Treinador da Seleção Brasileira fez o anúncio nesta segunda-feira, depois de evento musical, no Museu do Amanhã
Carlo Ancelotti buscou montar um elenco equilibrado | Foto: Rafael Ribeiro/CBF
O técnico Carlo Ancelotti encerrou o maior mistério que já antecedeu alguma convocação da Seleção Brasileira. Neymar estará na Seleção Brasileira que vai para a Copa do Mundo de 2026. O treinador anunciou os 26 convocados nesta segunda-feira, 18, em cerimônia antecedida por um evento musical, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, com direito a vista para a Ponte Rio-Niterói e os aviões decolando e pousando no Aeroporto Santos Dumont. Entre os nomes estão também o do goleiro Weverton, do Grêmio, que, apesar de veterano e campeão olímpico, foi considerado uma surpresa.
Até mesmo Ancelotti, enquanto assistia às performances, mostrava ansiedade, sentado na primeira fileira da ampla plateia, ao lado da mulher, Mariann Barrena McClay. Agarrava uma pasta com os nomes dos convocados, durante os discursos. O objetivo de Ancelotti foi o de montar uma Seleção Brasileira equilibrada e versátil. Ele chamou, para isso, jogadores que podem atuar em mais de uma posição, como Danilo e Ibañez, que funcionam como laterais e zagueiros. O meia Danilo, do Botafogo, também mostra habilidade em fechar os espaços e sair para o jogo. Assim como Lucas Paquetá, que, criado no Flamengo como meia, aprimorou-se na função de segundo volante quando jogou na Europa, defendendo o Milan (2019-2020), o Lyon (2020-2022) e o West Ham (2022-2026).
O momento antes de Ancelotti anunciar Neymar, o técnico mesmo declarou: “Agora vai ser bonito”. A plateia comemorou muito a convocação de Neymar, chegando até a interromper a continuidade da convocação. Com o projeto de ir à Copa, Neymar retornou ao Santos no dia 31 de janeiro de 2025 e seu contrato atual tem validade até 31 de dezembro de 2026. Nesta passagem, atuou em Depois de 45 jogos oficiais, com 18 gols marcados e nove assistências. Ele foi fundamental, no final de 2025, para manter o Santos na Série A.
No fim da temporada, passou por uma artroscopia para corrigir uma lesão no menisco medial do joelho esquerdo. Voltou a jogar em fevereiro e, desde então, se esforçou para atuar em todas as partidas, sem se machucar. Tal esforço foi reconhecido por Ancelotti, que, em todas as convocações, vinha ressaltando a importância de os jogadores estarem em ótimas condições físicas para serem convocados.
O Brasil está no Grupo C da Copa do Mundo ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. A Seleção Brasileira de estreia em 13 de junho, contra Marrocos, às 19 horas (horário de Brasília), no MetLife Stadium, na região metropolitana de Nova York; na segunda rodada enfrenta o Haiti em 19 de junho, às 22 horas, no Lincoln Financial Field, na cidade de Filadélfia; e encerra a fase de grupos em 24 de junho, contra a Escócia, às 19 horas, no Hard Rock Stadium, na região metropolitana de Miami.
Confira a lista dos convocados para a Seleção Brasileira
Goleiros
Alisson – Liverpool (ING) Ederson – Fenerbahçe (TUR) Weverton (Grêmio)
Wesley – Roma (ITA) Danilo – Flamengo Alex Sandro – Flamengo Douglas Santos – Zenit (RUS)
Meio-campistas
Casemiro – Manchester United (ING) Bruno Guimarães – Newcastle (ING) Danilo – Botafogo Fabinho – Al-Ittihad (SAU) Lucas Paquetá – Flamengo
Atacantes
Endrick – Lyon (FRA) Luiz Henrique – Zenit (RUS) Igor Thiago – Brentford (ING) Matheus Cunha – Manchester United (ING) Raphinha – Barcelona (ESP) Rayan – Bournemouth (ING) Vinicius Jr. – Real Madrid (ESP) Neymar – Santos Gabriel Martinelli – Arsenal (FRA)
Técnico anunciará os 26 jogadores do Brasil para a Copa do Mundo de 2026 em evento no Rio com transmissão ao vivo na TV e internet. Lista deve ter base definida, mas presença de Neymar segue indefinida
Carlo Ancelotti anunciará nesta segunda-feira (18), às 17h (horário de Brasília), a lista final com os 26 jogadores convocados da Seleção Brasileira de Futebol para a Copa do Mundo FIFA 2026.
