A Secretaria Municipal de Saúde vai promover, neste mês, atividades alusivas ao Dia Nacional de Combate ao Fumo, celebrado em 29 de agosto. As ações incluem orientações à população, capacitação de profissionais da saúde e atividades educativas em escola com foco na conscientização sobre os riscos do tabaco e do cigarro eletrônico.
No dia 18, pela manhã, será realizada uma ação na Base Comunitária da Rua Nova, com orientações sobre os riscos do tabaco, prevenção ao colesterol, atualização do calendário vacinal e informações sobre como buscar atendimento especializado para quem deseja parar de fumar.
No dia 29, a programação será voltada aos odontólogos da Atenção Básica, no auditório da Faculdade Estácio. A atividade vai abordar a relação entre o tabagismo e doenças na cavidade oral, com a participação da coordenadora do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (Caps ad), Mariana Rios, que apresentará diretrizes e protocolos para o acolhimento e tratamento de fumantes na rede municipal.
Também está prevista uma atividade em escola com o objetivo de alertar os jovens sobre os perigos do cigarro eletrônico.
A enfermeira referência técnica em Saúde Mental/Tabagismo, Cristiane Bastos, destaca que a programação tem um papel essencial na prevenção. “Nosso objetivo é sensibilizar a população sobre os danos do tabaco, incentivando hábitos de vida mais saudáveis e reforçando que parar de fumar é possível com apoio e acompanhamento especializado”, afirma.
TRATAMENTO GRATUITO
Além da assistência oferecida na Atenção Primária à Saúde, pessoas que fazem uso excessivo do cigarro e desejam abandonar ou reduzir o consumo podem contar com atendimento gratuito no Caps ad Dr. Gutemberg de Almeida. Atualmente, cerca de 100 pacientes recebem acompanhamento no serviço.
O tratamento, inserido no Programa Nacional de Controle do Tabagismo, inclui adesivos de nicotina (7 mg, 14 mg e 21 mg), goma de mascar e o medicamento Bupropiona, além de sessões de terapia cognitivo-comportamental, atividades educativas e estratégias de redução de danos — como escovar os dentes e se alimentar antes de fumar o primeiro cigarro do dia ou reduzir gradualmente o consumo.
“As estratégias são trabalhadas semanalmente com o apoio de uma equipe multiprofissional. No primeiro encontro, realizamos uma triagem para avaliar o nível de dependência. Em seguida, discutimos gatilhos emocionais, estilo de vida e práticas para enfrentar o vício”, explica a coordenadora do Caps ad, Mariana Rios.
Segundo ela, o acompanhamento é realizado por profissionais de enfermagem e uma médica especializada. “Não se trata apenas de parar de fumar, mas de entender as razões que levaram ao vício e resgatar a qualidade de vida. Cada caso exige uma abordagem personalizada”, acrescenta.
O Caps ad funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, em regime de porta aberta — sem necessidade de encaminhamento prévio. Para iniciar o tratamento, é necessário apresentar cópias do RG, cartão do SUS e comprovante de residência. O serviço é exclusivo para moradores de Feira de Santana.
A 46ª Exposição Agropecuária de Feira de Santana (Expofeira 2025) promete movimentar a economia, valorizar o agronegócio e celebrar a tradição do campo. O evento será realizado de 7 a 14 de setembro no Parque de Exposições João Martins da Silva, com expectativa de atrair 400 mil visitantes, segundo o secretário municipal de Agricultura, Silvaney Araújo.
“É sempre uma grande festa. Temos o compromisso e o dever de melhorar a cada ano, fomentando a economia, oferecendo entretenimento e fortalecendo Feira de Santana como polo do agronegócio do Nordeste”, afirmou Silvaney. Ele destacou que a localização estratégica da cidade é um diferencial, reunindo setores como grãos, fruticultura irrigada e produção agrícola local.
A Expofeira 2025 não contará com grandes shows nacionais, mas vai priorizar artistas da terra. “Queremos abrir espaço para os talentos locais mostrarem seu trabalho, revelando para o mundo o que Feira tem de melhor no agro, na cultura, na música e no seu povo”, ressaltou o secretário.
Sobre a estrutura, Silvaney lembrou que eventos anteriores serviram como teste para aprimorar o parque.
“A Copa de Marcha do Mangalarga e o São João nos ajudaram a identificar ajustes de iluminação e infraestrutura. Estamos prontos para oferecer conforto, segurança e comodidade ao público”, disse.
O prefeito José Ronaldo destacou a importância econômica e social da feira. “É um evento que reúne pecuaristas, agricultores, comerciantes, artistas, parque de diversões. São oito dias que geram lazer, negócios e movimentam a economia, com vendas de animais, máquinas e equipamentos, criando emprego e renda”, afirmou.
Entre as novidades deste ano estão melhorias no estacionamento, para evitar lama em caso de chuva, e mudanças no transporte coletivo.
“Conseguimos liberar pontos de ônibus em frente ao parque, garantindo segurança com apoio da Superintendência Municipal de Trânsito e da Polícia Rodoviária Federal”, explicou o prefeito.
Quanto ao apoio do governo do Estado, José Ronaldo informou que os pleitos já foram apresentados.
“O governo disse que vai participar com equipamentos e avaliando apoio financeiro. Estamos aguardando novas reuniões para definir detalhes”, concluiu.
Inicialmente acusada de agredir o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) durante a retomada do controle do plenário da Câmara dos Deputados, a deputada Camila Jara (PT-MS) ficou de fora da lista dos parlamentares que terão as denúncias analisadas pela Corregedoria da Casa. Ela, no entanto, pode ser reincluída na lista, assim como outros deputados, caso as imagens demonstrem agressão.
Caberá ao corregedor da Câmara, deputado Diego Coronel (PSD-BA), verificar as fotos e os vídeos da retomada do controle do plenário da Câmara, na noite de quarta-feira (6). A conclusão dos trabalhos está prevista para quarta-feira (13), e o parlamentar não descartou a possibilidade de novas denúncias, dependendo do resultado da análise.
Com base na apuração, os parlamentares acusados responderão a processo no Conselho de Ética da Câmara. As denúncias seguem um curso diferente de casos recentes. A suspensão dos mandatos dos deputados Gilvan da Federal (PL-ES) e André Janones (Avante-MG) foram encaminhadas diretamente ao Conselho de Ética por meio de representações elaboradas pela Mesa.
Empurra-empurra Camila Jara foi acusada de empurrar Nikolas Ferreira durante uma discussão para a retomada do controle do plenário da Câmara. A assessoria da deputada nega qualquer agressão e afirma ter havido um “empurra-empurra” em que a parlamentar afastou Nikolas, que “pode ter se desequilibrado”.
Na sexta-feira (8), o PL chegou a divulgar a informação de que havia aberto uma representação contra Jara. No início da noite do mesmo dia, a Secretaria-Geral da Mesa Diretora divulgou uma nota segundo a qual todas as denúncias foram encaminhadas para a análise da Corregedoria.
A edição extraordinária do Diário Oficial da Câmara, no entanto, não publicou nenhuma representação contra Camila Jara, apenas representações de parlamentares da base aliada contra deputados oposicionistas. No total, 14 parlamentares bolsonaristas – 12 do PL, um do Novo e um do PP – foram denunciados e terão as imagens analisadas pela Corregedoria.
Manifestações Até a tarde deste domingo (10), a parlamentar não tinha se manifestado nas redes sociais. No sábado (9), a deputada Érika Hilton (PSOL-SP) expressou apoio a Jara.
“Ao contrário do que foi primeiramente noticiado, a Mesa Diretora da Câmara não pediu o afastamento por seis meses de apenas seis deputados, mas sim, de 14”, postou. “E a deputada Camila Jara (PT), acusada, com evidências frágeis, de ter derrubado Nikolas Ferreira quando ele estava colocado logo atrás da cadeira de Hugo Motta, não foi alvo do pedido.”
O voo AD4816, da Azul Linhas Aéreas, realizou um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Brasília na noite desta quinta-feira (7), após uma suspeita de bomba a bordo. A aeronave havia partido de São Luís (MA) às 18h27 com destino a Campinas (SP), onde deveria aterrissar por volta das 21h30.
