Por volta das 20h de sábado (4), uma criança de quatro anos de idade foi baleada na mão e no braço na Rua Seringueira bairro Tomba em Feira de Santana. Ela deu entrada no Hospital Estadual da Criança (HEC). Outra vítima que é genitora da criança também deu entrada no Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA). A polícia até o momento não informou se foi o pai ou a mãe.
De acordo com a ocorrência da Polícia Militar, a vítima genitora informou que três adolescentes que estavam em duas bicicletas, aparentando ter entre 13 e 15 anos foram os autores dos disparos.
Um acidente por volta das 22h de sábado (4), entre uma viatura da Polícia Militar e uma moto, deixou seis pessoas feridas em Feira de Santana. Quatro policiais militares que trabalham na 65ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) e duas pessoas que ocupavam a moto.
Segundo o major Jorge Freitas, comandante da 65ª CIPM, a viatura estava com os sinais luminosos e a sirene ligada e era ocupada por um cabo, e três soldados que estavam indo atender uma ocorrência de disparo de arma de fogo e na Avenida João Durval Carneiro no cruzamento com a Rua Dr. João Mangabeira, localizada no bairro Brasília, onde aconteceu a colisão. A moto ficou parcialmente destruída e a viatura ainda tentou desviar, mas colidiu com um poste de iluminação.
As duas pessoas que ocupavam a moto faziam entrega de delivery e foram levadas para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA).
Segundo o major Jorge Freitas, dois policiais sofreram fraturas nos braços, estão no Hospital Emec e vão ser operados. Os outros dois não tiveram lesões graves.
O condutor da moto ficou bastante ferido e o carona com ferimentos leves.
No local estiveram o Departamento de Polícia Técnica (DPT) responsável pela perícia e a Superintendência Municipal de Trânsito (SMT).
“O fato será apurado e a partir da apuração irá se verificar com precisão as circunstâncias do acidente. Não tenho como precisar o estado de saúde das pessoas que estavam na moto. Foram para o HGCA. Vou verificar pessoalmente a situação de tudo”, declarou o major.
Manoel Batista dos Santos Neto de 30 anos, foi morto com vários tiros por volta das 18h deste sábado (4), no interior de um veículo Corsa branco, na Rua João Mangabeira, bairro Brasília em Feira de Santana.
Os tiros atingiram a região das axilas, braço esquerdo e lombar e a delegada Luana Lorena Almeida realizou o levantamento cadavérico.
Paulo Bispo do Espírito Santo, 19 anos, foi assassinado a tiros no bairro Asa Branca, em Feira de Santana, na noite de segunda-feira (31). O jovem ainda foi levado por um familiar para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), mas não resistiu. Ele morreu por volta das 19h45.
De acordo com informações apuradas pelo Acorda Cidade, durante os disparos, o garoto de 6 anos, Danilo Gabriell Mota de Oliveira, foi baleado na coxa e socorrido para a Policlínica do George Américo, de onde foi regulado para o Hospital Estadual da Criança (HEC). Imagens de câmeras de segurança revelaram que a criança estava transitando pelo local com seus pais quando foi atingida pela bala perdida. O estado de saúde não foi divulgado.
Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu por volta das 19h40 próximo à casa da vítima, no Residencial Asa Branca, quando a vítima estava saindo de casa, em uma bicicleta com a namorada, para levá-la para casa.
Moradores relataram que o crime foi praticado por dois homens que o chamaram pelo apelido: Paulinho. Posteriormente, os matadores fugiram em um veículo GM Corsa Classic. Mesmo baleado, Paulo Bispo retornou para casa para pedir socorro.
Com informações do repórter Ed Santos do Acorda Cidade
Prisão de Taillon foi feita em abordagem da PF na Avenida Abelardo Bueno e a do pai, na casa dele. Três homens, PMs e militar da ativa que faziam a segurança de Taillon, foram presos.
Polícia prende suspeito na Barra da Tijuca
Agentes da Polícia Federal prenderam nesta terça-feira (31) o miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa e seu pai, Dalmir Barbosa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio.
Taillon seria o alvo de traficantes que, por engano, executaram médicos na orla da Barra, no início de outubro.
