A vacinação traz mais segurança àqueles que atuam em áreas de risco
Segura. É assim que a técnica de enfermagem, Caroline Santana, se sentiu ao receber a dose da vacina contra Covid neste sábado, 10. Ela, e mais outros 1.365 trabalhadores da Saúde foram vacinados neste dia.
“A vacina é um sinal que vamos vencer o vírus. Agora eu posso atender os pacientes com mais segurança”, comemorou a técnica de enfermagem.
O plantão de vacinação montado pela Prefeitura de Feira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, possibilitou a vacinação deste público alvo em dez Unidades Básicas de Saúde das 8h às 12h.
A partir desta segunda-feira (12) o agendamento continua em todas as unidades Básicas e de Saúde da Família para idosos com 62 anos ou mais. A marcação permanece de acordo com a data de nascimento. Quem nasceu entre 1º de janeiro a 30 de junho devem fazer o agendamento pela manhã, nas unidades de saúde. Os nascidos de 1º de julho a 31 de dezembro, no turno da tarde.
Desde o início da campanha de vacinação, 16.412 pessoas completaram o esquema de vacinação contra a Covid-19 – outras 58.673 pessoas receberam apenas a primeira dose.
A Secretaria de Saúde faz um alerta para aqueles que ainda não agendaram a segunda dose. É que a eficácia da imunização fica comprometida se não completar o esquema de vacinação. Neste momento crítico que é a pandemia, a vacina pode reduzir as chances de agravamento da doença, por isso é tão importante receber as duas aplicações.
Ainda não é possível prever a duração da proteção das vacinas contra a Covid-19. — Foto: Getty Images/BBC
Apesar do aumento na oferta de vacinas contra a Covid-19, ainda há uma importante pergunta que aguarda resposta: quanto tempo dura a imunidade produzida pela vacina? Especialistas ouvidos pelo G1afirmam que ainda não é possível prever, mas tudo indica que essa imunidade não será breve e, em um dos cenários possível, talvez a imunização contra o novo coronavírus passe a integrar as campanhas anuais.
“A vacina surgiu em meio a uma emergência sanitária e ainda estamos aprendendo e observando o tempo de duração do efeito protetivo”, explica Rodrigo Stabeli, pesquisador titular e diretor da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de São Paulo.
Segundo ele, o processo de vacinação contra a Covid ainda é muito recente e não deu tempo para que os cientistas pudessem observar os efeitos e a eficácia da vacina a longo prazo.
“É o tempo que vai dizer isso”, afirma Carla Domingues, doutora em saúde pública com especialização na Universidade Johns Hopkins e na Universidade do Sul da Flórida, ambas nos EUA. Domingues acumulou anos de experiência em vacinas ao ser coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde entre 2011 e 2019.
“É importante dizer que essa não é uma peculiaridade da vacina da Covid. É assim com todas”, explica Domingues. “A vacina da meningite é o exemplo completo. Quando a vacina foi introduzida, nós também não tínhamos esses dados. São os estudos vindos com o tempo que vão nos dizer isso. Toda vacina passou por isso”, completa.
Os pesquisadores não excluem a possibilidade de ser necessário aplicar reforços vacinais para aumentar a proteção contra a Covid e as suas diferentes mutações.
“Pode ser que a gente tenha que fazer um portfólio de vacinação anual, assim como fazemos com a gripe”, comenta Stabeli. “Isso significa que não conseguimos erradicar o vírus da Influenza – causador da gripe. Mas, com a vacina, podemos conter a disseminação da doença”, completa.
“É preciso acabar com a pandemia”
“O que precisamos fazer agora é acabar com a pandemia”, aponta Stabeli, que esteve à frente de estudo com anticorpos para a produção de uma vacina contra a Covid. Ele defende que, ainda que não seja possível estimar a duração da imunidade, é preciso promover a imunização em larga escala para conter o avanço do vírus.
Pesquisadores brasileiros desenvolvem teste que identifica cepas do coronavírus
“Há uma urgência dos cientistas brasileiros em promover a imunização de toda a população, sem distinção. Isso é necessário para que não haja novas linhagens do vírus que sejam imunes às vacinas já existentes”, afirma Stabeli. “Se a gente perde essa estratégia de imunização, a gente aumenta as chances de ter cepas que escapem totalmente das vacinas disponíveis no mercado”, completa.
A cepa é uma variante ou um grupo de variantes dentro de uma linhagem que já se comportam um pouco diferente do vírus original. As cepas circulantes do vírus podem ser de linhagens diferentes (por exemplo, as do Brasil, da África do Sul e do Reino Unido).
Devido à baixa cobertura vacinal contra a Covid no Brasil, os especialistas avaliam que ainda não é o momento de abandonar as medidas de segurança sanitária. Na sexta-feira (9), o percentual da população brasileira que tomou a segunda dose da vacina era de apenas 3%.