O evento será realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, e contará com cobertura internacional. A convocação terá transmissão ao vivo pela TV Globo, SporTV, ESPN, Disney+, ge.tv, CazéTV, Confederação Brasileira de Futebol TV, CNN Brasil e pelos canais oficiais dessas plataformas no YouTube.
A expectativa em torno da lista gira principalmente sobre a presença de Neymar. O atacante do Santos Futebol Clube tenta disputar sua quarta Copa do Mundo, mas ainda é tratado como dúvida na convocação final.
Nos bastidores, Ancelotti já indicou que a base do grupo está praticamente definida. Entre os nomes considerados certos estão os goleiros Alisson Becker, Ederson e Bento Krepski.
Na defesa, aparecem jogadores como Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Bremer.
O meio-campo deve contar com atletas experientes, como Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá.
No ataque, a tendência é de que estejam confirmados nomes como Vinícius Júnior, Raphinha, Endrick, Gabriel Martinelli e João Pedro.
As últimas vagas seguem indefinidas e envolvem jogadores como Andrey Santos, Pedro, Igor Thiago, Rayan Vitor e Neymar.
Após a convocação, a seleção fará amistosos contra a Seleção Panamenha de Futebol, no dia 31 de maio, e diante da Seleção Egípcia de Futebol, em 6 de junho, antes da estreia contra a Seleção Marroquina de Futebol na Copa do Mundo
A Copa do Mundo de 2026 começa no dia 11 de junho, com partidas realizadas nos Estados Unidos, Canadá e México.
A estreia da seleção brasileira será no dia 13 de junho, contra a Seleção Marroquina de Futebol.
Depois, o Brasil encara a Seleção Egípcia de Futebol, em 19 de junho, e fecha a fase de grupos diante da Seleção Panamenha de Futebol, em 24 de junho.
Erro inusitado da arbitragem tirou o jogador de campo mais cedo
Neymar Jr. Foto: EFE/Sebastiao Moreira
O atacacante Neymar teve que deixar o duelo do Santos contra o Coritiba antes da metade do segundo tempo por um erro da arbitragem. O duelo foi o último antes da convocação final para a Copa do Mundo.
A partida ocorreu na manhã deste domingo (17), em São Paulo, e ficou marcada pela confusão. O quarto árbitro Bruno Mota Correia (RJ) errou a placa de substituição e forçou a saída de Neymar com apenas 19 minutos do segundo tempo.
Naquela altura do embate, o Santos já perdia por 3 a 0, e o craque estava sendo atendido do lado de fora do gramado após sentir a panturrilha. Ao mesmo tempo, o garoto Robinho Jr. se preparava para entrar em campo. O quarto árbitro subiu a placa informando a saída do número 10 e a substituição foi concretizada.
O grande problema é que a substituição indicada pelo técnico Cuca era a saída do lateral-esquerdo Escobar, número 31, e não do camisa 10. Irritado com o erro da arbitragem, Neymar tentou retornar ao gramado e recebeu cartão amarelo.
O atacante chegou a pegar o papel que indicava a alteração e mostrou para as câmeras que faziam a transmissão da partida.
— É uma vergonha, é uma vergonha — esbravejou o craque na saída do gramado e continuou reclamando do lado de fora.
A partida diante dos paranaenses foi a última antes da convocação de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo. Neymar está na pré-lista do italiano e tinha a chance de mostrar serviço um dia antes do anúncio.