A prisão foi feita na Avenida Abelardo Bueno, na altura do número 3.500. Além de Taillon, três homens – dois policiais militares e um militar da ativa que faziam a segurança dele, foram presos. Um deles aparece nas imagens (veja acima) deitado no chão e algemado.
Filho de chefe de milícia
Taillon sentado no meio-fio durante abordagem da PF na Barra da Tijuca — Foto: Reprodução
Taillon já havia sido preso em dezembro de 2020, numa operação do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio.
Em julho do ano passado, foi condenado a 8 anos e 4 meses de prisão por organização criminosa, devido à sua participação em uma milícia na Zona Oeste.
“Há o registro de uma série de recentes ‘disque-denúncias’ que indicam que Taillon apresenta comportamento extremamente violento e exerce proeminente função de comando na organização criminosa”, diz um trecho da sentença.
Taillon ficou preso até março deste ano, quando foi colocado em prisão domiciliar. Em setembro, ele conseguiu liberdade condicional, que permite que o restante da pena seja cumprida em liberdade.
Taillon (à esquerda) teria sido confundido com o médico Perseu (à direita) — Foto: Reprodução
A semelhança física de Taillon e outras coincidências levaram traficantes rivais à milícia dele a balearem quatro médicos de fora do Rioque participavam de um congresso na cidade. Três morreram e um sobreviveu após ser hospitalizado.
Taillon se parece com uma das vítimas, o médico Perseu Ribeiro Almeida. Além disso, o endereço do miliciano é justamente na Avenida Lucio Costa, a mesma do quiosque onde ocorreu o crime, na orla da Barra. A polícia investiga se uma pessoa viu o grupo sentado e informou aos assassinos.
Na imagem da câmera de segurança, é possível ver um dos atiradores voltando para conferir o Perseu, já baleado.
Os principais suspeitos de participar da execução dos médicos foram mortos por traficantes da sua própria facção, segundo a investigação. Os corpos de dois deles — Philip Motta Pereira, o Lesk, e Ryan Nunes de Almeida, o Ryan — foram localizados em dois carros na Zona Oeste.
“Apesar do peso do governo na Bahia, mais um empresário baiano se destaca no cenário nacional. Parabéns, Ricardo Alban, que toma posse hoje na presidência da Confederação Nacional da Indústria (CNI)”, diz o presidente do PL Bahia, João Roma.
Combativo defensor da iniciativa privada, Roma destaca também a liderança do pecuarista João Martins na Confederação Nacional de Agricultura. “Alban, que assume hoje a CNI, e João Martins, que já preside a CNA, são dois baianos em posição nacional estratégica na defesa do setor produtivo”.
Em Brasília, onde acontece a cerimônia de posse do novo presidente da CNI, João Roma assinala o legado de Ricardo Alban à frente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb). “Durante sua gestão, Alban deu grande impulso ao Senai Cimatec, que é o futuro da indústria baiana. Vai deixar sua marca também na CNI”.
O presidente do PL Bahia lamenta que o governo da Bahia esteja criando mais dificuldade ao empresariado com o aumento de impostos num momento em que, depois de 70 anos, um baiano volta a presidir a entidade que representa a indústria nacional. “O talento existe na iniciativa privada baiana. O problema é o governo do PT”.
Duas pessoas foram assassinadas em menos de uma hora na noite de sábado (28) em Feira de Santana.
De acordo com a Polícia Civil, a primeira vítima, uma mulher, foi morta por volta das 18h40, dentro do Condomínio Campo Belo, bairro Campo do Gado Novo.
A vítima ainda não identificada, estava trajando bermuda jeans e top verde. Ela foi atingida por vários disparos de arma de fogo.
O segundo homicídio foi registrado por volta de 19h30.
Foto: Reprodução
Rafael dos Santos Jesus, 24 anos, também foi atingido por vários disparos de arma de fogo dentro do Condomínio Conceição Ville, bairro Conceição.
Ainda não há informações sobre autoria nem motivação dos crimes.
A Polícia Militar de Feira de Santana apreendeu duas armas de fogo neste sábado (28).
A primeira ocorrência foi registrada por volta de 2h30 da manhã na Rua C, do conjunto Feira V, bairro Mangabeira.