Durante o trajeto, a tripulação declarou emergência, alterando a rota por precaução. O pouso ocorreu às 20h45, segundo o site de monitoramento Flight Aware. Todos os passageiros desembarcaram em segurança e sem feridos.
A Polícia Militar do Distrito Federal atendeu à ocorrência, e a Polícia Federal foi acionada para investigar o caso. Após inspeção, a PF descartou a presença de qualquer artefato explosivo na aeronave.
Em nota, a companhia confirmou o ocorrido e explicou que a medida foi tomada por segurança, diante de uma possível ameaça de explosivo. A Azul destacou que ações como essa “são necessárias para garantir a segurança das operações”.
O presidente do PL-Bahia e ex-ministro da Cidadania, João Roma, explicou que a taxação imposta pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Brasil se deve à política externa equivocada do Governo Lula.
“O Brasil tem se aliado com o que há de pior no mundo inteiro. E até mesmo na reunião do BRICS, o presidente Lula fez uma bravata ao defender a substituição do dólar como moeda de referência internacional. Nem os presidentes da Rússia e da China concordaram. Esses devaneios do nosso atual presidente vão de encontro à tradição democrática da política externa do Brasil e trazem duras consequências para o nosso País”, afirmou Roma em entrevista nesta quinta-feira (07/08) para a Rádio Andaiá FM de Santo Antônio de Jesus.
Roma disse que a política externa equivocada de Lula e os absurdos jurídicos cometidos pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, a exemplo da recente prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, levaram o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a mandar um duro recado para o Brasil.
“O mundo assiste perplexo a esta crise estrutural no Brasil, que fragiliza o papel das nossas instituições. Por isso Trump citou a perseguição política do Poder Judiciário orquestrada por Alexandre de Moraes contra Bolsonaro logo no primeiro parágrafo da sua mensagem ao nosso País”, explicou.
Roma fez também uma firme defesa da atuação política do deputado federal Eduardo Bolsonaro. “Nenhum cidadão brasileiro pode ficar satisfeito com medidas que possam prejudicar o Brasil, nem Eduardo. O papel dele tem sido muito importante para denunciar ao mundo o grande vexame que acontece hoje no Brasil. Qualquer pai teria orgulho de ter um filho como Eduardo Bolsonaro”, destacou.
Roma reafirmou sua pré-candidatura a governador e sua disposição de unir todas as forças de oposição aos 20 anos de atraso do PT na Bahia.
“Tenho dialogado muito com o ex-prefeito ACM Neto, que também é pré-candidato ao governo da Bahia pelo União Brasil. O diagnóstico a que chegamos é que mais importante do que definir quem será o candidato para cada cargo é unir todas as forças que entendam que precisamos superar os 20 anos de atraso do PT na Bahia”, defendeu.
O Esporte Clube Bahia e a Puma, fornecedora do clube, lançaram oficialmente, nesta sexta-feira (8), o terceiro uniforme da temporada 2025. O novo modelo será estreado no sábado (9), na partida contra o Fluminense, válida pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Com um design que tem o sol como elemento central, a camisa apresenta tonalidade vinho com contornos amarelos que formam a composição gráfica de vários sóis. A proposta é reforçar a identidade regional e valorizar a cultura nordestina por meio de símbolos associados à força, transformação e à luz característica do sertão baiano.
Antes mesmo do lançamento oficial, imagens vazadas nas redes sociais levantaram especulações entre torcedores sobre uma possível homenagem ao cineasta baiano Glauber Rocha. A interpretação se deu principalmente pelos sóis estampados na camisa, que lembram o cartaz do clássico Deus e o Diabo na Terra do Sol.
A presença de um garoto com uma câmera no vídeo oficial de lançamento também evocou a célebre frase atribuída a Glauber – “uma câmera na mão, uma ideia na cabeça” –, fortalecendo a associação. No entanto, nem o cineasta nem suas obras são citados de forma explícita em nenhum momento da campanha. A peça audiovisual que acompanha o lançamento integra a campanha “Bahia de Todas as Artes”, iniciada em março com os uniformes HOME & AWAY. O novo capítulo, batizado de “Tropical, Novo e Marginal”, mantém o foco na valorização da cultura nordestina, com trilha sonora original, direção cinematográfica e participação de artistas locais.