O anúncio dos 26 jogadores convocados para a Copa do Mundo dos Estados Unidos, México e Canadá acontece nesta segunda (18), às 17h, no Museu do Amanhã, na Zona Portuária do Rio de Janeiro. A estreia da Seleção Brasileira será no dia 13 de junho.
Chegou ao fim a etapa de Brandemburgo (Alemanha) da Copa do Mundo de canoagem e paracanoagem. O Brasil concluiu a participação com sete medalhas, sendo cinco somente nas provas paralímpicas.
As duas últimas, de prata, foram conquistadas neste domingo (17), com Fernando Rufino e Miqueias Rodrigues. O primeiro pódio veio com Rufino, segundo colocado nos 200 metros (m) da classe KL2 (caiaque para atletas que utilizam braços e troncos para remar). O sul-mato-grossense de 40 anos, que perdeu parte da movimentação das pernas após ser atropelado por um ônibus, já tinha conquistado a medalha de ouro no sábado (16), na prova de 200 m da canoa (VL2).
Quem venceu a final foi o australiano Curtis McGrath, com tempo de 44s98, 37 centésimos a frente de Rufino. O bronze ficou com o uzbeque Azizbek Abdulkhabibov (45s55). O paranaense Flavio Reitz também participou da prova, terminando-a na sétima posição. Ele teve de amputar a perna esquerda aos 15 anos, devido a um tumor no fêmur, o que causou a desarticulação do quadril.
A última medalha brasileira em Brandemburgo foi conquistada por Miqueias nos 200m da classe KL3 (caiaque para atletas com deficiência moderada nos membros inferiores). O paranaense, que amputou a perna esquerda devido a um acidente de moto, chegou em segundo, com tempo de 44s91, superando o neozelandês Finn Murphy. A vitória foi do georgiano Serhii Yemelianov (44s14). O baiano Gabriel Porto ficou em quarto (45s51).
Canoista Miqueias participa de prova de canoagem na Copa do Mundo. – Isabella Oliveira/CBCa
final com representante brasileiro neste domingo foi a dos 200 m da classe VL2 feminina. A sul-mato-grossense Débora Benevides, que nasceu com uma má formação que causou atrofia nas pernas, terminou em quarto, com tempo de 1min11s33, a pouco mais de dois segundos de Anastasia Miasnikova, de Belarus, que foi bronze. A britânica Emma Wiggs (1min05s48) ficou em primeiro, seguida pela canadense Brianna Hennessy (1min06s50).
Além das medalhas deste domingo e do ouro de Rufino no sábado, a paracanoagem brasileira esteve no pódio com o paranaense Giovane Vieira de Paula, bronze nos 200 m da classe VL3 (canoístas com grau moderado de comprometimento no tronco e nas pernas), e a prata do piauiense Luis Carlos Cardoso nos 200 m do KL1 (caiaque para atletas com deficiências severas nas pernas e no quadril).
Já entre os olímpicos, Isaquias Queiroz foi ouro nos 500 m da categoria C1 (canoa individual). O também baiano Gabriel Assunção, na mesma prova, chegou em terceiro lugar e compôs a dobradinha brasileira no pódio.
Federação cobra da FIFA garantias sobre vistos e segurança nos EUA, México e Canadá
Seleção Iraniana de Futebol | Foto: Football Federation Islamic Republic of Iran/Divulgação
A Federação de Futebol do Irã anunciou neste sábado, 9, uma série de condições para a participação da seleção nacional na Copa do Mundo, que este ano será disputada nos Estados Unidos, no Canadá e no México. Entre as exigências apresentadas à FIFA estão garantias sobre vistos, segurança da delegação e restrições a manifestações políticas durante os jogos.
Segundo o presidente da federação iraniana, Mehdi Taj, a entidade definiu dez condições para a presença do país no torneio. De acordo com a emissora estatal iraniana IRIB News, a federação exige que a FIFA garanta o cumprimento das medidas pelos países-sede.