De acordo com a assessoria de comunicação do Comando de Policiamento Regional Leste (CPR-L), durante patrulhamento da 66ª Companhia Independente de Polícia Militar (66ª CIPM), a guarnição abordou um veículo Toyota/Corolla, de cor prata.
Foi encontrado dentro do carro, uma arma de fogo, tipo pistola, marca Taurus, calibre 380, com numeração suprimida, munições de mesmo calibre da arma e certa quantidade de cigarros de substância análoga à maconha.
O homem e todo material ilícito apreendido foram apresentados à Central de Flagrantes e o veículo foi apresentado ao Pátio Prisma para adoção das medidas cabíveis.
A segunda ocorrência foi registrada na Rua D, bairro Aviário.
Foto: Divulgação/PM
Uma guarnição da PETO 65ª CIPM, em rondas pelo bairro, avistou um homem, que ao perceber a aproximação da viatura, tentou evadir, porém foi alcançado pela guarnição.
Ederlan Mariano e a esposa, a cantora gospel Sara Mariano Imagem: Reprodução/Redes sociais
O marido da pastora e cantora gospel Sara Mariano, Ederlan Mariano, foi preso na noite de ontem pela Polícia Civil da Bahia após confessar o assassinato da esposa, confirmou ao UOL a Polícia Civil.
O que aconteceu
Depois de reconhecer o corpo carbonizado da mulher, ainda na sexta (27), Ederlan confessou o crime. As investigações, no entanto, já apontavam que ele era o assassino.
“A 25ª Delegacia Territorial Dias D’Ávila prendeu o suspeito da morte de Sara de Freitas Sousa Mariano, de 35 anos”, afirma a Polícia Civil em nota.
O marido da vítima teve a prisão decretada e cumprida, após a investigação apontá-lo como autor do delito. Em seguida, ele confessou o crime. Polícia Civil, em nota
“O homem passou por exames de lesões corporais e está à disposição do Poder Judiciário”, conclui a polícia.
O corpo da pastora foi encontrado ontem na BA-093, na região de Dias D’ávila, a 54 km de Salvador. Carbonizado, o cadáver estava em uma região de mata, ao lado da pista.
Uma transmissão ao vivo mostrou o marido reconhecendo no local um chinelo que seria de Sara. A aliança que estava no corpo também seria da cantora, segundo o marido no vídeo, transmitido pelo portal Alô Juca, no Instagram.
O desaparecimento de Sara
Sara estava desaparecida desde terça-feira (24) após sair de casa para um evento em uma igreja evangélica e não retornar. A cantora tinha mais de 60 mil seguidores em suas redes sociais, onde compartilhava participações em cultos, vídeos cantando e fotos pessoais.Continua após a publicidade
Um motorista enviado pela instituição religiosa —ainda não identificada— teria buscado Sara em sua casa. Ela chegou a gravar alguns vídeos registrando o trajeto, inclusive passando por pedágios.
Primeira versão do marido
Antes da informação sobre a morte, Ederlan havia registrado um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento. Ele disse na ocasião que não sabia qual era o nome da igreja que a esposa tinha como destino.
De acordo com ele, Sara não era remunerada pelas participações nas igrejas, mas recebia ofertas voluntárias dos fiéis.
“Essa história não vai acabar assim, Deus está agindo”, escreveu o marido, antes do corpo ser achado. O casal estava junto havia 13 anos e tem uma filha de 11 anos.
Irmã de cantora desconfiava do cunhado
Antes de postar sobre a morte, Soraya (que mora no Ceará) disse que a mãe conversou com Sara na segunda-feira (23), quando a cantora teria dito que lhe contaria algo “muito sério”. A influenciadora não chegou a revelar qual seria o assunto em entrevista à TV Bahia.
A irmã de Sara disse que entrou em contato com Ederlan, que teria afirmado não saber o nome da igreja que a pastora iria, nem o endereço. A única informação que teria era a cidade do evento.
“Tem muita coisa aí que está errada, que não bate”, disse Soraya, sem entrar em detalhes. Ontem, ela também disse em entrevista ao Alô Juca que não tirava da cabeça que o marido e outra pessoa estavam envolvidos no crime.
Em caso de violência, denuncie
Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 190 e denuncie. Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.
Também é possível realizar denúncias pelo número 180 — Central de Atendimento à Mulher — e pelo Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.