O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente do Progressistas e ex-ministro da Casa Civil no governo Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira (6) que não vai assinar o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, a proposta é inviável dentro do atual cenário político no Senado.
– Não assinei e não vou assinar o pedido de impeachment do ministro Alexandre. Porque é uma pauta impossível. Nós não temos 54 senadores para aprovar – declarou ao site Metrópoles.
– E aqui fala uma pessoa que, durante meus 32 anos de mandato, se tornou uma pessoa muito pragmática. Não perco tempo com pautas que não vão ter sucesso – completou.
Para que um ministro do STF perca o cargo, são necessários pelo menos 54 votos no plenário do Senado ao final do processo. Apesar disso, a oposição tem alegado nas redes sociais estar perto de reunir 41 assinaturas para apresentar o pedido.
Ciro também rebateu o argumento sobre o número de assinaturas, lembrando que a decisão de pautar um processo de impeachment contra ministros do STF cabe exclusivamente ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
– Nós não temos no atual Senado 54 senadores [apoiando o impeachment]. E eu conheço o presidente Davi Alcolumbre. Você pode chegar com 80 assinaturas, que não abre. É um poder do presidente do Senado. Então essa pauta, eu não vou perder tempo com ela – concluiu.
O pedido de impeachment contra Moraes é uma das principais bandeiras da oposição no chamado “Pacote de Paz”, que também inclui anistia aos réus do 8 de janeiro e o fim do foro privilegiado.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), marcou uma sessão no plenário da Casa para esta quarta-feira (6/8), às 20h30 (horário de Brasília), mesmo com a ocupação de bolsonaristas no local. Na reunião com líderes partidários, Motta decidiu que presidirá pessoalmente a sessão e ameaçou suspender o mandato de deputados que resistirem a sair da Mesa Diretora.
Pelo acordo fechado no encontro, líderes e Motta vão caminhar juntos, da presidência ao plenário da Câmara, em um sinal de união contra o movimento feito por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A decisão de Motta já foi publicada pela Secretaria Geral da Mesa Câmara, que estabelece que deputados que não colaborarem para que a ordem no plenário seja restabelecida poderão sofrer suspensão do mandato por até seis meses.
“Quaisquer condutas que tenham por finalidade impedir ou obstaculizar as atividades legislativas sujeitarão os parlamentares ao disposto no art. 15, inciso XXX, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados (suspensão cautelar do mandato por até seis meses)”, diz a norma publicada.
Mais cedo, a oposição anunciou que a reunião do grupo com Motta havia terminado sem acordo e que, por isso, manteria a ocupação do plenário.
“Tivemos uma reunião com o presidente Hugo Motta – sem resultado, mas de muito respeito. Mas, de posicionamento, estamos reafirmando que não sairemos do plenário até que haja uma definição sobre as pautas que vocês já sabem”, disse o líder da oposição na Casa, Zucco (PL-RS).
Depois da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), bolsonaristas passaram a ocupar as Mesas Diretoras dos plenários da Câmara e do Senado na terça-feira (5/8).
Os parlamentares exigem que “um pacote da paz” seja votado, para só assim pararem de obstruir os trabalhos do Legislativo. As medidas defendidas pelo grupo são: a votação do PL de anistia para envolvidos nos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro, o fim do foro privilegiado e o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), classificou a ação do grupo como “arbitrária” e pediu diálogo. Em uma reunião com líderes, Alcolumbre disse que não aceitará “ser chantegeado” e marcou uma sessão virtual para quinta-feira (7/8).
O apresentador Fausto Silva, Faustão, foi internado em São Paulo. Por conta do ocorrido, o filho dele, João Silva, teve que cancelar uma festa marcada para esta quinta-feira (7).
O motivo da internação seria uma infecção na perna, segundo informações do colunista Erlan Bastos e de Fábia Oliveira, do Metrópoles.
No entanto, João Silva, ao cancelar a festa, alegou apenas “motivos pessoais”.