“Nesse momento, para evitar a circulação de novas cepas, precisamos diminuir a circulação do vírus. Isso só será possível com a vacinação rápida e elevada ou diminuindo aglomerações. Neste momento, como não temos vacina, a forma de evitarmos as mutações do vírus é evitando aglomerações”, defende Domingues.
Observação em tempo real
Um estudo publicado no periódico científico The New England Journal of Medicine na terça-feira (6) mostrou que a vacina fabricada pela Moderna conseguiu manter eficácia de 94% na prevenção do Covid-19 seis meses após a aplicação da segunda dose.
Para o estudo, 33 pessoas de diferentes idades tiveram acompanhamento médico por 180 dias após a aplicação da segunda dose. Os pesquisadores afirmaram que o grupo continuará a ser observado para a coleta de dados.
“A atividade dos anticorpos permaneceu alta em todas as faixas etárias”, disseram os pesquisadores à Reuters.
A vacina mRNA 1273 – da Moderna – é feita como RNA mensageiro (mRNA), capaz de codificar a proteína S da coroa do vírus e induzir a proteção natural do corpo. Ela precisa ser armazenada em temperaturas baixas, inferiores a -20ºC (veja mais no vídeo abaixo).
Que vacina é essa? Moderna
Em abril, Pfizer Inc e a parceira BioNTech também anunciaram que sua vacina permaneceu altamente eficaz por pelo menos seis meses.
Em ambos os casos, os participantes vacinados continuarão a ser acompanhados por uma equipe médica para analisar a duração da imunidade dos anticorpos pelos próximos seis meses.
Após semanas de especulação sobre se a vacina da Oxford-AstraZeneca – que está sendo usada no Brasil – pode estar ligada a dezenas de casos de coágulos sanguíneos relatados na Europa, as autoridades europeias anunciaram que há, sim, uma possível ligação.
A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) não mudou sua orientação sobre o uso da vacina, sustentando que os benefícios gerais ainda superam os riscos, mas alguns países europeus estão restringindo o uso a pessoas mais velhas.
No mesmo dia, as autoridades do Reino Unido também confirmaram a ligação e enfatizaram que os benefícios da vacina AstraZeneca superavam o risco geral, mas adotaram uma ação diferente ao estimular que pessoas com menos de 30 anos recebessem vacinas diferentes, se disponíveis.
Os reguladores esclareceram algumas questões sobre o imunizante da AstraZeneca, mas também levantaram outras dúvidas. Aqui estão as respostas para algumas delas.
Quais são os riscos de tomar a vacina AstraZeneca?
A EMA concluiu na quarta-feira que a vacina causou uma combinação incomum de coágulos sanguíneos em dezenas de pessoas com contagens baixas de plaquetas. O órgão de saúde europeu analisou 62 casos de trombose do seio venoso cerebral (CVST), que são coágulos nos seios da face que drenam o sangue do cérebro, e 24 casos de trombose da veia esplâncnica, ou coagulação no abdômen. Foram estudadas apenas pessoas que receberam a injeção em 22 de março.
Desses casos escolhidos para estudo, 18 foram fatais em uma área onde cerca de 25 milhões de pessoas haviam recebido a vacina AstraZeneca naquele momento.
A EMA disse que esses eventos graves de coagulação sanguínea foram relatados a uma taxa de cerca de 1 em 100 mil. Sem dados de idade e sexo, não se sabe se o risco é maior ou menor para grupos específicos. A taxa geral também pode mudar para cima ou para baixo à medida que mais pessoas são vacinadas e mais dados aparecem.
No Reino Unido, houve relatos de 79 coágulos sanguíneos graves em pacientes com contagens baixas de plaquetas no sangue. Dezenove dessas pessoas morreram em 31 de março, disse a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA). Algumas dessas mortes podem já ter sido calculadas na análise anterior da EMA.
Geralmente, os casos de coagulação do sangue em pacientes com baixa contagem de plaquetas têm um risco geral de aproximadamente 1 em 250 mil, considerando que cerca de 20 milhões de pessoas receberam a vacina AstraZeneca no Reino Unido.
Outra informação relevante é que os coágulos parecem estar aparecendo em maior número em pessoas mais jovens e mulheres. Por isso, é possível que o risco seja maior nesse grupo, mas ainda não há conclusões certeiras.
Os coágulos são mais comuns nas mulheres?
O número de coágulos sanguíneos relatados é relativamente pequeno, e os dados sobre eles são limitados, por isso é difícil tirar qualquer conclusão sobre quem tem maior probabilidade de sofrer os efeitos colaterais.
A presidente do comitê de segurança da EMA, Sabine Straus, disse que, até agora, a maioria dos casos ocorreu entre mulheres com menos de 60 anos, mas advertiu que a agência não tinha dados suficientes com base em idade e sexo para ter certeza sobre qual o perfil de específico de risco.
A agência não pode ter certeza, por exemplo, se o maior caso de mulheres enfrentando esses eventos de coagulação pode estar acontecendo simplesmente porque mais mulheres estão sendo vacinadas. Mas a agência também não descartou a possibilidade de que elas corram maior risco.
Os reguladores do Reino Unido disseram algo semelhante. Dos 79 casos documentados, 51 eram de mulheres e 28 de homens. Porém, mais mulheres foram vacinadas. As autoridades não apresentaram dados na quarta-feira sobre o que acham que pode ser a incidência de coagulação nas mulheres.
Quando diz que os benefícios superam os riscos, a EMA analisa o quadro geral, agrupando todos, independentemente da idade ou do sexo.
Straus admitiu, quando questionada por jornalistas na quarta-feira, que a EMA não tinha dados para entender até que ponto os benefícios ainda poderiam superar os riscos para grupos específicos, como para mulheres ou grupos de pessoas jovens.
As mulheres são mais predispostas a certos eventos de coagulação, como CVST, do que os homens, portanto, uma questão para análise posterior é se as mulheres em particular estão experimentando esses eventos de coagulação com uma incidência maior do que o normal.
Trabalhadores da saúde podem ser vacinados contra a Covid em dez Unidades Básicas de Saúde neste sábado, 10. A vacinação vai ocorrer das 8h às 12h, por ordem de chegada, sem a necessidade do agendamento.
Para ser vacinado é necessário comprovar o vínculo de trabalho em instituição de saúde, apresentando algum documento. Os autônomos devem levar uma autodeclaração que comprovem sua atuação na área ou recibo da declaração do imposto de renda.
Além disso, outros documentos como identidade original com foto, CPF e comprovante de residência também são essenciais.
São considerados trabalhadores da saúde aquelas pessoas que atuam em clínicas, consultórios e entre outros locais que oferecem serviços de saúde.
A aplicação da primeira dose da vacina contra a Covid-19 em Feira de Santana volta a ser realizada nesta sexta, 09. Os idosos com 62 anos ou mais já podem agendar a vacinação na unidade de saúde mais próxima. A marcação permanece de acordo com a data de nascimento.
Quem nasceu entre 1º de janeiro a 30 de junho devem fazer o agendamento pela manhã, nas unidades de saúde. Os nascidos de 1º de julho a 31 de dezembro, no turno da tarde.
A ampliação da faixa etária só foi possível devido a chegada de mais vacina. Foram 12.760 doses recebidas pela Rede de Frio da Secretaria Municipal de Saúde ontem (08).
Estas vacinas já têm destino certo: serão 3.710 para serem utilizadas na aplicação da primeira dose em idosos (593), quilombolas (1.374) e trabalhadores de saúde (1.743). Outras 9.050 serão destinadas à segunda dose dos profissionais de saúde (1.177) e idosos (7.873), que vão completar o esquema de vacinação.
A Secretaria de Saúde faz um alerta para aqueles que ainda não agendaram a segunda dose. É que a eficácia da imunização fica comprometida se não completar o esquema de vacinação. Neste momento crítico que é a pandemia da Covid-19, a vacina pode reduzir as chances de agravamento da doença, por isso é tão importante receber as duas aplicações.
O jantar entre o presidente Jair Bolsonaro e empresários brasileiros foi marcado pela escalação de vários membros do governo para assegurar que haverá um esforço para trazer a revitalização da economia, que anda combalida pela nova onda de infecções e pelos sucessivos recordes de mortes por Covid-19.
Embora temas como reformas estruturais tenham sido abordados, a principal tônica do encontro, segundo os presentes, foi a vacinação no ritmo mais acelerado possível. Não houve detalhamento, porém, de como essa intenção vai ser colocada em prática.
Mais 281.400 doses de vacina contra a Covid-19 chegaram a Bahia na manhã desta quinta-feira (8). A informação foi compartilhada pelo secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, através das redes sociais.
Do total, são 129.400 doses da Coronavac, produzidas pelo Instituto Butantan, e 152 mil doses da vacina de Oxford/Astrazeneca produzidas pela Fiocruz.
A Bahia já aplicou a primeira dose da vacina em 1.867.402 pessoas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) solicitou nesta quarta-feira (7) informações aos estados interessados em importar a vacina Sputnik V no combate a pandemia de Covid-19. A notificação foi feita após uma reunião com representantes técnicos dos estados: Bahia, Acre, Rio Grande do Norte, Maranhão, Mato Grosso, Piauí, Ceará, Pernambuco e Sergipe.
O objetivo da agência é obter as informações preconizadas pela Lei nº 14.124/2021, que dispõe sobre as medidas excepcionais relativas à aquisição de vacinas e de insumos.
A Anvisa recebeu parte dos documentos que faltavam para o processo de pedido de importação para uso emergencial da Sputnik V no dia 31 de março, mas informou que ainda havia pendências.
Na análise da documentação, a agência verificou que o Certificado de Registro emitido pelo Ministério da Saúde da Rússia não veio acompanhado de relatório técnico, que ateste os aspectos de qualidade, segurança e eficácia da vacina que subsidiaram a decisão da autoridade estrangeira.
A vacina é uma das negociadas pelo Ministério da Saúde e já está incluída no cronograma com previsão de entrega já para o mês atual. O governo federal comprou 10 milhões de doses, e espera 400 mil até o final de abril, 2 milhões no fim de maio e 7,6 milhões em junho.
No final de março, a farmacêutica União Química afirmou ter concluído a produção do primeiro lote da vacina Sputnik V envasada no Brasil com base na transferência tecnológica do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) da Rússia para a empresa brasileira.
Que vacina é essa? Sputnik V
Os dados enviados à Anvisa fazen parte do novo pedido de autorização para uso emergencial da vacina do Brasil,protocolado em 26 de março. Os documentos enviados pela União Química atendem uma das quatro exigências previstas no Item XIV do Guia nº 42/2020, que trata dos locais de fabricação e das documentações relacionadas às Boas Práticas de Fabricação ( BPF) dos locais de fabricação.
Essas informações fazem parte dos requisitos mínimos para submissão de solicitação de autorização temporária de uso emergencial, em caráter experimental, de vacinas contra a Covid-19. O material enviado já esta sendo avaliado pela equipe técnica para verificar o atendimento às pendências anteriormente detectadas.
O prefeito Colbert Martins comentou sobre um áudio do secretário estadual de saúde Fábio Villas-Boas enviado a secretária de saúde do município de Madre de Deus, Stela Souza, que fala sobre a distribuição de um lote de cerca de 40 mil doses de vacinas apenas para Salvador.
No áudio, que está circulando pelo whatsapp, Fábio que é presidente de Comissão Intergestora Bipartite (CIB), diz a Stela que é diretora da comissão, que não é possível distribuir essa quantidade de vacinas para demais municípios do estado, devido a questões de logística.
“Essa quantidade de vacinas é muito pequena para distribuir para todo o estado. Teríamos que gastar o dia de amanhã para fracionar e enviar para todos os municípios que iriam receber isso na quinta-feira e vacinar na sexta. Nesta quinta (8), o Ministério já vai mandar um novo lote de vacinas. Salvador está aqui do lado, só pegar no almoxarifado da divisa e distribuir. Essa decisão é intuito de não prejudicar o município maior da Bahia e poder fazer com que essas vacinas sejam utilizadas o mais rápido possível em 48h”, disse.
No áudio, Fábio Villas Boas enfatiza que vai enviar as vacinas para Salvador porque no dia seguinte chegará um lote do Ministério da Saúde.
O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, declarou que o secretário está utilizando critérios pessoais para distribuir as vacinas no estado. Ele frisou que o menor quantitativo de vacinas que chegue à Feira de Santana é importante e que pode acontecer do lote do Ministério da Saúde atrasar e que o secretário sozinho não pode tomar uma decisão desse tipo e contemplar apenas um município em detrimento de outros 416.
“O secretário informa que por questões de logística, ele acha melhor enviar para Salvador. Mas, o conceito de distribuição não pode ser esse. O lugar que guarda vacina não fica em Salvador, fica em Simões Filho. Mas, Simões Filho não vai receber nada. Ele poderia discutir esse critério com todos os secretários e ter a aprovação. Não dá para tomar uma decisão dessa na qual retira a possibilidade de outros municípios da Bahia receberem doses por um critério pessoal. O critério da instituição, passou a ser o critério do secretário. Para nós, 500 doses, mil, duas mil doses são importantes”, declarou.
Colbert rebateu ainda a fala de Fábio Villas Boas, na parte em que ele diz que Salvador é o maior município da Bahia.
“Se Salvador é o primeiro, Feira é o segundo. Se o critério é o maior estamos aqui de junto, daqui a 40 minutos a gente manda o carro buscar e traz”, finalizou.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de 75 anos, recebeu hoje (3) a segunda dose da vacina contra a Covid-19 em São Bernardo do Campo, em São Paulo. O petista havia recebido a primeira dose do imunizante no dia 13 de março com a vacina CoronaVac, desenvolvida em parceria com o governo de São Paulo.
Lula foi acompanhado pelo ex-ministro da Saúde e deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP).