O Novo confirmou na noite de ontem (31), em convenção presencial, no Hotel Acalanto, Carlos Medeiros como candidato à prefeitura de Feira de Santana. O empresário já havia sido escolhido pré-candidato ainda em fevereiro em processo seletivo interno realizado pelo partido. A vice será a servidora pública federal Louise Novais.

Essa é a primeira vez que Carlos Medeiros irá enfrentar as urnas e creditou a escolha à vontade de mudar o ambiente político sem “privilégios e gastos públicos exagerados.”

Para a Câmara Municipal, o partido confirmou o lançamento da chapa com 10 candidatos a vereança.

Diferente dos demais partidos, o NOVO não realizará coligações. Todos os pré-candidatos do partido passaram por processo seletivo, com análise de currículo e teste de alinhamento com as diretrizes partidárias.

“Montamos um time com todos os princípios e valores do Partido Novo. Vemos que em Feira temos uma eleição em aberto e chegamos como uma ótima opção de renovação. Estamos dando a Feira uma grande oportunidade de escolher candidatos bem preparados que possam realizar uma ótima gestão”, comentou Thiago Martins, presidente do Novo em Feira de Santana.

Carlos Medeiros é bacharel em Ciências Contábeis pela UEFS, com MBA Corporativo pelo Insper-SP e Columbia University (NY/EUA), teve sua vida laboral sempre na iniciativa privada, foi executivo de carreira por mais de 20 anos na Ambev onde se tornou sócio. Possui ampla experiência na liderança de grandes equipes, Gestão Comercial, de Unidade de Negócios e Trade Marketing. Atualmente é empresário no setor de alimentação e construção civil.

BNews | Eleições 2020 - Partido NOVO confirma candidaturas em Salvador e  Feira de Santana - 31/08/2020


O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) teria condicionado o retorno ao PSL a expulsão de alguns quadros da legenda, informa, na manhã desta terça-feira (1°), o jornal O Globo.

oram cinco os nomes que o presidente, por meio de intermediários, avisou que quer ver fora do partido, se decidir retornar. Entre eles está o da deputada federal pela Bahia e presidente do partido no estado, Dayane Pimentel.

A lista também inclui os parlamentares Joice Hasselmann, Júnior Bozzella, Nereu Crispim e o senador Major Olímpio.

Autoproclamada “deputada federal de Jair Bolsonaro na Bahia” nas eleições de 2018, Dayane Pimentel rompeu com Bolsonaro em outubro de 2019 ao não aceitar a articulação do presidente de indicar o filho Eduardo Bolsonaro para assumir a liderança do PSL na Câmara.

Procurada pelo Bahia Notícias, Dayane Pimentel declarou que blindará o PSL de quem quer tomar o partido à força.

“Seria interessante se a nota viesse com aspas do próprio Bolsonaro. Como só veio de forma especulativa, acho apenas engraçado. Mas aproveito a oportunidade para reafirmar que não sou uma simples correligionária do PSL, sou uma das peças que o blinda das garras dos que querem tomá-lo à força. Estarei aqui para blindar novamente se preciso for e isso talvez incomode os planos de quem vive com a intenção de desestabilizar o partido”, declarou a parlamentar feirense.

A assessoria da parlamentar ainda cita que a lista de Bolsonaro não é a primeira a circular na imprensa, mas a primeira em que consta o nome da presidente do PSL na Bahia.


“Não menosprezando os outros nomes ventilados, mas Fabinho (o ex-deputado federal Fernando de Fabinho) tem grande experiência política e conhece bem nossa cidade”, disse o vereador Lulinha (DEM), ao cumprimentar o seu colega de legenda, escolhido pré-candidato a vice-prefeito do candidato à reeleição Colbert Martins Filho (MDB).  “Desejo boa sorte, sei que vai ajudar muito o nosso prefeito, que tem trabalhado pela cidade e zona rural, inclusive aos domingos. São obras por todos os lados”, discursou o vereador nesta segunda-feira (31) na Câmara. Ele informa que a convenção do Democratas e partidos aliados será dia 02 de setembro (próxima quarta-feira). “Estou feliz em concorrer mais uma vez como pré-candidato a vereador pelo DEM. O que não falta são telefonemas e convites da população para me mostrar problemas, que eu levo ao prefeito, secretários, Coelba, etc. São reuniões importantes, em bairros e distritos ouvindo reinvindicações”.


A convenção municipal do Partido Novo em Feira de Santana será realizada nesta segunda-feira (31), de forma presencial, no salão Paraguaçu do Hotel Acalanto, seguindo as recomendações dos órgãos internacionais de saúde e em conformidade com o decreto de calamidade pública estadual. O evento começa às 19h. Será permitida a participação apenas dos filiados e imprensa. Na oportunidade, os filiados votarão pela aprovação ou não dos atuais pré-candidatos: Carlos Medeiros e Louise Novais para prefeito e vice, respectivamente, além dos dez nomes para a Câmara. Caso recebam a chancela do diretório e dos filiados, os nomes escolhidos passarão a ser reconhecidos oficialmente como candidatos da legenda. O Novo é o primeiro partido de Feira de Santana a anunciar a convenção municipal para as eleições deste ano, que se dará em primeiro turno no dia 15 de novembro. Todos os pré-candidatos do partido passaram por processo seletivo, que envolve análise de currículo e teste de alinhamento com as diretrizes partidárias. O partido não realizará coligações.


A defesa do governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), apresentou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) para cassação da liminar que afastou o político do cargo de governador do estado na última sexta-feira (28). O recurso, ingressado no sábado (29), pede que a decisão do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Benedito Gonçalves, seja derrubada.

Os advogados de Witzel querem que o plenário da STF decida sobre questões que consideram que não estão claras no trâmite que levou ao afastamento de Witzel, entre as quais, se é necessário ter uma denúncia recebida previamente contra o governador antes de ele ser afastado.

Os defensores também pedem uma definição jurídica sobre o quórum necessário para validar essa decisão do afastamento — se seria um quórum de 2/3 ou formado por maioria simples. A decisão da última semana foi monocrática.

A expectativa da defesa de Witzel é de que o pedido seja apreciado antes da próxima quarta-feira (2), data em que os ministros da Corte especial do STJ, sendo os mais antigos do tribunal, vão se reunir. A intenção é que antes, o plenário do Supremo tome uma decisão.

Informações: Pleno News

Foto: reprodução


A corrida presidencial de 2018 ficou marcada por ter sido a primeira a utilizar em larga escala os meios digitais para influenciar o voto, seja por aplicativos de mensagens, como o WhatsApp, seja por meio das redes sociais.

Com a evolução das tecnologias e a sua presença cada vez mais ostensiva no cotidiano das pessoas, era natural que a eleição seguinte fosse ainda mais influenciada por esse tipo de caça ao eleitor, mas a pandemia do novo coronavírus amplificou o potencial para que a disputa pelos cargos de prefeito e vereador, em novembro, seja a mais digital da história do país.

Em razão das restrições impostas para conter o vírus, sairão de cena o corpo a corpo em locais públicos, as caminhadas com militantes pelas ruas das cidades, os tradicionais comícios, as fotos com crianças no colo, os abraços efusivos e a distribuição em massa de santinhos. No lugar, entrarão os panfletos digitais, as selfies, os vídeos, os disparos de mensagens endereçadas a um perfil específico de eleitor, os debates virtuais e até inovações como os “livemícios”.

Oficialmente, a corrida começa na próxima segunda, 31, com o início das convenções partidárias (o término dessa fase ocorrerá em 16 de setembro). Na prática, a disputa já começou, com grande movimentação nos bastidores para se adequar a essa nova realidade.

Se o impacto digital no pleito que levou Jair Bolsonaro à Presidência chocou muita gente, o portfólio de novidades para este ano tende a surpreender muito mais. Uma delas será a estreia da rede chinesa de vídeos curtos TikTok em uma eleição no país.

“O aplicativo vai ser o game changer neste pleito, sobretudo para ativar os jovens no Brasil”, disse a VEJA o publicitário americano Arick Wierson, que foi consultor de imagem na campanha bolsonarista e deve atuar em disputas municipais em 2020 (mas não revela com quais clientes está negociando).

Outra inovação será o santinho digital, uma espécie de card com a foto e o número dos candidatos, que já está à venda em sites. Consagradas na pandemia, as lives tenderão a virar “livemícios” na política. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nesta sexta-feira, dia 28, por unanimidade que estão vedados os eventos transmitidos com artistas, já que a lei proí­be shows como propaganda eleitoral, mas é difícil impedir que um artista mande um “alô” ao político preferido durante um vídeo ao vivo.

Pré-candidatos já começaram a se valer da ferramenta — Guilherme Boulos (PSOL) tem um programa no YouTube chamado Boulos Invadiu Minha Casa, enquanto a candidata do PCdoB em Porto Alegre, Manuela d’Ávila, passou as últimas semanas fazendo lives com associações de bairros.

Deve vingar ainda o “Big Brother eleitoral”, no qual o candidato simula com vídeos e fotos o dia a dia com a família, com os amigos, com a comunidade. Eduardo Paes (DEM), no Rio, postou recentemente uma imagem fazendo churrasco no quintal de casa com a camisa do Vasco.

“Se dará melhor quem conseguir fazer isso de maneira que não pareça falsa”, afirma o fundador do Ideia Big Data, Maurício Moura, que participou de cursos de marketing digital a candidatos do MDB e do movimento RenovaBR.

Apenas ter à mão um portfólio grande de ferramentas, no entanto, não é suficiente para ter sucesso. Em 2018, o presidenciável Henrique Meirelles fazia quase 250 posts por dia e perdeu no voto para João Amoêdo e Cabo Daciolo.

Um dos fatores disponíveis hoje para aproveitar melhor a campanha digital é o fato de as redes terem aperfeiçoado mecanismos de direcionamento, o que para a política é quase revolucionário. Agora, o Facebook permite que o prefeito de São Paulo — e candidato à reeleição —, Bruno Covas (PSDB), que passou por tratamento contra o câncer, faça um vídeo destinado somente a pessoas que seguem associações de combate à doença, por exemplo.

Há ainda a possibilidade de georreferenciamento, ou seja, publicações direcionadas a certos bairros e ruas, o que, para uma eleição municipal, é um pote de ouro. “Essas novidades criam o que chamamos de ‘micríssima’ segmentação. Não é mais o público jovem, mas o jovem da periferia que anda de skate e não segue nada de política”, explica o consultor de marketing Daniel Braga.

Nos últimos meses, ele se dedicou com outros especialistas da área a treinar pré-candidatos do PSDB. A grade inclui assuntos como os horários mais adequados para postagens, como reagir a fake news e a melhor posição para uma selfie (Braga também será responsável pela estratégia digital de Joice Hasselmann, pré-candidata à prefeitura paulistana pelo PSL).

Em meio a uma certa euforia pelas possibilidades criadas, a ampliação do uso da internet traz algumas preocupações relevantes. O campo de batalha que se abre no meio digital será propício para irregularidades de todo tipo, como a ostensiva antecipação da campanha.

Ela começa oficialmente em 27 de setembro, mas já está a pleno vapor nas redes sociais, aproveitando-se do fato de não ter as limitações impostas à propaganda no rádio e na TV — que começa em 9 de outubro e também será um instrumento importante na eleição da pandemia.

Outra ameaça é o velho problema de 2018 e que ainda assombra a disputa deste ano: as fake news. Pressionados, Facebook, Twitter, Instagram e WhatsApp passaram a ser mais criteriosos com contas de políticos e mais rápidos em cortar o alcance ou tirar um conteúdo falso do ar.

