Foto: Reprodução

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A jornalista Raquel Landim, da CNN Brasil, foi contraposta pelo colega Jack Nicas, jornalista do New York Times. Ao questionar se ‘fazia sentido’ a hipótese do ex-presidente Jair Bolsonaro ter ido à Embaixada da Hungria no Brasil para pedir asilo, na hipótese de uma prisão, o jornalista do NYT foi enfático: “O que eu tenho a dizer é que eu não tenho provas disso”.

Na ocasião, a comunicadora referenciava uma reportagem do veículo americano que publicou imagens de câmeras de segurança da Embaixada, onde aparece Bolsonaro, quatro dias depois de ter o passaporte apreendido pela Polícia Federal em fevereiro, e lá permaneceu por dois dias.

Nas imagens das câmeras, Bolsonaro aparece acompanhado de dois seguranças, do embaixador húngaro e de outros membros da equipe do ex-presidente.

Ao ser confrontada ao vivo, ela respondeu à negativa: “Certo. Não há provas disso”, disse Landim, alegando que o comentário feito seria, segundo ela, apenas um “raciocínio político, de análise”.

O posicionamento da comunicadora, no entanto, foi interpretado por parte do público como uma sugestão de crime. Internautas rebateram a abordagem, dizendo que ela estava tentando criar uma narrativa contra o ex-presidente da República.

Confira o vídeo:

https://www.instagram.com/reel/C482ndmpmNj/?utm_source=ig_embed&ig_rid=d2a5c4b8-23b2-4aff-8c86-c01dd5022735&ig_mid=8FCB406C-3E15-42E1-A026-70CA2A158011

Fonte: Conexão Política


O cenário político de Feira de Santana foi surpreendido nesta segunda-feira (25) com o anúncio da filiação do empresário Zé Chico ao PDT. O secretário municipal Sérgio Carneiro também embarcou na legenda. A informação é do Blgdovalente.
A articulação foi conduzida pelo presidente da legenda na Bahia, deputado federal Félix Mendonça Júnior, e pelo ex-prefeito de Araci e suplente de deputado estadual Silva Neto, que também é pedetista.
Sérgio Carneiro é o atual secretário municipal de Mobilidade Urbana.
Zé Chico disputou as eleições para deputado federal em 2022, obtendo mais de 44 mil votos, sendo quase 35 mil apenas no município, se posicionando como o segundo mais bem votado em Feira na disputa. Ele estava no União Brasil e retorna ao PDT, onde já foi presidente municipal.

“O PDT fica muito feliz com o ingresso desses dois nomes de Feira. Com isso, nos fortalecemos no segundo maior município do Estado para as eleições de 2024. Estamos trabalhando para nos posicionarmos bem na disputa pela Prefeitura e também para elegermos uma boa bancada de vereadores na cidade”, disse Félix ao Blogdovalente.

*O Protagonista FSA



A ex-deputada estadual por São Paulo Janaina Paschoal se filiou ao Progressistas (PP). Ela assinou a ficha de filiação na nova sigla nesta segunda-feira (25). Com isso, a ex-parlamentar atende aos prazos exigidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e está apta a ser candidata a vereadora na capital paulista.

– É uma possibilidade – disse a ex-parlamentar sobre os planos de uma pré-campanha para a Câmara Municipal de São Paulo.

*Pleno.News


Foto: Reprodução/ NYT

A defesa de Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira, 25, que o ex-presidente esteve por dois dias na embaixada da Hungria “atualizando os cenários políticos das duas nações” e conversando com várias autoridades húngaras.

Como mostramos mais cedo, o jornal americano The New York Times revelou imagens que mostram que Bolsonaropassou 48 horas na embaixada da Hungria quatro dias após a deflagração da Operação Tempus Veritatis da PF, que investigou um plano para se dar um suposto golpe de estado no Brasil.

O jornal sugere que Bolsonaro estava tentando uma aproximação com Viktor Orban, primeiro-ministro da Hungria, com planos de escapar do sistema judicial brasileiro. Como também noticiamos, a PF instaurou inquérito para apurar os motivos pelos quais o ex-presidente esteve por dois dias na embaixada.

“O ex-presidente da República Jair Bolsonaro passou dois dias hospedado na embaixada da Hungria em Brasília para manter contatos com autoridades do país amigo. Como é do conhecimento público, o ex-mandatário do país mantém um bom relacionamento com o premier húngaro, com quem se encontrou recentemente na posse do presidente Javier Milei, em Buenos Aires”, afirmaram os advogados de Bolsonaro.

“Nos dias em que esteve hospedado na embaixada magiar, a convite, o ex-presidente brasileiro conversou com inúmeras autoridades do país amigo atualizando os cenários políticos das duas nações. Quaisquer outras interpretações que extrapolem as informações aqui repassadas se constituem em evidente obra ficcional, sem relação com a realidade dos fatos e são, na prática, mais um rol de fake news”, acrescenta a defesa do ex-presidente da República.

Gravações

New York Times diz ter analisado três dias de gravações, de segunda-feira, 12 de fevereiro, a quarta-feira, 14 de fevereiro. Durante esses dias, Bolsonaro teria sido discreto. O jornal americano destaca as relações entre Bolsonaro e Orban, a quem o ex-presidente brasileiro já chamou de “irmão”, e diz que a rotina da embaixada mudou durante a passagem de Bolsonaro.

“No dia 14 de fevereiro, os diplomatas húngaros contataram os funcionários brasileiros locais, que deveriam retornar ao trabalho no dia seguinte, instruindo-os a ficar em casa pelo resto da semana, segundo o funcionário da embaixada. Eles não explicaram o porquê, disse o funcionário”, diz o jornal.

Rotina

As imagens mostram também os funcionários da embaixada carregando roupas de cama e água. Na manhã seguinte à chegada de Bolsonaro, uma cafeteira também aparece sendo levada para o local onde ele estava. 

O ex-presidente brasileiro pode ser visto deixando a embaixada à 16h14 de 14 de fevereiro. Onze dias depois, ele estava na avenida Paulista rodeado de aliados, numa reação à série de investigações de que se tornou alvo.

O Antagonista


A principal motivação do assassinato da vereadora Marielle Franco, revelada neste domingo (24), envolve a disputa em torno da regularização de territórios no Rio de Janeiro.

Em coletiva de imprensa para apresentar os resultados da investigação, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, leu trechos do relatório da Polícia Federal (PF), de mais de 470 páginas, citando a divergência entre Marielle Franco e o grupo político do então vereador Chiquinho Brazão em torno do Projeto de Lei (PL) 174/2016, que buscava formalizar um condomínio na Zona Oeste da capital fluminense.

Citando uma “reação descontrolada” de Chiquinho Brazão pelo resultado apertado da votação do PL no plenário da Câmara Municipal, segundo relatório da PF, o ministro afirmou que o crime começou a ser preparado ainda no segundo semestre de 2017.

– Me parece que todo esse volumoso conjunto de documentos que recebemos, esse é um trecho extremamente significativo, que mostra, pelo menos, a motivação básica do assassinato da vereadora Marielle Franco, que se opunha, justamente, a esse grupo, que, na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, queria regularizar terras, para usá-las com fins comerciais, enquanto o grupo da vereadora queria usar essas terras para fins sociais, de moradia popular – afirmou Lewandowski.

Segundo ele, a PF apontou que Domingos Brazão, um dos envolvidos, tem longa relação com grilagem de terras e ação de milícias.

Na mesma linha, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, mencionou os elementos apurados na investigação.

– Motivação tem que ser analisada no contexto. O que há são várias situações que envolvem a vereadora Marielle Franco, que levaram a esse grupo de oposição, que envolve também a questão ligada a milícias, disputa de territórios, regularização de empreendimentos. Há seis anos, havia um cenário e culminou nessa disputa – afirmou o delegado.

A investigação da Polícia Federal concluiu que os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão contrataram o ex-policial militar Ronnie Lessa para executar a vereadora Marielle Franco, em 2018. Na ocasião, o motorista dela, Anderson Gomes, também foi morto. Fernanda Chaves, assessora da vereadora, sobreviveu ao atentado.

A conclusão está no relatório final da investigação, divulgado após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirar o sigilo do inquérito.

Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro, e Chiquinho Brazão, deputado federal, foram presos na manhã deste domingo por determinação de Moraes.

Segundo o ministro da Justiça, o crime é relevador do “modus operandi” da milícia e do crime organizado no Rio de Janeiro.

– A partir desse caso, nós podemos talvez desvendar outros casos, ou seguir o fio da meada cuja dimensão não temos clara. Essa investigação é uma espécie de radiografia de como opera a milícia e o crime organizado no Rio de Janeiro.

*Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasi


Centrais sindicais e organizações de esquerda promoveram manifestações “pró-democracia” neste sábado

Ato pró-democracia em Salvador
Atos realizados em todo o país pedem fim do conflito na Palestina e protestam contra a anistia de “golpistas”; acima, manifestação em Salvador (BA) neste sábado (23.mar)

Os atos convocados pela esquerda para este sábado (23.mar.2024) tiveram, em geral, um público esvaziado. Fotos e vídeos nas redes sociais mostram como se deram as mobilizações nas capitais brasileiras. 

A maioria das imagens apresenta pessoas com bandeiras de movimentos e entidades sociais, como a CUT (Central Única dos Trabalhadores). 

A manifestação é uma tentativa de responder nas ruas ao ato bolsonarista de 25 de fevereiro na av. Paulista, em São Paulo (SP), que teve de 300 mil a 350 mil pessoas. Os manifestantes do PT foram orientados a não citar Jair Bolsonaro, e foi o que aconteceu. Só que a expressão“Ditadura nunca mais!” é uma referência indireta ao ex-presidente e a seus apoiadores que, no entender da esquerda, tentaram dar um golpe de Estado no final de 2022.

Os eventos convocados para Salvador e São Paulo são considerados os principais. O Poder360 esteve em ambas as cidades para fotografar a movimentação.

Dentre os políticos de maior destaque do partido, participaram:

Veja fotos dos atos em Salvador, São Paulo, Brasília e outras cidades:

  • SALVADOR
  • SÃO PAULO

Assista a vídeos das manifestações (2min13s):

Informações Poder 360


Nesta quinta-feira (21), o apresentador e doutor em Direito, Tiago Pavinatto, publicou em seu Instagram um posicionamento sobre o caso envolvendo o vazamento das declarações do tenente-coronel Mauro Cid sobre práticas ilegais da Polícia Federal e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, revelado pela revista Veja.

– A publicação da Veja responde muita coisa. Mas a resposta revela o óbvio, o que já sabíamos, porque comprovado em outros casos: ou o Brasil prende o Moraes ou o Moraes prende o Brasil – disse Pavinatto.

*Pleno.News
Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados


Tenente-coronel saiu preso da sede do STF depois de depoimento

mauro cid
O tenente-coronel Mauro Cid, depois de deixar a sede do STF, para voltar à cadeia no Batalhão do Exército de Brasília – 22/03/2024 | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O tenente-coronel Mauro Cid negou, nesta sexta-feira, 22, ter sofrido pressão da Polícia Federal (PF) e de outras autoridades no processo de delação. A fala se deu durante depoimento no Supremo Tribunal Federal (STF).

Cid teve de explicar o conteúdo dos áudios de uma conversa entre ele e um amigo, divulgados pela revista Veja. A oitiva durou quase uma hora e meia. O tenente-coronel chegou a desmaiar ao saber que, ao fim da sessão, voltaria à cadeia.

bolsonaro é indiciado
O tenente-coronel Mauro Cid e o presidente Jair Bolsonaro, durante um evento no Palácio do Planalto – 24/02/2021 | Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo

Ao ser interpelado pelo desembargador Airton Vieira, juiz instrutor do gabinete do ministro Alexandre de Moraes sobre as gravações, Cid reconheceu as falas e disse que a conversa era privada, informal, e particular, “sem intuito de ser exposta entrevista de grande circulação”.

Cid disse ainda não se lembra com quem se desabafou “num momento ruim, e que ainda não conseguiu identificar essa pessoa”. Conforme Cid, ele não acreditava que alguém de seu círculo próximo tivesse contato com a imprensa e capaz de vazar o material. De acordo com o militar, a conversa “possivelmente” ocorreu por telefone.

Informações Revista Oeste


Vinícius Schmidt/Metrópoles

Fabio Wajngarten, advogado e ex-Secom de Jair Bolsonaro (PL), expressou sua surpresa através do Twitter com o que ele descreveu como um possível comportamento contraditório por parte de Mauro Cid, após a divulgação de áudios nos quais o militar critica a Polícia Federal e o ministro do STF Alexandre de Moraes.

“Ainda não tenho opinião formada, nem juízo de valor, diante de tantas possibilidades que podem ter ocorrido”, aponta Wajngarten.

Em um dos áudios, divulgados pela revista Veja, Mauro Cid afirmou que os investigadores da PF queriam que ele falasse “coisas que não aconteceram”.

“Eles não aceitavam e discutiam que a minha versão não era verdadeira, que não podia ter sido assim, que eu estava mentindo. Eles já estão com a narrativa pronta. Eles não queriam saber a verdade”, disse Cid a um interlocutor de seu círculo próximo, afirmando depois se tratar de um desabafo.

Defesa de Bolsonaro tomará “providências”

Wajngarten destaca que a imprensa noticiou durante a semana uma possível inconsistência entre o que Cid disse à PF e o depoimento posteriormente divulgado.

“Isso é gravíssimo. O levantamento do sigilo das gravações dos depoimentos dele, na íntegra, poderá dirimir potenciais dúvidas e dará a transparência necessária para a elucidação de parte dos fatos”, escreveu.

Segundo o advogado, se o vazamento dos áudios for uma estratégia da defesa de Cid, ele não crê “que tenha sido oportuna”. “De todo modo, a defesa do presidente [Bolsonaro] tomará as devidas providências ao longo do dia”, conclui.

Com informações de Metrópoles


Imprensa diz que é preciso esquecer ‘confrontos ideológicos gratuitos’ e dar solução a problemas

lula faz reunião ministerial
O presidente Lula, durante reunião ministerial convocada às pressas, em virtude da queda de popularidade do governo – 18/03/2024 | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O eleitorado de Lula (PT) está frustrado com o desempenho do presidente. É o que diz pesquisa referente a março divulgada pelo Datafolha, que reforça os resultados de duas avaliações anteriores, do Quaest e Ipec. De acordo com a recente análise, o porcentual de aprovação do atual governo neste mês é de 35%. Em dezembro, era de 38%. 

Além disso, o instituto destacou que, para 58% dos entrevistados, o mandatário fez menos pelo país do que o esperado; eram 51% no ano passado. Em março, 15% acreditam que o petista fez mais do que o esperado; há um ano, eram 18%.

A queda na popularidade deixou o Planalto em estado de alerta e agora a ordem do presidente é categórica: os ministros devem usar as redes sociais para defender o governo, trabalhar para entregar obras e viajar o Brasil para mostrar ao povo as suas ações. 

Em seu editorial desta sexta-feira, 22, a Folha de São Paulo afirmou que, diante deste cenário “Lula precisa de feitos, não de comunicação”.  

“Lula tem requerido de seus ministros maior ativismo político e divulgação de programas governamentais, mas provavelmente será difícil convencer os brasileiros de que sua vida está melhor do que imaginam ou de que sua opinião política está equivocada”, afirma a Folha. 

O jornal observou ainda que, como a realidade do brasileiro ainda fala alto, o chefe do Executivo precisa mesmo é de um plano político alternativo mais duradouro. O texto diz também que a ação imprescindível de Lula seria dedicar-se mais à “precária estabilização fiscal, para o aumento do ritmo do crescimento”.

Sobretudo, o editorial diz que o governo precisa deixar de lado “confrontos ideológicos gratuitos” e dar solução a problemas que são motivo de queixa dos cidadãos, como segurança e saúde.

‘A ansiedade de Lula’

Estado de S. Paulo também destacou o resultado das últimas pesquisas com relação ao desempenho do presidente. O jornal disse que a queda da popularidade deixou o mandatário ansioso. 

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a reunião Ministerial, no Palácio do Planalto, em Brasília – DF (18/03/2024) | Foto: Ricardo Stuckert/PR

Em sua própria defesa, Lula usou a reunião ministerial para se abster de qualquer culpa e “creditar os problemas à desordem do antecessor e às falhas de comunicação de sua administração”. “Isso deixa evidente um dos maiores e mais danosos vícios lulopetistas”, disse o Estadão.

Para o veículo, “é mau sinal quando o adversário, a comunicação e as pesquisas de opinião pública ditam os rumos do governo e do presidente e servem de desculpa para justificar a própria mediocridade”. 

Informações Revista Oeste