Para especialista, diferença entre o apoio nas redes e nas pesquisas eleitorais pode ser reflexo de recorte socioeconômico
O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) tem 43,5 milhões de seguidores na internet, considerando Twitter, Instagram e Facebook. O número é 28,9 milhões a mais que o número de usuários que seguem seu principal rival, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que soma 14,5 milhões.
Segundo dados da Bites, levantados a pedido do Poder360, Bolsonaro começou 2022 com 37.268.938 seguidores e chegou a 43.520.816 em agosto –um crescimento de 16%. Já Lula saiu de 10.964.352 para 14.561.852, alta de 32% no período. Apesar do crescimento percentual do petista em 8 meses ser maior, Bolsonaro segue liderando.
Para o cientista político Leonardo Barreto, a questão da eleição deste ano é a diferença entre o mundo digital (que favorece Bolsonaro) e o mundo analógico (pesquisas eleitorais que favorecem Lula). Segundo ele, o atual chefe do Executivo migrou bem para internet, enquanto o ex-presidente sente-se mais confortável fazendo campanha no modo tradicional.
“A hipótese natural [para o sucesso de Bolsonaro] é o legado das eleições de 2018. Talvez a diferença das redes para as pesquisas eleitorais seja o perfil do leitor. Lulistas mais pobres são menos inseridos na internet, mas captados pelas pesquisas. Eleitores com mais renda e ativismo nas redes podem apoiar Bolsonaro”, afirma Barreto. “Ou seja, a diferença pode ser reflexo de um recorte socioeconômico.”
Neste contexto, o especialista afirma que não haveria muito o que fazer por parte da esquerda, porque os eleitores de Lula seriam menos afeitos ao ativismo digital, por causa da exclusão social. Caberia à campanha de Lula pegar carona com quem já domina as redes sociais.
“Lula está tentando ter sucesso no digital, mas, como não é nativo, tem dificuldade. Por isso, recorre a caronas, como o deputado federal André Janones [que ficou conhecido na internet a partir de 2020, quando se dedicou a tirar dúvidas e defender pautas relacionadas ao Auxílio Emergencial na pandemia], e a cantora Anitta”.
Lula ganhou pouco mais de meio milhão de seguidores no Twitter, Instagram e Facebook desde que Anitta declarou apoio ao petista na disputa pela Presidência da República.
Em 11 de julho, no dia que Anitta revelou seu voto e ofereceu ajuda para “bombar” o ex-presidente nas redes, Lula tinha 14.197.472 seguidores. Um mês depois, em 11 de agosto, o petista acumulava 14.716.451 —ou seja, 518.979 seguidores a mais.
Apesar de a cantora ter mencionado Lula em diferentes publicações e oportunidades, o petista manteve sua média de crescimento. Para efeito de comparação, o político também ganhou cerca de meio milhão de seguidores em julho, assim como em junho, segundo dados da Bites.
Eis os números de seguidores de Lula no comparativo de 11 de julho a 11 de agosto:
Com o resultado, a dianteira de Lula sobre Bolsonaro segue estável. Há 15 dias, era de 8 pontos.
Os dados estratificados mostram que Lula se sai melhor entre os que ganham até 2 salários mínimos, com 49% contra 30% de Bolsonaro no 1º turno.
O presidente sai na frente entre os que ganham de 2 a 5 salários mínimos, com 45% contra 38% do petista.
Entre os ganham mais de 5 salários mínimos, Lula e Bolsonaro estão empatados, com 41% cada um.
A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 14 a 16 de agosto de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.500 entrevistas em 331 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-02548/2022.
O primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República acontece neste domingo (28). E o encontro poderá ter, logo de início, uma pergunta do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), possibilidade prevista pelas regras do debate.
O encontro, organizado por UOL, Band, Folha de S. Paulo e TV Cultura, será realizado nos estúdios da Grupo Bandeirantes, na cidade de São Paulo.
Ao todo, foram convidados seis candidatos ao Palácio do Planalto:
A organização do debate definiu as regras em reunião com as campanhas dos postulantes e a posição de cada candidato foi definida por sorteio.
Confira as principais regras do encontro.
Três momentos. O debate será dividido em três momentos com perguntas sobre programas de governo, confronto entre os candidatos e questões feitas por jornalistas.
Os blocos terão moderação de jornalistas dos veículos organizadores.
Plano de governo. A primeira pergunta será feita para todos os candidatos e envolverá o plano de governo proposto por eles. Cada um terá um minuto e meio para a resposta.
Em seguida, começa o confronto entre eles. Bolsonaro é o primeiro a perguntar e poderá escolher qualquer candidato —incluindo Lula, seu principal adversário na corrida eleitoral. Depois do atual chefe do Executivo, farão perguntas:
Ciro;
Luiz Felipe d’Avila;
Soraya Thronicke;
Lula;
Simone Tebet.
Jornalistas perguntam. No segundo bloco, será a vez dos jornalistas de veículos, que integram a organização do debate, fazerem suas perguntas.
O candidato que responde terá quatro minutos para dividir entre resposta e réplica.
Novos confrontos. No último bloco do debate, os candidatos voltam a se confrontar seguindo uma ordem definida em sorteio prévio. Os postulantes ao Palácio do Planalto terão um minuto para pergunta e mais um para a réplica. Quatro minutos serão usados para resposta e tréplica.
Nessa fase, haverá também questões sobre o plano de governo e, por fim, os candidatos terão dois minutos para deixarem suas contribuições finais.
Direito de resposta. As regras do encontro também preveem que, em caso exclusivo de ofensa moral e pessoal, o candidato pode solicitar ao moderador direito de resposta imediatamente após a conclusão da fala do outro postulante.
A solicitação será avaliada por um comitê formado por quatro jornalistas da organização do encontro e um advogado. “A resposta será dada ainda no mesmo bloco. Na hipótese de deferimento do pedido de resposta, serão concedidos 45 segundos.”
***
Quando: o debate organizado por UOL, Folha de S.Paulo, TV Cultura e Grupo Bandeirantes será dia 28 às 21h.
O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) participou na noite desta sexta-feira (26) da 65ª Festa do Peão Boiadeiro, em Barretos (SP) e, novamente, apareceu na arena principal. O candidato foi ovacionado com gritos de “eu sou Bolsonaro, com muito orgulho, com muito amor”.
Em 2018, Bolsonaro também montou em um cavalo para desfilar na arena segurando uma bandeira do Brasil. Em 2019, já como presidente, ele retornou a festa e também montou a cavalo. A festa retorna este ano após dois anos sem acontecer em razão da pandemia da covid-19.
A arena estava tomada por bandeiras do Brasil e, após o hino, presentes ao local entoaram gritos de “mito”, em referência ao presidente e candidato à reeleição. O local tem capacidade para 35 mil pessoas sentadas.
O presidente chegou ao local da festa por volta das 22h (horário de Brasília) e foi aplaudido pela plateia. Ele estava acompanhado do ex-ministro da Infraestrutura e candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), dos filhos Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Jair Renan, do candidato a vice General Braga Netto (PL) e do candidato ao Senado Marcos Pontes (PL). A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) também estava no evento.
O empresário e dono da Havan, Luciano Hang também estava próximo ao presidente e chegou a discursar. O empresário estava de calça e chapéu verdes e camisa amarela.
Festa movimentar economia do interior
De acordo com dados preliminares da Setur-SP (Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo), a Festa do Peão de Barretos deve gerar R$ 1,24 bilhão em impacto direto e indireto em 11 dias (cerca de R$ 112 milhões/dia).
O cálculo do governo considera gastos dos turistas na festa, hospedagem, alimentação, transporte, compras e outras atividades de lazer em toda a região, além de custos diretos e indiretos com a organização.
Candidato à Presidência, Ciro Gomes (PDT) disse em sabatina do Grupo Globo queo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) copiou sua proposta para revisão do endividamento das famílias. Ciro usou de ironia para endossar a efetividade do plano, que ele defende desde as últimas eleições.
“É uma cópia que gosto que se faça, porque as minhas ideias não são minhas. Estou recolhendo da realidade do povo, entre as experiências internacionais que estudo e entre as melhores literaturas disponíveis”, ressaltou o candidato do PDT.
A promessa de Ciro Gomes é de que o governo irá ajudar as famílias endividadas e revisar valores para aumentar o poder de compra da população. Ele definiu a ação como uma política “concreta”. “Uma campanha é exatamente para oferecer respostas concretas para problemas reais do povo”, ressaltou.
Ainda em relação à entrevista de Lula ao Jornal Nacional, o ex-governador do Ceará afirmou que o petista não apresentou ações efetivas. “Se ‘espremer’ a entrevista do Lula ontem, a única proposta que saiu foi essa. Eu fico feliz que é uma proposta eu tenha trazido e que tem sido levada ao deboche porque enfrenta o interesse de um novo escravismo que os bancos impuseram aos brasileiros.”
A série de desistências de pesquisadores do Censo Demográfico de 2022, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu concurso para 6.765 vagas temporárias, a maioria para o cargo de recenseador. As inscrições começaram na quinta-feira (25) e vão até segunda (29), e não podem ser realizadas sábado ou domingo.
Os interessados em uma das 6.514 vagas para recenseador devem ter ensino fundamental completo. Também há 251 vagas para os cargos de agente censitário municipal e de agente censitário supervisor, que demandam ensino médio completo. O processo seletivo não envolve prova, somente a análise de títulos do candidato, com base em sua inscrição e documentação do histórico acadêmico.
Poucas horas após proibir a veiculação de uma propaganda do governo federal sobre os 200 anos da Independência por um suposto “viés político”, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, voltou atrás em sua decisão.
O recuo foi confirmado na tarde desta sexta-feira (26), depois que o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, durante entrevista ao programa Pânico, na Jovem Pan, que “ordem absurda não se cumpre”. Moraes deferiu parcialmente o pedido e estabeleceu que a propaganda não pode citar o governo, apenas os ministérios do Turismo, da Defesa e das Relações Exteriores. – Considerado o período vedado e a necessidade de autorização judicial para a veiculação da publicidade institucional, previsto pelo art. 73, VI, b, da Lei nº 9.504/97, DEFIRO PARCIALMENTE A AUTORIZAÇÃO PARA A VEICULAÇÃO DA CAMPANHA DE ‘DIVULGAÇÃO DO BICENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA’, por se tratar de publicidade institucional, permitida apenas a identificação do Ministério do Turismo, do Ministério da Defesa e do Ministério das Relações Exteriores, órgãos responsáveis pela campanha, devendo ser afastada no material publicitário, (a) a alusão a sítio da internet contendo, mesmo de forma abreviada, menção ao ‘governo’ – diz a decisão.
A proibição inicial era baseada no slogan “o futuro escrito em verde e amarelo”. Para Moraes, essa frase faz “plena alusão a pretendentes de determinados cargos públicos”. Em nota, a assessoria do ministro disse que tinha havido um erro no lançamento da decisão no sistema.
– Trata-se de slogans e dizeres com plena alusão a pretendentes de determinados cargos públicos, com especial ênfase às cores que reconhecidamente trazem consigo símbolo de um ideologia política, o que é vedado pela Lei eleitoral, em evidente prestígio à paridade de armas – avaliou.
A ferrovia vai ligar o Porto de Pecém, no Ceará, ao Porto de Suape, em Pernambuco
Foto: Reprodução/ blog do Planalto
O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi às redes sociais anunciar ‘avanços’ nas obras da ferrovia Transnordestina, projetada para ligar o Porto de Pecém, no Ceará, ao Porto de Suape, em Pernambuco. De acordo com o mandatário, a intervenção é uma ‘prioridade’ do governo federal.
A iniciativa compõe um conjunto de ações do governo de Jair Bolsonaro para contrabalancear a influência de seu principal adversário na corrida ao Palácio do Planalto neste ano, o ex-presidente Lula, na região Nordeste, onde o petista tem mantido vantagem, segundo as últimas pesquisas de intenção de voto.
“As obras da Transnordestina avançam e são uma prioridade para o Governo Federal. – Atravessando 35 municípios em Pernambuco, 28 no Ceará e 18 no Piauí, a ferrovia conta com mais de 1.700 km de extensão. Vamos em frente, trabalhando para dinamizar a economia do Nordeste.”, escreveu o presidente.
– As obras da Transnordestina avançam e são uma prioridade para o Governo Federal.
– Atravessando 35 municípios em Pernambuco, 28 no Ceará e 18 no Piauí, a ferrovia conta com mais de 1.700 km de extensão. Vamos em frente, trabalhando para dinamizar a economia do Nordeste. pic.twitter.com/aSZfqVX5rf
Com 1.753 km de extensão em linha principal, a ferrovia Transnordestina é a maior obra linear em execução no Brasil, segundo informações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). O modal irá passar por 81 municípios, partindo de Eliseu Martins, no Piauí, em direção aos portos do Pecém, no Ceará, e Suape, em Pernambuco.
Campanhas presidenciais serão exibidas nas terças, quintas e sábados
Horário eleitoral começa nesta sexta-feira Foto: Agência Senado/Lindomar Cruz
O horário eleitoral gratuito relativo ao primeiro turno das eleições começa nesta sexta-feira (26) no rádio e na televisão. A propaganda nos veículos de comunicação segue até o dia 29 de setembro. No primeiro dia, serão exibidas as campanhas aos cargos de senador, governador e deputado estadual.
A ordem dos candidatos que vão veicular as propagandas a presidente foi definida por sorteio no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Quem abrirá o primeiro dia será o PTB, de Roberto Jefferson. Já o encerramento será feito pelo PDT, de Ciro Gomes. O tempo dos programas é calculado conforme a representatividade dos partidos na Câmara dos Deputados.
O ex-presidente Lula (PT) tem o maior tempo diário dentre todos os candidatos, por ter a maior coligação. Serão 3 minutos e 39 segundos de fala, com 287 inserções. Em seguida, está o presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição, com 2 minutos e 38 segundos e 207 inserções.
Confira a ordem no primeiro dia do horário eleitoral e o tempo de cada partido/coligação:
Roberto Jefferson (PTB) – 25 segundos / 33 inserções
No caso da propaganda pelo rádio, serão exibidas as falas dos presidenciáveis sempre às terças, quintas e sábados, de 7h às 7h12 e, depois, de 12h às 12h12. Já na televisão, o horário é de 13h às 13h12 e 20h30 às 20h42. Nesses mesmos dias, serão exibidos os programas de candidatos a deputado federal. O horário gratuito terá 50 minutos em rede, divididos em dois blocos de 25 cada. Nas segundas, quartas e sextas, será a vez dos candidatos a senador, governador e deputado estadual.
Já o tempo total por dia de inserções é de 70 minutos, com inserções de 30 a 60 segundos, divididos igualmente para os cargos que estão em disputa, isto é: senador, governador, presidente, deputado estadual e deputado federal. A distribuição levará em conta três blocos de audiência, entre as 5h e 0h.
Em relação aos programas em bloco, após o primeiro dia de exibição, o partido ou a coligação que veiculou a propaganda em último lugar será o primeiro a apresentá-lo no dia seguinte, seguido pelas demais veiculações estabelecidas no sorteio. As sobras de 30 segundos foram sorteadas entre a coligação de Tebet, a coligação de Lula e o partido Novo.
Pela regra, só têm direito a participar os partidos políticos que obtiveram, nas últimas eleições para a Câmara dos Deputados, no mínimo, 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos um terço das unidades da Federação, com um mínimo de 2% dos votos válidos em cada uma delas. A outra maneira é ter elegido pelo menos 15 deputados federais em pelo menos um terço das unidades da Federação.
Os candidatos Eymael (DC), Léo Péricles (UP), Vera Lúcia (PSTU) e Sofia Manzano (PCB) não atingiram os requisitos mínimos e não terão acesso ao horário eleitoral. Pablo Marçal (Pros) não entrou na contagem. Sob nova direção, a legenda revogou a candidatura dele.
A entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Jornal Nacional, da TV Globo, alcançou nesta quinta-feira (25) uma audiência de 30 pontos na Grande São Paulo —cada ponto equivale a 205.755 telespectadores.
Os dados preliminares são do Instituto Kantar Ibope Media. A conversa de Lula com os jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos já partiu com uma audiência que era de 27 pontos.
Saltou em seguida para 29 pontos e atingiu o pico de 34 pontos. Do total de aparelhos ligados, 67% estavam sintonizados na Globo.
A entrevista de Bolsonaro alcançou uma audiência maior do que a do clássico entre Corinthians e Flamengo, exibido no SBT no dia 2 de agosto, e atingiu pico de 37 pontos no fim do programa.
Nesta semana o programa entrevista todos os candidatos à Presidência. Ciro Gomes (PDT) foi ouvido na quarta-feira (23) e, na sexta (26), será a vez de Simone Tebet (MDB).
Os candidatos devem se encontrar também no domingo (28), no debate do pool que reúne TV Bandeirantes, Folha, UOL e TV Cultura. A expectativa é que a audiência seja semelhante, ou até maior, somando-se a ampliação da transmissão no mundo digital.
O ex-presidiário Lula (PT) afirmou no Jornal Nacional que Movimento Sem Terra (MST) só invadiu terras improdutivas, mas vários registros desmentem afirmação.
Em 2009, por exemplo, durante o próprio governo Lula, grupo invadiu uma fazenda e destruiu 5 mil pés de laranja. Em 2013, no governo Dilma, uma pesquisa universitária foi destruída.
No JN, Lula diz que MST só invadiu terras improdutivas, mas registros desmentem afirmação.
Em 2009, durante o governo Lula, grupo invadiu uma fazenda e destruiu 5 mil pés de laranja. Em 2013, no governo Dilma, uma pesquisa universitária foi destruída.