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Bahia lidera desemprego no Brasil nos três primeiros meses de 2021
Foto: Fernando Dias

A Bahia atingiu um novo recorde na taxa de desocupação no primeiro trimestre de 2021. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de desempregados no estado foi de 21,3%, o mais elevado do Brasil, empatado com Pernambuco. 

Ainda segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), do IBGE, o número de desempregados na Bahia também foi o maior da série histórica do estudo, que acontece desde 2012, com o registro de 1,386 milhão de pessoas em busca de trabalho.

Ao mesmo tempo, a população ocupada voltou a cair, após ter aumentado no fim de 2020, e ficou em 5,135. Os dados do instituto indicam que, no período de um ano, 565 mil pessoas deixaram de trabalhar no estado.

No Brasil, a taxa de desemprego também foi a mais alta da série histórica, com 14,7% de pessoas em busca de ocupação.


carteira de trabalho
Foto: Agência Brasilia

A crise econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) prejudicou mais os trabalhadores por contra própria, revela pesquisa divulgada hoje (8) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o levantamento, essa categoria teve a maior queda no rendimento em 2020.

O pior momento para os trabalhadores autônomos ocorreu no segundo trimestre de 2020, quando a categoria recebeu 24% a menos do que a renda habitual. No quarto trimestre do ano passado, o indicador recuperou-se levemente, mas continuou abaixo dos níveis anteriores à pandemia, com recuo de 10%.

Os trabalhadores privados e sem carteira receberam 13% a menos do que a renda habitual no segundo trimestre e 4% a menos no último trimestre do ano passado. Os trabalhadores privados com carteira assinada não tiveram perda no segundo e no terceiro trimestres de 2020 e encerraram o último trimestre do ano passado ganhando 5% acima da renda habitual. No serviço público, os trabalhadores receberam 1% a mais que a renda habitual no segundo trimestre, 3% no terceiro trimestre e 5% a mais no último trimestre do ano passado.

Realizada com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a pesquisa comparou a renda média efetiva com a renda média habitual. Enquanto a renda média efetiva caiu por causa do aumento do desemprego e da contratação com salários mais baixos, a renda média habitual subiu porque a perda de ocupações se concentrou nas áreas mais mal remuneradas.

Segundo o Ipea, a elevação da renda habitual para os trabalhadores privados com carteira assinada e o serviço público deve-se ao fato de que a eliminação de postos de trabalho atingiu principalmente os setores de construção, comércio e alojamento e alimentação, além de empregados sem carteira assinada e principalmente trabalhadores por conta própria. Dessa forma, quem permaneceu empregado foram os trabalhadores de renda relativamente mais alta, que puxam o rendimento médio habitual para cima.

Ao analisar apenas a renda efetiva dos três últimos meses do ano passado, sem levar em conta a comparação com a renda habitual, a pesquisa mostra que a queda também foi maior entre os trabalhadores por conta própria. Essa categoria encerrou 2020 ganhando 6,7% a menos que no mesmo período de 2019.

O recuo chegou a 1,4% entre os trabalhadores privados com carteira e 0,2% no setor público. Apenas os trabalhadores com carteira assinada recebiam, em média, 1,4% a mais no último trimestre de 2020 em relação aos mesmos meses de 2019, refletindo a recuperação do emprego formal no fim do ano passado.

Para Sandro Sacchet, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea e autor do estudo, o fato de ter havido queda nos rendimentos efetivos em alguns grupos de trabalhadores no quarto trimestre indica potenciais efeitos do início da segunda onda da pandemia da covid-19. Segundo ele, os impactos poderão ser compreendidos quando forem divulgados os dados no primeiro trimestre de 2021.

Na comparação por faixa de renda, a pesquisa mostra que a pandemia afetou proporcionalmente os mais pobres. Entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020, o total de domicílios sem renda do trabalho aumentou de 25% para 31,5%. No quarto trimestre, a proporção chegou a 29%, mostrando uma recuperação lenta do nível de ocupação.

Em relação à quantidade de horas habitualmente trabalhadas, o levantamento mostra que a pandemia não afetou significativamente o indicador. No segundo trimestre, o total de horas trabalhadas caiu para 30,7 horas semanais, recuperando-se para 36,2 horas semanais no terceiro trimestre e encerrando o quarto trimestre em 37,4 horas semanais, com queda de apenas 5% em relação ao último trimestre de 2019.


Geração de emprego
Foto: Arquivo/Agência Brasil

O Brasil gerou 401.639 novos postos de trabalho em fevereiro deste ano, resultado de 1.694.604 admissões e de 1.292.965 desligamentos de empregos com carteira assinada. O crescimento é o maior para o mês, de acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“Mais uma vez, o vigor da economia brasileira, a resiliência da economia brasileira surpreendendo as expectativas”, disse, durante coletiva virtual de divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). “São 400 mil novos empregos, recorde para o mês de fevereiro, é o que indica que estamos, definitivamente, no caminho certo do ponto de vista da recuperação da atividade econômica”, completou.

O mês de fevereiro, entretanto, não contempla o período de intensificação das restrições das atividades, impostas por diversos estados e municípios para o enfrentamento à nova onda de casos de covid-19. Nesse sentido, para Guedes, o foco do governo agora deve ser a vacinação em massa da população, “principalmente dos 40 milhões de brasileiros do mercado informal”, que é o grupo mais vulnerável que foi atendido pelo auxílio emergencial do governo federal.

De acordo com o ministro, cerca de 10% das novas admissões, 173 mil vagas, foram no setor de serviços, que é o mais sensível também para a informalidade. “Nós precisamos vacinar em massa para que o brasileiro informal, os quase 40 milhões de invisíveis, não fique nessa escolha cruel entre sair [para trabalhar] e ser abatidos pelo vírus ou ficar em casa e ser abatido pela fome”, disse.

Com a intensificação da vacinação a partir do próximo mês, segundo ele, a população idosa estará praticamente toda vacinada, “o que significa que deve cair vertiginosamente a taxa de óbitos” por covid-19 e, então, “podemos pensar no retorno seguro ao trabalho, para que impacto [na economia] dessa vez seja menos profundo do que foi o baque em abril do ano passado”.

O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 40.022.748 vínculos, em fevereiro, o que representa uma variação de 1,01% em relação ao mês anterior. No acumulado de 2021, foi registrado saldo de 659.780 empregos, decorrente de 3.269.417 admissões e de 2.609.637 desligamentos.

Informações: Agência Brasil


carteira de trabalho
Foto: Marcello Casal

O Brasil fechou o mês de janeiro de 2021 com um saldo de 260.353 empregos formais, segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apresentado hoje (16) pelo Ministério da Economia. O saldo é o melhor da série histórica para o mês de janeiro e é resultado de 1.527.083 admissões e 1.266.730 desligamentos. O numero também é maior do que o registrado em dezembro de 2020, quando a geração de empregos ficou em 142.690 postos de trabalho.

Com isso, o estoque de empregos formais no país chegou a 39.623.321 vínculos, o que representa uma variação de 0,66% em relação ao estoque do mês anterior. De acordo com o ministério, a modernização trabalhista teve papel importante na geração de empregos de janeiro.

“Foram 15.600 admissões e 12.517 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente, gerando saldo de 3.083 empregos, envolvendo 3.784 estabelecimentos contratantes. Um total de 201 empregados celebrou mais de um contrato na condição de trabalhador intermitente”, informou a pasta.

O ministério apontou ainda que o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda tem sido bem-sucedido em evitar demissões, “em um ano tão atípico de enfrentamento de uma grave pandemia”. O programa institui o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda (BEm), pago a trabalhadores que tiveram o contrato de trabalho suspenso ou a jornada e o salário reduzidos.

A pasta informou que os dados atualizados até 31 de dezembro mostram que o benefício permitiu 20.119.858 acordos entre 9.849.116 empregados e 1.464.683 empregadores no país.

Já a jornada em regime de tempo parcial teve saldo negativo de 610 postos de trabalho no ano, resultado de 15.808 admissões e 16.418 desligamentos. O regime parcial é aquele cuja duração não excede trinta horas semanais, sem a possibilidade de horas suplementares semanais ou cuja duração não excede 26 horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais.

Segundo o Caged, em janeiro, a movimentação envolveu 6.413 estabelecimentos contratantes e 57 empregados celebraram mais de um contrato em regime de tempo parcial.

Por Agência Brasil


A Bahia atingiu o recorde de 1,272 milhão de pessoas desocupadas em 2020, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC) Trimestral, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e divulgada nesta quarta-feira (10). Esse número corresponde a uma taxa de desemprego de 19,8%, o maior índice do país e o maior já registrado no estado.
Além disso, a taxa da Bahia superou a média geral nacional, que foi de 13,5%. A última vez que a Bahia teve um índice tão negativo foi em 2016, quando registrou 15,9% de taxa de desocupação.
Segundo o IBGE, a taxa de desocupação histórica registrada na Bahia em 2020 foi resultado de recordes negativos em todos os grupos envolvidos no mercado de trabalho. O número de pessoas trabalhando, formal ou informalmente, teve o patamar mais baixo desde 2012: 5,159 milhões.
Em contrapartida, o número de pessoas que não estavam trabalhando e procuraram trabalho no estado atingiu seu pico: 1,272 milhão.
O IBGE detalhou ainda que a taxa de desocupação só não foi ainda maior em 2020, porque houve crescimento significativo do número de pessoas que estavam fora da força de trabalho, ou seja, que por algum motivo não estavam trabalhando nem procuraram trabalho: 5,795 milhões.

Por G1 Bahia


Foto: Gabriel Monteiro

Extra- As expectativas são de retomada do mercado de trabalho aos poucos durante 2021. Mas, como em toda a crise, alguns setores sofreram muito e terão que passar por transformações, enquanto outros acabaram crescendo cinco anos em um e são as grandes apostas de alta para o ano. 

— Estamos em um momento de flexão da economia. Tudo ficando mais constante, com vacinação, confiança jurídica e política que esperamos, as coisas vão andar e estamos muito otimistas. Mas alguns setores irão se destacar, como a área da saúde, que deve continuar demandando muitos profissionais e materiais, que deve movimentar tanto empresas que oferecem produtos da área quanto carreiras tradicionais — afirma Sergio Castellano, gerente regional sênior do PageGroup, consultoria de recursos humanos.

Outro setor de aposta é o de tecnologia, que não viveu crise. As empresas tiveram que passar por um processo de transformação digital e o cliente também mudou e passou a consumir mais coisa digital e a comprar por este meio. Além disso, cresce o número de informação disponível para as empresas e a demanda por profissionais que possam guardar e usar essas informações para o negócio.

Outra área que deve gerar bastante contratação é a de construção civil. Com os juros mais baixos da história, e uma tendência a ficar mais tempo em casa, as pessoas estão comprando imóveis ou fazendo reparos em casa. Fora isso, o governo anunciou o seu novo programa habitacional, o que deve gerar demanda por mão de obra. 

As áreas de comercial, marketing e operações tiveram grande volume de demissões e devem ter reposição de funcionários. E com a cultura de entrega que se criou, logística continuará em alta. 

— O perfil de consumo da população mudou. A partir do momento em que as pessoas passaram a consumir mais em casa, o setor de delivery, entregas e e-commerce, tiveram altas demandas e isso irá continuar. E o consumidor está mais exigente – diz José Tortato, gerente de negócios do Banco Nacional de Empregos.

Currículo pronto

O ano pode ter oportunidades para entrar ou reingressar no mercado, ou para mudar de posição ou empresa. Para isso, é preciso estar preparado para as oportunidades. A primeira providência é ter um bom currículo.

— Não tem um currículo ideal que vai atacar todas as vagas. O currículo ele deve ser customizado para cada posição e selecionador — afirma Claudio Riccioppo, especialista em Gestão de Carreira e presidente da Employability. 

O currículo precisa estar bem estruturado e ter no máximo 3 páginas. Não é necessário ter foto nem dar o endereço completo, apenas a cidade ou o bairro onde mora. Um campo deve conter o objetivo, com a área na qual se pretende atuar, depois uma síntese das suas qualificações, como um minicurrículo em 10 linhas. E depois a formação acadêmica e a experiência profissional, começando com cargos mais atuais. Se tiver idiomas é importe destacar no começo.


Veja quais são as áreas que estãrão em alta e as suas principais profissões em 2021

Saúde 

Pandemia aumentou a demanda por profissionais de saúde e por materiais 

Nível técnico 

Técnico de enfermagem 

Salário médio: R$ 1.679 

Nível superior 

Farmacêutico

Salário médio: R$ 2.931 

Enfermeiro (hospitalar) 

Salário: R$ 3.500 a R$ 6.500 

O que faz: dá assistência ao paciente. Supervisiona o cuidado, os procedimentos e o manejo do tratamento ao doente. 

Médico (hospitalar) 

Salário: R$ 15 mil a R$ 35 mil 

O que faz: é responsável pelo atendimento assistencial dos pacientes, interface com toda a equipe multidisciplinar, organização das informações via prontuário e prescrições 



Gerente de assuntos regulatórios 

Salário: R$ 20 mil a R$ 35 mil 

O que faz: gerencia os cumprimentos legais e as adequações de normas, além de realizar reuniões técnicas com os representantes da Anvisa e os demais órgãos reguladores. 

Gerente comercial (medical devices) 

Salário: R$ 15 mil a R$ 30 mil 

O que faz: é responsável pelas estruturas de venda e, eventualmente, também faz gestão do marketing. 

Construção civil 

Com os juros em baixa, a construção civil está prevendo novas incorporações, ou reparos e reformas 

Nível técnico 

Pedreiro 

Salário médio: R$ 1.879 

Ajudante de pedreiro 

Salário médio: R$ 1.356 

Mestre de obras 

Salário médio: R$ 4584 

Auxiliar de carga e descarga 

Salário médio: R$ 4.584 

Operador de empilhadeira 

Salário médio: R$ 2.608 

Logística 

Com mais gente comprando pela internet, a entrega eficiente virou obrigação das empresas 

Nível técnico 

Entregador 

Salário médio: R$ 1.691 

Nível superior 

Coordenador de Suprimentos 

Salário: de R$ 9 mil a R$ 12 mil 

O que faz: é o elo entre as estratégias da área de compras e a execução operacional. 

Tecnologia da informação 

O trabalho passará a ser mais digital e precisa de estrutura para isso. Além disso, com o crescimento do e-commerce, profissões ligadas a chamar o cliente pela internet estão em alta. E as empresas precisam usar bem os dados e protegê-los com segurança 

Desenvolvedor de software 

Salário médio: R$ 3.689 

Especialista em cloud 

Salário: R$ 14 mil a R$ 19 mil 

O que faz: apoia as companhias na sustentação saudável da operação remota e garante que todos os sistemas em cloud funcionem bem e não atrapalhem o dia a dia da operação. 

Desenvolvedor de games 

Salário: R$ 8 mil a R$ 15 mil 

O que faz: é responsável pela programação dos jogos e por elencar e utilizar as tecnologias e linguagens de programação necessárias para que os games tenham todas as funcionalidades existentes. 



Analista de business intelligence, dados e automação 

Salário: R$ 3.500 a R$ 8 mil 

O que faz: trabalha com toda a estruturação técnica de informação (extração, armazenamento, modelagem e análise), utilizando metodologias próprias para organização de insights, desenvolvimento de painéis, relatórios e apresentação de dados estruturados para diferentes áreas e stakeholders. 

Especialista em segurança digital/infraestrutura 

Salário: a partir de R$ 10 mil 

O que faz: deve ter profunda experiência em legislação e domínio técnico para estruturação de departamento, documentos e equipes focadas em identificar fraudes, golpes e táticas de roubo e exposição de informações sensíveis e do negócio, além de adequar todos processos e a cultura às normas e procedimentos para os devidos armazenamento e uso com segurança de todos dados controlados pela empresa. 

Desenvolvedor web (back/front) – Java, PHP, C# 

Salário: a partir de R$ 6 mil 

O que faz: é um desenvolvedor generalista para ambiente web, que tem ganhado importância pela adaptação a diferentes linguagens e necessidades de negócio. 



Analista de UX & UI

Salário: a partir de R$ 4.500 

O que faz: é um profissional capaz de identificar problemas de usabilidade em interfaces, criando hipóteses e testes para soluções de problemas; testes A/B e design da experiência do usuário que otimizem métricas de acesso, utilização e retorno; desenvolvimento de layouts, wireframes e protótipos. 

Comercial, marketing e operações 

As empresas estão reestruturando seus atendimentos para alavancar as vendas 

Analista de customer service / atendimento / key account management 

Salário: R$ 3 mil a R$ 5.500 

O que faz: resolve questões de agendamento de pedidos, entregas, escalação e direcionamento de resolução; atendimento telefônico por diferentes canais; follow-up de atendimento; gestão de contas estratégicas, mantendo relacionamento e volume de faturamento; e expansão de novos projetos nos clientes atendidos. 



Vendas internas e consultores comerciais 

Salário: R$ 3 mil a R$ 5 mil + variáveis de resultado 

O que faz: é um acelerador do processo comercial: faz desde o mapeamento dos tomadores de decisão para qual ocorrerá a venda, prospectando novos parceiros de forma qualificada, como entra em contato para o agendamento de reunião com o front comercial ou opera diretamente na venda e na negociação. 



Analista de compras 

Salário: R$ 3.500 a R$ 5.500 

O que faz: realiza prospecção e cotações no mercado; (re)negociações com clientes; compras internacionais e nacionais; e gestão de carteira de fornecedores. 

*salários nacionais

Fonte: BNE e Michael Page/PageGroup 


A partir da próxima segunda-feira (21), a Casa do Trabalhador suspenderá o atendimento ao público, e só retomará o funcionamento no dia 4 de janeiro de 2021, agora, em  novo endereço, à rua Castro Alves, 431, onde funcionou a Secretaria Municipal de Habitação, nas imediações do Procon.

A transferência da Casa do Trabalhador envolve  toda uma logística de equipamentos, passando pela abertura de um link direto com o Ministério da Economia, o que, de acordo com o secretário do Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antônio Carlos Borges Júnior, ” vai proporcionar um melhor e mais eficiente atendimento ao público”.

Ele adiantou ainda  que será montado um “posto avançado” de atendimento da Casa do Trabalhador, juntamente com o Bolsa Família e o Procon, no Centro Comercial Popular, no Centro de Abastecimento.

Secom


Real

O governo aumentou para R$ 1.088 a estimativa para o salário mínimo em 2021. O valor consta de mensagem modificativa ao projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) do próximo ano, que deverá ser votado amanhã (16) pelo Congresso. O ofício foi enviado hoje (15) pelo Ministério da Economia.

O valor representa R$ 21 de aumento em relação à projeção de R$ 1.067 que constava da proposta do Orçamento Geral da União, enviada ao Congresso no fim de agosto. A medida deverá ter impacto de R$ 7,4 bilhões nas contas públicas em 2021.

A alta deve-se a um repique da inflação e à revisão da projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para cumprir o objetivo da Constituição de manter o poder de compra do salário mínimo. Em agosto, quando os preços ainda estavam impactados pela crise da pandemia do novo coronavírus, a equipe econômica projetava que o INPC encerraria 2020 em 2,09%. No fim de novembro, a previsão saltou para 4,1%, após a alta no preço dos alimentos no segundo semestre.

Segundo o projeto da LDO, cada R$ 1 de aumento do salário mínimo eleva a previsão de gastos do governo em R$ 355 milhões. Isso porque diversos gastos, como o piso dos benefícios da Previdência Social, o abono salarial e o seguro-desemprego, estão atrelados ao salário mínimo. Dessa forma, a alta de R$ 21 impacta as despesas federais em R$ 7,4 bilhões.

De 2012 a 2019, o salário mínimo era reajustado por uma fórmula que seguia a variação do INPC do ano anterior mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) registrada dois anos antes. O mínimo de 2020 em diante passou a ser corrigido apenas pelo INPC do ano precedente, de forma a não descumprir a Constituição.


O Bahia perdeu de 3 a 0 a noite de hoje (12) para o Palmeiras por 3×0, no Allianz Parque, em São Paulo, em partida válida pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Os gols do time paulista foram marcados pelos jogadores Willian, Raphael Veiga e Rony. O primeiro gol saiu logo aos seis minutos, o segundo foi de pênalti, aos 36 minutos e o último aos 43 minutos.

O tricolor volta a campo quarta-feira (16), na Argentina, contra o Defensa y Justicia, pelas quartas de final da Sul-Americana.

Informações: Metro1
Foto : Felipe Oliveira / EC Bahia


O desemprego na Bahia atingiu índice de 20,7% entre julho e setembro, segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual foi a maior taxa de desocupação do país.
O estado, com quase 15 milhões de habitantes, tem mais de 1 milhão e 200 mil desempregados, 38 mil a mais que no trimestre anterior.
A pesquisa também revela que o número de pessoas trabalhando vem em queda nos últimos trimestres e chegou ao menor patamar histórico agora, com pouco mais 4 milhões e 800 mil pessoas ocupadas. Por outro lado, o número de pessoas em busca de trabalho aumentou um pouco, passando de um milhão e 200 mil.

Já o grupo de pessoas que não estão trabalhando e também não estão procurando trabalho vem em alta ao longo do ano, e chegou agora ao maior patamar histórico, com mais de 6 milhões e 100 mil.
Antes da pandemia, a maior taxa de desemprego do estado tinha sido registrada no 1º trimestre de 2017, quando 18,6% da população estava desocupada. A informação é do G1.

Informações: A Tarde

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