Entre os pedidos apresentados pelo dirigente estão a emissão de vistos “sem problemas” para todos os jogadores e integrantes da comissão técnica, “especialmente aqueles que serviram na Guarda Revolucionária”, como os atletas Mehdi Taremi e Ehsan Hajsafi.
A federação também pede que, depois da emissão dos vistos, jogadores e membros da comissão técnica “não sejam interrogados pela polícia de imigração durante a viagem”. Além disso, o Irã cobra definições sobre a emissão de vistos para jornalistas e torcedores iranianos.
Outro ponto levantado envolve segurança. Segundo o texto divulgado pela imprensa iraniana, a polícia norte-americana deverá manter “o mais alto nível de protocolos de proteção e segurança” em aeroportos, hotéis, trajetos e estádios “para evitar incidentes e problemas potenciais”.
O comunicado ainda afirma que “os torcedores das duas equipes devem levar apenas suas bandeiras oficiais ao estádio” e que “a entrada de qualquer bandeira que não seja a bandeira oficial da República Islâmica do Irã deve ser proibida”.
A federação também exige garantia de execução correta do hino nacional iraniano em todas as partidas e afirma que perguntas feitas por jornalistas em entrevistas coletivas “devem estar relacionadas a aspectos técnicos das partidas”.
Confira as exigências apresentadas pela federação iraniana:
Emissão de vistos para todos os jogadores e membros da comissão técnica;
Autorização de entrada para atletas que serviram na Guarda Revolucionária;
Proibição de interrogatórios pela imigração norte-americana depois da emissão do visto;
Definição sobre vistos para jornalistas iranianos;
Definição sobre vistos para torcedores iranianos;
Reforço da segurança em aeroportos, hotéis, trajetos e estádios;
Cooperação das autoridades policiais norte-americanas com a delegação iraniana;
Permissão apenas da bandeira oficial da República Islâmica do Irã nos estádios;
Garantia de execução correta do hino nacional iraniano; e
Exigência de que perguntas de jornalistas tratem apenas de futebol.
O Irã está no Grupo G da Copa, ao lado da Bélgica, Egito e Nova Zelândia. A equipe disputará partidas em Los Angeles e Seattle, nos Estados Unidos.
Técnico da seleção do Irã fala em “condições muito difíceis”
Em entrevista à mídia oficial da FIFA reproduzida pela agência Fars News, o técnico da seleção iraniana, Amir Ghalenoei, afirmou que o elenco acredita ser capaz de “realizar algo épico” na Copa. “O atual time, com uma boa geração de talentos experientes, está pronto para finalmente acabar com essa sequência de fracassos”, declarou.
O treinador disse que a equipe enfrentou dificuldades e elogiou o esforço dos jogadores durante as eliminatórias. Em seguida, acrescentou: “Eles podem fazer algo épico na Copa, porque têm o potencial técnico necessário para transformar esta em uma Copa memorável”.
Ghalenoei também mencionou impactos da guerra sobre o futebol iraniano. “Temos enfrentado condições difíceis com todos os problemas e preocupações, uma das quais foi a incapacidade de sediar partidas, mas fomos uma das primeiras equipes a se classificar para a Copa”, disse.
O treinador afirmou que faltam cerca de dois meses para o torneio e declarou que o país atravessa “condições muito difíceis”. Ainda assim, disse acreditar no papel do futebol como instrumento de aproximação social. “Por meio do futebol podemos levar alegria às famílias e à sociedade iraniana, tanto dentro quanto fora do país”, afirmou.
Segundo o técnico, o objetivo da equipe é alcançar pela primeira vez a fase eliminatória da Copa. “Não ficaremos satisfeitos apenas com a fase de grupos”, declarou. “Quero que joguemos um bom futebol, e não apenas que busquemos resultados.”
Atleta descumpriu regras da liberdade condicional e vinha sendo procurado desde março
Foto: Divulgação/River AC
O goleiro Bruno foi preso no fim da noite desta quinta-feira (7), em São Pedro da Aldeia, no Rio de Janeiro. Condenado pelo homicídio da modelo e ex-namorada Eliza Samudio, ele era considerado foragido há dois meses.
