problema mundial. Todos nós devemos estar juntos nessa. Precisamos de educação em obesidade e, principalmente, fazer com que os pacientes recebam o tratamento adequado para que eles não percam tempo. Andres Acosta, gastroenterologista da Mayo Clinic e autor do estudonone
O que dizem os especialistas
Apesar de ter limitações, os médicos consultados explicam que a individualização no tratamento dos pacientes, com definições de fenótipos, é um caminho que realmente pode trazer melhores resultados.
Não é algo fácil de replicar, mas já estamos em treinamento. Desta forma, é possível delinear os tratamentos —e já dá para perceber que é o que mais funciona no consultório. Andressa Heimbecher, endocrinologista e metabologista, membro da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia)none
O grande achado do estudo foi a questão de tentar medicamentos mais assertivos, com mais chance de dar certo com o paciente. Até um tempo atrás —e no SUS ainda é assim—, a gente sugeria o que o paciente poderia comprar. Respeitando as contraindicações, o estudo mostrou que terapias mais direcionadas aumentam a chance de o paciente perder peso. Fábio Moura, diretor da SBEM e endocrinologista do Hospital Universitário Oswaldo Cruz, da Universidade de Pernambuconone
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Isso poderia ser aplicado na prática em outros países?
Sim, de acordo com Acosta. “O jeito que nós classificamos nossos pacientes com fenótipos é bem complicado, mas temos uma companhia dentro da Mayo Clinic, que possui testes genéticos que qualquer pessoa pode fazer [para descobrir o tipo de obesidade que tem]. Com base nisso, podemos replicar isso em outros lugares e oferecer esse tratamento específico para o fenótipo do paciente”, explica.
Para além de questões estéticas, no geral, o tratamento da obesidade envolve:
Mudanças do estilo de vida: adoção de dieta variada, saudável e hipocalórica, exercícios físicos.
Medidas de higiene do sono.
Tratamento de condições psiquiátricas (depressão, ansiedade) e terapia cognitivo comportamental.
Medicamentos quando necessário e apenas com orientação médica.
Em algumas situações, a cirurgia bariátrica e outros procedimentos podem ser uma opção.
Você sabia que o sexo oral, sem proteção, pode aumentar os riscos de câncer de garganta? Os tumores não surgem pela prática em si, mas pelo eventual contato com o vírus HPV, que costuma infectar a mucosa genital, oral e anal de homens e mulheres. Quase ninguém pensa nisso na hora do prazer, mas a estimativa é que metade dos casos de tumores de orofaringe, entre 2030 e 2040, vai ser causada pelo HPV – os outros 50% estão relacionados ao tabagismo. E quem tem muitos parceiros precisa ter cuidado redobrado. Estudos indicam que o sexo com mais de seis pessoas durante a vida aumenta em 8,5 vezes o risco de desenvolver a neoplasia de orofaringe em relação às pessoas que não praticam sexo oral.
Isso não quer dizer que é preciso dar adeus a essa prática sexual. A oncologista Letícia Martins, da Oncoclínicas Rio de Janeiro e do Hospital Marcos Moraes, diz que é possível combater a infecção por HPV com duas medidas simples: o uso de preservativos e a imunização.
— Outras medidas úteis são evitar o tabagismo e o consumo excessivo de álcool — comenta a médica, que lembra ainda que a vacinação contra o HPV, para maiores de 14 anos, apesar de não estar disponível no SUS, é aconselhável.
Para cada ano do triênio 2023-2025, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estima 15.100 casos de câncer da cavidade oral e orofaringe, sendo um risco estimado de 6,99 por 100 mil habitantes. Essa incidência vem aumentando no país, assim como ocorre em outros países desenvolvidos.
É estimado que 85% da população entre em contato com o vírus HPV em algum momento da vida. Contudo, isso não significa que o câncer irá de fato se desenvolver. Após o contato com o vírus, a maior parte das pessoas consegue eliminá-lo através do seu sistema imune. No entanto, eventualmente, o vírus não é eliminado e uma infecção crônica se desenvolve. Essa infecção pode persistir por muitos anos e não causar nenhum tipo de sintoma, o que não impede que o vírus seja transmitido para outra pessoa. Além do sexo oral, a transmissão do vírus também pode ocorrer por meio de relações sexuais vaginais ou anais, causando outras neoplasias, como câncer de colo do útero, vagina, vulva, pênis e anus.
Uma pesquisa divulgada pela Universidade de São Paulo (USP), em que foram analisados dados de 15.391 pacientes do Registro de Câncer de Base Populacional do município de São Paulo (RCBP-SP), contabilizados no período de 1997 a 2013, mostrou que o risco de câncer de boca e orofaringe (principalmente) associados ao Papilomavírus Humano (HPV) aumentou entre homens e mulheres jovens com idade até 39 anos. As estruturas que compõem a orofaringe são a base da língua, o palato mole, as amígdalas e paredes laterais e posterior da faringe. Principalmente a base da língua e as amígdalas são os locais mais acometidos pela doença HPV relacionada.
Sintomas podem ser confundidos com problemas de saúde
Sabe aquela infecção de faringe e amígdalas que, apesar de tratada, não passa? Elas merecem atenção e investigação. Outros sintomas, bastante inespecíficos nas fases iniciais da doença, são dor ao engolir, aumento de ínguas no pescoço ou alguma ferida na região da orofaringe, que pode levar a um sangramento. “Se você tiver uma infeção que, mesmo que tratada, não passa ou sentir outros sintomas como os exemplificados por mais de duas semanas, deve procurar um especialista para iniciar uma investigação”, indica Letícia.
Diagnóstico precoce
“O câncer de orofaringe não tem formas de rastreio. Por isso, é fundamental que se procure um especialista caso persistam sintomas na região da garganta. O diagnóstico precoce é fundamental”, ressalta a oncologista.
Caso o tumor seja confirmado através de uma biópsia, o próximo passo é entender se ele se espalhou. Isso pode ser feito através de exames como tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética do pescoço e do tórax.
Existe tratamento?
Existe tratamento tanto para lesões iniciais quanto para aquelas mais avançadas. Vários fatores são levados em consideração além do estadiamento da doença para se definir a melhor estratégia terapêutica, e, idealmente, essa definição deve ser feita por uma equipe multidisciplinar, em conjunto com o paciente.
O tratamento pode incluir:
Radioterapia IMRT: é um tipo de radioterapia que tem maior precisão na hora de tratar o tumor. Com isso, o paciente apresenta menos efeitos colaterais e os resultados são expressivos; Quimioterapia: são medicamentos utilizados na maioria das vezes por via endovenosa que atrapalha a replicação das células, inclusive as células tumorais, levando-as à morte; Terapia-alvo: são drogas que atuam de forma diferente da quimioterapia padrão, apresentando também efeitos colaterais distintos. Em linhas gerais elas impedem que a célula tumoral se multiplique; Imunoterapia: este tratamento auxilia a atividade das células de defesa do paciente no combate à doença. Pode ser utilizada em combinação ou não com químio, a depender de características clínicas do paciente e da expressão do PDL1, uma proteína presente na superfície do tumor.
A cidade de Feira de Santana agora conta com uma clínica de referência no tratamento do autismo, TDAH e transtornos do neurodesenvolvimento, através de terapias integrativas e metodologias inovadoras. A Clínica INTEGRA, que nasceu com o propósito de trazer mais qualidade de vida para a região, será inaugurada nesta terça-feira, dia 18 de julho, às 18h, na Rua Domingos Barbosa de Araújo, 701. A clínica, liderada pelo pediatra Dr. Sandro Nunes e pela fisioterapeuta Erika Samile de Carvalho Costa, responsáveis técnicos, é especializada no atendimento infantil, até 12 anos, e atua de forma multidisciplinar nas áreas de neuropsicologia, nutrição, psicologia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicopedagogia, musicoterapia, fisioterapia. Com uma equipe de profissionais especializados em diferentes áreas, a Clínica INTEGRA está preparada para receber os usuários de planos de saúde e particulares, oferecendo um atendimento completo e personalizado.
Segundo Dr. Sandro Nunes, pediatra e técnico responsável da Clínica INTEGRA, “o treinamento dos pais é um aspecto crucial no tratamento de crianças atípicas. O contexto familiar desempenha um papel fundamental no aprendizado das habilidades sociais e no progresso dessas crianças. Através do trabalho participativo com os pais, podemos fortalecer comportamentos adequados e promover um desenvolvimento saudável e significativo para nossos pacientes.” Dr. Nunes ressalta a importância do acolhimento humanizado destas famílias, que em sua maioria também precisa de orientações e cuidados.
“A Clínica INTEGRA é um centro de referência infantil que busca fornecer assistência integral à saúde e ao desenvolvimento de crianças atípicas. Nosso objetivo é acolher não apenas o paciente, mas toda a família, promovendo uma reabilitação e o desenvolvimento de habilidades e funções”, afirmou Erika Samile de Carvalho Costa, responsável técnica da INTEGRA. Ainda segundo Erika, entre os principais objetivos da clínica estão a estimulação cognitiva, o fortalecimento da musculatura e equilíbrio, a melhoria das habilidades funcionais e o enriquecimento de aspectos comportamentais em família e profissionais. Além disso, a Clínica INTEGRA busca promover o amadurecimento social e emocional das crianças atendidas. A infraestrutura da clínica conta com 20 salas, localizadas no centro da cidade, proporcionando fácil acesso e um ambiente climatizado e lúdico para as crianças. A acessibilidade é prioridade na Clínica INTEGRA, garantindo que todas as famílias se sintam acolhidas e confortáveis durante o tratamento. Um dos destaques da clínica é a terapia lúdica, que utiliza o brincar como base para a construção de vínculos, aprendizagem de regras sociais e amadurecimento emocional. Através de diferentes terapias, como a Análise Aplicada do Comportamento (ABA) e a Terapia Cognitivo-comportamental, a clínica visa o desenvolvimento das habilidades sociais, comunicativas, adaptativas e organizacionais das crianças.
Neste domingo, 16, o Hospital Dom Pedro de Alcântara (HDPA), mantido pela Santa Casa de Feira de Santana, começou a receber pacientes para tratamento clínico. A contratação emergencial é parte do plano de contingência do Estado para atender de forma imediata os pacientes do município de Feira e região que precisam de internamento.
Atualmente o Estado já mantém serviços contratados com a Santa Casa nas áreas de ortopedia, cirurgias eletivas, cardiologia e ainda leitos na Unidade de Terapia Intensiva, UTI, que a partir desta segunda-feira, 17, foram ampliados em 50% – saem de 10 para 15 leitos.
“Convocamos nosso time para apoiar o plano de contingência do Estado e colocamos mais uma vez a estrutura e equipe da nossa Santa Casa à disposição de Feira de Santana. Já estamos fazendo a nossa parte para auxiliar a população”, destaca Dr. Rodrigo Matos, provedor da entidade.
CREDENCIAMENTO AMPLIADO
A partir desta segunda-feira a Santa Casa de Feira de Santana passa a oferecer 30 leitos para atendimento clínico.
A ampliação, que garante assistência aos pacientes nos casos de internamento, é fruto da ampliação do contrato que Secretaria de Saúde do Estado mantém com a entidade filantrópica.
Nos últimos seis meses foram aproximadamente 2 mil cirurgias eletivas e mais de 400 cirurgias na área de ortopedia. “Nossa equipe não medirá esforços para cumprir mais esta missão, que é importante para a comunidade que depende do atendimento pelo Sistema Único de Saúde, SUS”, afirma Rodrigo Matos.
A contratação desses leitos de retaguarda no Hospital Dom Pedro é uma expressiva contribuição para a melhoria do fluxo dos pacientes em Feira de Santana e região, observa o provedor.
“Ontem, após a solicitação e autorização da secretária estadual de Saúde, Roberta Santana, conseguimos admitir vários pacientes que aguardavam um leito de internamento clínico, o que impactou positivamente no sistema de saúde de Feira”, aponta Dr. Rodrigo Matos.
O diretor técnico da Santa Casa, Dr. Edval Gomes, comemorou o novo credenciamento e ressaltou que a instituição irá assegurar assistência qualificada a um número ainda mais significativo de pacientes. Ele elogiou a iniciativa da Sesab de buscar uma resposta rápida às demandas da saúde em Feira de Santana.
Efeito foi menor em pacientes mais velhos ou em estágio mais avançado da doença. Estudo foi publicado na revista científica Jama, o que significa que foi revisado por especialistas.
Droga experimental mostrou avanços contra Alzheimer — Foto: Reprodução/TV Globo
A droga experimental donanemab, da farmacêutica Eli Lilly, retardou a progressão do Alzheimer em 60% para pacientes nos estágios iniciais da doença, de acordo com dados de testes apresentados nesta segunda-feira (17).
Os resultados parciais do estudo já haviam sido divulgados em maio, mas foram publicados agora na íntegra na revista científica Jama (Journal of the American Medical Association), o que significa que passaram por revisão de especialistas.
As descobertas ressaltam que “a detecção e o diagnóstico precoces podem realmente mudar a trajetória dessa doença”, disse Anne White, presidente de neurociência da Lilly.
👉 O que é o donanemab? É um anticorpo projetado para eliminar uma substância chamada beta-amilóide. A amilóide se acumula nos espaços entre as células cerebrais, formando placas que são características da doença de Alzheimer.
🔬 O ensaio clínico incluiu 1.736 pacientes com Alzheimer leve, de 60 a 85 anos. A droga experimental retardou a progressão do Alzheimer em 60% nesses casos.
🧪 Os resultados foram menos robustos em pacientes mais velhos e pacientes com níveis mais avançados da doença.
🧠 O inchaço cerebral foi um efeito colateral comum em até um terço dos pacientes. Para a maioria, foi resolvido sem causar sintomas — mas três voluntários morreram devido ao inchaço.
🧫 Metade dos pacientes conseguiu interromper o tratamento após um ano, porque havia eliminado depósitos cerebrais suficientes.
📉 Os participantes tratados com donanemab também tiveram um risco 39% menor de progredir para o próximo estágio clínico da doença durante o estudo de 18 meses.
Abaixo, veja mais detalhes sobre o estudo:
– Inchaço cerebral: O estudo mostrou que o inchaço cerebral, um efeito colateral conhecido de drogas como donanemab, ocorreu em mais de 40% dos pacientes com predisposição genética para desenvolver a doença de Alzheimer.
A empresa havia relatado anteriormente que 24% do grupo geral de tratamento com donanemab apresentava inchaço cerebral.
– Hemorragia cerebral: ocorreu em 31% do grupo donanemab e cerca de 14% do grupo placebo.
👉 As mortes de três pacientes do estudo estavam ligadas ao tratamento, relataram os pesquisadores.
“Esses efeitos colaterais não devem ser menosprezados, mas a maioria dos casos foi controlada por monitoramento com ressonância magnética (MRI) ou interrupção do medicamento”, disse a investigadora do estudo, Dra. Liana Apostolova, professora de pesquisa da doença de Alzheimer na Escola de Medicina da Universidade de Indiana.
Os médicos provavelmente usarão “uma triagem de segurança de ressonância magnética muito rigorosa enquanto tratamos esses pacientes”, disse ela.
A farmacêutica disse que o efeito do tratamento com donanemab continuou a aumentar em relação ao placebo ao longo do teste de 18 meses, mesmo para os participantes que foram retirados do medicamento depois que seus níveis de depósitos amiloides caíram significativamente.
“No final do estudo, o paciente médio estava sem medicamento por sete meses e ainda assim continuou a se beneficiar”, disse White.
Ela disse que as descobertas apoiam a ideia de que o donanemab pode ser interrompido assim que o amiloide for eliminado do cérebro.
A empresa disse em maio que o estudo atingiu todos os seus objetivos, mostrando que o donanemab retardou o declínio cognitivo em 29% em comparação com um placebo em 1.182 pessoas com comprometimento cognitivo leve ou demência leve cujos cérebros tinham depósitos de duas proteínas-chave do Alzheimer, beta-amiloide e tau.
Para pacientes com tau alta, donanemab mostrou retardar a progressão da doença em cerca de 17%, enquanto o benefício foi de 35% para aqueles com níveis de tau baixos a intermediários.
Os resultados completos do estudo foram apresentados na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer em Amsterdã e publicados no JAMA nesta segunda-feira.
Lilly espera que a Food and Drug Administration dos EUA decida até o final deste ano se aprova o donanemab.
A farmacêutica disse que as submissões a outros reguladores globais estão em andamento e a maioria será concluída até o final do ano.
A FDA concedeu neste mês a aprovação padrão ao Leqembi, o primeiro tratamento modificador da doença de Alzheimer a atingir esse objetivo, abrindo caminho para uma cobertura de seguro mais ampla do medicamento.
Ambos os medicamentos também estão sendo estudados em grandes ensaios para ver se eles têm um impacto no atraso do início dos sintomas da doença de Alzheimer.
Procurado pelo g1,a farmacêutica informou que ainda não há previsão de submeter pedido de aprovação para a Anvisa.
À medida que os aniversários vão passando, sinais do envelhecimento surgem, apesar de muitos tentarem exaustivamente escondê-los: cabelos grisalhos, rugas no rosto, problemas de locomoção, dores articulares, além de sintomas metabólicos, como aumento da pressão arterial e dos índices de colesterol ou glicose, e do aparecimento de doenças relacionadas à idade, como Alzheimer, demência e osteoporose.
No entanto, os indícios da passagem do tempo para outros são mais tênues e demoram a surgir. Apesar de ser um processo natural, o envelhecimento não é vivenciado de forma igualitária por todo mundo.
Existem estudos e pesquisas que buscam explicar fatores além da boa genética combinada aos hábitos de vida saudável e, ainda, se haveria uma idade biológica diferente da cronológica.
Contudo, a detecção precoce de envelhecimento seria uma oportunidade de atrasar, mudar ou, até mesmo, reverter a sua trajetória?
Para Jullyana Chrystina Ferreira Toledo Affonso, geriatra do Fleury Medicina e Saúde, pode-se reduzir o impacto quando se tem como foco manter o melhor estilo de vida possível, além de rastrear e tratar adequadamente as doenças diagnosticadas.
Fazer exames de check-up e avaliações gerais de saúde são fundamentais para prevenir e diagnosticar precocemente doenças graves, de acordo com Charlys Barbosa Nogueira, geriatra e presidente da SBGG-CE (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – Secção Ceará).
O tempo não para
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O envelhecimento é uma arte e o modo como cada pessoa envelhece é único, nas palavras de Maurício de Miranda Ventura, geriatra, presidente do Departamento Científico de Geriatria da APM (Associação Paulista de Medicina) e diretor técnico do serviço de geriatria do Hospital do Servidor Público Estadual (SP).
O processo é influenciado por inúmeras razões: genéticas, físicas, psicológicas, emocionais e socioeconômicas. “Não é à toa que as populações que têm uma expectativa de vida maior pertencem aos centros mais desenvolvidos, não somente em função dos recursos disponíveis aos cuidados de saúde, mas também pela retaguarda social que essa população tem”, afirma.
Para Ventura, o que existe é o envelhecimento bem-sucedido, em que se mantém a independência e a autonomia; e a maneira como cada um encara esse processo é fundamental para o êxito.
“Ao comparar duas pessoas com a mesma idade —85 anos— sendo que uma tem uma sequela de um acidente vascular encefálico, com sequelas motoras que acarretam dificuldade para caminhar; e a segunda não tem nenhuma doença mais grave. Enquanto a primeira não consegue sair de casa sozinha e depende de parentes e cuidadores para passear e fazer compras, a segunda realiza as atividades sem maiores dificuldades, podendo-se dizer que tem um envelhecimento bem-sucedido não porque não tenha doenças graves, mas por manter a independência e a autonomia”, exemplifica o presidente do departamento científico de geriatria da APM.
Velocidade do envelhecimento é a mesma para todos?
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Para Ventura, a velocidade é igual, pois o processo eleva o risco de inúmeras doenças crônicas, porém há pessoas que envelhecem bem, ativas, sentindo-se úteis e produtivas —não apenas nos aspectos profissional e financeiro—, fazendo planos e realizando sonhos, são mais resilientes e adaptam-se melhor aos problemas decorrentes, como os déficits auditivos e visuais, e conseguem superá-los.