A nova ameaça agora vem de deepfakes, montagens bem produzidas de imagens ou sons para dar a impressão de que um candidato disse ou fez algo. Com a grande demanda, também começou a aparecer gente vendendo serviços pouco republicanos, como banco de dados para disparos em massa no WhatsApp.

A digitalização é boa para a democracia, ao permitir a ampliação e a qualificação do debate, mas pode também ser um instrumento para distorcê-la e aprofundar os seus problemas, que já não são poucos.

Fonte: Veja.



O jornalista Luís Ernesto Lacombe fez considerações a respeito do apresentador Luciano Huck. Em entrevista ao colunista Leo Dias, do portal Metrópoles, o novo contratado da RedeTV! disse ser contra uma possível candidatura do apresentador da Globo à Presidência.

“Não acho que deva ser candidato, não tem a ver. Não acho que tem espaço para uma pessoa como ele. Eu espero que não seja candidato e se for, que não ganhe”, declarou.
Lacombe afirmou ainda que Huck não tem o perfil necessário para liderar o país. O entrevistador questionou qual o perfil de Luciano e o jornalista disse que o global “joga para os dois lados”.

Informações: Pleno News
Foto: Reprodução


A convenção municipal do Partido NOVO em Feira de Santana será realizada nesta segunda-feira (31), de forma presencial, no salão Paraguaçu do Hotel Acalanto, seguindo as recomendações dos órgãos internacionais de saúde e em conformidade com o decreto de calamidade pública estadual. O evento começa às 19h.

Será permitida a participação apenas dos filiados e imprensa. Na oportunidade, os filiados votarão pela aprovação ou não dos atuais pré-candidatos: Carlos Medeiros e Louise Novais para prefeito e vice, respectivamente, além dos dez nomes para a Câmara.

Caso recebam a chancela do diretório e dos filiados, os nomes escolhidos passarão a ser reconhecidos oficialmente como candidatos da legenda.

O NOVO é o primeiro partido de Feira de Santana a anunciar a convenção municipal para as eleições deste ano, que se dará em primeiro turno no dia 15 de novembro. Todos os pré-candidatos do partido passaram por processo seletivo, que envolve análise de currículo e teste de alinhamento com as diretrizes partidárias. O partido não realizará coligações.

Carlos Medeiros - NOVO
Carlos Medeiros é pré-candidato a prefeito de Feira de Santana

Opresidente Jair Bolsonaro (sem partido) entrou no Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) pedindo um direito de resposta contra a TV Globo pela edição especial do Jornal Nacional em 8 de agosto. Na ocasião, foi apresentada a marca de 100 mil mortes por coronavírus. A informação é da revista Veja.

O telejornal abriu a edição com a leitura de um editorial com críticas ao trabalho do governo para conter a pandemia.


Nesta sexta-feira (28), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu proibir a realização de “livemícios” por candidatos para as eleições municipais deste ano. Os eventos são uma mistura de eventos por redes sociais com comícios e eram estudados por partidos políticos como alternativa às campanhas eleitorais.

A Corte abordou o tema após uma consulta feita pelo PSOL, que questionou a legitimidade da participação de candidatos durante eventos virtuais não remunerados. A medida seria uma alternativa devido à pandemia de coronavírus.

O relator do caso foi o ministro Luís Felipe Salomão, que ressaltou que a lei eleitoral proíbe a realização de eventos similares, os showmícios, para a promoção de candidatos.

– As chamadas lives eleitorais equivale à própria figura de showmício, ainda que em formato distinto do presencial, tratando-se assim de conduta expressamente vedada pela lei. A proibição compreende nao só a possibilidade de showmício como também de evento assemelhado, nos termos da lei, o que albergaria as chamadas lives eleitorais. A restrição alcança os eventos dessa natureza que sejam ou não remunerados. O atual cenário de pandemia não autoriza transformar em lícita conduta que se afigura vedada – destacou.

Todos os outros ministros do TSE seguiram o entendimento do relator.