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A decisão chega um dia após o deputado Nikolas Ferreira postar um vídeo crítico da medida que superou as 200 milhões de visualizações

secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas
secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas

O governo Lula informou nesta quarta-feira, 15, que vai revogar a portaria RFB 2219/2024 que ampliou o monitoramento das operações financeiras realizadas pelos contribuintes.

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad | Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo

O secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, declarou em coletiva de imprensa que decidiu revogar o ato “pois isso virou uma arma na mão de criminosos”. 

“Não aceitaremos uso do nome da Receita para dar golpes”, declarou Barreirinhas. 

ministro da FazendaFernando Haddad, anunciou que o presidente Lula assinará uma Medida Provisória para reforçar a gratuidade e sigilo do PIX.

“A MP equipara o pagamento com PIX a pagamento em dinheiro e vedará cobrança de valor diferente entre dinheiro vivo e PIX“, disse Haddad.

“É para evitar judicialização e mentiras que a Receita Federal está tomando a atitude de revogar. O Advogado geral da União, Jorge Messias, vai falar como vamos chegar nos autores das Fake News. Tudo isso para resguardar as pessoas”, declarou Haddad.

Medida polêmica foi alvo de duras críticas

A portaria do ministério da Fazenda foi alvo de duras críticas nas redes sociais, principalmente por parte dos comerciantes e trabalhadores informais, que ficaram receosos de ter suas transações monitoradas pela Receita Federal.

A medida, que começou a valer do dia 1° de janeiro, previa que o Fisco poderia acessar informações das chamadas “instituições de pagamento”, empresas que realizam transações mas não ofertam empréstimos.

Todas as contas de pessoas físicas que movimentassem mais de R$ 5 mil por mês, e de pessoas jurídicas que movimentassem mais de R$ 15 mil por mês, teriam seus dados informados automaticamente para a Receita Federal.

Além disso, pagamentos realizados via aproximação com celulares, relógios, maquininhas e “carteiras eletrônicas ou digitais”, entre outros, entraram na mira da Receita.

O medo de muitos comerciantes, autônomos e profissionais liberais era que o governo pudesse cobrar tributos sobre valores não declarados no Imposto de Renda.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criticou duramente a medida. O vídeo teve mais de 200 milhões de visualizações em cerca de 24h.

Informações Revista Oeste


Inflação oficial do país fechou 2024 em 4,83%, puxada por alimentação, educação e saúde. Os alimentos têm sido, inclusive, o principal motivo do mau humor dos consumidores.

Inflação oficial do país fechou 2024 em 4,83%, puxada por alimentação, educação e saúde. — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Inflação oficial do país fechou 2024 em 4,83%, puxada por alimentação, educação e saúde. — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil 

Basta uma ida ao supermercado para os consumidores brasileiros percam a paciência. A sensação é de que os preços estão descolados da realidade medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do país. 

O resultado final do indicador em 2024 mostra que os preços subiram 4,83% no ano, mas o número é uma média e tem muitas nuances. 

O desânimo no supermercado se explica porque o grupo que puxou o indicador foi Alimentação e bebidas (7,69%). Itens como carne, café e leite subiram muito a mais que essa média, o que ajuda a piorar a percepção dos consumidores. 

E especialistas ouvidos pelo g1 confirmam o movimento: a alta dos alimentos tem sido o principal motivo do mau humor de quem vai às compras.

Entenda por que os preços parecem piores do que o IPCA indica.

IPCA: preços sobem 0,52% em dezembro e têm alta de 4,83% em 2024, diz IBGE 

A ampla cobertura do IPCA — e a renda dos brasileiros

Considerado o índice oficial de inflação do Brasil, o IPCA monitora os preços de uma grande cesta de serviços e produtos comercializados no varejo. São 377 subitens medidos, mês a mês. 

Além disso, o indicador tem uma cobertura ampla: abrange 90% das famílias que vivem em áreas urbanas do país com renda entre 1 e 40 salários mínimos.