A captura foi feita através de um trabalho conjunto entre o setor de inteligência da Polícia Militar do Rio de Janeiro com a de Minas Gerais. De acordo com a PM do RJ, o goleiro Bruno não ofereceu resistência à abordagem e colaborou com os agentes durante a ação. O atleta foi conduzido para a 125ª DP de São Pedro da Aldeia, onde foi cumprido o mandado de prisão. Depois, a ocorrência foi encaminhada para a 127ª DP de Búzio para a continuidade aos procedimentos legais.
O atleta era procurado após um mandado de prisão ter sido expedido em 5 de março. O motivo foi o descumprimento de regras da liberdade condicional. No dia 15 de fevereiro, ele viajou para o Acre sem autorização judicial para jogar pelo Vasco-AC e não retornou ao regime semiaberto quando determinado pela Justiça. O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) ainda apontou que o goleiro deixou de atualizar o endereço por três anos, não respeitou horário de recolhimento, frequentou locais proibidos, dentre eles um jogo no Maracanã, e fez outras viagens sem autorização.
O goleiro Bruno foi condenado em 2013 a mais de 22 anos de prisão pelo homicídio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado de Eliza Samudio. Para a Justiça, ela foi morta após cobrar o reconhecimento de paternidade do filho que teve com o jogador, Bruninho Samudio, que atualmente também é goleiro das categorias de base do Botafogo. Ele ficou preso em regime fechado de 2010 até 2019 e depois teve o direito de progressão para o semiaberto. Em 2023, teve concedida a liberdade condicional.
Jovem atacante revelou mágoa com o ídolo, mas confirmou que aceitou desculpas
Foto: Raul Baretta/ Santos FC
A novela envolvendo Neymar e Robinho Jr. ganhou um novo capítulo. Depois do empate em 1 a 1 contra o Deportivo Recoleta, na noite desta terça-feira (5), pela Copa Sul-Americana, os dois jogadores se manifestaram publicamente sobre o desentendimento que culminou em uma agressão física durante o treinamento do último final de semana.
A reconciliação começou ainda durante o jogo. Autor do único gol santista, Neymar comemorou com Robinho Jr., que o abraçou. Na zona mista após a partida, os dois jogadores adotaram um tom de desculpas e explicações.
Robinho Jr. revelou que ficou chateado com o desentendimento com Neymar, especialmente por conta da admiração que tem com o camisa 10 do Santos. No entanto, o atacante de 18 anos disse considerar o caso resolvido.
“Lógico que eu fiquei chateado, por ser meu ídolo desde a infância, é um cara que eu amo muito. O primeiro presente que ele me deu foi uma camisa quando eu tinha 8 anos, eu chorei muito e tenho ela até hoje. O caso tomou uma proporção que não deveria”, disse.
“Mesmo que ele [Neymar] tenha errado, ele já pediu desculpas e foi homem para assumir, eu também fui homem para conversar com ele, e tá tudo certo. As pessoas falam muitas coisas que não são verdades, e é triste ter tomado essa proporção toda. Mas estou tranquilo, já conversamos, gosto muito dele e já está tudo resolvido”, acrescentou.
Já Neymar reconheceu que perdeu o controle, mas disse que a situação deveria ter sido resolvida internamente e lamentou a repercussão fora do ambiente do Santos.
“Primeiramente, isso era para ser resolvido entre nós, foi um desentendimento que tivemos no treinamento, foi uma reação que eu tive e acabei me excedendo um pouco. Mas logo após o ocorrido, foi pedido desculpas, a gente conversou no vestiário, tanto eu como o Robinho Jr., a gente se entendeu ali”, explicou.
“É um menino que eu gosto muito, tenho um carinho muito especial desde o começo. Isso acontece no futebol, você briga com irmão, com amigo, já discuti com vários amigos meus no futebol, já briguei com todos, e assim vai. Essas coisas tinham que ter sido resolvidas aqui dentro, não era para ser do jeito que foi, aí foi para as pessoas que não vivem o dia a dia do futebol, e aí acaba inflamando de um jeito muito ruim”, complementou.
Novo vínculo pode durar mais quatro anos e deve ser fechado antes da próxima convocação
Foto: Rafael Ribeiro / CBF
O presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Samir Xaud, revelou que faltam “detalhes burocráticos” para que o técnico italiano Carlo Ancelotti permaneça no comando da Seleção Brasileira por mais tempo.
Em entrevista ao Globo Esporte, Xaud disse que a renovação está bem encaminhada e deve ser oficializada antes da convocação para a Copa do Mundo, marcada para o dia 18 de maio.
“A ideia é que na última convocação ele já esteja com o contrato assinado. Restam ajustes jurídicos algumas coisas básicas. O desejo dele e da CBF é renovar, a gente acredita no trabalho dele”, disse o presidente da CBF.
Ancelotti também já demonstrou interesse em seguir no comando da Seleção Brasileira, independentemente do resultado na Copa do Mundo. A renovação do contrato, que renovariam o vínculo do treinador com a CBF, duraria por mais quatro anos e foi iniciada no início do ano e está em estágio avançado.
O Flamengo anunciou que não vai mais utilizar a camisa 14 na equipe de basquete de forma definitiva. A ação é uma homenagem ao ídolo Oscar, que morreu nesta sexta-feira (17). O astro jogou pelo rubro-negro entre 1999 e 2003.
A aposentadoria definitiva da camisa foi uma decisão do Conselho Diretor do Flamengo por humanidade.
“Ídolo eterno, Oscar marcou época com o Manto Sagrado entre 1999 e 2003, deixando um legado que transcende as quadras e seguirá inspirando gerações, diz nota oficial do clube.
Acrescenta que o atleta é patrimônio do esporte do Flamengo, do Brasil e do mundo. “Sua história ajudou a moldar o basquete como o conhecemos hoje e seguirá como referência eterna de excelência, talento e paixão”.
Porém, as lembranças do ídolo que fez história no basquete, não ficarão restritas à modalidade. Na rodada deste domingo (19) do Campeonato Brasileiro de Futebol, quando o Flamengo enfrenta o Bahia, Arrascaeta usará a camisa 14 para homenagear o ídolo do basquete brasileiro.
Lenda do basquete brasileiro, o ex-jogador Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Conhecido como “Mão Santa”, ele eternizou a camisa 14 da seleção brasileira.
A informação foi confirmada pela assessoria de Oscar.
Oscar chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), após ter um mal-estar, mas não resistiu.
Segundo postagens mais recentes de familiares, ele já estava com a saúde debilitada após uma cirurgia. No começo de abril, o filho de Oscar, Felipe Schmidt, recebeu homenagem no lugar do pai no Comitê Olímpico Brasileiro (COB).
Oscar lutou durante 15 anos contra um tumor cerebral.
A assessoria informou que o velório será fechado para a família.
Nas redes sociais, o filho de Oscar postou uma homenagem ao pai. “Como filho, eu só tenho a dizer: pai, vou sentir a sua falta. Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser como homem e tentar ser ao menos 10% do ser humano que você foi. Você foi um exemplo de vida para mim, e eu nunca, nunca vou te esquecer”, escreveu Felipe Schmidt.
Carreira
Oscar Schmidt, conhecido mundialmente como Mão Santa, foi um dos maiores nomes da história do basquete.
Recordista brasileiro em participações olímpicas, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição.
Com a Seleção, conquistou três campeonatos Sul-Americanos e um Pan, além do bronze no Mundial de 1978.
Ícone do esporte internacional, integrou o Hall da Fama da Fiba e, de forma inédita, também o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado na liga.
Reconhecido por sua genialidade e impacto global, foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
Nota da assessoria
É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo.
Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.
Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo.