Professores, cuidadores, auxiliares e funcionários de 11 escolas do polo IX da rede municipal de Educação vão participar de uma formação sobre primeiros socorros nesta sexta-feira, 21. O encontro acontece na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), no módulo 6 – salas MP 66 e 67.Cinco servidores de cada unidade participam da formação.
A Secretaria Municipal de Educação se adequa a lei 13.722/18, conhecida como “Lei Lucas”, que orienta escolas públicas e privadas, de educação infantil e básica a fazerem cursos anuais para professores e funcionários sobre noções básicas de primeiros socorros.
A Seduc promove os encontros formativos em escalas, sendo divididos por polos e distritos – os polos são grupos de escolas divididos de acordo com a localização geográfica. Nos próximos meses todas as escolas que ofertam educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental serão incluídas na programação.
Esta capacitação será ministrada pela Liga Acadêmica de Enfermagem Emergencista (LAcEEm/UEFS), com apoio da Pró-Reitoria de Extensão/UEFS. Nos próximos dias, as escolas vão receber um kit básico de primeiros socorros.
O Conselho Municipal de Educação (CME) aprovou o Calendário de Reposição das aulas para garantir os 200 dias e 800 horas do ano letivo de 2022 para os estudantes da rede pública municipal. A resolução CME Nº 17/2022 consta na publicação desta sexta-feira, 15, do Diário Oficial Eletrônico.
As unidades escolares que tiveram as aulas interrompidas por conta de greve, paralisações, intervenções na estrutura da escola ou questões internas, deverão seguir a resolução, que estende os dias letivos até 16 de fevereiro de 2023. Caso haja necessidade, as escolas também têm à disposição 12 sábados letivos durante este período.
Anteriormente, a previsão era que as aulas terminassem no final de janeiro de 2023. As escolas deverão adaptar o período letivo da unidade de ensino de acordo com os dias de aula que precisam de reposição.
“O calendário foi aprovado para garantir o direito dos estudantes de 200 dias letivos e 800 horas, como é preconizado pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação [LDB]. Assim atenderá as demandas da rede sem prejuízo para os alunos”, explica a presidente do Conselho de Educação, Karina Macedo.
Já as escolas que não tiveram interrupção dos dias letivos seguirão o calendário oficial vigente pela resolução CME N° 5/2022.
O novo centro vai atender aproximadamente a 120 crianças dos dois aos quatro anos de idade
Numa tarde repleta de emoção, a comunidade do conjunto habitacional Campo Belo, no bairro Campo do Gado Novo, recebeu de braços abertos o novo Centro Municipal de Educação Infantil Professora Cacilda Miranda Souza Cerqueira (CMEI). A inauguração ocorreu na tarde desta terça-feira, 12, com a presença do prefeito Colbert Filho e da secretária de Educação, professora Anaci Paim.
Familiares da patronesse da escola prestigiaram o evento. Gessica Rodrigues, mãe da pequena Cecília, de apenas 3 anos, pediu folga no trabalho para conferir de perto a solenidade que marcou a abertura da escola. A pequena não perdeu tempo e logo foi conferir os livros e brinquedos dispostos nas salas de aula. Cecília contou que achou tudo “muito bonito e colorido”.
“Cada detalhe dessa creche é como um sonho realizado, me surpreendi com a estrutura. Não tem como conter a emoção ao ver cada espaço”, contou Gessica que é moradora do residencial, ao visitar as dependências da nova unidade de ensino.
Esta é a primeira escola do segmento na localidade. Por isso, foi aguardado com expectativa pelos moradores, que não precisarão mais se deslocar para outros bairros ou para o centro da cidade para deixar as crianças. O novo centro vai atender aproximadamente a 120 crianças dos dois aos quatro anos de idade.
O prefeito Colbert Martins destacou que a fase principal do novo CMEI não foi a entrega da estrutura física, mas sim a etapa que começa a partir de hoje com a “construção do conhecimento e a parceria com as famílias”.
A diretora da escola, a professora Marielly Barbosa Silva Mota, não conteve as lágrimas ao discursar. Para ela, esta é uma conquista de todos.
“Todo o município ganha com uma obra desse porte na cidade. E eu estou emocionada porque fui muito bem acolhida pela comunidade. Tenho certeza que juntos vamos proporcionar o melhor para nossas crianças”, afirmou a gestora.
A secretária de Educação, professora Anaci Paim, enfatizou que o Governo Municipal investe em um conjunto de ações para que o município ofereça ensino de qualidade aos alunos. São diferenciais como o espaço, móveis, equipamentos, uniforme, merenda escolar, uma cozinha toda equipada, materiais diversos para as crianças e ainda as ações pedagógicas.
A unidade escolar tem cinco salas de aula, uma sala multiuso, solário, fraldário, repouso, refeitório, cozinha, área de serviço, parque infantil e bloco administrativo, composto por sala da diretoria, secretaria e espaço para professores, entre outros.
Com um investimento de R$ 24.690.550,00, mais seis escolas da rede municipal serão ampliadas ou totalmente recuperadas. Nesta quarta-feira, 6, o prefeito Colbert Filho assinou a ordem de serviço para o início das obras e visitou quatro das seis unidades de ensino que serão beneficiadas.
As escolas serão totalmente reconstruídas. Com a ampliação, três delas terão a área de construção triplicada e outras três, duplicada. As obras também vão permitir a abertura de mais salas de aula e novos espaços para os diversos setores das unidades de ensino, como salas de recursos multifuncionais, biblioteca, refeitório e um novo bloco administrativo, entre outros.
Em visita à Escola Municipal Antônio Carlos Pinto de Almeida, no Papagaio, o prefeito Colbert disse que o governo faz um esforço no sentido de valorizar cada vez mais as escolas. “É importante este investimento para recuperar a estrutura das escolas municipais e dotá-las de todas as condições que permitem o desenvolvimento dos alunos”, defendeu.
Investimento arrojado
A secretária Anaci Paim ressalta a ampliação também na matrícula dos estudantes que, em alguns casos, poderão ter turmas novas, com a abertura de mais salas de aulas. “Algumas escolas terão a área triplicada e todas as unidades de ensino terão uma infraestrutura pedagógica moderna e mais adequada”, reforça Anaci.
Ela também destaca o “investimento arrojado do governo a fim de garantir uma melhor condição de funcionamento às escolas”. As obras nas unidades de ensino vão durar aproximadamente um ano.
Para a professora Tânia Sueli Jesus dos Santos, diretora da Escola Municipal Helena Assis Suzart e moradora do Caseb, “o novo prédio representa uma conquista importante para a comunidade, com uma estrutura digna para todos que estudam e trabalham aqui”.
Já a diretora da Escola Antônio Carlos Pinto de Almeida, Pryscilla Medeiros, ficou muito feliz com o início da reforma. “É um desejo grande da nossa comunidade que vai ganhar muito porque vamos poder atender um número maior de alunos e investir cada vez mais em uma educação de qualidade”. Atualmente, a unidade de ensino atende a 320 estudantes.
Além das escolas do Papagaio e do Caseb, serão também reformadas as seguintes: Ester da Silva Santana, na Mangabeira; Dr. Nilton Bellas Vieira, no Parque Getúlio Vargas; Almira Pereira Lago, no Campo do Gado; e finalmente Deocleciano Martins da Silva, no distrito de Maria Quitéria.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), confirmou, nesta terça-feira (5), que fará a leitura dos requerimentos para abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que vai apurar um suposto esquema de corrupção no Ministério da Educação (MEC), mas apontou que a instalação só deve acontecer após as eleições.
O senador afirmou que, durante reunião de líderes ocorrida nesta manhã, houve o entendimento por “ampla maioria” de que a instalação “deve acontecer após o período eleitoral, permitindo-se a participação de todos os senadores e evitando-se a contaminação das investigações pelo processo eleitoral”.
“O Senado, integralmente, reconhece a importância das CPIs para investigar ilícitos no MEC, desmatamento ilegal na Amazônia, crime organizado e narcotráfico”, disse ele, que, em um aceno à base governista, citou investigações pleiteadas por bolsonaristas para tentar reagir à CPI encampada pela oposição. “Os requerimentos serão lidos em plenário por dever constitucional e questões procedimentais serão decididas”, afirmou Pacheco.
Terminam nesta sexta-feira (1º) as inscrições para o segundo processo seletivo de 2022 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A consulta para as vagas neste segundo processo seletivo teve início no dia 15, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Para acessá-lo, clique aqui.
Por meio da consulta, é possível visualizar as vagas ofertadas por modalidade de concorrência, cursos e turnos, instituições e localização dos cursos. Também é possível acessar a íntegra do documento de adesão de cada uma das instituições que aderiram ao Sisu.
O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação (MEC) no qual as instituições públicas de educação superior, sejam elas federais, estaduais ou municipais, oferecem vagas a serem disputadas por candidatos inscritos em cada edição da seleção.
Exigência
Para participar do Sisu será exigido do candidato que tenha realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), edição de 2021, obtido nota superior a zero na prova de redação e não tenha participado do Enem na condição de treineiro.
O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 6 de julho. A matrícula ou registro acadêmico devem ser feitos de 13 a 18 de julho. Já o prazo para os interessados manifestarem interesse em participar da lista de espera será de 6 a 18 de julho.
Os candidatos são selecionados para as opções de cursos indicados no ato de inscrição, de acordo com a melhor classificação de nota obtida na edição mais recente do Enem, que, nesta edição, será a de 2021.
Muitos jovens brasileiros chegam ao fim do ensino médio como analfabetos funcionaisFoto: Leandro Ferreira/Fotoarena/imago images
Desde 1989 o International Institute for Management Development (IMD), sediado na Suíça, publica um ranking anual de competitividade. Para tal, o IMD World Competitiveness Center entrevista empresária/os, investidora/es e gerentes de 63 países sobre diversos critérios.
No relatório mais recente, a América Latina se saiu especialmente mal. Excetuado o Chile, todos os demais seis grandes Estados ocupam os últimos postos entre as economias examinadas. O Brasil está em 59º lugar; numa das rubricas – relativa à educação de crianças e adolescentes e à formação profissional – aparece até mesmo na última posição.
Isso é uma catástrofe que não se limita à miséria educacional sob Jair Bolsonaro. O governo do populista de direita não está interessado em melhorar o nível dos escolares e universitários brasileiros. Os sucessivos ministros da Educação – até agora quatro – são notórios principalmente por suas excentricidades e seu óbvio desconhecimento da área.
O ex-ministro Milton Ribeiro chegou a ser preso preventivamente por corrupção – e acabou solto no dia seguinte. Abraham Weintraub só se salvou do mesmo destino graças à transferência para o exterior, a serviço do Banco Mundial. Um ministro nomeado não pôde assumir por ter alegado ter um título de doutor que não possuía. O atual ministro, ninguém conhece.
Futuro sem capital humano
No entanto, as consequências da miséria educacional, que o IMD provou tão claramente agora, vão muito além da política insuficiente do governo no ensino: elas estão profundamente enraizadas na sociedade brasileira. Sejam ricos ou pobres, em todas as camadas do Brasil a educação é considerada secundária, algo mais ou menos supérfluo, que é nice to have.
Muitos pobres não entendem que a educação possa ser uma possibilidade de ascensão social, pois praticamente não conhecem ninguém que tenha conseguido. As escolas públicas são tão ruins que até mesmo os mais pobres, se podem, enviam seus filhos para as particulares. Mas os diplomas só valem no papel.
“No Brasil, a educação se resume a uma situação em que uns fingem que ensinam, outros fingem que aprendem, e tudo termina em diploma”, disse recentemente o filósofo Eduardo Giannetti em entrevista ao jornal Valor Econômico.
Grande parte dos jovens de classe média não possui a qualificação em matemática e português atestada em seu certificado de ensino médio, como têm mostrado repetidamente os estudos Pisa da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne os países industrializados desenvolvidos. Muitos são lançados como analfabetos funcionais e sem domínio das operações aritméticas básicas no mundo do trabalho, onde são proporcionalmente mal pagos.
Contudo, muitos brasileiros de classe média a alta também pensam que, ao colocar seus filhos em escolas caras, já fizeram o suficiente por sua formação. Não se ensina a pensar, mas a aprender de cor. Um indício é que no Brasil não se leem nem presenteiam livros. Também nas casas dos que poderiam comprá-los, livros são artigo raro. Onde há aula de música na escola? Que crianças ou adolescentes já foram a um museu ou exposição?
Para o Brasil, esse último lugar em relação ao nível educacional da população é um mau presságio, pois compromete seu futuro. Giannetti explica: “Porque a formação de capital humano é o que define a vida de um país. Nenhum local prospera, encontra o seu melhor, se não der a cada cidadão a capacidade de desenvolver o seu potencial humano. E o Brasil está muito longe de alcançar essa realidade.”
A isso, não há nada mais a acrescentar.
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Há mais de 25 anos, o jornalista Alexander Busch é correspondente de América do Sul do grupo editorial Handelsblatt (que publica o semanário Wirtschaftswoche e o diário Handelsblatt) e do jornal Neue Zürcher Zeitung. Nascido em 1963, cresceu na Venezuela e estudou economia e política em Colônia e em Buenos Aires. Busch vive e trabalha em São Paulo e Salvador. É autor de vários livros sobre o Brasil.
Rituais do primeiro dia de escola na Alemanha
O ano letivo alemão começa no segundo semestre e reserva uma série de rituais aos que entram para a 1º série, como um cone de papelão cheio de doces e presentes.
Líder da oposição no Senado, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou, nesta terça-feira (28), o requerimento para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar supostas irregularidades no Ministério da Educação, relacionadas ao chamado “gabinete paralelo do MEC”.
“Acabamos de protocolar o requerimento de instalação da CPI do MEC. Isso acontece diante de várias denúncias de corrupção, desvios de recursos e interferências do Governo Federal no Ministério da Educação, que têm causado diversos prejuízos à população brasileira”, informou o parlamentar, por meio das redes sociais.
Em meio a acusações de interferência do presidente Jair Bolsonaro (PL) na Polícia Federal, Randolfe afirmou que a CPI dará à PF e ao Ministério Público “a tranquilidade de fazer a investigação sem nenhum tipo de interferência política”. “Vamos passar a limpo toda a corrupção desse governo e proteger o dinheiro público!”, concluiu o senador, que foi vice-presidente da CPI da Pandemia.
A reunião de assinaturas para protocolar o pedido para abertura da CPI do MEC ganhou força após a prisão do ex-ministro Milton Ribeiro e dos pastores Arilton Moura e Gilmar Santos, que foram soltos em seguida. Durante as investigações, a PF apura suspeitas de interferência de Bolsonaro, que telefonou para Ribeiro e disse ter um “pressentimento” de que ele poderia ser alvo de busca e apreensão.
Após uma primeira tentativa sem êxito em abril e o recente empenho da base do governo – incluindo o senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente – para barrar a Comissão Parlamentar de Inquérito, agora Randolfe Rodrigues conseguiu colher 29 assinaturas das 27 mínimas necessárias para a instalação. Cabe, então, o posicionamento do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), para iniciar a CPI.
Apesar de avaliar que o calendário eleitoral atrapalhe as investigações, Pacheco disse a interlocutores na segunda-feira (27) que vai ler o requerimento e instalar a Comissão Parlamentar caso o pedido cumpra os requisitos legais.
Começam hoje (28) as inscrições para o segundo processo seletivo de 2022 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Os candidatos às vagas que serão oferecidas pelas instituições públicas de ensino superior deverão ficar atentos porque o prazo é curto, e terminará no dia 1º de julho.
A consulta para as vagas neste segundo processo seletivo teve início no dia 15, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. Para acessá-lo, clique aqui.
Por meio da consulta, é possível visualizar as vagas ofertadas por modalidade de concorrência, cursos e turnos, instituições e localização dos cursos. Também é possível acessar a íntegra do documento de adesão de cada uma das instituições que aderiram ao Sisu.
O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação (MEC) no qual as instituições públicas de educação superior, sejam elas federais, estaduais ou municipais, oferecem vagas a serem disputadas por candidatos inscritos em cada edição da seleção.
Exigência
Para participar do Sisu será exigido do candidato que tenha realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), edição de 2021, obtido nota superior a zero na prova de redação e não tenha participado do Enem na condição de treineiro.
O resultado do processo seletivo será divulgado no dia 6 de julho. A matrícula ou registro acadêmico devem ser feitos de 13 a 18 de julho. Já o prazo para os interessados manifestarem interesse em participar da lista de espera será de 6 a 18 de julho.
Os candidatos são selecionados para as opções de cursos indicados no ato de inscrição, de acordo com a melhor classificação de nota obtida na edição mais recente do Enem, que, nesta edição, será a de 2021.
Mais 89 professores foram convocados para atuar temporariamente na rede municipal nesta quinta-feira, 23. O edital de convocação consta na edição de hoje do Diário Oficial Eletrônico.
Os docentes convocados são das áreas de Pedagogia (50), Matemática (8), Língua Portuguesa (8), Inglês (6), História (5), Geografia (4), Educação Física (4), Biologia (2) e Artes (2).
Os candidatos devem levar os documentos exigidos ao Departamento de Gestão de Pessoas da Secretaria de Administração, situada à avenida Sampaio, 344, no Centro. O prazo máximo para apresentação é de 15 dias corridos, contados da data da publicação.
Além dos documentos, os docentes deverão providenciar os exames laboratoriais e complementares solicitados. Estes, deverão ser entregues na Secretaria Municipal de Saúde, Avenida João Durval Carneiro, S/N, bairro Estação Nova, para submissão à inspeção médica e emissão de Atestado de Saúde Ocupacional (ASO). O prazo de comparecimento é o mesmo.