Casos confirmados no dia: 169 Resultados negativos no dia: 23 Pacientes recuperados no dia: 20 Alta hospitalar: 5 Óbitos no dia: 1
NÚMEROS TOTAIS Total de pacientes ativos: 1.352 Total de casos confirmados no município:2.089
(Período de 06 de março a 19 de junho 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.309
Total de pacientes hospitalizados no município: 43
Total de recuperados no município: 697
Total de exames negativos: 3.157
(Período de 06 de março a 19 de junho 2020)
Aguardando resultado do exame: 491 Total de óbitos: 40
29° óbito: Sexo feminino, 89 anos, portadora de doença renal crônica e doença cardiovascular, incluindo hipertensão. Faleceu em uma unidade de saúde pública em Salvador.
30°óbito: Sexo feminino, 45 anos, faleceu em uma unidade de saúde pública em Feira de Santana.
31° óbito: Sexo masculino, 60 anos, portadora de doença cardiovascular, incluindo hipertensão. Faleceu em uma unidade de saúde particular em Feira de Santana.
32° óbito: Sexo feminino, 77 anos, faleceu em uma unidade de saúde pública.
33° óbito: Sexo masculino, 63 anos, faleceu em uma unidade de saúde pública em Feira de Santana.
34° óbito: Sexo feminino, 67 anos, portadora de diabetes e hipertensão, faleceu em uma unidade de saúde pública em Feira de Santana.
35° óbito: Sexo masculino, 51 anos, portadora de doenças respiratórias, faleceu em uma unidade pública de saúde em Feira de Santana.
36° óbito: Sexo masculino, 74 anos, portador de doenca cardiovascular, incluindo hipertensão e diabetes. Faleceu em uma unidade pública em Feira de Santana.
37° óbito: Sexo feminino, 36 anos, portadora de doença renal crônica em estágio avançado e neoplasia. Faleceu em uma unidade pública de saúde em Feira de Santana.
38° óbito: Sexo feminino, 72 anos, portadora de doenças respiratórias crônicas descompensadas, diabetes e obesidade. Faleceu em uma unidade pública de saúde em Feira de Santana.
39° óbito: Sexo masculino, 45 anos, portador de diabetes, faleceu em uma unidade pública de saúde em Salvador.
40° óbito: Sexo masculino, portador de doença cardiovascular, incluindo hipertensão, doença pulmonar crônica e diabetes. Faleceu em uma unidade pública de saúde em Feira de Santana.
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Morreu ontem (18), Venâncio dos Santos Ferreira, 56 anos, ele tinha diabetes, hipertensão e asma, e estava internado no hospital de campanha de Feira de Santana, com Covid-19.
No início do mês de junho, Venâncio gravou um vídeo e publicou em grupos de WhatsApp criticando a falta de medicamentos no local. A coordenadora da farmácia do hospital de campanha publicou imagens mostrando a unidade bastante abastecida de medicamentos, entre eles, os indicados para pacientes com hipertensão, diabetes e asma.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde informou que Venâncio deu entrada na unidade sem apresentar nenhuma intercorrência clínica ou respiratória e que as medicações que ele usava para hipertensão e diabetes não eram padronizadas e estavam sendo providenciadas.
De acordo com informações do hospital de campanha, os rins do paciente chegaram a um estágio de comprometimento, que nem diálise resolvia mais.
O diretor-executivo da Organização Mundial da Saúde (OMS), Michael Ryan, vê sinais de estabilização da pandemia no Brasil, mesmo que a situação ainda seja grave no país. Ryan ressalta que “este é o momento de redobrar a cautela, pois já vimos em outros países que uma estabilização pode rapidamente se transformar em um aumento”. As afirmações foram feitas na quarta-feira (17).
Ryan sugeriu o reforço de medidas de distanciamento físico e higiene, além da garantia que as comunidades mais carentes recebam apoio para segui-las. As informações são da Folha de S. Paulo.
Cálculos divulgados pelo Imperial College, uma das principais instituições globais de pesquisa de epidemias, mostraram que a velocidade de contágio por coronavírus no Brasil se reduziu pela terceira semana seguida.
A OMS tem a esperança de que milhões de vacinas contra o novo coronavírus possam ser produzidas ainda neste ano, de acordo com a cientista-chefe Soumya Swaminathan. A informação é do jornal Estadão. Ainda segundo a cientista, o intuito é que outras duas bilhões de doses possam ser produzidas até o final de 2021.
A OMS elabora planos e protocolos para definir as primeiras pessoas com direito a receber a vacina, indicou Swaminathan. A prioridade seria dada a profissionais da linha de frente, como médicos, pessoas vulneráveis por causa da idade ou outra doença e a quem trabalha ou mora em locais de alta transmissão, como prisões e casas de repouso.
De acordo com a reportagem, cerca de 10 vacinas promissoras estão sendo testadas em humanos. Alguns países já se movimentam para fechar acordos com empresas farmacêuticas para encomendar doses antes mesmo de se provar que alguma vacina funciona.
A cientista sinalizou que a esperança de até dois bilhões de doses de até três vacinas diferentes no ano que vem é um “grande se”.
Agência Brasil – O tipo sanguíneo de uma pessoa e outros fatores genéticos podem ter ligação com a gravidade de uma infecção pelo novo coronavírus, de acordo com pesquisadores europeus que buscam mais pistas para explicar por que a covid-19 atinge algumas pessoas tão mais duramente que outras.
As descobertas, publicadas no periódico científico The New England Journal of Medicine na quarta-feira (17), levam a crer que pessoas com sangue tipo A correm risco maior de desenvolver sintomas mais intensos quando infectadas pelo novo coronavírus.
No auge da epidemia na Europa, pesquisadores analisaram os genes de mais de 4 mil pessoas em busca de variações que são comuns naqueles que foram infectados pelo vírus e desenvolveram casos graves de covid-19.
Uma série de variantes em genes que estão envolvidos nas reações imunológicas são mais comuns em pessoas com casos graves de covid-19, descobriram os cientistas. Estes genes também estão envolvidos com uma proteína de superfície celular chamada ACE2, que o coronavírus usa para ter acesso às células do corpo e infectá-las.
Os pesquisadores, liderados pelos médicos Andre Franke, da Universidade Christian-Albrecht de Kiel, na Alemanha, e Tom Karlsen, do Hospital Universidade de Oslo, na Noruega, também descobriram uma relação entre a gravidade da covid-19 e o tipo sanguíneo. O risco de casos graves de covid-19 é 45% maior para pessoas com sangue tipo A do que pessoas com outros tipos sanguíneos, e parece ser 35% menor para pessoas com sangue tipo O.
O número de pessoas curadas da Covid-19 em todo o mundo alcançou na noite de quarta-feira (17) a marca de 4 milhões de recuperados. O dado consta no levantamento feito pela universidade americana Johns Hopkins sobre a pandemia. Até a manhã desta quinta-feira (18), o total exato estava em 4,089 milhões de pessoas.
No topo da lista seguem os Estados Unidos, com 592 mil curados, em seguida aparece o Brasil que, segundo dados da Johns Hopkins, já tem 521 mil recuperados. Os dois são os primeiros países a ultrapassarem a marca de meio milhão de pacientes salvos.
Completando a lista das cinco primeiras nações aparecem a Rússia, com 313 mil pessoas, a Índia, com 194 mil, e um outro país sul-americano, o Chile, com 181 mil salvos.
Dona Celina Pires, de 65 anos, é uma dessas pessoas. Ela tem hipertensão e diabetes, mas venceu a Covid-19 sem precisar tomar nenhum remédio. Ela mora em São Paulo com a filha, a fotógrafa Fernanda Pires Guimarães, de 36 anos, seu genro e sua neta, de 4 anos de idade.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) espera que centenas de milhões de doses de uma vacina contra a Covid-19 possam ser produzidas neste ano e dois bilhões de doses até o final de 2021, disse a cientista-chefe Soumya Swaminathan, nesta quinta-feira (18).
A OMS está elaborando planos para ajudar a decidir quem deveria receber as primeiras doses uma vez que uma vacina seja aprovada, afirmou a cientista.
A prioridade seria dada a profissionais da linha de frente, como médicos, pessoas vulneráveis por causa da idade ou outra doença e a quem trabalha ou mora em locais de alta transmissão, como prisões e casas de repouso.
Cerca de 10 vacinas em potencial estão sendo testadas em humanos na esperança de que uma possa se tornar disponível nos próximos meses para prevenir a infecção. Países já começaram a fazer acordo com empresas farmacêuticas para encomendar doses antes mesmo de se provar que alguma vacina funciona.
Swaminathan descreveu o desejo por milhões de doses de uma vacina ainda neste ano como otimista, acrescentando que a esperança de até dois bilhões de doses de até três vacinas diferentes no ano que vem é um “grande se”.
A cientista afirmou que os dados de análise genética coletados até agora mostraram que o novo coronavírus ainda não passou por nenhuma mutação que alteraria a gravidade da doença que causa.
OMS suspende testes com hidroxicloroquina contra a Covid-19
A Organização Mundial de Saúde (OMS) anunciou em coletiva hoje (17), que vai suspender os ensaios clínicos com hidroxicloroquina contra a Covid-19 pela segunda vez. A informação foi divulgada pelo jornal O Globo.
De acordo com a organização as evidências científicas e os testes realizados até agora mostraram que a substância não reduz a mortalidade em pacientes internados com a doença.
EUA não sabem o que fazer com estoque de 66 milhões de doses de cloroquina, diz jornal Os Estados Unidos têm cerca de 66 milhões de doses estocadas de cloroquina e hidroxicloroquina e as autoridades não sabem o que fazer com elas. A informação foi divulgada pelo jornal “The New York Times”.
A agência reguladora de medicamentos (FDA) revogou a autorização emergencial para o uso desses medicamentos em pacientes com a Covid-19. A publicação aponta que essa decisão surpreendeu a Casa Braca, que tinha abastecido o estoque em março. Segundo o Uol, o país inclusive teria recebido medicamentos de uma gigante farmacêutica e de um laboratório paquistanês que não é certificado pela agência.
O presidente Donald Trump é defensor do uso da cloroquina no tratamento do novo coronavírus. O mandatário norte-americano inclusive disse que já usou o medicamento de forma preventiva. No entanto, estudos da Organização Mundial da Saúde e de diversos centros de pesquisa não comprovaram a eficácia do composto.
A cloroquina é defendida pelo presidente Donald Trump para o tratamento da doença. Trump já disse ter usado o medicamento de forma preventiva e que “não se machucou”.
Grupo dá festa em bar e todos são contaminados com Covid A norte-americana Erika Crisp e mais 15 amigos foram contaminados pelo novo coronavírus depois que foram ao pub irlandês Lynch comemorar o aniversário de uma integrante do grupo e o fim da quarentena na cidade de Jacksonville, no estado da Flórida (EUA). Em entrevista à emissora de TV News4jax, ela revelou que começou a sentir dificuldade de respirar e descobriu que algumas amigas estão sentindo o mesmo problema.
Erika diz que todo o grupo respeitou as regras da quarentena por três meses, mas admitiu que descumpriu as recomendações na primeira oportunidade. Os proprietários do pub decidiram fechar novamente o estabelecimento e realizar uma limpeza completa.
Pintadas: Churrasco entre amigos aumentou casos de Covid-19 e motivou lockdown Um churrasco entre nove amigos provocou um aumento no número de casos confirmados de Covid-19 no município de Pintadas, na Bacia do Jacuípe, e motivou o decreto de lockdown, fechando o comércio local por 15 dias. As informações são do portal Calila Notícias.
O encontro ocorreu no fim de maio e contou também com moradores de Ipirá, Senhor do Bonfim e Salvador, além de um enfermeiro que trabalha no município.
No último dia 10 de junho, pela manhã, Pintadas registrava dois casos confirmados da doença. Ontem (16), o número chegou a 28 contaminados pelo novo coronavírus, muitos deles participantes do churrasco entre amigos ou pessoas próximas deles.
A prefeitura, em decorrência do caso, decidiu pela implantação do lockdown, anunciado na última sexta-feira (12), fechando o comércio e levando Pintadas a ocupar um dos primeiros lugares no ranking de isolamento social no estado.
Agência Brasil – O Brasil teve 1.269 novas mortes por covid-19 registradas nas últimas 24h, de acordo com atualização do Ministério da Saúde divulgada hoje (17). Com esses acréscimos às estatísticas, o país chegou a 46.510 falecimentos em função da pandemia do novo coronavírus.
O balanço da pasta contabilizou também 32.188 novos casos da doença, totalizando 955.377, podendo chegar a marca de 1 milhão de pessoas infectadas até o fim desta semana.
A atualização diária traz um aumento de 2,8% no número de óbitos em relação a ontem(16), quando o total estava em 45.241. Já o acréscimo de casos confirmados marcou uma variação de 3,4% sobre o número de ontem, quando os dados do Ministério da Saúde registravam 923.189 pessoas infectadas.
Do total de casos confirmados de covid-19 no Brasil, 445.393 pacientes estão em observação e 463.474 foram recuperados. Há ainda 4.033 mortes em investigação.
A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,9%. A mortalidade (falecimentos por 100.000 habitantes) foi de 22,1. Já incidência (casos confirmados por 100.000 habitantes) ficou em 454,6.
Os estados com maior número de óbitos são São Paulo (11.521), Rio de Janeiro (8.138), Ceará (5.282), Pará (4.350) e Pernambuco (4.009). Ainda figuram entres os com altos índices de vítimas fatais em função da pandemia Amazonas (2.579), Maranhão (1.570), Bahia (1.222), Espírito Santo (1.169), Alagoas (811) e Paraíba (696).
Os estados com mais casos confirmados de covid-19 são São Paulo (191.517), Rio de Janeiro (86.963), Ceará (84.967), Pará (74.192) e Maranhão (64.735).
Este é um momento de extrema cautela. A afirmação foi feita por Michael Ryan, diretor executivo do programa de emergências da Organização Mundial da Saúde (OMS), durante a coletiva de imprensa de hoje (17). O evento informa sobre os andamentos nas pesquisas e a evolução no combate ao novo coronavírus em escala global.
De acordo com Ryan a situação no Brasil ainda é classificada como grave. Os sinais de estabilização do contágio e do número de casos graves e óbitos não são, necessariamente, sinais de vitória sobre a doença.
Michael Ryan frisou ainda que populações de minorias étnicas e pessoas em condições de pobreza nos ambientes urbanos devem ter apoio especial, já que não possuem condições para realizar o distanciamento social e manter a higiene necessária para conter o avanço do novo coronavírus.
Agência Brasil – A Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) divulgou nota destacando os resultados do estudo Recovery da Universidade de Oxford com o medicamento dexametasona que mostraram efeitos positivos no tratamento da covid-19.
A pesquisa mostra que o medicamento resultou uma redução de mortalidade de 33% nos pacientes com covid-19 em ventilação mecânica. Nos pacientes precisando de oxigênio mas sem assistência de ventilação mecânica, a queda da mortalidade foi de 20%.
Já entre os pacientes que não necessitam de oxigênio, não houve diferença com a prescrição do medicamento.
A entidade analisou que os resultados permitem uma conclusão prática: “todo paciente com covid-19 em ventilação mecânica e os que necessitam de oxigênio fora de Unidade de Terapia Intensiva devem receber dexametasona via oral ou endovenosa 6mg uma vez por dia por 10 dias”.