Outras não encaram as alterações da passagem dos anos positivamente, deixam de realizar atividades prazerosas e limitam-se por se considerarem velhos. Nessa situação, aspectos emocionais e psicológicos desempenham um importante papel e os tornam menos resilientes.
Com o avanço da idade, ocorre a perda funcional e um desgaste natural das células que precisam ser repostas. Nesse processo de regeneração dos tecidos, se as células tiverem danos, decorrentes de maus hábitos ou de alguma síndrome genética, mais perdas ocorrem, de acordo com o estilo de vida, acelerando o envelhecimento. Camila Sacchelli Ramos, professora e coordenadora do curso de ciências biológicas da Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP)none
Existe idade biológica?
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Marcelo Valente, geriatra, professor da disciplina de geriatria da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) e da Santa Casa de São Paulo, explica que a idade biológica se refere à velocidade de declínio das funções celulares do organismo.
“A idade biológica permite a percepção mais completa sobre o processo de envelhecimento: funções metabólicas, qualidade de vida, independência e capacidades”, afirma o presidente da SBGG-CE.
Mas ela é difícil de ser mensurada. “Existem calculadoras que levam em conta parâmetros laboratoriais como Aging.AI ou parâmetros clínicos como PsychoAge e SubjAge, psicológicos e subjetivos. Há alternativas mais complexas de se mensurar como por meio do relógio epigenético (análise de DNA)”, esclarece Valente.
Diferentemente da cronológica (que corresponde a quantos anos você tem), que não é modificável, a idade biológica é influenciada pela genética, pelo estilo de vida e pelo ambiente:
A genética é responsável por somente 25% pela maneira como se envelhece
O estilo de vida e as condições ambientais são responsáveis pelos outros 75%
Quando um indivíduo tem familiares longevos (fator genético), vive em boas condições ambientais (boa qualidade do ar, saneamento básico adequado, baixo índice de violência) e adota estilo de vida saudável com prática regular de exercícios, boa alimentação e não é tabagista nem etilista, há uma chance maior de ter um envelhecimento bem-sucedido. Marcelo Valente, geriatra, professor da disciplina de geriatria da FMABCnone
Esses fatores podem desacelerar a idade biológica, e outros são capazes de acelerá-la.
“Envelhecer de forma saudável não é apenas envelhecer sem doença, mas é, também, preocupar-se com aspectos que vão muito além de estar ou não doente”, enfatiza o geriatra da geriatra SBGG-CE.
Marcadores do envelhecimento
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Envelhece-se à medida que os telômeros (parte final dos cromossomos) se encurtam até que não é mais possível fazer a replicação do DNA, na explicação da geriatra do Fleury. “Essa é, inclusive, uma das teorias a respeito do envelhecimento biológico.”
Além disso, usam-se outros parâmetros como aumento dos marcadores inflamatórios e diminuição da resposta imune.
Na prática clínica, pode-se utilizar dados mais objetivos, por exemplo, quantidade de massa muscular, funcionalidade e carga de comorbidades.
É possível também avaliar o enrijecimento das artérias, que se relaciona a doenças cardiovasculares e mortalidade. Dessa maneira, ter artérias mais enrijecidas do que o esperado para pessoas da mesma idade significa ter uma idade cronológica maior.
Fontes: Camila Sacchelli Ramos, professora e coordenadora do curso de ciências biológicas da Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP); Charlys Barbosa Nogueira, geriatra e presidente da SBGG-CE (Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – seção Ceará); Jullyana Chrystina Ferreira Toledo Affonso, geriatra do Fleury Medicina e Saúde; Marcelo Valente, geriatra, professor da disciplina de geriatria da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) e da Santa Casa de São Paulo; e Maurício de Miranda Ventura, geriatra, presidente do Departamento Científico de Geriatria da APM (Associação Paulista de Medicina) e diretor técnico do serviço de geriatria do Hospital do Servidor Público Estadual (SP).
OMS decide que um dos adoçantes mais populares do mundo utilizado na Coca-Zero é “possivelmente cancerígeno“
Foto: Unsplash/Samuel Bryngelsson.
O adoçante aspartame é um “possível cancerígeno“, mas continua seguro para consumo em níveis já acordados, declararam dois grupos ligados à Organização Mundial da Saúde (OMS).
As decisões são resultado de dois painéis de especialistas da OMS: um deles sinaliza se há alguma evidência de que uma substância é um perigo potencial; o outro avalia quanto de risco real essa substância realmente representa.
O aspartame é um dos adoçantes mais populares do mundo, usado em produtos como refrigerantes dietéticos da Coca-Cola e algumas gomas de mascar.
Entretanto, em uma coletiva de imprensa antes do anúncio, o chefe de nutrição da OMS, Francesco Branca, sugeriu que os consumidores, se possível, não utilizem nem aspartame, nem o adoçante.
“Se os consumidores se depararem com a decisão de tomar refrigerante com adoçante ou com açúcar, acho que deveria haver uma terceira opção a ser considerada – que é beber água em vez disso”, disse Branca.
Em sua primeira declaração sobre o aditivo, a Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC), com sede em Lyon, na França, pontuou que o aspartame é um “possível carcinógeno”.
Essa classificação significa que há evidências limitadas de que uma substância pode causar câncer.
Ele não leva em consideração quanto uma pessoa precisaria consumir para estar em risco, o que é levado em consideração por um painel separado, o Comitê Conjunto de Aditivos Alimentares (JECFA) da OMS e da Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO), com sede em Genebra.
Depois de realizar sua própria revisão abrangente, o JECFA disse que não tinha evidências convincentes dos danos causados pelo aspartame e continuou a recomendar que as pessoas mantenham seus níveis de consumo de aspartame abaixo de 40mg/kg por dia.
O JECFA estabeleceu esse nível pela primeira vez em 1981, e os reguladores em todo o mundo têm orientações semelhantes para suas populações.
Vários cientistas não associados às análises disseram que as evidências que ligam o aspartame ao câncer são fracas.
As associações da indústria de alimentos e bebidas afirmaram que as decisões mostraram que o aspartame é seguro e uma boa opção para pessoas que desejam reduzir o açúcar em suas dietas.
A OMS destacou que os níveis de consumo existentes significam, por exemplo, que uma pessoa com peso de 60 a 70 kg teria que beber mais de 9 a 14 latas de refrigerante diariamente para ultrapassar o limite, com base no teor médio de aspartame nas bebidas – cerca de 10 vezes o que a maioria das pessoas consome.
“Nossos resultados não indicam que o consumo ocasional possa representar um risco para a maioria dos consumidores”, explicou Branca.
Evidência limitada
A Reuters informou pela primeira vez em junho que a IARC colocaria o aspartame no grupo 2B como um “possível carcinógeno” ao lado do extrato de aloe vera e dos tradicionais vegetais asiáticos em conserva.
O painel da IARC informou que tomou essa decisão com base em três estudos em humanos nos Estados Unidos e na Europa, que indicaram uma ligação entre o carcinoma hepatocelular, uma forma de câncer de fígado, e o consumo de adoçantes, o primeiro dos quais foi publicado em 2016.
Ainda observou que evidências limitadas de estudos anteriores com animais também foram um fator, embora os estudos em questão sejam controversos. Houve também algumas evidências limitadas de que o aspartame tem algumas propriedades químicas ligadas ao câncer, disse a IARC.
“Em nossa opinião, este é realmente mais um apelo à comunidade de pesquisa para tentar esclarecer e entender melhor o risco carcinogênico que pode ou não ser representado pelo consumo de aspartame”, disse Mary Schubauer-Berigan, chefe interina do programa de monografias da IARC.
Cientistas sem vínculos com as revisões da OMS avaliaram que as evidências de que o aspartame causava câncer eram fracas.
“O Grupo 2B é uma classificação muito conservadora, pois quase qualquer evidência de carcinogenicidade, por mais falha que seja, colocará um produto químico nessa categoria ou acima”, comentou Paul Pharaoh, professor de epidemiologia do câncer no Cedars Sinai Medical Center, em Los Angeles.
Ele pontuou que o JECFA concluiu que não havia “evidência convincente” de dano.
“O público em geral não deve se preocupar com o risco de câncer associado a um produto químico classificado como Grupo 2B pela IARC”, disse Pharaoh.
Nigel Brockton, vice-presidente de pesquisa do Instituto Americano para Pesquisa do Câncer, ressaltou que a pesquisa sobre o aspartame assumirá a forma de grandes estudos observacionais que levam em consideração qualquer ingestão de aspartame.
Alguns médicos expressaram preocupação de que a nova classificação de “possivelmente cancerígena” possa influenciar os consumidores de refrigerante diet a mudar para bebidas açucaradas calóricas.
Therese Bevers, diretora médica do Centro de Prevenção do Câncer da Universidade do Texas MD Anderson Cancer Center, em Houston, disse que “a possibilidade de ganho de peso e obesidade é um problema muito maior e um fator de risco maior do que o aspartame jamais poderia ser”.
A conclusão da OMS “mais uma vez afirma que o aspartame é seguro”, reforçou Kate Loatman, diretora-executiva do Conselho Internacional de Associações de Bebidas, com sede em Washington.
“O aspartame, como todos os adoçantes de baixa ou nenhuma caloria, quando usado como parte de uma dieta balanceada, oferece aos consumidores a opção de reduzir a ingestão de açúcar, um objetivo crítico de saúde pública”, disse Frances Hunt-Wood, secretária-geral da International Sweeteners Association, com sede em Bruxelas.
A intensificação das ações de combate à dengue foi debatida pelo prefeito Colbert Martins Filho e o Comitê de Enfrentamento às Arboviroses da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), na tarde desta quarta-feira (12), para alinhar as estratégias de rastreamento e controle dos focos do mosquito Aedes Aegypti.
Durante o encontro, o prefeito destacou a importância da coleta e realização do exame na primeira consulta com o paciente.
“A notificação deve ser feita de maneira ágil e o profissional deve fazer a coleta na hora do atendimento, não é para deixar o paciente sair sem ter feito a testagem. É desta forma que vamos iniciar o rastreamento e eliminar os locais com criadouros do mosquito”, explicou.
A recomendação é que ao notar os sinais, procure a unidade de saúde mais próxima para receber orientações e fazer o exame. Em casos graves, o paciente deve procurar, de forma imediata, as UPAs e Policlínicas Municipais.
O exame para dengue foi disponibilizado no Centro de Saúde Especializada Dr. Leone Coelho Lêda (CSE) e no Ambulatório Municipal de Infectologia.
A UPA Estadual de Feira de Santana, administrada pelo Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS), implantou nesta quinta-feira, 13 de julho, o novo Serviço de Raio-X Digital. A iniciativa visa aprimorar a qualidade da assistência prestada aos pacientes, especialmente aqueles que necessitam de cuidados urgentes, como as vítimas de traumas.
O número de atendimentos de ortopedia na unidade tem aumentado significativamente especialmente por conta dos acidentes envolvendo motocicletas, somente neste primeiro semestre 14 mil exames de raio x foram realizados na UPA, em sua maioria para atendimento às vítimas de acidentes, o que torna a chegada deste novo aparelho um avanço crucial para o atendimento eficiente e ainda mais preciso desses casos.
O Diretor Administrativo do INTS/UPA Estadual de Feira de Santana, Tércio Michel, ressalta os benefícios proporcionados pelo novo serviço: ” Uma empresa que tem a palavra Tecnologia na sua razão social busca pelo seu uso para fornecer agilidade, confiança e melhor experiência aos pacientes, e o Serviço de Raio-X Digital é um exemplo concreto dessa busca incessante por inovação e excelência. Com a implementação do Raio-X Digital, espera-se uma melhoria significativa agilidade no resultado, redução da exposição à radiação, maior qualidade das imagens obtidas e, consequentemente, maior clareza nas condutas adotadas pelos profissionais da saúde”, informou Tércio Michel acrescentando que esse novo equipamento não utiliza produtos químicos tóxicos, mais um ponto positivo tanto para os profissionais, quanto para o meio ambiente”.