Essa discrepância ajuda a explicar os reflexos dos preços de determinados produtos no bolso de cada família. Para quem ganha até um salário mínimo, por exemplo, a forte alta dos alimentos gera um impacto muito maior no bolso do que para quem ganha até 40 salários.

O economista André Braz, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), lembra que o Brasil é um país essencialmente constituído por famílias de classe média-baixa. A maioria delas, então, tem uma cesta de consumo muito restrita. 

“Ganham pouco e concentram a maior parte da despesa em alimentos, os vilões da inflação de 2024”, diz. O economista acrescenta que, mesmo com um IPCA a 4,83%, a alta de alimentos foi de quase 3 pontos percentuais a mais.

“Então, uma família que tem a renda baixa e concentra o gasto em comida percebe uma inflação de quase 8%, e não de quase 5%”, pontua Braz. Ele explica que essa diferença pode ajudar a justificar a sensação de que os preços estão mais altos do que o observado pelo índice. 

“O IPCA é uma cesta muito diversificada. Tem de tudo ali. O índice prevê famílias consomem passagem aérea, carro zero, gasolina, o que não é a realidade de uma família de baixa renda. Isso às vezes confunde”, diz. 

O economista Felippe Serigati, pesquisador do FGV Agro, lembra que também há diferenças regionais, que implicam em percepções diferentes sobre os preços a depender da cidade ou do estado. 

“Por isso, é natural que alguém fale: ‘Poxa, a minha sensação é a de que os preços estão subindo mais do que os 4,83%’ [a média nacional]”, destaca o especialista.

Serigati reforça ainda que o peso dos alimentos na percepção de inflação é maior pelo fato de serem itens básicos e perecíveis. São diferentes dos televisores, por exemplo, que são monitorados pelo índice, mas de consumo muito mais pontual. 

A confusão entre ‘deflação’ e ‘desaceleração’ da inflação

Há ainda outra complicação no entendimento quando o assunto é inflação: os conceitos de deflação e desaceleração (que é apenas uma inflação menor).

A deflação ocorre quando os preços, de fato, caemno supermercado, puxando o IPCA para o campo negativo. Enquanto isso, a desaceleração (ou inflação mais baixa) não significa necessariamente o recuo dos preços: ela indica que eles subiram menos.

“Inflação menor não é preço em queda. É preço subindo menos. Só que incomoda do mesmo jeito”, diz Serigati, do FGV Agro. 

“As pessoas podem dizer: ‘O café está caro! E a projeção é de inflação menor do item no próximo ano’. Então, ele vai voltar a ficar acessível? Não. Ou seja, ele vai até ficar mais caro, mas o aumento vai ser menor”, exemplifica o especialista. 

Em outras palavras: inflação é a elevação do nível médio de preços da economia. Ou seja, uma inflação menor não significa que os preços caíram. 

Entre as altas de preços mais importantes para os brasileiros está a carne, destaca Serigati, que subiu 20,8% em 2024 — o maior avanço em 5 anos. “Esse efeito não é transitório. Nós vamos passar 2025 com o churrasco mais caro”, diz. 

A expectativa do consumidor (maior do que a do mercado)

Com base em sua Sondagem do Consumidor, o FGV Ibre publica mensalmente um indicador que mede a perspectiva dos brasileiros em relação à inflação do país. Eles respondem, basicamente, qual taxa acumulada imaginam para daqui a 12 meses. 

E a sondagem confirma o pessimismo: é muito comum que os entrevistados esperem por uma inflação mais alta do que a registrada de fato pelo índice oficial de preços, o IPCA. E não só: a expectativa mediana dos brasileiros é tradicionalmente superior à do mercado financeiro. 

Todas as semanas, o Banco Central (BC) publica o boletim Focus, um relatório que contém estimativas de indicadores econômicos a partir de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. 

Veja abaixo a diferença entre as projeções dos consumidores, do mercado financeiro e o IPCA oficial. 

“Praticamente durante toda a série histórica, iniciada em 2005, os consumidores têm a percepção de inflação mais alta do que o que o próprio mercado prevê”, destaca a economista Anna Carolina Lemos Gouveia, responsável pela Sondagem do Consumidor.

Segundo a especialista, o pessimismo acontece porque o consumidor vive mais de perto a inflação. “Ele consegue ver o aumento dos preços de maneira diferente do mercado, que está sempre modelando suas previsões.” 

Anna Gouveia também destaca a “memória recente” como outro fator de peso sobre a percepção dos brasileiros. Há três anos, no auge da pandemia de Covid-19, o país registrou uma inflação de dois dígitos, que fechou a 10,06% em 2021. 

“E esse resultado ainda é recente. Então, acredito que esse sentimento do consumidor, mais pessimista, irá se manter por um bom tempo”, conclui. 

Veja abaixo o resultado do IPCA nos últimos 10 anos — e as respectivas metas de inflação.

Informações G1


“Espero que comendo até filé mignon”, projetou o ministro da Fazenda

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

Em entrevista à Globonews nesta terça-feira (7), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou que o Brasil está bem posicionado, diante de um cenário externo desafiador, e que deve chegar em 2026 em uma situação confortável.

Ao ser questionado sobre o momento atual do país, Haddad declarou: “Eu acredito que nós podemos chegar bem em 2026. Espero que comendo até filé mignon”, disse.

Na avaliação dele, o Brasil está melhor posicionado do que os vizinhos, diante de um cenário internacional incerto, a depender das medidas a serem tomadas no futuro governo de Donald Trump.

Na oportunidade, ele também destacou que o acordo entre Mercosul e a União Europeia pode ser interessante para as perspectivas da região e mencionou a liderança do Brasil nesse processo.

Segundo o ministro, o País precisa se beneficiar das vantagens competitivas que tem, além de aproveitar novas regulamentações, como crédito de carbono, combustível do futuro e nova indústria Brasil, que são programas bem estruturados para alavancar o desenvolvimento do Brasil.

Informações Bahia.ba


Um em cada três consumidores têm pretensão de parcelar para cobrir as despesas de 2025

Despesas com material escolar afetam 85% das famílias brasileiras

As famílias brasileiras gastaram R$ 49,3 bilhões com materiais escolares em 2024, uma elevação de 43,7% nos últimos quatro anos, segundo pesquisa do Instituto Locomotiva e QuestionPro. O estudo mostra que esses gastos afetam o orçamento de 85% das famílias com filhos que ainda estudam, e um em cada três consumidores têm pretensão de parcelar para cobrir as despesas de 2025.

Foram feitas 1.461 entrevistas entre 2 e 4 de dezembro. A pesquisa revela que a maioria dos pais de estudantes, tanto da rede pública (90%) quanto da privada (96%), comprará materiais escolares para 2025. A maior parte das famílias precisará adquirir materiais solicitados pelos colégios (87%), seguidos de fardamento (72%) e livros didáticos (71%). 

João Paulo Cunha, diretor do Instituto Locomotiva, destaca que o impacto afeta tanto as famílias da rede pública quanto da privada. Estima-se que 76% dos gastos sejam nas classes B (R$ 20,3 bilhões) e C (R$ 17,3 bilhões). A Região Sudeste concentra 46% desses gastos, seguida pelo Nordeste (28%) e Norte (5%).

Esses custos afetam o orçamento de 85% das famílias com filhos nas escola. Na classe C, 95% afirmam que os gastos impactam suas finanças. De todos os entrevistados, 38% indicaram grande impacto e 47%, impacto moderado. Somente 15% disseram que as compras escolares não afetam seu orçamento. Assim, 35% planejam parcelar as compras de 2025, com 39% das famílias da classe C fazendo o mesmo. A maioria, 65%, prefere pagar à vista, e nas classes A e B, essa porcentagem chega a 71%.

Informações Metro1


O sorteio da Mega da Virada 2024 foi realizado na noite desta terça-feira (31), em São Paulo, com transmissão ao vivo pelo g1 (veja no vídeo acima). Oito apostas acertaram as seis dezenas e vão dividir o prêmio de R$ 635.486.165,38, o maior valor da história do concurso especial.

Cada uma delas vai levar R$ 79.435.770,67.

 Veja os números sorteados: 01 – 17 – 19 – 29 – 50 – 57

Além dos vencedores do prêmio principal, 2.201 apostas acertaram a quina e vão levar R$ 65.895,79 cada. Já os 190.779 ganhadores da quadra vão embolsar R$ 1.086,04 cada um.
Veja de onde são os ganhadores do prêmio máximo:
Brasília (DF), com 2 apostas vencedoras
Nova Lima (MG), com 1 aposta vencedora
Curitiba (PR), com 2 apostas vencedoras
Pinhais (PR), com 1 aposta vencedora
Osasco (SP), com 1 aposta vencedora
Tupã (SP), com 1 aposta vencedora

Informações G1


O valor atual, de R$ 1.412, sofrerá um acréscimo de 7,5%, ou R$ 106, no novo ajuste

Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, durante assinatura do decreto que reajusta valor do salário mínimo para 2025, no Palácio da Alvorada, em Brasília
Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado do ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, durante assinatura do decreto que reajusta valor do salário mínimo para 2025, no Palácio da Alvorada, em Brasília | Foto: Claudio Kbene/PR

Nesta segunda-feira, 30, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva formalizou o aumento do salário mínimo para R$ 1.518, a partir de 1º de janeiro de 2025. A informação foi divulgada pelo Palácio do Planalto. 

O valor atual, de R$ 1.412, sofrerá um acréscimo de 7,5%, ou R$ 106, no novo ajuste. Dessa forma, os trabalhadores perceberão a mudança no começo de fevereiro, quando receberem o salário referente a janeiro. 

O decreto que fixa o novo salário será publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira, 31 de dezembro. O reajuste leva em conta a inflação projetada para 2024 e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Lula sanciona nova lei e teto para aumento real

Lula também sancionou uma lei que estabelece um teto de 2,5% para o aumento real do salário, além da inflação, válido de 2025 a 2030. A medida visa a alinhar o crescimento do piso salarial aos limites do novo arcabouço fiscal.

Anteriormente, a política de valorização do salário mínimo considerava a soma da inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), e a variação do PIB de dois anos antes, sem teto ou piso específicos.

Com a nova regra, o reajuste real não pode ser inferior a 0,6% nem superior a 2,5%. O Ministério da Fazenda projeta que o teto pode economizar até R$ 15,3 bilhões nos próximos anos.

Impacto econômico e social

Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em café da manhã com jornalistas, nesta sexta-feira, 20
Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em café da manhã com jornalistas, nesta sexta-feira, 20 | Foto: Foto: Diogo Zacarias/MF

Isso ocorre porque muitos benefícios sociais e previdenciários estão atrelados ao salário mínimo. Dessa forma, cada R$ 1 de aumento no salário mínimo representa um gasto adicional de cerca de R$ 392 milhões para o governo.

O salário mínimo, conforme a Constituição, é a menor remuneração que um trabalhador formal pode receber no Brasil, tanto em áreas urbanas quanto rurais.

Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), ele serve de referência para 54 milhões de brasileiros e impacta diretamente 22,7 milhões de pessoas.

Isso inclui trabalhadores que recebem o mínimo, além de aposentadorias e benefícios, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC). 

O ajuste também faz parte de um conjunto de medidas apresentadas pelo Ministério da Fazenda e aprovadas pelo Congresso Nacional em dezembro, para equilibrar as contas públicas.

Informações Revista Oeste


O próximo sorteio está marcado para a próxima terça-feira, 31, com prêmio recorde de R$ 600 milhões

As apostas para a Mega da Virada 2024 estão abertas | Foto: Reprodução/Flickr
As apostas para a Mega da Virada 2024 estão abertas | Foto: Reprodução/Flickr

As apostas para a Mega da Virada 2024 estão abertas, com prêmio recorde de R$ 600 milhões. O sorteio está marcado para a próxima terça-feira, 31, às 20h, com apostas aceitas até as 18h do mesmo dia.

Para ganhar o prêmio principal, é necessário acertar todas as seis dezenas. Caso não haja vencedores, o montante será dividido entre os que acertarem cinco dezenas, conforme as regras.

Prêmio da Mega da Virada é sorteado no último dia do ano | Foto: Reprodução/Redes sociais
Prêmio da Mega da Virada é sorteado no último dia do ano | Foto: Reprodução/Redes sociais

Caixa Econômica Federal já distribuiu mais de R$ 1,1 trilhão em prêmios ao longo dos 16 anos da Mega da Virada.

Confira os números sorteados desde 2009:

Valores e opções para apostar na Mega da Virada

Os apostadores podem escolher um jogo simples por R$ 5 ou aumentar suas chances ao marcar mais números, o que eleva o custo.

Exemplos de cartelas para formulação de jogos da Mega da Virada
Apostas podem ser feitas em casas lotéricas ou on-line | Foto: Reprodução/Twitter/X

Por exemplo, ao escolher sete números, a aposta custa R$ 35. Se optar por dez dezenas, o valor é de R$ 1.050. Para maximizar as chances com 20 números, o custo chega a R$ 193.800.

Apostas podem ser feitas em casas lotéricas ou on-line, pelo site das Loterias da Caixa. O valor mínimo para apostas on-line é de R$ 30. Correntistas da Caixa podem apostar pelo Internet Banking.

Informações Revista Oeste


A empresa explicou que gera suas cotações cambiais com base em envios realizados por terceiros

dólar; loteria; real; Morningstar
O dólar, a moeda dos Estados Unidos | Foto: Reprodução/Gerd Altmann/Pixabay

A Morningstar, provedora de dados financeiros, informou na quinta-feira 26, que informações incorretas provocaram um desvio temporário nas cotações do câmbio brasileiro em relação ao mercado. 

Essas informações foram utilizadas pelo Googleem sua plataforma na última quarta-feira, 25. Nesse dia, os mercados financeiros globais permaneceram fechados.

A Morningstar explicou que gera suas cotações cambiais com base em envios realizados por terceiros

Em nota, a Morningstar explicou que gera suas cotações cambiais com base em envios realizados por terceiros conhecidos como contribuidores. Na terça-feira 25, um desses contribuidores forneceu dados errados. Isso resultou no desvio temporário das cotações brasileiras. Assim que identificou o problema, a empresa afirmou que solucionou a questão em um único dia.

Na quarta-feira, ao realizar uma busca pela cotação do dólar no Brasil no Google, o sistema apresentou a moeda norte-americana cotada a R$ 6,38. Contudo, a última negociação indicava um valor próximo de R$ 6,18. A Ptax, taxa oficial calculada pelo Banco Central no dia anterior, apontava para R$ 6,15 por dólar. Essa discrepância chamou a atenção de usuários e gerou questionamentos.

O Google declarou que os dados exibidos em tempo real na plataforma são fornecidos por provedores globais de dados financeiros terceirizados. Ainda na tarde de quarta-feira, a empresa optou por retirar do ar a cotação do dólar apresentada em sua busca. Isso aconteceu enquanto aguardava informações mais detalhadas sobre os fornecedores responsáveis.

A Morningstar reforçou seu compromisso com a qualidade e a precisão das informações fornecidas. Além disso, afirmou que implementa medidas para evitar que situações semelhantes se repitam no futuro.

Informações Revista Oeste


Proposta ainda não foi enviada ao Congresso e só deve valer a partir de 2026

Foto: Juca Varella/Agência Brasil

A isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil pode beneficiar cerca de 28 milhões de brasileiros se fosse aplicada já em 2025. A projeção foi feita pela Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Unafisco). A medida foi uma promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e foi anunciada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, junto com o pacote de corte de gastos. No entanto, a proposta ainda não foi enviada ao Congresso e só deve valer a partir de 2026.

Segundo a simulação da Unafisco, publicada na última quarta-feira (25), o governo pode deixar de arrecadar cerca de R$ 235 bilhões por ano com a medida, considerando a correção integral da tabela pela inflação. Sem a correção, a renúncia seria de R$ 51 bilhões. A projeção da entidade considera os dados de 2024 com base na renda. Com isso, estariam isentas de declarar o IR, as pessoas que recebem até R$ 5.109,55 por mês, o que daria R$ 61.314,63 por ano. Essa faixa de isenção é por causa da inflação acumulada até novembro deste ano.

Para compensar a ampliação da faixa isenção, o governo pretender aumentar a taxação de rendimentos acima de R$ 50 mil mensais (R$ 600 mil anuais).

Na tabela atual de declaração do IR, a faixa de isenção vai até R$ 2.259,20.

Informações Bahia.ba


Moeda americana subiu 0,26%. No pregão, chegou a alcançar R$ 6,21. Na quarta-feira (18/12), atingiu R$ 6,26, o recorde histórico

Dólar americano

dólar à vista fechou em nova alta nesta sexta-feira (27/12). No fim do pregão, ele registrou avanço de 0,26%, cotado a R$ 6,19, o segundo maior valor nominal (sem o reajuste pela inflação) da história. Antes disso, a moeda americana havia alcançado o patamar de R$ 6,26, no fechamento da quarta-feira (18/12), há pouco mais de uma semana, portanto.

Na véspera, a moeda americana subiu 0,38%, a R$ 6,17, mesmo depois de um leilão de US$ 3 bilhões, realizado no início da manhã pelo Banco Central (BC). Com o resultado, desta sexta, o dólar  acumulou alta de 2% na semana, 3,21% no mês e 27,63% no ano.

No exterior, nesta sexta, a moeda americana permaneceu estável, operando em leve queda. O índice DXY, que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de divisas estrangeiras, recuou 0,10%.

Desemprego

No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a taxa de desemprego no país caiu para 6,1% no trimestre terminado em novembro.  O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua e indicou que a economia segue aquecida.

O levantamento mostrou ainda que, pelo segundo mês consecutivo, o país atingiu a menor taxa de desemprego de toda a série histórica do indicador, iniciada em 2012. No trimestre encerrado em outubro, o percentual ficou em 6,2%. Antes disso, a taxa mais baixa havia sido registrada em dezembro de 2013 (6,3%).

Inflação

O IBGE também divulgou nesta sexta o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação. Ele ficou em 0,34%, em dezembro, após registrar alta de 0,62% em novembro — o que representa queda de 0,28 ponto percentual (p.p.) sobre o mês anterior.

Bolsa de Valores

Por volta das 17h30, a Bolsa brasileira (B3) apresentava queda de 0,53%, a 120.434 pontos. O resultado acompanhou a baixa constatada nos principais mercados globais.

Na avaliação da corretora Ativa, os destaques positivos da sessão ficaram com as ações da Brava Energia (BRAV3) e Petz (PETZ3), que chegaram a subir, respectivamente, 10% e 2,50%. A Brava Energia (ex-3R Petroleum) operou em alta depois do aval da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis ( ANP) para a retomada das operações do campo Papa-Terra, na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro..

Os destaques negativos, na avaliação da mesma corretora, ficaram com as ações da Vamos (VAMO3), com queda de 7,56%, seguidas pelo Carrefour (CRFB3) e Natura (NTCO3), que caíra, respectivamente, 4,97% e 4,26%.

Informações Metrópoles

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